Camila e Robert mal haviam chegado à pousada quando o celular dela vibrou. Ela olhou a tela. Era ele. O empresário do luau. — Oi, delícia. Camila mostrou a mensagem para Robert antes de responder. — Foi rápido — comentou ele. Ela sorriu e digitou: — Oi. Boa noite. A conversa que deveria durar alguns minutos se estendeu. Camila estava acomodada ao lado do marido, respondendo às mensagens enquanto Robert acompanhava tudo, praticamente por cima de seu ombro. Até que veio a pergunta que os dois esperavam: — Você vai comigo amanhã no passeio de escuna, né? Camila olhou para Robert. Ele não disse nada. Não precisava. Ela começou a digitar. — Sim, eu vou com você. Meu marido quer fazer uma trilha amanhã, mas eu não estou a fim. Falei para ele que vou passear com aquelas meninas que conheci na piscina e ele não se importou. Então está combinado. Robert terminou de ler. — Quer dizer que eu vou fazer trilha? — Vai. — Interessante descobrir assim. Camila riu. Pouco depois chegou outra mensagem. O empresário não passaria pela pousada. Mandaria um carro buscá-la. Era mais discreto. E estava decidido. ________________________________________ A manhã seguinte Camila acordou animada. Escolheu um biquíni preto mínimo, fio-dental, colocou por cima apenas uma saída de praia clara, entre o branco e o bege, com aparência de vestido leve. Nada além disso. Na bolsa, poucas coisas: protetor, óleo, óculos escuros, telefone e alguns objetos pessoais. Robert a observava terminar de se arrumar. — Boa trilha para você — provocou ela. — Obrigado. Bom passeio com as meninas. Camila deu uma gargalhada. O carro chegou. Ela beijou Robert e partiu. No píer, encontrou o empresário esperando. Os dois trocaram imediatamente um sorriso. Ele aproximou-se e deu-lhe um beijo curto. Nada exagerado. Afinal, aquele não era um passeio particular. Havia colegas de trabalho, empresários e pessoas ligadas ao evento. Precisavam manter alguma discrição. Ainda assim, entraram na escuna praticamente de mãos dadas. Pareciam dois bons namorados tentando não chamar atenção demais. ________________________________________ No mar O passeio começou animado. Música, conversa, bebidas e uma paisagem espetacular acompanhavam a navegação. O empresário apresentou Camila a algumas pessoas. Ela conversava com todos com naturalidade, embora permanecesse quase sempre ao lado dele. Com o passar das horas, a formalidade diminuiu. Vieram as taças de champanhe. Vieram as brincadeiras. Vieram algumas danças. E vieram também as pequenas carícias escondidas. Uma mão na cintura. Um abraço por trás, uma encoxada gostosa. Um beijo roubado. Uma aproximação um pouco mais demorada quando ninguém parecia prestar atenção. Camila gostava daquele jogo. Mas existia um limite claro naquele ambiente. Era um evento profissional. Ali, nada poderia fugir muito do controle. Em determinado momento, a escuna fez uma parada. O grupo desembarcou para aproveitar a praia. Camila chamou atenção com o pequeno biquíni preto (vide foto) O empresário tirou algumas fotos dela. Depois fizeram outras juntos. Em algumas pareciam apenas dois amigos durante um passeio. Em outras, a proximidade dizia um pouco mais. O restante da tarde seguiu sem grandes acontecimentos. Quando retornaram ao píer, Camila imaginava que finalmente pegaria um carro e voltaria para a pousada. O empresário tinha outro plano. — Vamos jantar? Ela olhou para si mesma. — Assim? — Assim. — Eu nem tenho roupa. — Você está ótima. Camila hesitou. Ou, pelo menos, fez parecer que hesitava. — E meu marido? — Você resolve. Ela riu. Camila nunca fora particularmente difícil de convencer quando já estava interessada. — Está bem. ________________________________________ O jantar Havia um problema prático. O biquíni continuava molhado. Camila encontrou uma solução tipicamente sua: retirou-o e ficou somente com a saída de praia clara. (vide foto – a pessoa da foto não é a Camila) Era tudo o que tinha para vestir. No restaurante havia ainda algumas pessoas da comitiva, aproximadamente oito ao todo. Nada especialmente sofisticado. Apenas um jantar descontraído depois de um dia inteiro no mar. Pediriam comida. E mais vinho. Camila permaneceu ao lado do empresário. O champanhe da escuna foi sendo substituído pelas taças de vinho do jantar. A conversa avançou, as mãos dele pelas coxas dela também.... A noite também. Foi então que ela descobriu que boa parte daquele grupo estava hospedada em uma grande casa alugada por temporada. O empresário fez mais um convite: — Vamos para lá conosco. Camila hesitou novamente. Dessa vez por mais tempo. Sabia perfeitamente que aceitar aquele convite significava atravessar outra fronteira. Pegou o celular. Nenhuma decisão naquela viagem precisava ser realmente escondida de Robert. Depois de alguns minutos, guardou o aparelho. — Eu vou. ________________________________________ A casa Quando chegaram, ainda havia gente conversando e bebendo. Camila circulou pelo ambiente durante algum tempo. Até que ela e o empresário desapareceram para um dos quartos. A tensão acumulada desde o beijo no luau finalmente encontrou espaço para deixar de ser apenas provocação. A porta se fechou. E a noite tornou-se muito mais intensa do que o passeio de escuna havia permitido. Horas passaram. Em determinado momento, Camila percebeu que dificilmente retornaria cedo à pousada. Pegou o telefone e escreveu para Robert. Disse que continuava com a turma, que a noite estava divertida e que não sabia a que horas conseguiria sair dali. Robert conhecia a esposa suficientemente bem para compreender o que aquela mensagem realmente significava. A privacidade na casa também estava longe de ser perfeita. Pessoas circulavam pelos corredores e, em determinado momento, um dos colegas apareceu à porta e percebeu imediatamente o que estava acontecendo. A situação virou motivo de brincadeira entre os homens. Ainda com ela dando de 4 para o empresário eles conversavam: - Falei pra você que iria comer ela? (falou o empresário dando risada) - Sim, você falou mesmo. - Conheço uma casada safada de longe. Olha esse rabo que delicia! - Pera ai, preciso tirar algumas fotos dessa foda! Camila não falava nada, apenas seguia sendo comida enquanto os amigos conversavam e tiravam fotos da foda. (vide foto) Mais tarde, até uma ligação de outro colega acabou transformada em provocação, com o empresário deixando bastante evidente que não estava passando aquela noite sozinho. - Fala meu amigo! Tudo em paz? Te atrapalho? - Mais ou menos, estou agora comendo uma casadinha que conheci aqui no congresso. - Ah duvido! - Abre a câmera então.... - Caraca! É verdade mesmo! Quem é essa vadia? - Uma turista, conheci ontem e já estou comendo. Uma casadinha muito da gostosa. Agora preciso desligar pois quero meter no rabo dela. Abraço! - Arregaça o cu dela! Abraço Camila, longe de se intimidar, entrou no jogo e ouvia a conversa. Para ela, o risco de ser descoberta sempre parecera parte da diversão. A madrugada avançou assim: vinho, provocações e uma intimidade cada vez mais intensa entre os dois. Até que o cansaço finalmente venceu. ________________________________________ Bom dia, Robert Na manhã seguinte, Camila despertou ainda naquela casa. Pegou o celular. Havia uma mensagem de Robert. Ele queria saber onde ela estava, como tinha sido a noite e, sobretudo, se aquilo que imaginava realmente havia acontecido. Camila sorriu. Em vez de fornecer uma longa explicação, respondeu com uma provocação particular, suficiente para não deixar qualquer dúvida de como a madrugada havia terminado. — Toma aí o seu bom dia. (vide fotos) Robert entendeu perfeitamente. Ainda naquela manhã, Camila tomou café com parte do grupo. A atmosfera agora era completamente diferente daquela do píer no dia anterior. Todos pareciam cansados. O evento continuaria e o empresário precisava voltar à programação profissional. Depois do café, ele aproximou-se. — Agora preciso que você vá. Tenho que seguir com o pessoal. Talvez eu te chame novamente em outra hora pra te comer outra vez, agora vai! Os amigos deram risada da situação e Camila apenas ergueu as sobrancelhas. Depois de toda aquela atenção desde o luau, a despedida era surpreendentemente prática. Ela sabia que havia apenas sendo usada. Ele providenciou um carro. Camila entrou. E foi embora. ________________________________________ De volta à pousada Durante o caminho, ela observou Arraial pela janela. A saída de praia ainda era praticamente tudo o que vestia. O cabelo denunciava uma noite longa. No corpo permaneciam as marcas de um dia inteiro de sol, mar, champanhe, vinho e uma madrugada que definitivamente não fizera parte da programação oficial daquele evento. Quando chegou à pousada, Robert estava esperando. Camila desceu do carro. Ele olhou para ela dos pés à cabeça. — Bom passeio de escuna? Camila começou a rir. — Excelente. — E as meninas da piscina? Ela passou por ele. — Depois eu te conto. Robert acompanhou a esposa até o quarto. Ali, longe do píer, dos empresários, do grupo e das histórias inventadas para terceiros, Camila finalmente começou a contar ao marido como havia sido seu dia — e principalmente sua noite. Agora era a vez de Robert se divertir com a esposa! Logo ela fez ele chupar sua buceta toda melada e cheirando a sexo ainda. Ela dava tapas no rosto dele enquanto ela ganhava aquele sexo oral, puxava os cabelos dele e dizia: - Chupa corno! Era isso que queria não é? Saber que sua mulher tava fodendo com outro macho! - Sim amor, eu adoro.... Para os dois, aquele relato e a intimidade que veio depois faziam parte do mesmo jogo consensual que haviam construído juntos. Horas mais tarde, finalmente descansaram. A viagem ainda não havia terminado. Mas uma coisa estava ficando evidente: em Arraial d’Ajuda, cada novo convite de Camila parecia levar os dois um pouco mais longe que o anterior.
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