Traí meu marido com o motorista da van. (Verídico) Part. V

Como eu havia dito anteriormente, chegou o dia do churrasco de comemoração do aniversário do Moyses, meu amante. E ele fazia questão que estivesse lá. Tanto quê, convidou meu marido, que nem o conhecia também.
A essa altura, o Alessandro, meu marido já estava todo animado, já tinha ido na academia e me perguntou se não compraríamos um presente para o aniversariante. Mal sabia ele, que eu já havia comprado um relógio (que não foi nada barato, para o meu amante) que estava sendo levado escondido na minha bolsa.
Precisei até ir com uma bolsa maior, alegando que estava na moda. Tudo para esconder meu presente para o Moyses, que seria uma surpresa para ele.
Ele adora relogios e o peguei vendo na Internet o que mais tarde eu compraria, mas como era caro, ele não teria condições de adquirir.
Tudo certo, estavamos prontos para seguir para a casa do primo do Moyses. Ele já havia inclusive, me mandado a localização.
Ficava no mesmo bairro onde o Moyses morava, que ficava no subúrbio da cidade vizinha a nossa capital. Só que já numa area quase rural. Seguimos para lá e meu marido navegando pelo maps, foi dirigindo. No caminho, íamos conversando sobre aquele trajeto que eu fazia todos os dias. Na minha mente enquanto ele falava me lembrava dos lugares onde sempre passava e as conversas e carícias que trocava na van com meu amante, enquanto ele dirigia.
Depois de uns 20 minutos, chegamos a entrada do bairro. Aquele lugar tinha uma característica, havia uma rua onde você entrava no bairro e uma outra paralela onde saía dele. Na primeira, logo no centro, ficava a casa do homem que me possuia quase todos os dias. Ao ir me aproximando, meu coração batia ainda mais rápido. Passamos pelo portão, que fiquei pensando por quantas vezes já havia entrado nele, para dar para aquele homem, e meu marido nem desconfiava.
Fomos nos afastando da região central do bairro, íamos entrando numa área mais humilde. E logo depois entramos numa região, mais parecia uma fazenda. Tinha áreas de mata e pasto. Chegamos numa pequena ponte, e logo avistamos uma sobrado murado, cercado de coqueiros e carros e motos estacionadas, pensamos é lá. Nosso GPS, já mostrava a proximidade. E nos alertou da chegada do nosso destino. Estávamos numa estrada de chão batido. Mas o lugar era bastante bucólico, nem parecia que estávamos numa cidade relativamente grande. Alessandro foi estacionando o nosso carro e meu coração parecia que ia explodir no peito. Não havia explicação para o que estava sentindo naquele momento, parecia uma adolescente.
Fomos entrando pelo portão de carro que estava aberto. E vimos que havia uma grande área cheia de árvores, coqueiros e plantas. Tudo simples, mas muito bem cuidado. Os convidados estavam bem a vontade, havia uma piscina a esquerda da casa e um grande caramanchão, com mesas e ao lado várias churrasqueiras, acho que feitas de tonéis, cheias de carne sendo preparadas. Havia uma música sertaneja tocando alto e visivelmente muita bebida.
Não demorou muito e a Mirthes, mãe do Moyses
nos avistou e partiu em nossa direção. Ela uma mulher de pequena estatura, mas com uma alegria contagiante.
Confesso que quando ela vinha chegando, pensei em como seria a recepção e sobre o que ela faria, pois, havia me ocorrido que Alessandro não fazia ideia que frequentava a casa do Moyses. E eu estava lá todos os dias praticamente. E digamos, muito a vontade sendo usada pelo filho dela na cama.
Para a minha surpresa, ela se aproximou e me cumprimentou com muita cordialidade, simplicidade e discrição e fez questão, de elogiar o meu marido.
Alessandro sempre foi muito comunicativo e carismático. Além de ser um homem, bem sucedido que chamava a atenção.
Enquanto os dois conversavam, e com meu coração batendo forte, percorri com os olhos a área e vi o aniversariante muito próximo de uma mulher de cabelos pretos, quase falando na boca dele. Senti algo ruim, que achava que não sentiria. Me bateu um sentimento infantil de ciúmes.
Mas, quem era eu ? Uma mulher casada que chifrava o marido dando pra ele. Ele tinha todo direito de ter alguém. Com esse pensamento em mente, falei para o meu marido e a Mirthes: -vamos ali cumprimentar o dono da festa ...
Então seguimos em direção a Moyses e a mulher que me viu e aparentemente pediu licença a ela para nos receber.
E já chegou dizendo :
- você veio ! Estou muito feliz e ja ganhei meu presente!
Dizendo isso de forma simples e com um sorriso no rosto.
Nos abraçamos e logo depois ele se dirigiu ao meu marido e lhe deu um aperto de mão e um abraço masculino, dizendo:
- que prazer em te conhece ! Seja muito bem vindo e se sinta a vontade ! Aqui tudo é muito simples, mas é uma honra para mim receber vocês! a Natascha sempre fala muito sobre você!

Meu marido, já disparou:

- parabéns, meu amigo ! O prazer e a honra em estar aqui é nossa ! Obrigado por me convidar e Parabéns, cara !

Eu não acreditava no que estava acontecendo na minha frente, o meu marido e meu amante frente a frente, conversando como amigos.
Aquilo me trouxe a confiança que tudo estava no meu controle. Que eu era senhora das minhas escolhas e que estava tudo bem, com minhas escolhas.
Uma coisa louca, comecei a me sentir a vontade ali.
Como havia muitos amigos dele, fomos apresentados a todos. Alguns com olhares bem maliciosos em relação a mim, que confesso que me excitavam.
Sentamos numa mesa e começaram a nos alimentar e a oferecer bebidas. Detalhe, nunca vi uma gente que bebia tanto, meu Deus.
Como éramos evangelicos, não bebíamos bebidas alcoólicas e ficamos no suco.
Em dado momento a Mirthes, nos apresentou a mais parentes deles. Cada vez chegava mais gente, mas havia muito espaço o terreno era muito grande, em dado momento o Moyses se aproximou com um homem alto calvo, ainda maior e mais forte de que ele, era o Jonas primo e dono da casa.
Jonas tinha um semblante sério e era o presidente do motoclube. Os Urubus do Asfalto era o nome do motoclube.
Jonas nos cumprimentou e já de cara simpatizou com meu marido. Mais tarde os dois se reconheceriam do Exército, serviram na mesma época em pelotões diferentes.
Enquanto a conversa entre os dois rolava, eu e Moyses trocávamos olhares de cumplicidade.
Não demorou muito e uma irmã da Mirthes nos serviu um coquetel de frutas que ela fazia com frutas frescas. Uma delícia.
Começamos a beber aquilo e apesar do sabor delicioso, mais tarde iríamos descobrir que era alcoólica. Mas na garantia que era em muito pouca proporção e não vimos problemas.
Lá pelas tantas o povo cantou parabéns para o Moyses que era visivelmente assediado por várias mulheres que lá estavam. Algumas com biquinis minúsculos que chamavam a atenção dos homens e atraíam a ira das namoradas e esposas.
Mas após os parabéns e todos com muiiittaaaa bebida na cabeça começaram a dançar.
Nessa hora o Jonas retorna a nossa mesa com Moyses e convida o meu marido para conhecer os carros e as motos dele, percebi quebo Jonas, talvez pelo efeito da bebida me olhava de forma discreta, mas quando me comendo com os olhos. Alessandro na hora topou me deixando sobre os cuidados do Moyses. Este, não perdeu a oportunidade e me convidou para conhecer a casa. Já com muitos copos de coquetel de frutas na cabeça nem titubiei em concordar. E já levando a minha bolsa fui com ele.
Quando estramos na casa, vi que ela tinha muitos quartos (era uma casa simples, mas muito espaçosa). Moysee me explicou que na parte de baixo ficavam a cozinha sala e quatro quartos. E no segundo pavimento ficavam mais seis quartos todos suítes.
Quando estávamos dentro da sala, a Mirthes veio até nós e perguntando se estava gostando da festa, nos disse que em cima duas suites estavam ocupadas, mas as outras estavam livres, nos orientando a trancar a porta. Gente não entendi nada. Moyses sorrindo me puxou para a escada subimos e entramos na suíte mais distante da escada que estava aberta. Moyses trancou a porta e enquanto isso, eu tirava o presente para o entregar. Ele o recebeu, me recompensando com um abraço e um beijo muito intenso daqueles que me arrebatavam em vida.
Eu estava com um vestido solto estampado. Com detalhes e uma tela amarela no busto que protegia os meis peitos. Mas confesso que nem o forro foi capaz de conter os meus mamilos que estavam endurecidos cheios de tesão.
Moyses quando viu aquilo disse:
-adorei meu presente, mas agora quero o meu outro presente...

Fiquei louca só de ouvir aquilo, e não pensei nas consequências, ele me colocou de joelhos e mandou eu chupar seu pauzão, que eu obedeci de pronto.
Aquela coisa pulsava na minha boca. E quando meu macho quis, arrancou minha roupa e me comeu sem dó comecei gritando de dor e depois, como se não houvesse mais ninguém ou amanhã, gemia como uma puta alto e o chamando pelo nome.
- aquilo o motivava para meter ainda de forma mais profunda e forte na minha bucetinha a esfolando sem dó. Mostrando quem era o meu dono, meu dominador.
Facamos trepando naquela posição, comigo o recebendo com os braços na parede e meu corpo inclinado e pernas abertas. Até que fui jogada ma cama na posição, papai mamãe onde fui penetrada e entre beijos mordidas e muita paixão, gozei com aquele homem de forma muito intensa.
Quando Moyses retirou seu membro ainda pulsando de dentro da minha vagina, uma quantidade grande de seu gozo escorreu de mim, deixando uma grande marca sobre a colcha da cama. Sem me preocupar, com aquilo, a pedido do meu amante, fui logo chupando seu pau para segundo ele, deixar bem limpinho.
Nos levantamos, e enquanto procurava a minha calcinha para seguir para o banheiro e me lavar, pois, não poderia tomar banho para não despertar suspeitas e arrumar meu cabelo. Este havia sido muito puxado e estava totalmente desarrumado. Me dei conta de que meu marido poderia estar a minha procura na festa.
E o que eu diria a ele. Resolvi prender o cabelo e passar um baton e saímos.
Quando estavamos no corredor, com Moyses ainda me agarrando e me dando um cheiro no pescoço, eis que vejo o Jonas e a Mirthes no corredor, como que nos esperando.
Gelei de cima em baixo na hora.
O Jonas que estava me comendo com os olhos já, soltou:
-humm, vocês transaram um bocado, heim... eu lá distraindo seu marido e você aqui dando para o meu sobrinho, Natascha!
Também, vou querer heim! rss
Jonas disse isso, com aquele olhar malicioso, que me fez gelar mais ainda...
A Mirthes entrou na conversa e disse:
-querida, seu marido perguntou por você, e disse que estava provando umas roupas que menina esta vendendo, em um dos quartos da casa!
-venha comigo que vou te levar até ele. Seu esposo está conversando com um primo nosso.

Me lembro de só ter agradecido e seguido com ela ao encontro de Alessandro.
Quando cheguei para a minha surpresa, ele me disse:
-ei amor, estava andando na moto do Jonas e quamdl cheguei vc estava provando roupa na casa...
Respondi:
-sim, amor. Cada coisa linda, só que não tinha o meu tamanho. Acho que engordei um pouco.

Falei isso, e o alívio veio imediatamente. Depois, sentamos na mesa e continuamos a socializar com todos.
Na minha cabeça estava louca para tomar um banho, estava toda suja e cheia do semem do Moyses.
Ainda por cima, éramos visitados pelo Jonas em nossa mesa constantemente. Ele sempre disfarçando com o olhar, e quando meu marido não percebia, me despia com seu olhar.
As horas foram passando e o povo começou a dançar. Acreditem, estava anoitecendo e ainda chegava gente.
As músicas foram ficando mais ousadas. E fomos obrigados a ir para a pista de dança. Naquela altura, tocava forró pé de Serra.
Dancei com meu marido e fui surpreendida pelo Jonas, me puxando para dançar, enquanto pedia a permissão respeitosamente ao meu marido.
Trocamos de par, e eu fui dançar com ele.
Foi nesse momento que se aproveitando do ritmo da música e de que meu marido e Moyses estarem dançando um pouco ais distantes, desceu a mão até minha bunda e a apertou. Ainda me puxando ainda mais para junto do seu corpazil. Como disse, ele ainda era maior que o Moyses e bem maior que o Alessandro.
Assustada, tentei educadamente me afastar, mas ele me disse no ouvido:
- Gostei de você, Natascha. Você é muito gostosa! Meu sobrinho te come a quanto tempo ?
A essa altura, na dança sua coxa já estava pressionado a minha ppk, e meu corpo estava se arrepiando, ele havia me excitado, com aquelas palavras.
Respondi, sem graça:
-para seu doido!
Dando um sorriso sem graça, e senti ele apertar mais profundamente a munha bunda, enquanto sua coxa , enviava espasmos musculares sentidos pela minha buceta.
A música mudou de gênero, agora para o Funk.
Nessa hora ouve muita gritaria e as novinhas da festa começaram a dançar e descer, até o chão.
Como sempre fui da igreja nunca havia dançado aquele ritmo. E confesso que nunca seria capaz de ouvir ou dançar aquilo.
Mas os movimentos delas eram ousados e gerou muito sucesso entre os homens, que começaram a desafiar as mais velhas.
Quando menos esperava a Mirthes, me puxou para a pista e as meninas, apesar da minha relutância me colocaram, bem como, outras convidadas na roda.
No inicio ficamos meio perdidas, mas as risadas dos maridos e namorados, nos incentivavam a imitar os movimentos da dança que era bastante ousada.
Quando me vi estava rebolando e descendo até o chão, sendo observada pelo meu marido com olhar de desejo e pelo Moyses.
Mas quando me virei para o lado o Jonas estava literalmente me comendo com os olhos também.
Aquela visão, me deixava ainda mais excitada.
Quando saimos da pista o Alessandro, me deu um beijo apaixonado e fomos para nossa mesa.
Mais tarde, se juntou a nós o Moyses e o Jonas, que ficaram de conversas masculinas com meu marido.
O assunto era moto e carro. Aquela cena daqueles homens interagindo com ele, me deixavam com a cabeça a mil.
Naquele dia, tinha ficado e dado para um e o outro havia bolinado meu corpo, sem nenhuma cerimonia. E lá estavam eles conversando com o meu marido, que acabará de ser traído novamente por mim. Ainda tinha a porra do meu amante dentro do minha vagina seu cheiro estava empregnado no meu corpo.
Descida pedir para irmos, pois estava cansada, e no outro dia cedo, teríamos que buscar a nossa filha.
Alessandro concordou nos levantamos e nos despedimos de todos, Moyses mais comedido desta vez e o Jonas também pela proximidade com meu marido se comportou.
Fomos para o nosso carro e quando estávamos saindo, eis que o Jonas aparece e faz um convite para o meu marido, para irmos em um passeio de motos. Como ele tinha duas, iria emprestar uma para o Alessandro. Ele de pronto concordou e o Jonas exigiu que eu fosse junto porque seria um passeio entre casais.
Meu marido já sinalizou que estaríamos lá.
E que iriam combinar. Trocaram telefones e aí fomos para casa.
Confesso que essa parte dos telefones, me preocupou.
Não conhecia o Jonas, mas fomos embora.
Ao chegarmos em casa, meu marido me agarrou trancamos na nossa cama, enquando ele metia, os sons que a minha vagina fazia, denunciavam a forma que havia sido usada. Eu e meu marido sempre transavamos de camisinha para eu não engravidar.
E na minha cabeça só pensava, que o meu amante havia despejado sua semente seguindas vezes dentro da minha vagina. Horas antes havia me usado e deixado a sua semente, dentro de mim.
E a preocupação sobre essa fato, não saia da minha cabeça. Ainda mais, depois daquela transa gostosa com meu marido. Mas ainda faltava algumas semanas para a minha menstruação chegar. Minha cabeça ficava dando voltas sobre, isso. E o arrependimento pela falta de cuidado, se misturava com o prazer das lembranças do que havia vivido nos braços do meu amante.
E agora, para piorar, não tirava da cabeça os apertos que o Jonas havia me dado e seus olhares.
Minha mente estava enlouquecendo de tesão por tudo aquilo, que vivera naquela festa.
De um lado eu estava vivendo coisas que nunca imaginava viver. Que eram contra os meus valores de criação. Estava me tornando uma vadia. E isso me perturbava, e não conseguia mais resistir.

Continua...


Foto 1 do Conto erotico: Traí meu marido com o motorista da van. (Verídico) Part. V

Foto 2 do Conto erotico: Traí meu marido com o motorista da van. (Verídico) Part. V

Foto 3 do Conto erotico: Traí meu marido com o motorista da van. (Verídico) Part. V

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Traí meu marido com o motorista da van. (Verídico) Part. V

Codigo do conto:
271546

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
05/09/2026

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