Eu, minha esposa e uma passageira

Este narrativa foi um acontecimento real, registrado em minha vida.
Ocorreu no ano de 2025, era o mês de fevereiro, no dia 21, uma sexta-feira.
Eu sou motorista de UBER há mais de dois anos. Era por volta das 18h, estava encerrando atividades, indo para casa, quando recebo uma chamada, há uns cem metros de onde estava; chegando no endereço indicado, parei em frente a uma jovem com aparência de uns dezoito anos, ela entrou pela porta da frente e sentou-se.
Vestia uma blusa azul, e saia bege, um palmo acima dos joelhos; linda demais, cabelos encaracolados até o meio das costas, uma sandália rasteira.
Ela disse o destino, ficava alguns quilômetros ao Norte de onde estava parada.
Segui com calma não nos falamos por uns dois minutos, até que a passageira abaixou a cabeça nos próprios joelhos e começou a chorar, fiquei comovida e perguntei se poderia ajudar, ela continuou o choro, sem nada responder.
Diminui a velocidade para setenta quilômetros e passei a mão direita nos cabelos sedosos daquela menina e ela levantou o tronco e deitou a cabeça em meu ombro, pegou minha mão e a colocou sobre sua coxa esquerda. Pele jovem, bem hidratada, deixou-me arrepiada.
Sou hetero, jamais em meus trinta anos, tive qualquer contato com mulheres, então aquela sensação era novidade pra mim.
Ainda mantendo meus dedos acariciando aquela ceda, percebendo pequenos pelos.
Parei o veículo de frete a praia, próximo uns vinte metros, de uma viatura da GCM.
A passageira olhou em meus olhos e pediu desculpas pelo incômodo.
Disse-lhe para não se preocupar queria entender o choro, e ela disse que discutira com o pai, porque ele queria que ela deixasse o apartamento em que mora sozinha e que ela mesma paga as despesas, para voltar a morar com eles, mas ela não queria, e saiu correndo da casa dos pais.
Passei a mão por trás do corpo dela e parei o braço em seu ombro direito, com a mão sobre o seio direito dela, sem encostar nele. Ela segurou minha mão, deu delicado beijo e encostou-a no seu seio esqueço, sendo que fiquei abraçada a ela e já ficando molhadinha.
Disse que ela precisava ser forte e analisar com calma a vontade do pai dela . Sem qualquer resposta verbal, colocou a mão direita dela sobre minha virilha, por dentro de minha calça, e massageando meus grandes lábios com delicadeza. Desci minha mão por baixo de sua blusa, acessando aqueles lindos seios e passando o indicador por um biquinho já enrijecido. Ela continuava a me bolinar .Deixando aquela boquinha me enlouquecendo, puxei minha mão e levei-a ao volante e saí daquele local e a
levei para minha casa, coloquei o carro na garagem, nos jogamos no sofá.
Despimo-nos e finalmente pude ver que corpo lindo tinha em minhas mãos. Minha ppk latejava de um tesão, que raramente sentira, meu corpo tremia, minha boca procurou aquela virilha totalmente depilada, chegando a um clitóris delicioso, de um tamanho que vi só em revista pornô; mamei, passava a língua delicadamente de cima abaixo com delicadeza, circulava os grandes lábios, enquanto meu dedo massageava o anelzinho dela. Então senti que ela passava o dedo pelo meu, dando mais tesão ainda. Senti que ela esfregava a vagina em minha cara, e gozava loucamente e gritava: goza em minha boca, goza, goza, goza e não aguentando mais gozei muito. Então parei e perguntei: qual seu nome e ela respondeu Beth, e eu disse, prazer Mirian. Ela me olhou e falou: solteira, e quando ia dizer, ouvi uma voz feminina: ela é casada! Falei: benzinho, chegou cedo! Nem tanto, você se perdeu no tempo respondeu Rosana, minha esposa. Então Beth falou: olá Rosana há quanto tempo! Então minha esposa ajoelhou-se ao lado de Beth e acariciava os seios de Rosana e falava: que delícia, e abaixando a cabeça mamava com destreza e Beth, passava as mãos pelos cabelos de minha esposa, que explicava: somos amigas há muitos meses. Abaixei e comecei a tirar a roupa de minha esposa, que rapidamente ficou peladinha, Rosana em posição invertida com Beth, sugavam-se e eu penetrava minha língua naquela bucetinha melada de minha esposa e Beth massageava minha bunda. Ficamos nos deliciando, invertendo posições, agora eu lambia o cuzinho de Beth, e minha esposa sentava na cabeça dela, onde era severamente sugada. Gozamos muito. Fomos tomar um banho coletivo, umas cervejas uma bela pizza e dormimos as três na mesma cama..
Foto 1 do Conto erotico: Eu, minha esposa e uma passageira

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico curiosonatural1960

Nome do conto:
Eu, minha esposa e uma passageira

Codigo do conto:
271629

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
06/09/2026

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1

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