Naquele sábado a gente bebeu pra valer. Meu pai abriu cachaça, Lucão foi atrás das long necks e eu fiquei olhando a pica dele marcada no short o tempo inteiro. Meu velho já estava solto. Ria alto, encostava no Lucão sem disfarçar, passava a mão nas costas dele na frente de mim como se eu fosse cego. — Hoje vocês dois dormem aqui — ele falou, a voz já pastosa. — Tá uma putaria essa hora. Lucão se jogou no sofá, abriu as pernas e ajeitou o pau com a mão por cima do short. — Eu fico aqui, tio. Depois eu vejo. Meu pai olhou pra ele um segundo a mais e foi pro quarto do fundo. A porta ficou entreaberta de propósito. Eu vi. Eu apaguei a luz do meu quarto e fiquei deitado de pau duro, esperando. Não deu quinze minutos. O sofá rangeu. Passo descalço. A porta do fundo abrindo. Depois o barulho molhado. Cama. Pele. Meu pai gemendo baixo, aquele gemido de puta que eu já conhecia. — Mete logo, porra. Tô pingando. Lucão não falou quase nada. Só o tapa do saco no cú do meu velho e o som de saliva. Foi rápido e sujo. Meu pai pediu pra gozar dentro. Lucão gozou fundo, segurou, saiu e limpou o pau na coxa dele. Voltou pro sofá só de cueca. A pica ainda pesada, a faixa da cueca já manchada de porra e de merda misturada do cú do meu pai. Ele caiu de barriga pra cima e apagou. Eu esperei o ronco dele ficar regular. Sai descalço. A sala cheirava a foda. Cú aberto, porra quente, suor de macho. Lucão de perna aberta, a cueca subida, o pau inchado escapando pela lateral. A cabeça ainda brilhava. Eu ajoelhei. Cheirei primeiro. Encostei o nariz na faixa molhada e puxei o ar fundo. Cheiro de cú do meu pai. Cheiro de porra. Cheiro de pau usado. Eu lambi o tecido por cima, sentindo o gosto salgado passar pra língua. Puxei a cueca pra baixo. A pica caiu pesada no meu rosto. Grossa, veiosa, a glande ainda suja. Eu abri a boca e engoli. Não foi beijo. Foi chupada de puto. Desci até o saco, senti o gosto da porra do meu pai grudada na pele, voltei lambendo o pau inteiro e enfiei de novo na garganta. Lucão mexeu a mão. Não acordei ele de propósito. Continuei. Baba escorrendo no saco, nariz esfregando na base, o pau dele endurecendo dentro da minha boca até ficar de pedra. A mão fechou no meu cabelo. — Filho da puta… Ele abriu o olho. Me olhou de cima. Não tirou a pica da minha boca. Empurrou mais fundo. — Então era isso. Você tava lambendo a porta enquanto eu comia teu velho. Eu só gemi com a boca cheia. Lucão puxou meu cabelo, tirou o pau e bateu na minha cara duas vezes. — Abre. Mostra a língua. Bati a língua pra fora. Ele esfregou a glande suja nela, passou no meu queixo, no meu nariz, e enfiou de novo. — Sobe no sofá. De quatro. Calado. Eu subi. Ele rasgou o short e a cueca de uma vez. Cuspiu no meu cu, enfiu dois dedos até o fundo e abriu. — Seu pai pede leite. Você também vai pedir. A cabeça do pau encostou. Ele empurrou seco. Entrou pela metade e eu enterrei a cara no encosto pra não gritar. Lucão segurou minha nuca e meteu o resto de uma vez. — Toma, moleque. O mesmo pau que acabou de abrir o cú do teu pai. Ele comeu sujo. Curto. Fundo. O saco batendo, a mão na minha boca pra eu não gemer alto. Meu pai roncava do outro lado da casa. — Fala o que você tava fazendo escondido. — Punhetando. — Falando o quê. — Pedindo pra você me foder também. Lucão riu no meu ouvido e meteu mais pesado. — Agora cala a boca e aperta. Quero sentir esse cu mastigando. Ele gozou fundo, sem avisar. Enterrou, segurou, jorrou quente. A porra encheu e começou a vazar na hora. Ele saiu devagar, abriu minha bunda com os dois polegares e cuspiu no cu aberto. — Olha isso. Aberto igual o do teu velho. Passou o dedo, recolheu a porra misturada e enfiou na minha boca. — Engole. Você já tava cheirando o pau sujo dele mesmo. Eu engoli. Lucão puxou a cueca, ajeitou o pau ainda pingando e segurou meu queixo. — Escuta bem. Amanhã de manhã você não fala porra nenhuma pro seu pai. Senta na mesa, come pão, bebe café e fica quieto. Se ele perguntar se você dormiu bem, você fala que dormiu. Entendeu? Eu balancei a cabeça. — Se você abrir a boca, eu paro de te dar. E eu não vou parar de usar o cú dele. Depois do café eu vou no quarto de novo e vou meter no teu velho com você na casa. Ele vai gemer baixo achando que você não sabe. E você vai escutar. Igual sempre. Ele me deu um tapa na cara, leve, sujo. — Agora volta pro quarto. Cu cheio. Boca suja. E amanhã a gente finge que nada aconteceu. Eu voltei rastejando. Deitei de bruços. A porra escorria pela bola, molhava o lençol, o cu latejava aberto. Do fundo da casa meu pai virou na cama e resmungou alguma coisa no sono. Eu não limpei. Fiquei ali sentindo o cheiro do Lucão na boca, o gosto do meu pai na garganta e o cu escorrendo, pensando que de manhã os três iam tomar café juntos.
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