Visitando Minha Filha de Madrugada

A casa estava em silêncio absoluto. Já passava das três da manhã. Eu caminhava descalço pelo corredor, o piso frio sob os pés, a única luz vinda da pequena lâmpada de emergência no final do corredor.
A porta do quarto dela estava entreaberta, como quase sempre ficava. Pareei do lado de fora por alguns segundos, escutando. A respiração era lenta, regular. Ela dormia.
Empurrei a porta com cuidado. O quarto cheirava ao perfume suave que ela usava e a algo mais íntimo, o cheiro quente de sono. A luz da rua entrava pela fresta da cortina e desenhava o formato do corpo dela debaixo do lençol fino. Estava de lado, as pernas levemente recolhidas, o cabelo castanho-escuro e longo espalhado pelo travesseiro.
O corpo ainda carregava aquele misto de juventude e curva de mulher feita: cintura estreita, quadris já arredondados, coxas firmes e macias que se abriam com facilidade quando eu as segurava. Os seios eram cheios, do tamanho certo para caber inteiros na minha mão, mamilos rosados que endureciam rápido demais ao menor toque. A pele clara, quase leitosa, marcava fácil — tanto dos meus dedos quanto da minha boca. O rosto ainda tinha traços delicados, olhos grandes e expressivos que se fechavam quando o prazer subia, boca carnuda que gemia meu nome sem vergonha nenhuma agora. Entre as pernas a buceta era lisa, rosada, sempre úmida demais, apertada de um jeito que me fazia perder o controle toda vez que eu enterrava o pau até o fundo.
Entrei e fechei a porta atrás de mim sem fazer barulho. Fiquei em pé ao lado da cama por um tempo, apenas observando. O peito dela subia e descia devagar. Uma das alças do short de dormir tinha escorregado, deixando o ombro nu exposto à luz fraca.
Sentei na beira da cama com extremo cuidado. O colchão afundou um pouco sob o meu peso. Ela se mexeu de leve, murmurou alguma coisa no sono, mas não acordou. Fiquei parado, a mão apoiada no colchão ao lado do quadril dela, sentindo o calor que subia do corpo.
Por longos segundos só escutei a respiração. Depois, devagar, minha mão se moveu. Os dedos tocaram a curva do ombro nu, deslizando a alça do short um pouco mais para baixo. A pele estava quente, macia. Passei a ponta dos dedos pela clavícula, sentindo o osso sob a pele, e desci até a parte alta do peito, ainda por cima do tecido fino.
Ela se mexeu de novo. Um suspiro escapou dos lábios. Retirei a mão por um instante, esperando. Quando a respiração voltou ao ritmo lento do sono, minha mão voltou. Dessa vez deslizou pela lateral do corpo, passando pela cintura e parando na curva do quadril, por cima do lençol.
Fiquei ali, a mão espalmada sobre o quadril dela, sentindo o calor e o formato sob o tecido. O silêncio da madrugada parecia engolir qualquer som. Eu apenas olhava o rosto dormindo, a boca entreaberta, as longas pestanas projetando sombra na bochecha.
A mão começou a se mover outra vez, devagar, explorando o contorno do corpo sob o lençol enquanto a casa inteira dormia.
Os dedos deslizaram da curva do quadril para a parte externa da coxa, sentindo o tecido fino do short e, por baixo dele, a pele quente. Subi a mão devagar, voltando pela lateral do corpo, passando pela cintura estreita e subindo até encontrar a costela.
Ela se mexeu no sono. Um murmúrio baixo escapou dos lábios, a cabeça virou um pouco no travesseiro. Congelei a mão por alguns segundos. A respiração voltou ao ritmo lento e profundo. Só então continuei.
Dessa vez os dedos encontraram a barra do short. Deslizei por baixo do tecido com cuidado, a ponta dos dedos tocando a pele nua da barriga. O calor era maior ali. Abri a mão e espalmei a palma sobre a barriga, sentindo a respiração subir e descer sob os meus dedos. O umbigo, a curva suave abaixo dele, a pele macia e quente.
A mão desceu mais um pouco. Os dedos encontraram a elástica da calcinha. Passei por cima dela primeiro, sentindo o formato do monte de Vênus através do tecido fino. Ela estava quente ali. Quase quente demais. Meus dedos fizeram um movimento lento, exploratório, pressionando de leve o tecido contra a fenda.
Ela soltou um suspiro mais longo. As pernas se moveram de leve, uma se abrindo um milímetro. Aproveitei. Deslizei os dedos por baixo da elástica e toquei a pele nua. O calor era intenso. A ponta do médio encontrou os lábios fechados e os separou com delicadeza. Estava úmida. Não encharcada, mas úmida o suficiente para os meus dedos deslizarem com facilidade.
Fiquei parado por um momento, apenas sentindo. O dedo médio deslizou de cima para baixo entre os lábios, coletando a umidade, e depois subiu até encontrar o clitóris. Fiz um círculo lento, quase preguiçoso, sentindo o pequeno botão reagir mesmo no sono.
O corpo dela se arqueou de leve. Um gemido abafado escapou da garganta. As sobrancelhas se franziram, mas os olhos continuaram fechados. Continuei o movimento circular, agora com um pouco mais de pressão, enquanto a outra mão subia pela barriga e encontrava o seio por baixo do short. O mamilo já estava semi-endurecido. Apertei-o de leve entre o polegar e o indicador.
Ela murmurou meu nome no sono.
Não parei. Os dedos entre as pernas continuaram o trabalho lento e deliberado, abrindo caminho, explorando cada centímetro da buceta quente e úmida enquanto a madrugada seguia silenciosa do lado de fora do quarto.
Retirei a mão de dentro da calcinha com cuidado e desci o lençol devagar, expondo as pernas e o short de dormir. Ela ainda dormia, a respiração profunda, o rosto relaxado no travesseiro. O short estava um pouco torto por causa dos meus toques anteriores. Puxei o tecido e a calcinha para o lado de uma vez, deixando a buceta completamente exposta à luz fraca que entrava pela fresta da cortina.
A pele estava quente. Os lábios um pouco abertos, brilhando com a umidade que eu mesmo tinha provocado. Me acomodei entre as pernas dela, abrindo-as com cuidado, e incline o rosto. O cheiro íntimo subiu forte, doce e quente. Respirei fundo antes de passar a língua de baixo para cima, bem devagar, separando os lábios com a ponta.
O gosto dela inundou minha boca. Chupei com calma no começo, a língua plana passando várias vezes pela fenda inteira, coletando cada gota. Depois foquei no clitóris. Fechei os lábios ao redor dele e chupei com pressão suave, a língua fazendo círculos lentos enquanto eu sugava.
Ela se mexeu no sono. Um gemido longo e abafado escapou da garganta. As pernas se abriram um pouco mais sozinhas. Aproveitei e enterrei o rosto com mais vontade, chupando o clitóris com força agora, a língua vibrando contra ele. Dois dedos entraram na buceta ao mesmo tempo, curvando-se para cima, metendo no mesmo ritmo em que eu a chupava.
O corpo dela começou a reagir de verdade. Os quadris se moveram de leve contra a minha boca, buscando mais contato mesmo dormindo. Segurei as coxas com as duas mãos, abrindo-as o máximo que consegui, e continuei chupando sem parar — língua rápida no clitóris, lábios sugando, dedos fodendo fundo.
Um tremor passou pelas pernas. A respiração ficou irregular. Senti as paredes internas se contraírem ao redor dos meus dedos. Continuei, mais rápido, mais molhado, o som da minha boca chupando a buceta dela ecoando baixo no quarto silencioso da madrugada.
Ela gemeu meu nome outra vez, ainda com os olhos fechados, o corpo se arqueando contra a minha língua enquanto eu a chupava sem nenhuma pressa de parar.
Continuei chupando com mais vontade. A língua não parava no clitóris — rápida, firme, desenhando círculos enquanto eu sugava com força. Os dois dedos dentro dela metiam fundo, curvados, acertando o ponto que fazia as pernas tremerem mesmo no sono. O som molhado da minha boca e dos dedos ecoava baixo no quarto.
O corpo reagia cada vez mais. Os quadris se levantavam sozinhos, empurrando a buceta contra a minha língua. Um gemido mais alto escapou, quase um soluço. Senti as paredes internas se apertarem com força ao redor dos meus dedos. Ela estava perto.
Não diminui o ritmo. Pelo contrário: chupei o clitóris com mais pressão, a língua vibrando, enquanto os dedos aceleravam. O orgasmo veio de uma vez. O corpo se arqueou inteiro, as coxas apertaram a minha cabeça, um jato quente de lubrificação molhou minha boca e meu queixo. Continuei chupando e metendo os dedos durante todo o tremor, prolongando até as pernas ficarem moles outra vez.
Só então me levantei um pouco. O pau já estava duro e latejando dentro da calça. Abri o zíper, puxei para fora e me posicionei entre as pernas abertas. A cabeça grossa deslizou entre os lábios encharcados. Empurrei devagar, sentindo a buceta quente e apertada engolir centímetro por centímetro até eu estar completamente enterrado.
Ela gemeu alto no sono, as sobrancelhas franzidas. Segurei os quadris e comecei a foder. Estocadas profundas e ritmadas no começo, o colchão rangendo baixinho. O som da minha pele batendo na dela se misturava aos gemidos abafados que ela soltava.
Acelerei. As estocadas ficaram mais fortes, mais profundas. Segurava as coxas abertas e metia com força, sentindo a buceta molhada se abrir e se fechar ao redor do meu pau a cada investida. A cabeça dela virou no travesseiro, a boca entreaberta, um fio de saliva escorrendo.
— Isso… toma tudo… — murmurei baixo, fodendo mais rápido agora.
Retirei quase até a cabeça e enfiei até o fundo de uma vez, rebolando ali dentro. Depois voltei ao ritmo pesado, o pau entrando e saindo com força, o barulho molhado enchendo o quarto. A outra mão subiu e apertou o seio por baixo do short, beliscando o mamilo endurecido enquanto eu a fodia sem nenhuma delicadeza.
O corpo tremia a cada estocada. Sentia outro orgasmo se formando nela — as paredes se contraindo, a umidade aumentando. Não parei. Continuei metendo fundo, mais rápido, mais sujo, o colchão batendo contra a parede enquanto eu serrava dentro da minha filha dormindo, cada vez mais fundo, cada vez mais forte.
Estava no meio de uma estocada fundo quando os olhos dela se abriram de repente.
Por um segundo ela ficou parada, a respiração presa, o olhar confuso e ainda nublado de sono. Depois a realidade bateu. Os olhos se arregalaram. A boca se abriu num gemido alto quando enterrei o pau até o fundo de novo, sem parar o movimento.
— Pai…?!
A voz saiu rouca, chocada, quebrada pelo prazer.
— O que… o que você está fazendo…?
Não saí de dentro. Pelo contrário: segurei os quadris com mais força e continuei fodendo, estocadas profundas e firmes, o colchão rangendo. A buceta ainda estava encharcada, apertando o meu pau a cada investida.
— Você acordou bem na hora…
Falei baixo, a voz rouca, sem diminuir o ritmo.
— Estava me chupando e gemendo meu nome dormindo. Agora vai sentir acordada.
Ela tentou se mexer, as mãos empurrando meu peito de leve, mas o corpo traía. As pernas se abriram mais sozinhas. Um gemido longo escapou quando acertei o ponto certo lá dentro. Os olhos se fecharam por um segundo, a cabeça jogada para trás no travesseiro.
— Para… pai… a gente não pode…
A voz saiu fraca, quase um gemido.
— Alguém pode… ah…
Ainda prendia os pulsos dela acima da cabeça quando o corpo mudou por completo. A resistência desapareceu. As pernas se abriram mais, os quadris se levantaram encontrando cada estocada. Um gemido longo e rouco escapou da garganta, carregado de prazer puro.
— Mais fundo… pai…
A voz saiu quebrada, quase pedindo.
— Me fode mais forte…
Soltei os pulsos e segurei as coxas, abrindo-as ao máximo. Continuei metendo com força, o pau entrando até o fundo a cada investida, as bolas batendo na pele. O som molhado ecoava alto no quarto agora. Ela não tentava mais se calar. Os gemidos saíam livres, sujos, o nome “pai” se misturando a cada estocada.
— Isso… assim…
Ela arquejou, as unhas arranhando minhas costas.
— Eu adoro… adoro sentir o pau do meu pai me abrindo…
Inclinei e mordi o pescoço dela com força, ao mesmo tempo em que acelerava o ritmo. As estocadas ficaram mais pesadas, mais profundas, o colchão batendo contra a parede. A buceta se contraía gulosa ao redor de mim, encharcada, latejando. Eu sentia cada centímetro das paredes quentes me sugando.
Passei um braço sob a cintura dela e a virei de uma vez, colocando-a de quatro na cama. Não saí de dentro. Empurrei o peito dela contra o colchão e continuei fodendo por trás, segurando os quadris com as duas mãos, puxando-a contra cada estocada. O som da minha pele batendo na bunda dela encheu o quarto.
— Fala mais alto — ordenei, metendo fundo.
— Fala o quanto você gosta de ser fodida pelo seu pai.
Ela enterrou o rosto no travesseiro, mas a voz saiu clara, gemida, desesperada:
— Eu adoro… adoro o pau do meu pai… me fode… me usa… eu sou sua…
Apertei a bunda dela com força e acelerei ainda mais, serrando fundo, o pau latejando dentro da buceta apertada e molhada. Cada estocada fazia ela gritar baixinho de prazer, o corpo inteiro tremendo, entregue, adorando cada segundo em que eu a fodia sem nenhuma piedade naquela madrugada.
O orgasmo dela veio de novo, violento, as paredes se contraindo com força ao redor do meu pau. Continuei metendo através do tremor, mais fundo, mais sujo, até sentir o meu próprio gozo subir. Enterrei até o fundo e gozei dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta enquanto ela ainda gemia meu nome, o corpo mole e rendido debaixo de mim.
Ficamos assim por um tempo, ofegantes, o silêncio da casa voltando aos poucos. Lá fora, a madrugada seguia indiferente. Do lado de dentro, a porta continuava fechada. E a gente, sujos e juntos, ainda ligados pelo que tinha acabado de acontecer.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Visitando Minha Filha de Madrugada

Codigo do conto:
271685

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/09/2026

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