Hoje venho contar mais uma das nossas poucas, mas intensas aventuras que realizamos. Antes disso vou trazer um pouco sobre nós. Mariane é a minha esposa, 38 anos, loira de 1,60m com carinha de princesa. Branquinha, pele quase brilhando, peitos grandes e fartos, cintura fina, bunda redonda e empinada de dar inveja, e coxas grossas maravilhosas. Eu sou Marcos, 46 anos, moreno, 1,78m, corpo forte, trabalhado em anos de academia, cabelos pretos curtos, olhos castanhos claros, olhar dominante, mas que adora ver sua mulher brilhar. Somos casados há 9 anos. Faz uns 3 meses e era o nosso aniversário de casamento. Nove anos de uma relação que só ficava mais quente e pervertida. Na cama, nos dias anteriores, eu e ela fantasiávamos alto sobre uma aventura numa balada: ela livre, flertando, sendo desejada, enquanto eu assistia tudo de camarote. Essa era uma fantasia que sempre que rolava nos deixava loucos, e decidimos que iríamos colocar em prática para celebrar a data. Quando chegou o sábado, Mariane se arrumava com calma. Escolheu um vestidinho preto curtíssimo, colado ao corpo como uma segunda pele. O decote generoso valorizava os seios volumosos também mostrando parte deles na lateral do vestido, com os biquinhos rosados marcando o tecido. As costas completamente nuas desciam até a base da coluna. Por baixo, só uma calcinha branca fio-dental completamente socada bem fundo no rabo redondo e empinado. Ela escolheu um perfume doce e sensual que eu adoro, da Coco Chanel, daqueles que deixava um rastro no ar. Quando ela terminou de se maquiar, cabelo loiro solto e liso, aqueles olhos verdes marcados e saltos altos, virou para mim com um sorriso safado e perguntou:
— Você me chamaria pra dançar?
Eu fiquei maluco só de olhar. Sentado na cama, o pau já meio duro na calça, balancei a cabeça e falei:
— Porra, Mariane… você tá absurda hoje. Vai destruir o ego de meia balada.
E assim fomos. Entramos juntos na balada, uma das mais conhecidas de Belo Horizonte, que estava lotada naquele sábado à noite. Música eletrônica pulsante, graves potentes fazendo o corpo vibrar, luzes neon cortando a penumbra, gente bonita por todos os lados. O lugar fervia. Assim que entramos, Mariane me deu um beijinho demorado. Eu apertei a cintura dela e sussurrei no seu ouvidinho:
— Escolhe bem o seu presente de aniversário de casamento, amor. Quero ver você brilhando hoje.
Ela sorriu, os olhinhos até brilharam, e seguiu para o bar, rebolando devagar. Ela estava exuberante. O vestido curto subia perigosamente a cada passo, os peitos balançando de leve, as costas nuas chamando atenção. Os olhares da macharada grudavam nela de todos os cantos. Alguns homens disfarçavam, outros nem tanto. Mariane percebia e gostava. Dava sorrisos discretos, olhares de canto, flertes leves que aumentavam ainda mais sua confiança. Numa dessas, um rapaz chamado Bruno tomou a iniciativa, empurrado pelos amigos que o cutucavam. Ele era loiro de cerca de 23 anos, um pouco franzino, mas alto, bonito e simpático, e se aproximou com um sorriso nervoso:
— Oi… tá sozinha? Posso te pagar uma bebida? Mariane sorriu doce, aceitou o drink e conversou com ele alguns minutos. O rapaz estava claramente intimidado pelo mulherão na frente dele. Quando terminou a bebida, ela deslizou a mão pelo rosto dele, passou os dedos nos cabelos loiros e deu um beijinho lento no canto da boca, roçando de leve a língua. Bruno ficou sem reação.
— Você é uma delícia… mas acho que não vai rolar hoje, sussurrou ela, com um sorriso maroto.
Ele voltou cabisbaixo para os amigos, enquanto Mariane ria baixinho. Aquela cena mexeu forte comigo. Do mezanino, meu coração acelerou, o pau latejava dentro da calça enquanto eu esfregava discretamente com a mão por cima da calça, observando tudo atentamente. Só conseguia pensar em como ela estava gostosa e incrível. Sentia aquela mistura deliciosa de tesão, orgulho e um ciúme bom que me deixava ainda mais duro. A cena também chamou ainda mais atenção dos homens ao redor. Mariane, já com alguns drinks na cabeça, estava ainda mais empoderada, solta e radiante. Foi quando o olhar dela cruzou com o de Thiago, um argentino alto, cerca de 1,90m, porte atlético, cabelo loiro, rosto viril, olhos verdes intensos e sotaque carregado. Mariane tentou fazer um ar de disfarce, mas ele decidiu se aproximar e começou a conversa de forma natural. Ela falou que era casada, mas que o marido estava viajando, mas disse a ele que iria sair pra se divertir um pouco, mas como as amigas estavam ocupadas e outras casadas que estavam com seus maridos, então decidiu ir sozinha. Já ele contou que estava no Brasil a trabalho e que voltaria na segunda para Buenos Aires. Mal imaginava ele que eu estava ali pertinho, observando tudo com muito tesão. Aos poucos ele foi ganhando terreno: primeiro um toque leve no braço, depois a mão na cintura. Minha Mari retribuía com sorrisos marotos, toques no peito dele e olhares que incendiavam. Durante a conversa ele tentou beijá-la umas duas vezes, mas ela fazia charminho, virava o rosto de leve e ria. O tempo todo, ela trocava olhares comigo para checar as minhas reações, e eu sentia um aperto no peito misturado com um tesão insano, e numa dessas disfarçadamente consegui fazer uma foto deles.
A química esquentou rápido e Thiago puxou Mariane pela cintura para dançar. Eles dançavam colados, as mãos dele descendo pelas costas nuas até apertar firme a bunda redonda da minha esposa. O pau dele já estava duro pra caralho, marcando a calça jeans e pressionando contra ela. Mariane já estava toda molhadinha, a calcinha encharcada roçando na buceta enquanto rebolava devagar e provocante. O tesão dos dois estava a mil. Cheia de tesão, Mariane falou bem no ouvido dele, com a voz rouca:
— Agora eu quero que você me coma!
Nessa hora ele ficou mudo de surpresa, mas ela puxou Thiago pela mão em direção ao estacionamento, não sem antes me fazer um sinal discreto para acompanhá-los. Eu desci rápido, me encostei em uma coluna a uma distância segura, de onde conseguia ver o nosso carro. O coração martelava no peito, o pau latejava dolorosamente. Eu não conseguia parar de imaginar que aquela princesinha safada, estava ali, molhada e pronta pra dar pra outro cara bem na minha frente.
O voyeurismo me dominava completamente: ver minha esposa linda, no aniversário do nosso casamento, se entregando com tanto desejo a outro homem era uma sensação visceral, quase viciante. Ao entrar no carro eles foram direto para o banco de trás. O ar dentro do carro logo ficou quente, abafado e com cheiro de tesão. Mariane abriu a calça de Thiago, colocou o pau pra fora e começou a lamber, chupar e cuspir nele enquanto punhetava com vontade. O pau dele não era gigante, mas era o mais grosso que ela já tinha visto e quase não cabia na mãozinha dela. Com o pau bem lubrificado, ela levantou o vestido e subiu no colo dele, puxou a calcinha encharcada para o lado e foi descendo devagar, aproveitando cada centímetro entrando nela e gemendo alto ao sentir a grossura abrindo e esticando sua buceta rosada. A sensação era intensa, ela sentia cada veia pulsando, o pau latejando forte dentro dela, abrindo espaço onde só eu costumava entrar. O barulho molhado ecoava no espaço apertado, o som obsceno dos corpos se batendo, respirações pesadas, gemidos abafados e suor escorrendo na pele. Mariane cavalgava com fome, os peitos grandes pulando, rebolando fundo enquanto gemia no ouvido dele:
— Ai, que grosso… me arromba toda… assim, bem fundo!
Thiago socava para cima, segurando firme a bunda dela. Depois ele virou ela de quatro. O carro balançava visivelmente. Mariane gemia alto, olhando para a janela embaçada me procurando, desejando que eu visse o quanto ela estava se deliciando. E enquanto gozava loucamente mandou:
— Goza dentro, hijo de puta… enche minha buceta!
Thiago grunhiu e gozou forte, jorrando dentro dela. Mariane tremeu no orgasmo, apertando ele com a buceta. Depois daquela trepada intensa, eles conversaram brevemente, mas Mariane deu um beijão nele como uma despedida. Thiago foi embora elogiando a “diosa brasileira”, mas o que ela mais queria agora era voltar pros meus braços. E assim que entrei no carro, ela já se inclinou, abriu minha calça e começou a chupar o meu cacete completamente duro já no caminho para casa. No elevador, eu mal me contive. Prensei Mariane contra a parede e enfiei os dedos na buceta escorregadia cheia da porra de Thiago. Ela gemia no meu pescoço e falava:— Tá tudo melado dele, amor… gozei tanto no pau daquele gringo…
Em casa, tirei o vestido dela com veemência. Nesse momento o tesão chegou ao auge. Mariane, ainda com a buceta inchada e melada da porra do Thiago, começou a detalhar cada segundo enquanto eu a fodia com força. — Amor… o pau dele era tão grosso… eu senti cada veia quando ele entrou… me esticou inteira…Cada palavra dela era como gasolina no fogo. Na minha cabeça passava uma loucura completa: Essa é a minha mulher… a mesma que dorme ao meu lado todo dia, e agora tá aqui, toda arrombada por outro macho, contando pra mim como ele meteu nela. Eu metia fundo na buceta dela e sentia tudo de forma absurda: ela estava muito mais quente que o normal, quase queimando, toda escorregadia e cheia da porra dele. A sensação era viscosa, molhada demais, e cada estocada produzia um som molhado e obsceno. Quando ela apertava, eu sentia o latejar forte da buceta dela pulsando ao meu redor, como se ainda estivesse excitada com a lembrança do argentino. Era uma mistura louca — a buceta da minha esposa, mas completamente usada e marcada por outro pau. O ciúme queimava, o orgulho explodia e o tesão era quase insuportável. Eu me sentia vivo, poderoso e completamente dominado pela excitação mais suja e intensa que já senti. Era como se eu estivesse assistindo tudo de novo, mas agora com ela nos meus braços, ainda quente do outro.
Depois deslizei pro cuzinho, já todo lubrificado de todo aquele gozo que escorria. Gozamos forte, abraçados, suados e felizes.
Mariane beijou o meu peito e sussurrou:
— Melhor presente de aniversário de casamento que eu poderia ter tido. Te amo, meu safado.
Eu a abracei com força, apertei aquela bunda maravilhosa dela e sorri:
— E eu amo te ver assim… feliz, usada e ainda assim totalmente minha.
PS - Por questões de privacidade eu usei a IA para desenhar a foto, mas quem nos conhece olhando a imagem dificilmente não reconhecerá, mas pelo menos não é o original.