Vanessa Chupa rola: Ela estava louca para chupar mais um cacete e chamou o tio da piscina para isso.

O sol da tarde ainda queimava fraco quando Vanessa se jogou na espreguiçadeira mais afastada da piscina. O grupo tinha saído para comprar bebida na cidade. Ela ficou. Disse que queria descansar. Mentira.

O biquíni preto apertava os seios fartos, o tecido molhado colado na pele morena. A água da piscina ainda escorria pelas coxas grossas enquanto ela se acomodava. Do outro lado da área, perto da casa de bombas, um funcionário carregava um galão de cloro. Camiseta cinza suada, short bege, chinelo. Uns trinta e poucos. Não era bonito de revista. Ombros largos, braços grossos de trabalho, uma barriguinha leve por cima do cinto. Cabelo curto castanho escuro, barba por fazer. Comum. Esquecível.

Mas ela não conseguia parar de olhar.

Toda vez que ele se virava, ela desviava o rosto rápido demais. O coração batia na garganta. Vergonha quente subia pelo pescoço. Ainda era tudo tão novo. Dois homens. Só dois. E mesmo assim ela estava ali, de biquíni, inventando desculpas para ficar sozinha, esperando que aquele cara qualquer notasse.

Ele notou.

Na terceira vez que ela olhou, ele já estava encostado na parede da casa de máquinas, braços cruzados, observando ela sem disfarce. Um sorrisinho torto apareceu no canto da boca. Ele se aproximou devagar, como quem não tem pressa nenhuma.

— Precisa de alguma coisa, moça? — a voz era rouca, simples. — Toalha? Água?

Vanessa engoliu em seco. O estômago revirou.

— Não… eu… só estou aqui.

Ele riu baixo, passando a língua por dentro da bochecha.

— Tá me olhando faz um tempinho. Achei que fosse pedir algo.

O rosto dela pegou fogo. Ela apertou as coxas, sentindo o tecido do biquíni já úmido de novo. Olhou rapidinho para a entrada do hotel. Ninguém. Ainda.

— Eu… — a voz saiu fina. — Eu queria… conversar.

— Conversar — ele repetiu, o sorriso aumentando. Os olhos desceram sem vergonha pelos seios apertados no biquíni, pela barriga lisa, pelas pernas dela. — Bonita pra caralho pra ficar só querendo conversar. Quantos anos você tem?

— Vinte e três.

Ele assobiou baixo, quase sem som.

— Porra. Novinha. E tá aqui me comendo com os olhos igual putinha no cio.

Vanessa sentiu o estômago cair. A vergonha veio forte, misturada com um calor gostoso entre as pernas. Ela mordeu o lábio e não negou.

Ele deu um passo mais perto, a sombra dele cobrindo parte do sol.

— Fala logo o que você quer. Eu não sou adivinho. Mas pelo jeito que você tá se remexendo nessa cadeira… eu acho que já sei.

Ela respirou fundo. O medo de alguém aparecer era real. Se Mariana ou qualquer um do grupo voltasse agora e visse ela ali, conversando daquele jeito…

— Eu quero… — a voz tremeu. — Quero chupar você.

O silêncio durou dois segundos. Depois ele soltou uma risada baixa, suja, gostosa.

— Caralho. Direto assim? — Ele coçou a barba, os olhos brilhando. — Uma novinha dessa, toda envergonhada, pedindo pra chupar o pau de um funcionário de hotel… Porra, que sorte a minha.

Vanessa baixou o olhar, as orelhas queimando. Ele se agachou na frente dela, a voz mais baixa:

— Levanta. Vem comigo antes que alguém apareça.

Ela obedeceu. As pernas tremeram. Ele a guiou para trás da casa de bombas, abriu uma porta de ferro enferrujada e a puxou para dentro. O cheiro de cloro, borracha e umidade bateu forte. Era um depósito apertado: galões empilhados, mangueiras, um colchão velho enrolado no canto, uma única lâmpada amarela acesa.

Ele trancou a porta por dentro.

— Aqui ninguém vem — disse, já puxando a camiseta para cima e jogando no chão. O peito largo, peludo, a barriga macia. Depois abriu o short e puxou para baixo junto com a cueca. O pau dele caiu pesado, duro, mais grosso do que comprido, veias marcadas, a cabeça avermelhada. Cheiro forte de homem, suor e sabonete barato.

Vanessa engoliu em seco. A boca encheu de água.
— Porra… olha pra essa cara. Você está salivando olhando meu pau — ele murmurou, segurando o pau na mão e balançando devagar na frente dela.

— Tá com cara de quem nunca chupou direito. Quantos pau você já engoliu, novinha?

— Dois… — ela respondeu, a voz quase inaudível.

— Só dois? — Ele riu, satisfeito. — Então eu sou o terceiro. Que merda gostosa. Ajoelha.

Ela desceu. O chão era de cimento áspero. Os joelhos doeram. O biquíni preto ainda molhado colava nela. Ele segurou o queixo dela com a mão calejada e aproximou a cabeça do pau da boca dela.

— Abre. Devagar. Quero ver essa boquinha de menina engolindo.

Vanessa abriu os lábios. O gosto bateu forte: salgado, forte, diferente dos outros dois. Mais pesado. Ela passou a língua na glande e ele soltou um suspiro baixo.

— Isso… lambendo igual putinha. Continua.

Ela engoliu a cabeça. A boca esticou. Ele era grosso. A mandíbula doeu um pouco. Ele não teve pressa. Deixou ela se acostumar, uma mão no cabelo molhado dela, a outra ainda segurando a base. Depois puxou a cabeça dela para trás, fazendo o pau sair da boca com um fio de saliva.

— Tira esse biquíni.

Vanessa piscou, confusa, a respiração ofegante.

— Hã…?

— Tira. Quero ver você peladinha enquanto chupa. Logo.

Ela hesitou, as mãos subindo devagar até as alças do biquíni, o rosto queimando de vergonha. Ele riu baixo, sujo, balançando o pau na frente da boca dela.

— Qual o problema? Se alguém abrir essa porta e te ver chupando um cacete, você acha que faz muita diferença estar vestida ou nua? Relaxa. Tira logo.

Com as orelhas em chamas, Vanessa puxou o top para cima e jogou no chão. Depois deslizou o restante pelas coxas e se livrou dele também. Ficou completamente nua de joelhos no cimento, os seios pesados subindo e descendo com a respiração rápida. Ele olhou para ela de cima a baixo com um sorriso satisfeito.
— Pronto. Assim fica bem melhor. Puta tem que ficar pelada. Agora abre a boca de novo.

Ela obedeceu. O pau dele voltou a preencher sua boca, agora mais quente, mais duro. Ele soltou um gemido rouco.

— Isso… agora sim. Chupa direito. Usa a língua embaixo… porra, assim. Olha só essa putinha novinha, pelada no depósito, engolindo o pau de um funcionário. Se teus amigos vissem isso… ia ser uma vergonha da porra, né?

Vanessa gemeu em volta do pau dele. A vergonha queimava, mas a buceta latejava forte. Uma das mãos dela desceu sozinha e enfiou entre as pernas, dois dedos escorregando fácil.

Ele viu e riu baixo.

— Aham… já tá se tocando. Que safada. Chupa mais fundo. Quero ver se aguenta.

Ela tentou. Engasgou. Os olhos lacrimejaram. Ele soltou uma risada baixa e puxou um pouco o cabelo dela.

— Calma. Não precisa engolir tudo de uma vez. Usa a mão também. Isso… aperta a base. Chupa só a cabeça. Linguinha embaixo… caralho, assim. Você tá aprendendo rápido, hein?

O som molhado preencheu o depósito. Saliva escorria pelo queixo dela e pingava no chão. Ele falava sem parar, a voz cada vez mais suja:

— Que boca gostosa… aperta direitinho… olha o tanto de saliva… você nasceu pra isso, novinha. Nasceu pra ficar de joelhos chupando pau. Já pensou se alguém abrir essa porta agora? Teus amigos te vendo assim, completamente pelada, boquinha cheia, dedo na buceta… ia ser lindo.

Vanessa sentiu o corpo inteiro tremer. Os dedos dela giravam rápido no clitóris. O pau dele latejava na língua. Ele começou a meter a boca dela com mais vontade, segurando a cabeça com as duas mãos.

— Vou gozar… engole tudo. Não ousa cuspir. Quero ver essa putinha engolindo até a última gota.

O jato veio grosso, quente, amargo. Ela engasgou, mas engoliu. Os olhos cheios d’água, o queixo sujo de saliva e porra. Ele ainda latejava na boca dela quando soltou o cabelo.

Vanessa ficou de joelhos, ofegante, os lábios inchados, os dedos ainda entre as pernas. Ele olhou pra baixo com um sorriso sujo e satisfeito, passando o polegar no canto da boca dela e empurrando um fio de porra para dentro.

— Caralho… — murmurou. — Melhor novinha que já chupou meu pau. De verdade. E ainda engoliu tudinho. Que putinha obediente.

Ela não conseguiu responder. Só passou a língua nos lábios, sentindo o gosto forte ainda na garganta, o coração batendo descompassado, a vergonha e o prazer misturados num nó apertado na barriga.

Lá fora, o sol já estava mais baixo.

E ela já estava pensando se conseguiria descer de novo naquela noite.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vanessa Chupa rola: Ela estava louca para chupar mais um cacete e chamou o tio da piscina para isso.

Codigo do conto:
271705

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
07/09/2026

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