Mostrando para a minha maninha a piroca enorme do nosso avô.

No dia seguinte do ocorrido com o meu avô, eu estava me arrumando para a escola já cedo. Estava sentada em frente a penteadeira, arrumando o cabelo enquanto meu pensamento estava longe, para ser mais exata, pensando na tora de madeira do velho.

— Isabela, você está esquisita demais.

Minha irmã mais nova falou comigo e eu nem prestava atenção, até ela chegar próximo de mim e me balançar. — An? O que foi mana? — Eu disse.

— Garota, você tá viajando? O que aconteceu?

— Não foi nada Laura! Me deixa. — Me levantei após arrumar o cabelo e me deitei na cama, estava ofegante e já havia trocado de calcinha duas vezes naquela manhã, minha xota não parava de se babar. Fiquei ali com os pensamentos longe.

— Isa você precisa me contar o que houve! Até porque preciso de você hoje para me ajudar com aquela coisa.

— Eu vou, eu vou! Só preciso respirar um pouco antes de sair de casa. — Ela franziu o cenho, me encarando confusa. — Já chega garota, você vai me contar o que tá rolando agora!!!

— Tá bom! Mas você tem que prometer que não vai contar para ninguém. — Olhei para ela e ela assentiu. — Ontem quando cheguei da escola eu fiquei sozinha com o vovô e ele me emprestou a pica dele para brincar de cavalinho… — Ela estava incrédula com o que ouvia. — Foi tão gostoso, você tinha que ver o tamanho daquela caceta, é enorme maninha! Eu fiquei viciada e olha como tá a minha xota, não para de pingar.

Abri às pernas e mostrei a minha exata situação para ela, que parecia não acreditar. — Você é realmente viciada né? Mas Isa, o vovô? Deve nem subir direito.

— Demorou um pouco mas depois que subiu ficou que nem ferro, e ele tem muita porra Laura! Nem consegui esvaziar tudo porquê vocês chegaram na hora.

— Meu Deus! Por isso ele tava estranho! Na hora que chegamos ele mal falou com a gente e foi correndo para o banheiro.

— Pois é menina… não sei nem como vou encarar ele agora. Mudando de assunto, você falou com o Pedro?

Pedro era o ficante no qual havia mencionado anteriormente, eu e minha irmã o dividíamos, como sempre fomos unidas e muito próximas, tínhamos o costume de dividir tudo até mesmo os homens. Quando eu perdi minha virgindade, Laura tinha acabado de fazer aniversário e assim que contei a ela, ela logo quis experimentar. O meu ficante na época logo topou a ideia e eu fiquei só assistindo minha maninha perder o cabacinho. Com o Pedro não era diferente, ele vinha aqui em casa e a gente se revezava no pau dele, ela trepava um pouco e depois eu trepava! Sempre rolava a competição de quem era leitada primeiro.

— Ele disse que havia terminado com você e por isso iria terminar comigo também, nem perguntei o motivo.

— Bom, ele que sai perdendo, imagina só ter nós duas e recusar? — A gente riu juntas e eu abracei. Laura era praticamente igual a mim a não ser pelo fato dela ser mais peituda, ela tinha um belo par de seios tanto que eram pesados, ficando um pouco mais caidinhos que os meus.

— Queria ficar em casa, estou mortinha de cansada. — Me joguei na cama, respirando fundo. — A gente deveria cabular aula, nosso pai já foi trabalhar e pelo que ouvi a mãe e vó vão passar o dia todo na casa da tia Lu. — Minha irmã disse e logo me levantei animada.

— Então quer dizer que estamos sozinha com o vô? — Sorri safada, olhando para a caçula. — Nem morta que eu vou pegar em pau de velho, Isabela. — Laura respondeu e eu ri. — Você diz isso até ver.

A puxei para fora do quarto, caminhávamos pelo corredor até a sala onde o velho já estava e então me aproximei com um sorriso malicioso. — Oi vovô, bom dia! O senhor dormiu bem? — Beijei sua bochecha e então o provoquei com uma mordidinha no lábio.

— Você tá louca, Isabela? — O mais velho respondeu furioso. — Relaxa vô, a Lau já sabe e ela tá curiosa para ver o seu meninão, né Laurinha? — A olhei de maneira sapeca, esperando alguma reação e ela apenas assentiu tímida, com as bochechas coradas.

— Como eu disse ontem, foi uma vez apenas e até extrapolei no tempo em que deixei você brincando, isso não irá se repetir.

— Para vovô, ninguém vai saber… e alguém tem que ensinar as coisas para nós duas. — Eu disse enquanto me sentava em seu colo, usando a mesma sainha do dia anterior e logo puxei minha maninha mais nova para se sentar também, ficando cada uma em cada perna, com a xotinha encaixada na coxa larga. Eu rebolava, esfregando a pepeca e logo a Lau fez o mesmo. Agarrava o peito dela, apalpando o bico pontudo enquanto mamava a língua da minha maninha, gemendo e arfando enquanto maltratávamos nossas bucetinhas no vovô.

— Hoje ele subiu fácil com as duas assim no meu colo. — Sorri vendo a tora dura e assim que Laura a viu ficou da mesma maneira, parecendo cadela no cio.

— Tive uma ideia Lau! Vamos ver quem faz o vovô esporrar primeiro, quem ganhar vai passar o resto do dia trepando com ele. — Ela logo concordou e então o velhote expôs a bengala dura e eu como boa irmã a deixei iniciar os trabalhos. Laurinha era habilidosa com a boca, mamava que uma beleza, toda desesperada e eu sentadinha apenas olhando. Mas como era igualzinha a mim, gostava mesmo era de levar na bucetinha e logo foi sentando na tora dura e eu apenas observando a entradinha extremamente apertada esmagando o mastro e ela gemendo feito putinha enquanto passava a sentar no vovô, subindo e descendo devagarinho e eu apenas admirando toda aquela cena.

— Sai Laura, é a minha vez! — Empurrei ela para fora do colo dele, apoiei meus pés no estofado e fui descendo de vez, gemendo e gritando enquanto sentia mais gostoso do que o dia anterior. — Eu amo tanto o seu cacetão vovô, eu amo, eu amo!!! Olha como ele me enche!!! Aawwwnnn

Exclamava enquanto pulava naquela jeba grossa, me satisfazendo por inteiro até Laura me puxar para fora do colo dele e se sentar, começando a quicar e gemer na piroca do mais velho, e ficamos naquilo. Inconscientemente estávamos brigando pela linguiça gorda do vovô, não aguentava ficar longe e sentia raiva enquanto ela tava levando surra de pica e eu não, em certo momento ela me puxou para fora e na primeira sentada dela eu a puxei para longe com tudo, me agarrando naquele corpo másculo e sentando com tudo, trepando com o velho e gemendo como nunca, gritando de prazer. — Você prefere a minha xoxota né? Pode falar!!!! Goza na minha pepeca para eu ficar o dia todo te dando gostoso, vai! me fode vovô, abusa da minha xotinha, me come gostoso!!! vai!!! aaaaiii aaaawnnnnn ooohhhh oooohhhh isso!!!!!!

Exclamava, esmagando o instrumento largo com minha bucetinha que se contraia e babava, esfregava o fundo do meu útero na cabeça inchada e repetia o processo até o sentir gozar farto novamente dentro de mim, me enchendo como nunca me aliviando ao saber que eu levaria surra de madeira grossa o dia inteiro.

— Deixa a sua irmã ordenhar um pouquinho, vai. — O mais velho disse e como eu sou uma boa maninha a deixei. Laura foi faminta, sentou com tudo na jeba farta, começando a se trepar no vovô como louca. A mais nova rebolava e quicava, se contraindo tanto que literalmente o ordenhava. — Vovôzinho… que picona gostosa vovô!!!! Aínnnnn vou ficar louquinha de tanto levar vô, me enche vai, me enche vô!!! — Foi deliciosa a visão de ver a linguiça farta esporrando a xoxota mais nova, a vendo deixar vazar toda aquela gala enquanto se contorcia de tanto gozar.

— Vai ter que brincar com a vara do seu vô até ela abaixar, Isa. — Eu apenas sorri com aquela informação, passei o dia todo trepando naquela jeba cavaluda, dei para ele na cozinha, em todos os quartos, no banheiro, na sala de novo, nunca havia dado tanto e mesmo com ele esvaziando a mamadeira tantas vezes ela retornava à subir.

Chegou certo momento que não aguentava mais e ele chamou Laura para dar um último trato, foi ali no nosso quarto mesmo. Ele segurou ela por trás, em pé e metia com força, afundando gostoso o minhocão na xaninha dela enquanto a mesma gritava de tesão, sentindo o corpo sacudir enquanto servia apenas para o satisfazer, em um enorme urro ele gozou novamente e Laura caiu mole do meu lado. — Acho que agora foi maninha…

Disse para ela enquanto ele ia no banheiro, o mesmo voltou e olhamos para a jeba meia bomba aliviadas mas logo a tora ficou dura feito ferro novamente e já sabíamos que iríamos levar mais. Meu vovô deixou eu brincar de cavalinho de novo, pulando forte em seu minhocão enquanto minha maninha se esfregava na boquinha do velho, sendo mamada por ele. — Aí vovô!!! Eu amo tanto a sua linguiça gorda e farta, ela tem tanta gala para mim e para minha maninha. — Eu me contorcia enquanto pulava no trampolim duro, me acabando de gemer. — Me fode, isso me fode!!!! Me arromba seu desgraçado, come minha buceta gostoso, vai!!!! Eu quero leite.

— Me ordenha sua safada, ordenha gostoso essa jeba cavaluda! Vai sua ninfeta, pula gostoso vai.

Nisso eu esguichei junto de minha maninha enquanto mamava a língua dela e não demorou muito para que ele me enchesse mais uma vez, dessa vez senti o jato forte ir fundo dentro de mim como nunca.
Depois de um dia longo, eu e minha maninha finalmente esvaziamos a mamadeira do vô, e nunca mais ficamos sem leitinho.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mostrando para a minha maninha a piroca enorme do nosso avô.

Codigo do conto:
271723

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/09/2026

Quant.de Votos:
8

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