Não é novidade que eu sou uma menina bem fogosa desde sempre, desde o início da minha pré adolescência eu tinha a necessidade de me tocar, vivia com a mão dentro da bucetinha me esfregando e adorava me esfregar no braço do sofá ou no rostinho dos meus enormes ursos.
Pois bem, quando eu tinha passado da pré adolescência, eu estava sozinha com o meu papai em casa pois minha mãe e irmã haviam ido ao shopping. Eu estava na área da piscina junto ao papai quando ele saiu da água todo molhado, a sunga marcava bastante a trolha inchada e de repente eu entendi o porquê a mamãe gemia tanto todas as noites, mas naquele momento eu não era a Isabela safada e sem vergonha que escutava os pais trepando, eu era a princesa inocente do papai.
Ele se sentou na espreguiçadeira e me chamou para seu colo, inocentemente eu fui e me sentei em cheio no volumão. — O senhor precisa de algo? — Perguntei.
— Só quero passar tempo com a minha gatinha. — Eu sorri e o abracei, disfarçando o olhar sob seu corpo. — Me conte como vai na escola, não vai me dizer que já tem namoradinhos porquê iria me deixar aborrecido.
— Ah papai, já estou ficando moça! Preciso ter um namoradinho… eu até gosto dele. — Senti meu pai ficar vermelho, acho que era de raiva, porém ele logo desconversou.
— Se lembra do quanto você gostava de pular em pula pula antigamente? — Eu assenti, ficando animada com os velhos tempos. — Você poderia relembrar daquela época né? Papai sente falta da princesa pequena dele.
— Mas aqui não tem nenhum pula pula… — Eu falei confusa. — Vai ser um pula pula diferente, quer brincar?
— Quero papai!
Ele sorriu animado, me afastando um pouco e abaixando os shorts dando a visão de sua grossa piroca. Ela tinha por volta dos 23 centímetros de comprimento e 8 de largura, naquele momento ela estava muito dura, as veias pulsavam e ele jorrava pré gozo abundantemente.
Eu fingia inocência, disfarçava que já conhecia muito bem aquele instrumento e engolia a seco a baba que se formava em minha boca. Ele me encarou e eu o encarei de volta. — O papai vai encaixar você aqui nesse brinquedo para que não possa cair e então você pula, vai sentir uma coisinha diferente!
Eu assenti, o permitindo me encaixar na giromba, e apesar de estar um pouco dolorido por estar perdendo o cabacinho não era nada comparado ao prazer que sentia e precisava disfarçar naquele momento. Ao contrário de mim, ele não disfarçava nada, gemia feito safado, grunhido e revirando os olhos.
— A gatinha não vai cair mais… pode começar.
Inocentemente comecei a pular lentamente no brinquedão grosso, apoiando as mãos delicadas nos ombros largos. — É assim papai? — Perguntava. — I-isso amor… desse jeitinho. — Ele dizia revirando os olhos e respirando pesado.
Eu sentia um enorme fogo tomar conta da minha pepeca, um fogo que nunca havia sentido antes, ardia de dentro para fora e sentia meu grelinho endurecer e pulsar. Eu olhava para baixo e via minha xoxota engolir o minhocão do papai, me fazendo soltar gemidinhos baixos.
— Papai, eu acho que não tô fazendo direito…
— Tá sim amor, se você pular mais forte vai ver que vai ficar melhor.
O obedeci, aumentando a velocidade de minhas investidas, eu descia e subia no pirocão inchado. — O-o p-papai estava certo, a-agora tá bem divertido!!!!! aaaawwwnnnn
Soltei o primeiro exclamo, aumentando mais as velocidades agora sem apoiar as mãos em seus ombros. Descia e subia, aproveitando muito daquela brincadeira com meu papai. Meus peitos durinhos acompanhavam os movimentos pois pulavam junto as investidas, era estranho notar os biquinhos tão enriçados pois nunca havia ficado assim com nenhum outro garoto. As vezes eu deixava o meu namoradinho da época mamar na minha bucetinha mas não era mesmo comparado a aquilo, percebi naquele momento que precisava de homens experientes para cuidar bem de mim e do meu fogo abundante.
O papai parecia estar gostando muito daquele momento, e eu não queria o decepcionar de jeito maneira. — O brinquedão do papai é delicioso!!! Aaawwwnnn ooohhhhh aí papai tá deixando tão animadinha. — Comentava entre gritos e gemidos safados, engolindo a trolha farta com minha xota gulosa, sentindo cada centímetro me enchendo com gosto e logo sinto minha bucetinha esguichar, me fazendo quase desmaiar no colo do mais velho.
— Agora vem uma parte bem gostosa. — Ele comentou. — E eu perguntei qual. — O brinquedo do papai está tão contente que vai te dar um presente, um leite quentinho.
— Parece gostoso! Eu quero. — Disse inocente, fingindo não saber que se tratava de uma gala bem grossa e logo voltei a investir, ordenhando a linguiça gorda com vontade quando o vi gemer.
— Porra!!! Caralho… Isso sim que é uma ordenha boa, xoxota gostosa do cacete.
Apenas aquelas junções de palavras me fizeram gozar junto a ele, sentindo o leite escorrer pelo meu buraco apertado enquanto o contraia por inteiro.
— Papai… deixa eu ordenhar o seu brinquedo de novo?
Perguntei safadinha e logo o mais velho me pôs de quatro e meteu na minha bucetinha desvirginada e inchada, ele metia fundo em mim enquanto minhas pernas tremiam de tesão, meu corpo implorava por aquilo cada vez mais e eu só sabia gritar e gemer para ele, não demorou muito para que ele me leitasse novamente.
— Me dá mais papai… eu quero levar vara.
Meu pai sorriu e viu que havia encontrado uma ninfeta perfeita para dar muito chicote grosso, naquele dia trepamos muito antes de mamãe chegar e assim que ela dormiu, eu e meu papai brincamos muito debaixo do chuveiro, eu mamei a mamadeira até esvaziar e também levei madeirada no cuzinho virgem e até os dias atuais o meu papai foi o único a experimentar dele e vai continuar sendo assim até o fim.