O Urso da Academia enfrentou a Mangueira do Bombeiro

O Urso da Academia

Entrei na academia já sabendo que era território de ursões. O lugar era famoso por atrair bears grandões, peludos e com corpos que transpiravam virilidade bruta. Eu, com meus 1,88 metros de altura, corpo definido pelos treinos do quartel, tatuagens subindo pelo braço e peito, e uma vara de 23 cm que eu carregava entre as pernas, sempre chamava atenção dos novinhos, mas nunca pensei que entraria no radar nos ursinhos.

Comecei meu treino pesado com agachamento no Hack. Estava tudo bem, até que senti um olhar em mim. E logo descobri quem estava me encarando. Do outro lado da sala, um urso grandão me observava sem disfarçar. Deveria ter uns 42 anos, uns 1,85 metros de altura, uns 120 kg bem distribuídos, com barriga proeminente, mas sólida, peito largo coberto por uma mata densa de pelos pretos e grisalhos que sumiam na camisa sem manga. Barba cheia, mas aparada, quase negra, que emoldurava um rosto masculino e sério. Ele também tinha braços grossos e peludos até os ombros. Quando ele se virou de lado para pegar um peso, vi a bunda enorme e redonda, esticando o tecido do short.

Ele sorriu quando nossos olhares se cruzaram. E eu sorri de volta, sustentando o olhar.

Durante o treino ele se aproximou várias vezes e o flerte foi pesado desde o início.

— Tá treinando pesado hoje, hein, morenão? — disse ele com voz grave e rouca, olhando descaradamente para o volume no meu short curto de treinamento.

— Sou Bombeiro, parceiro. — respondi, limpando o suor da testa com as costas da mão. — Preciso ficar grandão pra fazer meu serviço.

— Precisa manter a forma pra segurar sua mangueira pesada, né? — perguntou ele, mordiscando o lábio inferior.

Eu pestanejei, por um segundo, mas deixei um sorriso escapar.

— Exatamente. — respondi, passando a mão na minha virilha de leve, de propósito.

Ele riu, baixo e safado.

— Bom treino pra você. Se quiser ajuda com o treino… — ele deu uma piscadela. — É só chamar.

Ele saiu andando, como se nada tivesse acontecido.

No dia seguinte, eu estava treinando bíceps, quando ele se aproximou, encarou meu músculo grande e rígido por causa do esforço e sorriu.

— Belos músculos. — elogiou ele, bebendo água da garrafa azul, fazendo cara de inocente.

— Valeu, ursão. os seus também são bem grandes.

Ele se abaixou, pousando a garrafa no banco, empinando o bundão enorme pra mim de propósito. O short cinza esticou tanto que deu pra ver o desenho da cueca e o volume macio das nádegas.

— Obrigado pelo elogio. — disse ele, ainda de lado, olhando por cima do ombro. — Sabe, eu adoro coisas… grandes.

Eu soltei o peso do bíceps e limpei o suor da testa com a barra da regata, deixando a barriga marcada aparecer, só para atrair os olhos deles.

— Grandes, tipo o quê, ursão?

Ele se endireitou devagar, veio até perto de mim.

— Tipo você. — ele estendeu a mão grande e peluda. — Prazer, Oscar. E você?

— Borges.

Apertamos as mãos. A dele era grande, quente e calejada. Ele segurou um segundo a mais do que o necessário e sorriu de canto.

— Borges… nome forte. Combina com o resto. — Os olhos dele desceram descaradamente pro volume no meu short. — Pelo que tô vendo, você não carrega só o nome grande.

Eu ri baixo, sem desviar o olhar.

— Você é bem direto, hein, Oscar.

— Com a idade a gente perde a paciência pra rodeio. — Ele deu um passo mais perto, baixando a voz. — Vi você ontem no Hack. A forma como a sua coxa tremia no final da série… fiquei imaginando outras coisas fazendo ela tremer.

Eu levantei uma sobrancelha, sentindo o pau mexer dentro da cueca.

— Imaginação perigosa essa sua.

Oscar sorriu, mostrando os dentes.

— Perigosa é a forma como você tá me olhando agora. Como se já tivesse me comido com os olhos. — Ele passou a língua no lábio inferior. — Ou será que tô enganado, bombeiro?

Fiquei em silêncio por dois segundos, só segurando o olhar dele. O cheiro de suor masculino e desodorante barato vinha forte do corpo dele.

— Não tá enganado não — respondi, baixinho. — Só tô decidindo se te levo pro vestiário agora ou se te faço esperar até o final do treino.

Oscar soltou uma risada grave e safada, fazendo a barriga se mexer um pouco.

— Pode me fazer esperar… mas não prometo que vou me comportar. — Ele se virou de novo e apontou para um aparelho grande e perto do vestiário. — Vou treinar glúteo agora. Pode assistir se quiser. É de graça.

Ele piscou e foi andando em direção às máquinas, balançando aquela bunda enorme de propósito, sabendo exatamente que eu estava olhando.

Eu fiquei parado mais alguns segundos, sentindo o pau já meio duro, e pensei:

“Se eu seguir esse ursão agora, a gente nem chega no vestiário… Porra! Oscar sabe exatamente o que está fazendo. É perigoso, mas… Bombeiro que se preze não foge de incêndio e esse cara aí tá pegando fogo.”

Minhas pernas se mexeram sozinhas, na direção dele. Oscar já estava na máquina de glúteo, de quatro, com as mãos apoiadas no suporte e o joelho no assento. A cada repetição, aquela bunda enorme subia e descia, o short cinza enterrado no meio das nádegas, marcando tudo. Ele viu minha sombra se aproximar e sorriu sem nem precisar virar o rosto.

— Decidiu assistir de perto, bombeiro?

— Decidi que treinar sozinho tava sem graça — respondi, parando bem atrás dele. — E você tava oferecendo ajuda, né?

Ele soltou uma risada baixa e fez mais uma repetição, mais lenta de propósito, empinando ainda mais.

— Tô oferecendo o que você quiser olhar… ou tocar.

Fiquei em silêncio por um segundo, só observando o movimento daquela bunda. O short estava tão colado que dava pra ver até o formato das bolas quando ele descia. Senti meu pau endurecer de vez dentro da cueca.

— Você treina assim todo dia ou só quando quer chamar atenção? — perguntei, a voz mais baixa.

Oscar terminou a série, respirou fundo e se virou sentado na máquina, com as pernas abertas. O suor escorria pela barba e pelo pescoço grosso, deixando a pele dele brilhando.

— Depende. — Ele limpou a testa com a barra da camiseta, mostrando a barriga peluda e a base do peito. — Hoje eu tô com vontade de chamar a atenção de um morenão específico. Tá funcionando?

Eu dei um passo à frente, ficando entre as pernas abertas dele. Minha sombra cobriu o corpo grande.

— Tá funcionando demais. Só não sei se você aguenta a consequência.

Oscar ergueu o olhar, os olhos escuros brilhando de tesão, e mordeu o lábio inferior.

— Tenta aí, bombeiro. Quero ver se a mangueira é tão pesada quanto parece.

O ar entre a gente ficou pesado. O cheiro de suor masculino, ferro e provocação misturado. Eu olhei em volta rapidinho, a academia não estava vazia, mas também não estava lotada. Por sorte, ninguém estava prestando atenção em nós.

— Continua o treino. Quero ver essa bunda trabalhando mais um pouco. Depois a gente resolve o resto.

Oscar sorriu, safado, e se virou de novo, voltando à posição de quatro na máquina. Dessa vez, quando começou a subir e descer, fez ainda mais devagar, rebolando de leve no final de cada repetição.

— Como quiser, Borges… — murmurou ele, sem olhar pra trás. — Mas não demora pra decidir. Porque eu já tô molhado só de sentir você atrás de mim.

Eu fiquei parado, de braços cruzados, assistindo cada movimento daquela bunda enorme, sentindo meu pau duro, pulsando a cada segundo, só imaginando como seria enterrar tudo ali dentro.

Fiquei mais alguns segundos assistindo aquela bunda subir e descer na máquina. Depois dei dois passos na direção do corredor que levava ao vestiário.

Parei bem ao lado de Oscar, me inclinei um pouco e sussurrei perto da orelha dele:

— Se quiser ver e sentir a pressão da minha mangueira… é só me seguir.

Não esperei resposta. Virei de costas e saí andando devagar, sentindo o olhar dele queimar nas minhas costas e na minha bunda. Meu pau já estava completamente duro, marcando o short de forma obscena, mas graças a Deus que as poucas pessoas que ainda estavam na academia não notaram.

Empurrei a porta do vestiário masculino e entrei. O lugar era amplo e um pouco úmido, cheirando a sabonete de coco, desodorante e suor velho. Do lado esquerdo havia uma fileira de armários metálicos amarelos, a maioria abertos ou com cadeados pendurados. Bancos longos de madeira escura cortavam o centro do corredor. O chão era de piso antiderrapante azul-escuro, manchado em alguns pontos por água e talco.

No fundo, separados por uma parede baixa de azulejo branco, ficavam os chuveiros. Eram seis boxes sem porta, só com cortinas plásticas transparentes de tão usadas. A água de alguém que tinha tomado banho recentemente ainda escorria devagar pelo ralo central. Ao lado dos chuveiros havia dois reservados com portas de madeira, mais privativos, provavelmente pra quem queria se trocar com mais calma… ou pra outras coisas.

Estava vazio, o ar estava abafado e quente, uma única lâmpada fluorescente piscava fraca no canto. Eu caminhei até o fundo, perto dos chuveiros, e fiquei de pé, de costas pra parede, esperando. Se Oscar tivesse coragem de verdade, ele ia aparecer em instantes.

Fiquei encostado na parede úmida, de braços cruzados, mas não esperei muito, pois logo a porta do vestiário rangeu e Oscar entrou. Quando a porta se fechou atrás dele, o barulho ecoou no ambiente quase vazio.

Ele veio devagar e parou a poucos passos de mim, passando os olhos pelo meu corpo sem nenhum disfarce.

— Então… — disse ele, sorrindo. — Essa é a famosa mangueira?

Eu soltei uma risada baixa.

— Ainda tá guardada. Mas pode se aproximar se quiser conferir a pressão.

Oscar deu mais dois passos e o cheiro de suor dele se misturou com o ar abafado do vestiário. Ele parou bem na minha frente, quase encostando a barriga na minha.

— Aqui não tem câmera. — murmurou, olhando pro canto do teto. — Eu já chequei.

— Bom saber.

Ele ergueu a mão e, sem pedir licença, passou os dedos grossos pela minha barriga marcada, subindo devagar até o peito. Os pelos da mão dele roçaram minha pele suada.

— Você é ainda maior de perto, Borges.

— E você é ainda mais safado do que eu imaginei. — respondi, segurando o pulso dele, mas sem afastar a mão. — Veio só pra apalpar ou vai fazer alguma coisa?

Oscar sorriu, aquele sorriso pesado de quem já sabia o que queria.

— Depende. — Ele apertou de leve meu peitoral. — Você vai me deixar ver a mangueira de verdade… ou vai ficar só provocando?

Eu olhei em volta, uma última vez. O vestiário continuava vazio, só o barulho distante de água pingando nos chuveiros.

Puxei a regata pegando por trás da cabeça e tirei de uma vez, jogando no banco, deixando meu peito largo, meus braços fortes e minha barriga marcada à mostra, ainda suados do treino. Oscar engoliu em seco, admirando cada músculo.

— Que corpo mais gostoso. — elogiou ele, passando os dedos pelo meu peitoral.

Eu segurei a barra do meu short e puxei um pouco pra baixo, o suficiente pra mostrar a base grossa do meu cacete e o começo das veias.

— Eita! Espera, não vai mostrar tudo?

— Tá ansioso pra ver minha mangueira, né? — Eu o provoquei.

Enfiei os polegares no cós do short e da cueca e puxei tudo pra baixo num movimento só. O tecido desceu pelas coxas e minha rola dura saltou pra fora, pesada, batendo contra a barriga com um estalo úmido antes de balançar pra frente.

Meu membro tinha facilmente uns 23 centímetros, era grossa na base, coberta por veias saltadas que pulsavam na extensão. A cabeça era larga, rosada e já brilhava de pré-gozo. Mais abaixo, as bolas pesadas e cheias balançavam livremente.

Oscar arregalou os olhos. A boca abriu um pouco e ele soltou um som baixo, quase um gemido.

— Porra… — murmurou, sem conseguir disfarçar. — Você não tava mentindo.

Ele ficou paralisado, mas vi o pau dele pulsar, estava duro, claramente impressionado com o tamanho e a grossura do meu. Os olhos não saíam da minha rola quando ele passou a língua nos lábios sem perceber.

— Caralho, Borges… — a voz saiu rouca. — Isso é uma mangueira de verdade. Dá pra sentir a pressão só de olhar.

Eu segurei meu pau pela base e balancei ele devagar, de propósito, deixando o peso dele bater contra minha mão.

— Ainda dá pra sentir melhor de perto. Vem cá, Oscar.

Ele deu mais um passo, mas então eu o segurei pelos ombros, o parando.

— Espera. Antes de fazer algo… Tira o short, Oscar. Quero ver se essa bunda toda é só propaganda ou se realmente aguenta o que eu tenho aqui.

Os olhos dele escureceram e sem dizer mais nada, ele tirou toda a roupa, ficando pelado na minha frente. A rola dele, grossa e já dura, pulsava pesadamente, mas o que realmente chamou minha atenção foi quando ele se virou de lado e me mostrou a bunda enorme, branca, redonda e peluda.

— Essa bunda grande está boa pra você?

— Porra.

Eu dei um passo à frente e agarrei a cintura grossa de Oscar com as duas mãos. Me encaixei bem atrás dele e o puxei contra mim, apenas pra sentir o calor do corpo dele e encostar minha jeba no meio daquele rabetão suculento. O calor da pele dele contra o meu pau fez os dois soltarem um gemido baixo.

— Ah, caralho!

— Sentiu isso?? — perguntei, roçando no meio da bunda dele, tentando me segurar ao máximo para não comer ele bem ali, no seco, exposto no meio do banheiro onde qualquer um que entrasse pudesse ver. — Tá sentindo a piroca do bombeiro que você tanto provocou roçando no meu do teu rabo?

— Awmm… Simm, Borges. Eu quero… quero sentir ela dentro de mim. Agora!

Sem falar mais nada, eu o puxei pelo braço na direção dos boxes e entramos no último, o mais fundo. Eu puxei a cortina, abri o registro e a água quente caiu sobre nós dois, molhando nossos cabelos, e logo escorrendo pelo peito e pela barriga.

— Um pouco empata-foda, mas…

Eu me calei assim que Oscar colocou as mãos grandes no meu peitoral, apertando os músculos e passando os polegares nos mamilos. Eu sorri e em troca, desci as mãos e agarrei aquela bunda enorme com força, apertando e abrindo as nádegas, sentindo a carne macia e quente sob a água.

— Com o chuveiro ligado, fica mais fácil despistar, mas temos que ser rápido. — eu sussurrei colado no ouvido dele, enquanto apertava a bunda dele com mais força. — Qualquer um pode entrar.

— E se alguém chegar? — ele perguntou baixinho, já ofegante, beliscando meus mamilos.

— A gente finge que tá só tomando banho… Ou eu te enfio no canto e continuo calado, empurrando minha pica pra dentro do teu rabo.

Ele engoliu em seco, boquiaberto com minha safadeza.

— Depende de quanta vontade você tiver de tomar no cu agora. — acrescentei, sorrindo com malícia.

Oscar soltou uma risada baixa e rouca, antes de virar de costas pra mim e rebolar de leve contra a minha rola, que continuava dura, agora ainda mais por estar roçando na bunda dele, de novo.

— Então para de falar e me mostra a pressão de verdade, bombeiro. Não se preocupe, eu tô limpo, mas se tiver camisinha…

A água quente descia pelos nossos corpos enquanto minhas mãos continuavam na cintura larga dele e meu cacete descansava bem no meio daquela bunda enorme.

— Eu tenho camisinha, mas deve estar no armário. Você quer que eu pegue?

Oscar não estava prestando atenção em mim, estava prestando atenção na minha vara. Ele não esperou mais, apenas se virou e se ajoelhou na frente de mim, enquanto a água caía pelas costas largas e pela barriga dele. Com as duas mãos grossas, ele agarrou minha mangueira dura e trouxe a cabeça rosada até a frente dos lábios e engoliu mais da metade de uma vez só. A boca quente e molhada envolveu meu pau com pressão e a língua grossa pressionou a veia de baixo

Eu soltei o ar de uma vez e me segurei nas paredes do boxe, com os braços abertos, tentando engolir o gemido que subiu pela garganta.

— Ohh…

Ele não foi devagar. Começou a chupar com ritmo, movendo a cabeça pra frente e pra trás, engolindo cada vez mais. O som molhado da boca dele se misturava com o barulho da água caindo. Eu sentia a garganta dele apertar quando tentava descer mais fundo.

— Espera… Você não se importa que minha rola ainda tá meio suada do treino? — perguntei, baixo.

Oscar só olhou pra cima, com os olhos escuros brilhando, e respondeu engolindo mais alguns centímetros.

— Caralho, que boca gostosa… — gemi baixo, descendo pra segurar a nuca grossa. — Que mamada gostosa… Continua.

Oscar gemia ao redor do meu pau. Ele chupava com fome, lambendo e babando tudo, com uma mão na base do meu cacete e a outra apertando minha bunda, me puxando mais pra dentro da boca dele.

Logo eu comecei a me mover, rebolando e movendo pra frente, de leve, fodendo a cara dele em estocadas curtas, sempre controlando o volume da voz.

— Isso… mama essa mangueira… Porra, Oscar, sua boca é boa pra caralho.

A água caía sobre nós, escorrendo pelo meu peito e pela cara dele, enquanto o ursão ajoelhado continuava me chupando com vontade, como se tivesse esperado exatamente por aquilo.

— Humm… que rola gostosa da porra. — elogiou ele, segurando meu membro com uma mão, antes de bater ele na própria bochecha rechonchuda.

Puxei o cabelo dele e botei ele pra mamar de novo.

— Chupa gostoso, Oscar. Mostra pra mim quem é o ursão da academia que mais parece um bezerrinho.

Ele voltou a engolir muitos centímetros da minha rola, olhando direto pra mim, enquanto eu deslizava pela língua dele até o fundo da garganta.

— Isso… Fode minha boca. — pediu ele, com a boca cheia.

Eu agarrei o rosto dele com as duas mãos e fodi com força, indo cada vez mais fundo, produzindo um barulho molhado e obsceno que se espalhou por todo o vestiário.

— Levanta, quero te comer agora, antes que alguém entre e escute a gente.

Ele se levantou rapidamente, virou de costas pra mim, apoiou as mãos na parede de azulejo e empinou aquela bunda enorme, abrindo as pernas.

Eu cuspi na mão, passei na cabeça da minha rola, encostei na entrada dele e empurrei devagar. A cabeça grossa forçou a abertura, abrindo o cuzinho apertado centímetro por centímetro. Oscar soltou um gemido longo e grave, com a testa encostada no azulejo.

— Porra… é grosso… — murmurou ele.

— Respira. — falei baixo, segurando a cintura dele. — Vou entrar inteiro.

Continuei empurrando com calma, sentindo as paredes quentes e apertadas me engolirem. Quando enfiei até o talo, parei um segundo, deixando ele se acostumar. Oscar tremia, com a bunda grande pressionada contra meu quadril.

— Pronto? — perguntei.

— Mete…

Eu comecei a me mover, devagar no começo, mas logo acelerei. As estocadas foram ficando mais fortes e mais profundas, e o barulho molhado da minha pele batendo na bunda dele ecoava no boxe junto com o som da água.

Quando ele soltou um gemido mais alto, eu tampei a boca dele com a mão grande, puxando a cabeça pra trás ao mesmo tempo.

— Shhh… quieto. — rosnei no ouvido dele, enquanto socava com tudo. — Alguém pode ouvir.

Oscar gemia abafado contra a minha mão, rebolando e empurrando o corpo inteiro pra trás, engolindo cada estocada. Eu metia forte, sem piedade, segurando a cintura grossa dele com a outra mão, ouvindo o som obsceno da minha rola entrando e saindo daquele cu quente e apertado.

— Isso… toma piroca… — sussurrei, acelerando ainda mais. — Aguenta a mangueira do bombeiro…

A água caía sobre nós enquanto eu fodia o ursão com força, com uma mão ainda tampando a boca dele, sentindo o corpo grande dele tremendo a cada socada funda.

Eu acelerei de verdade, o fazendo gemer ainda mais. Foder Oscar estava sendo tão gostoso e tão tesudo que descia a outra mão em um tapa forte na bunda gorda dele.

— Toma! — rosnei baixinho.

O estalo molhado ecoou no boxe e Oscar gemeu abafado contra minha mão, mas para a minha surpresa, ele empurrou a bunda pra trás, pedindo mais.

— Gosta de apanhar, ursão?

Tirei a mão da boca dele só o suficiente pra ouvir a resposta.

— Gosto… porra, gosto… mete mais forte… amo ser fodido assim.

Voltei a tampar a boca e dei outro tapa, agora do outro lado, mais forte. A carne da bunda dele tremeu e ondulou lindamente. Continuei socando fundo, sem ritmo suave, só força.

— Ahhh!! Issoo!!

— Quieto… — ordenei no ouvido dele. — Se alguém entrar, eu paro. Mas enquanto ninguém vier… essa bunda é minha.

Oscar rebolava desesperado, engolindo cada estocada. Eu alternava entre tapas e apertões, segurando as nádegas abertas pra meter ainda mais fundo.

— Fala baixo… quem manda aqui?

Ele conseguiu responder abafado:

— Você… você manda…

— Isso. Agora aperta esse cu. Quero sentir ele mastigando meu cacete.

Ele obedeceu e piscou com força ao redor da minha rola. Eu soltei um gemido rouco e acelerei ainda mais, socando sem parar, dando tapas firmes a cada três ou quatro estocadas.

— Porra, que cu gostoso… — grunhi. — Tô perto, Oscar…

Ele só balançou a cabeça, gemendo contra minha mão, com a bunda grande já vermelha dos tapas, mas a todo o momento engolindo tudo que eu dava.

— Tá sentindo essa pressão? — rosnei no ouvido dele, metendo sem parar. — Fala.

Tirei a mão só um segundo.

— Tô… porra, tô sentindo tudo… — ele ofegava. — Mete… não para…

Voltei a cobrir a boca dele e acelerei de verdade. As estocadas ficaram curtas, profundas e brutas e logo senti minhas bolas subirem.

— Vou gozar… — avisei, com a voz rouca. — Vou gozar dentro. Aguenta e toma tudo. OHHHHH!

Oscar balançou a cabeça pra trás, gemendo alto quando eu cravei os dedos na carne da bunda dele e enfiei até o talo, antes de explodir.

A porra saiu com força, jato atrás de jato, quente e grossa, enchendo ele sem parar. Eu continuei socando enquanto gozava, prolongando cada pulsação.

— OHHHHHH! Isso…

Quando finalmente tirei a mão da boca dele, Oscar soltou a respiração num gemido rouco e falou, ainda ofegante:

— Caralho, Borges… parece um hidrante explodindo dentro de mim… que pressão do caralho…

Eu ri baixo, ainda latejando dentro dele, enquanot a água do chuveiro escorria pelos nossos corpos.

— Ainda tem mais. — murmurei, dando uma última estocada fundo. — A mangueira do bombeiro não brinca em serviço.

Oscar riu fraco, com a testa encostada no azulejo e a bunda ainda tremendo ao redor do meu pau.

— Isso não foi gozo… foi uma porra de um resgate de emergência.

Eu saí de dentro dele devagar e assim que a cabeça da minha rola escapou, um volume absurdo de porra escorreu do cu arrombado de Oscar. Um volume grosso e branco, escorrendo pela coxa e caindo direto no piso molhado do boxe, se misturando com a água do chuveiro.

— Porra… olha o estrago — eu comentei, observando.

— Você gozou litros dentro de mim. — comentou ele, ofegante, respirando pesado, ainda com as mãos na parede. — O ralo mal está dando conta.

Eu ri baixo, o virei de frente, me abaixei na frente dele e engoli o pau grosso e duro sem cerimônia. Chupei com vontade, descendo até quase a base, pressionando a língua na parte de baixo.

— Borges… caralho… — Ele soltou um gemido alto.

Não precisei de muito. Depois de três ou quatro movimentos só, Oscar agarrou minha cabeça, tremeu inteiro e gozou. A porra saiu forte, batendo direto na minha cara, na boca, no queixo e escorrendo pelo pescoço. Eu segurei o pau dele na língua e deixei os jatos cobrirem meu rosto enquanto a água do chuveiro tentava limpar e só espalhava mais.

— Isso… goza na cara do bombeiro. — falei com a boca suja, ainda lambendo a cabeça.

Oscar respirou fundo, olhando pra baixo, vendo a bagunça que tinha feito no meu rosto.

— Você é safado… — murmurou, mas estava sorrindo, satisfeito.

Eu me levantei, passei a mão no rosto e chupei os dedos, ainda com gosto dele.

— E você é um putão que goza rápido pra caralho depois de levar uma mangueira dessas.

A água continuava caindo sobre nós dois, lavando parte da porra, enquanto o cheiro de sexo e sabão barato tomava conta do boxe.

Eu peguei o sabonete do suporte e comecei a passar no corpo de Oscar com calma, lavando a barriga peluda, o peito e depois descendo até a bunda ainda sensível. Ele ficou quieto, respirando fundo, deixando eu cuidar dele.

— Tá doendo? — perguntei, passando a mão com mais cuidado na entrada dele.

— Um pouco… mas do jeito bom. — respondeu, a voz rouca. — Você mete pesado pra caralho.

Eu ri baixo e virei ele de frente, lavando o pau e as bolas dele também.

— Mas você adorou, não é?

— Claro! Amo uma pegada de macho de verdade. — disse ele, pegando o sabonete e retribuindo o favor.

— Bom saber.

Senti ele passando a mão grossa no meu peito e na barriga, descendo até limpar minha rola ainda sensível.

Ficamos assim um tempo, só nos lavando em silêncio, deixando a água levar embora o suor, a porra e o cheiro forte de sexo.

Quando desliguei o chuveiro, o boxe ficou só com o barulho da água escorrendo pelo ralo.

Oscar puxou a cortina um pouco e olhou pra fora.

— Ainda sem ninguém.

— Bom. — respondi, pegando duas toalhas que estavam num gancho perto. Joguei uma pra ele.

Enquanto nos enxugávamos, ele me olhou de canto e deu um sorriso cansado.

— Você sempre fode assim ou hoje foi especial?

— Depende do cu que aparece na minha frente — respondi, passando a toalha no cabelo. — O seu aguentou bem.

Oscar soltou uma risada baixa.

— Aguentei, mas vou sentir essa mangueira o dia inteiro.

Eu me aproximei, passei a mão na nuca dele e o encarei.

— Então descansa. E se quiser sentir de novo… é só me achar amanhã em algum aparelho.

Ele sorriu, ainda ofegante, e assentiu.

— Pode deixar. Eu procuro.

Nós dois nos vestimos em silêncio, ainda com o corpo quente e as pernas um pouco moles. Antes de sair do vestiário, Oscar me deu um último olhar por cima do ombro, safado e satisfeito.

Eu só ajeitei a regata e saí atrás dele, ainda com um leve cheiro de sexo grudado na pele, já pensando que aquele treino tinha valido muito mais a pena do que qualquer série de agachamento.


Fim


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Urso da Academia enfrentou a Mangueira do Bombeiro

Codigo do conto:
271782

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/09/2026

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