Mas não foi o unico episódio em que sai um pouco da linha. Eu morava em uma casa pequena, ao lado da casa da minha avó, que cuidada dos meus filhos para eu trabalhar. E religiosamente, ela me pedia para buscar pão em dois horários, as 08h da manhã, e por volta de 17h. Nessa padaria, o dono era um ex-peguete meu. Que por sinal, sempre fez o serviço muito bem feito, sabe? Um pau grande, grosso, e usado sem nenhuma piedade. Para provocar, eu raramente usava roupas conservadoras, era sempre vestidos decotados, e ele, toda vez, me cantava. Mas, sempre foi somente isso. Nunca passou disso. No máximo, uma ou outra conversa no WhatsApp, mas também nada muito quente.
Um dia, sai com Bruno, e fomos novamente ao Mutley, o mesmo bar da vez passada, mas dessa vez, com meu namorado. Ao entrar, algum rostos conhecidos, mas ninguém teve ousadia de falar nada. Como estava com meu namorado, aceitei um ou dois drinks, nada além disso, realmente levei bem a sério a promessa de não beber mais de modo extravagante. Durante a festa, nos beijamos muito, nos pegamos de maneira mais quente (morno), e eu fiquei com muito tesão, e por volta de 3 horas, resolvemos sair da balada, mas, não fomos ao motel, Bruno disse que precisava trabalhar e foi para casa, me deixando em minha casa, com muita vontade.
Eu fiz barulho no portão, as 4 horas da manhã, e minha vó, achando que tava cedo, pediu para eu buscar pão. Eu, esperta que sou, não neguei. Estava de salto, vestido curto, sem calcinha, e um decote bem grande (mesmo, até o umbigo), meus peitos originais, não eram tão empinados quanto os de hoje (com silicone), mas nunca foram pequenos, eram bem chamativos.
Quando cheguei na Padaria, o dono, os dois padeiros, e um atendente estavam entrando. E ele muito esperto, me cantou na frente de todos, e me convidou para entrar, disse que já ia me atender. Eu entrei, e todos foram para seus afazeres, ele me convidou para subir ao escritório, para aguardar, o pão assar. Enfim, subi com ele. Não era bem um escritório, era uma parte de cima da padaria. Tinha somente um vidro e uma mesa, de baixo, dava para ver, se olhasse para cima. Chegou lá, e perguntou de mim, perguntou o "por quê" das minhas roupas aquela hora da manhã. e fez uma pergunta indiscreta. "Você ainda continua com aquela mania de não usar calcinha e nem soutien?". Eu escutei um risinho lá embaixo, eram os padeiros. E para não ficar ruim, disse que "não, que eu sempre usava". Ele então, safado que era, me puxou na brutalidade, e me debruçou na mesa. E levantou meu vestido. Eu viu que eu estava sem nada. Deu um sonoro tapa na minha bunda. (Seguido de novos risos e curiosidade lá embaixo). E disse, "Que menina mentirosa, vou te ensinar e não mentir mais para os mais velhos". Eu ri, sabia o que vinha, ele era meio sádico. Tirou o cinto, e deu 3 cintas em minha bunda. PQP! Eu amava isso! Depois me fez dizer "Que nunca mais mentiria, e que estava sem calcinha sim". Eu admiti. E novamente, escutei os passos na parte de baixo. Certamente, estavam a espreita.
Em seguida, ele me sentou sobre a mesa, e disse
_ Soutien você também não usa né? Olha esse decote.
Eu propositalmente menti, e disse que usava. Ele foi então e puxou meu vestido. Acho que a intenção não era rasgar, mas, ele rasgou e eu não só fiquei com os peitos de fora, mas com ele praticamente rasgado até o inicio do bumbum. Ele até saiu do personagem, pedindo "desculpa".
"Eu então, disse, e agora, eu vou pelada pra casa?"
Ele disse que não, que iria com uma camiseta dele, mas que antes, ia levar uma surra por ter mentido novamente. Eu então peguei o cinto dele, e joguei lá embaixo. E disse "Vai me surrar com o que?"
Ele então, me jogou sobre a mesa, e me comeu com força. E eu gemi, não conseguia controlar. Aquele pau dava porradinhas no meu utero. Ele me comeu com força, por uns 5 minutos diretos, e eu gemendo, e os padeiros só olhando lá de baixo. Eu não conseguia ver, mas conseguia ouvir. Eu perdi a conta de quantas vezes, gostei naquelas metidas gostosas. Mas ele nunca gozava rápido. Me virou de costas, e mandou em "empinar a bunda". Eu empinei. Ele deu um tapa forte, e marcou a mão dele ali. Então, pegou algo na gaveta, lambuzou o pau dele, e apontou aquela tora imensa para meu sensível cuzinho. E antes que eu pudesse dizer algo, senti a cabeça entrando.
Eu protestei, "atrás não, não to prepar.....AAAAAAAAAAA" senti aquele pau me rasgando, e todos ouviram. Eu não gemi, eu GRITEI, e foram uns 10 minutos até ele gozar no fundo do meu cu.
Então ele sentou para se recompor. E eu fiquei ali, olhando para ele, com cara de tesão e sentindo começar a escorrer pelo meu cuzinho, sua porra quente. Então ele deu uma ordem. Tem uma camisa lá no meu carro, pode ir lá, essa hroa não tem ninguém na rua. Pede para os meninos abrirem pra você.
Eu disse que não iria. Ele então deu outro tapa na minha bunda. "Você é exibida, anda assim, quase pelada e sem calcinha e soutien, não liga não, eles já viram tudo. Você pode estar casada, mas sempre ser a minha putinha, quando quiser vir aqui, buscar seu pão, eu vou estar sempre por aqui".
Eu corei, me senti estranha, mas desci, pelada, de salto, e com o cu escorrendo porra. Pedi para o menino abrir a porta, totalmente pelada, eles me olharam de cima em baixo. E abriram. Na rua, quase ninguém, mas alguns me viram e assustaram. Peguei a camisa dele e entrei com tudo. Eu ainda estava nua, e com a camisa na mão. Ele então estava lá embaixo. E me pegou pela mão, e me rodou para todos os funcionários dele virem. Depois me virou de costas, e pediu para um funcionário, ajudar meu me limpar.
Eu disse que me limpava sozinha, mas ele disse. "Não tem como, ai atrás você não enxerga direito". O menino então com um papel higienico limpou o meu cuzinho, e disse que tinha um pouco de "sangue" também. Ele disse que tinha pomada para assadura lá em cima, e o funcionário subiu. E eu fiquei ali, toda exposta, aguardando. Ele então desceu, e mandou o menino lambuzar bem. E depois ainda, enfiou o dedo no meu cu, para passar dentro. Depois o menino ainda disse que eu tava lambuzada na frente.
Eu então vesti a camisa de botão, branca, que mal cobria a minha bunda, e fui a pé para casa. Cheguei com muito tesão em casa. E ainda tive de tocar uma para me acalmar.
Toda vez que vou lá, todos me tratam bem. Meu marido já foi comigo lá, e nunca suspeitou de nada.


brunokasalmoderno