Sou uma boa esposa? - 3

Sou uma boa esposa - 3


Depois do ultimo episódio, eu fiquei bastante chateada comigo mesmo, eu parecia fora de controle, e estava passando por situações vexatórias, e decidi assumir firmemente meu namoro com Bruno. No fundo, eu sabia que era o melhor caminho para minha vida. Nessa época, Bruna era aluno de uma escola de militares, em São Paulo. Ele ja era do ultimo ano, então, morava fora do batalhão em uma república com mais alguns colegas. Em um fim de semana, ele me pediu para visita-lo.

Era uma casa simples, confesso, que pelo cargo deles, eu esperava algo bem melhor. Era basicamente uma édicula superior, da casa do proprietário. Em cima, tinha um comodo grande que era cozinha e sala, e 3 quartos grandes, cada um, tinha 3 camas, e no fundo, era um banheiro, com 2 espaços com vaso sanitário, e 2 com chuveiros, não tinha porta, era apenas uma cortina de plástico (isso ele não errou no relato dele). Quando vi a casa, confesso que não entendi o que passava na cabeça do Bruno. Por um momento, pensei até que era uma vingança comigo, e que ele tinha descoberto algo. Eu era a unica mulher na casa, e iria ficar ali o fim de semana todo. Inevitalmente, eu iria trombar com eles pelados, somente por uma fina capa de plástico quando estivessem tomando banho, e o mesmo aconteceria comigo. Apesar do Bruno ter juntado duas camas de solteiro, eu ainda dormiria com dois colegas dele no quarto. Enfim, não vi propósito nenhum de passar por aquela situação. E em minha cabeça, duas coisas podiam estar acontecendo.

A primeira, eu imaginava que ele era inocente, e não imaginava a malícia dos colegas. E a segunda, é que ele não era nem um pouco inocente, sabia da namorada que tinha, e queria ver até onde eu estava disposta a ir. Pois bem, ele queria me testar, então, que assim fosse.

Ele já narrou isso aqui. Sob a visão dele, e sobre a minha visão que contei a ele. Mas, em nenhuma delas, eu estava escrevendo e relatando. Então, vamos resolver.

Eu não vou fazer vários contos, para contar uma única história, então, esse conto deve ser um pouco mais longo, tudo bem por vocês?

Bom, algumas coisas que ele colocou na minha versão, são relatos que eu falo sempre para ele. Eu gosto de homem grande, alto, forte, nada de muito magricelo. E ali, todos eles eram militares, em otima forma e vigor físico, andando sempre com bermudas, cuecas, ou de toalha pela casa. Eu podia olhar, sem nenhum pudor, afinal, nenhuma mulher ali para me julgar. E eu não disfarcei nenhum olhar, isso eu posso garantir. Logo no primeiro dia, rolou um churrasco, que era algo que eles adoravam fazer. E nesse churrasco, depois de matarem a primeira garrafa de vodka, começou um jogo da verdade ou desafio. O papinho era que era para quebrar o gelo. Na prática, eles queriam é saber o quão safada eu era, e eu não ia esconder.

Primeiro vieram as perguntas clássicas. E as respostas eram de que eu não importava da estar entre homens, por mim, eles podiam andar com cueca ou até sem, e que meu namorado que me levou para lá, e ele que teria que se acostumar com isso. Depois foram subindo o nível, falei que nunca tinha traido meu namorado (mentira) e que gostava de 4 (verdade), e que não tinha problema com sexo anal (verdade). Depois foi melhorando. E expliquei que eu tomaria banho normalmente, andaria ali, como ando em casa, que não tenho habito de usar calcinha e nem soutien, e que não ligo que olhem para mim, e até gostava. Haviam desafios também, leves, como chupar uma banana, e depois chupar uma banana, segurada por um dos meninos, na altura do pau dele. Medianos. Dançar funk, provar que estava sem calcinha. E um um pouco mais pesado. Que era adivinhar pelo volume, quem tinha o maior pau. Chutei um dos meninos (mais tarde, descobri que era um dos maiores, e não o maior).

Nesse dia rolou uma brincadeira de colocar gelo. E foi ali que me toquei da real intenção do Bruno. Primeiro, Bruno colocou gelo em minha bermuda (eu estava de bermuda de lycra), depois eu coloquei na dele, e nos outros meninos. Certa hora, Bruno me segurou pelos braços, e pediu para eles colocarem gelo na frente, eles puxaram a minha bermuda, e eu estava sem calcinha, devem ter visto a minha bucetinha. (Ninguém faz isso, se não quer ver pegar fogo)

No dia seguinte, quando fomos limpar tudo, o Bruno ainda dormia, e eu estava de camisetão limpando a cozinha, quando um dos meninos acordou. Gabriel. Ele me viu só de camisetão, e percebi que ficou de pau duro, pois seu pau marcou na cueca. Eu o chamei, e disse que tinha café, e enquanto tomavamos, ele me olhava, e eu olhava ele. Eu disse que estava lavando a louça. Ele então perguntou _ duvido que não usa calcinha, com essa camiseta ai, iria mostrar tudo. Eu não respondi, só levantei a camiseta, de costas para ele lavando louça, e mostrei a minha bunda. Ele quase engasgou com o café, e logo chegaram outros meninos.

Eu desci então, para lavar a sacada, e estava ali com a mangueira, me molhando "sem querer", e molhando que chegasse ali. Logo, chegou outro menino, o Barbosa, e pedi para ele ir jogando agua, para eu puxar com o rodo. E em uma das minhas inclinadas, ele jogou agua na minha camiseta, deixando ainda mais indecente. Ele usava uma cueca, e eu o molhei também. O que deixou ele muito marcado, pois ele era negão, e usava uma cueca branca. O pau dele era grande, e estava duro. E eu com os peitos marcados na camiseta também. Entramos na casa, os dois, praticamente nus, pois molhados, não se escondia nada.

Eu passei perto do meu namorado, e ele me deu um tapa da Bunda, dizendo que eu tava provocando todo mundo ali. Os meninos riram, falou que a bunda que eu tinha, um tapa daqueles, nem dava para sentir. E quando virei, Barbosa, ainda molhado, deu um tapão em minha bunda, cravando seu dedos em meu bumbum e pegando com força. Eu dei um gritinho, e dei uma pegada no pau dele, e apertei as bolas dele. E falei que sei me defender também.

A hora do banho, era sempre a atração turistica da casa, quando eu tomava banho, todo mundo queria ficar passeando no banheiro, só para ver um pouco através da fina cortina de silicone. E eu, mantive, sempre sem calcinha, em todos os dias que fiquei na casa. Eu subia, descia, abaixava, assistia TV, sempre bem "acessível", sempre dava para ver algo, e eles sempre olhavam.

No fim do dia, eles estavam treinando jiu-jistu na sala, e eu fiquei ali, vendo os movimentos. "Movimentos". Eu estava olhando eles ali, de pouca roupa, em casa posição sugestiva. E logo, me colocaram para "aprender". Era montada para cá, e esfregava a bucetinha no calção deles. Viravam eu de frente, e encaixavam em cima. Certa vez, eu ameacei morder. E o barbosa me deu uma "surra" de pau mole, e eu acabei mordendo o pau dele. Fizeram brincadeira até de eu sair correndo, e ver se eles conseguiam me "imobilizar" e "abusar" de mim. Eu perdi tantas vezes, que perdi a conta. Já tava descarado, eles davam tapinhas na buceta, esfregavam nela, e até enfiar gelo dentro dela, e chupar eles fizeram. MAAS, sem sexo. Só BRINCADEIRA, entende?

Bruna assistia, sem falar nada. E eu fui subindo o nível.

Já no segundo dia da minha estadia, acordei de manhã, com todos entrando no quarto e fazendo montinho em mim e no Bruno. Só que propositamente, eles amassaram a cabeça do Bruno no colchão, enquanto um, no meio das minhas, fez a questão de me chupar, sem eu conseguir ver quem era. Quando eu levantei, eu disse que senti, as linguadas, mas que não sabia de quem era. - Bruno ao invés de impedir, somente deu risada. Os meninos sentiram confiança com isso, e eu também.

Na hora do almoço, ia ter uma festa em outra república, e o Bruno pediu para ir em bem arrumada, pois iam alguns comandantes de outras unidades. Pois bem, tomei um banho, depilei toda, creminho, perfume, salto alto, um vestido midle (um pouco acima do joelho) e um decote bem sensato, nada do que costuma usar. A casa, depois fui descobrir, era de um major da PM, e tinham várias familias, era realmente uma festa conservadora. Meu namorado, pela primeira vez me apresentou como esposa, e acho que só ai que eu acreditei nele... Ele realmente queria alguém como eu, do meu jeito, para casar.

Terminamos e voltamos a república, e fomos para casa, e o Gabriel elogiou meu look, dizendo que nem parecia a "nudista" que estava ali no primeiro dia. Eu fui até ele, toda arrumada, coloquei meu pé no meio da perna dele (ele estava sentado no sofá) e empurrei ele, depois subi em cima dele, e falei em seu ouvido "por fora a roupa muda, por dentro, permeço a mesma", ninguém ouviu, mas sentiu a minha bucetinha esfregando na perna dele, e babada. E eu levantei. A hora que eu fui levantar, ele me puxou no seu colo, e disse _Provoca não ein! Eu peguei e dei uma rebolada no colo dele. E sai novamente.

Tomando riu dele, ele para recuperar o restinho de masculinidade que lhe sobrou, tirou a bermuda e e disse.. _ Duvido que vem agora!

Eu coloquei um funk, no celular, e joguei ele no sofá, com o salto, pisei sobre o pau dele, e fiz sinal para ele ficar em silência (coloquei o dedo na boca dele). Virei, e sentei novamente, com força, para esmagar as bolas dele, e depois passei a minha bucetinha várias vezes no pau dele, quando eu sentia entrando a cabecinha, eu tirava, e rebolei, rebolei, algumas vezes ele quase enfiou, mas eu sai, quando a musica terminou, ainda dei um tapinha no pau dele, e chamei ele de "fraquinho".

Todos riram, e ficamos na sala ali, tomando cerveja e vendo TV. Um dos meninos lembrou que segunda eles tiram prova de CDC (Controle de Disturbio Civis) acho que é isso, e que nessa prova, o professor faz uma chamada oral, e eles precisam acertar 5 perguntas, mas na sala, eles jogam gás de pimenta, batem porrete neles, para submete-los a pressão. E eu tive a brilhante idéia para treina-los!

Foi quando rolou o desafio, não tinha aquelas regras que o Bruno falou não, era só, quem aguentava continuava, quem gozava saia. Eu fui então para trás da bancada da cozinha, e um a um iria lá, tiria tirar a roupa, e eu faria um boquete, e os meninos foram 5 perguntas, se gozasse, ou errasse, estava fora. Terminando a sessão, eu estava com porra escorrendo na boca, e no rosto. Não tinha um prêmio, nem era um gincana. Foi só mais uma "brincadeirinha gostosa".

E por mais incrível que possa parecer, nesse evento, ninguém me comeu. Eu não tinha essa "intimidade" com o Bruno, para fazer na frente dele. (por trás, de boa kkkk). Mas ali, rolou uns boquetes, e exibicionismos mais intensos, mas era o início da descoberta desse relacionamento, então, tudo era muito restrito. Eu não sabia que ele gostava.

Foto 1 do Conto erotico: Sou uma boa esposa? - 3


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico brunokasalmoderno

Nome do conto:
Sou uma boa esposa? - 3

Codigo do conto:
271858

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
09/09/2026

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2

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