Ele chegou por trás, passou a venda nos meus olhos e falou baixinho que tinha uma surpresa. Fiquei ali no escuro, meio bêbado, ouvindo a campainha tocar. Ouvi passos, vozes masculinas cumprimentando. Uma delas perguntou, bem alto:
— Essa é a putinha?
Antes que eu entendesse direito, já estavam me tirando a roupa. Eu tentei reagir, mas a Catuaba tinha me deixado lento demais. De repente eu estava nu, de joelhos, e senti um pau grosso bater na minha boca. Algo metálico riscou minha língua — piercing. O cara me segurou pelo cabelo e meteu fundo, me dando tapa na cara.
— Chupa direito, putinha.
Outro cara já estava atrás, alisando minha bunda, cuspindo no meu cu e enfiando o dedo. Eu gemi contra o pau do piercing, tentando dizer que não, que estava confuso… mas o dedo foi entrando, abrindo, e logo o pau grosso se encaixou na minha entrada. Ele empurrou de uma vez. A dor ardeu forte, me arrombou sem piedade. Eu gritei no pau que me calava, tentei me mexer, mas os dois me seguravam firme. Um na frente me enfiando a rola na garganta, o outro atrás me socando sem dó.
A dor durou uns dois minutos cruéis. Depois o corpo começou a ceder. Eu estava bêbado, vendado, sendo usado, e aos poucos o pau no meu cu começou a bater no ponto certo. Eu ainda tentava resmungar, mas a boca estava ocupada demais. Eles me davam goles de Catuaba de vez em quando, me mantendo mole.
Trocaram de lugar. O do piercing, com a joia fria e dura, meteu no meu cu. Cada estocada fazia o metal raspar lá dentro. Eu gemia, choramingava, mas o pau na minha boca me calava. Quando finalmente consegui pedir para tirar a venda, vi meu amigo filmando tudo, punhetando, com um sorrisinho safado.
O cara do piercing tinha várias tatuagens. O outro era definido pra caralho, peito largo, braços fortes. Ele deitou e me puxou pela cabeça para eu chupar. Enquanto eu engolia a rola dele, o do piercing continuava me arrombando por trás, me dando tapa na cara, me mandando chupar mais forte. Eu chupei até o definido gozar direto na minha língua. Lambi tudo, engoli, ainda com o gosto amargo da porra misturado com a Catuaba.
O definido foi embora. O do piercing cheirou alguma coisa e me deu o pau de novo. Tinha um gosto estranho, químico. Eu chupava mesmo assim, enquanto meu amigo e ele revezavam no meu cu. Em algum momento o piercing tirou a joia porque disse que estava sensível demais. Me jogou na cama e me comeu mais meia hora, fundo, sem parar, até encher meu cu de porra quente.
Quando me dei conta, eu estava sentado no piso frio do banheiro. Dois paus na minha cara. Eu lambia, chupava, ainda meio zonzo. De repente um deles mijou direto na minha boca. O jato quente e amarelado encheu minha garganta. Eu engasguei, tentei virar o rosto, mas me seguraram e mandaram engolir. O outro também descarregou em mim. Fiquei coberto de mijo e porra, o cheiro forte subindo pelo nariz.
Meu amigo ainda tentava achar mais gente no Grindr, mas já era duas da manhã. Ele desistiu, me deixou ali caído, cu escorrendo porra do cara do piercing, corpo todo sujo. Eu me arrastei até a cama e desabei.
Acordei no dia seguinte todo mijado, o cheiro de pau, porra e mijo impregnado na boca e no nariz. O cu ainda melado. A parte de dentro do lábio, onde os dentes batem, estava toda machucada de tanto chupar à força. Ardia pra caralho quando eu tentava comer qualquer coisa. Ainda peguei um resfriado fodido.
Mas enquanto eu estava ali, deitado naquela bagunça, sentindo o corpo doer e o cu ainda aberto… eu percebi que tinha gostado. Que a falta de controle, a força, a humilhação, o fato de eu não ter podido parar nada… tinha me deixado mais excitado do que qualquer putaria consensual que eu já tinha feito.
Agora estou tentando combinar de novo. Videos do dia no meu perfil.
Votado. A única coisa melhor do que ser arregaçado, sem dó, por um roludo sacudo e pentelhudo é ser arregaçado por vários ao mesmo tempo e quanto mais melhor, até terminar arregaçado, cuspido, esporrado e mijado que é como eles marcam sua propriedade. A dor e a humilhação fazem parte do dia a dia de quem dá sem dor e humilhação, sem tesão. E quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram, tem qua aguentar tudo e pedir mais. Pena que eram só 3.
É uma delícia ser usado assim