Meu nome é Rick, tenho 36 anos, moro em Campinas. Vivo procurando macho pra me estuprar de verdade, sem dó. Às vezes vou em cinema pornô em São Paulo, às vezes fico fantasiando com pedreiro de obra, traficante, qualquer homem bruto. Numa dessas buscas conheci um cara num aplicativo. Falei direto pra ele: eu curto ser enrabado sem piedade, me responsabilizo por tudo, se eu pedir pra parar ele pode continuar, pode me estuprar de verdade. Fui empurrando ele pra cima, incentivando. Ele topou e marcou de vir em casa.
Trinta minutos depois ele chegou de moto. Pediu pra guardar a moto na garagem do prédio e eu dei um jeito de abrir. Assim que entrou no apartamento já levou a mão na minha cara. O tapa veio seco.
— Falou que quer ser estuprado, né putinha?
Eu só olhei pra ele, ainda processando. Veio o segundo tapa. Ele me agarrou, me beijou com força, mordeu minha boca até doer, me empurrou de joelhos no chão e abriu o zíper. Tirou uma rola não muito grande, mas grossa, e já enfiou na minha boca de uma vez. Enquanto eu engasgava ele ia tirando a roupa dele e a minha, me dando tapa no rosto e cuspidando:
— Puta… vadia… ordinária… vou te arrombar, sua piranha.
Me arrancou a roupa toda e me jogou deitado no sofá, cabeça pendendo pra trás, quase caindo. Começou a socar a rola na minha garganta, fundo, fazendo eu engasgar, o pau passando e voltando. Uma hora ele deixou a rola cravada e não tirou. Eu comecei a perder o fôlego, o peito ardeu, o desespero subiu. Tentei empurrar ele com as mãos, tremei, o reflexo de vômito veio forte. Ele só tirou quando eu já estava no limite. Cuspi um pouco no chão — quase nada, porque eu não tinha comido. Meu rosto estava vermelho, os olhos marejados.
Tentei colocar um dedo no cu pra começar a abrir. Fazia um mês que eu não dava. Ele viu, segurou meu pulso com força e puxou minha mão embora.
— Não. Vai entrar seco o suficiente.
Me virou de costas no sofá, colocou camisinha, passou um pouco de lubrificante só no pau dele, pegou o celular e começou a filmar. Encostou a cabeça da rola no meu cu e, sem nenhum aviso, socou a porra toda de uma vez, com toda a força.
Eu gritei. Gritei alto. A dor foi a maior que eu já senti na vida. Parecia que ele tinha rasgado tudo por dentro. Desesperei, tentei sair rastejando pra frente, ele tentou me segurar, largou o celular, me puxou de volta. Eu fugi por cima da cama, ele atrás, tentando enfiar de novo. Meu cu latejava, doía pra caralho, latejava forte por vários minutos. Eu estava tremendo, ofegante, com o corpo todo tenso.
Aos poucos a dor foi baixando de intensidade. Ainda doía, mas eu consegui ficar. Ele voltou a meter. Foi entrando mais, empurrando, abrindo. Em algum momento ele conseguiu enfiar quase a mão inteira dentro do meu cu, os dedos abrindo enquanto a rola continuava entrando. Eu gemia, choramingava, mas já não tentava fugir. O corpo tinha cedido.
No final ele tirou, me puxou de joelhos de novo e enfiou o pau na minha boca. Gozeu fundo. Eu engoli tudo, ainda com o gosto de lubrificante e da minha própria saliva misturado.
Tenho o vídeo. A hora que ele soca a rola no meu cu e eu grito está gravada. A hora que eu chupo e engulo também, com o meu rosto aparecendo. Na hora foi foda. A dor foi real, o desespero foi real, a tentativa de fuga foi real. Mas depois, quando eu lembro… o tesão sobe forte. Quero de novo.
Delícia adorei?!
Votado. A única coisa melhor do que ser arregaçado, sem dó, por um roludo sacudo e pentelhudo é ser arregaçado por vários ao mesmo tempo e quanto mais melhor, até terminar arregaçado, cuspido, esporrado e mijado que é como eles marcam sua propriedade. A dor e a humilhação fazem parte do dia a dia de quem dá sem dor e humilhação, sem tesão. E quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram, tem qua aguentar tudo e pedir mais.