Sou gay, moro em São Paulo, não tenho cachorro, mas vivo buscando dogs machos pra me fuder e engatar no meu cuzinho. Já engatei algumas vezes e tenho vídeo. Estava procurando num portal de bate-papo em Campinas e quase desistindo quando um cara me chamou direto no Telegram. Era sábado, umas 22h30. Ele disse que queria alguém pra chupar o dog dele naquela mesma noite. Afirmou que o cachorro era meio submisso e que não ia tentar meter, que eu ia só chupar. Mesmo assim peguei o carro e fui.
Ele morava sozinho num bairro longe, casa pequena no meio de um terreno grande. Uns cachorrinhos pequenos me receberam no portão. Tinha também um vira-lata médio pra grande, mistura de dálmata com caramelo, porte já bem grande. Olhei pra ele e pensei: esse vai meter sim.
Avisei que cheguei e o cara me recebeu. Entramos, fomos pro quarto. Eu já tirei a roupa. A gente se beijou, ele me deu um tapa na cara e me forçou a ficar de quatro no chão.
— Beija o cachorro. Beija muito.
Fui beijando o focinho do dog, alternando com a boca no pau do dono. Ele me forçou a abaixar mais e lamber o pau do cachorro, que já estava saindo da capa, vermelho e pontudo. O dog estava excitado e tentava pular em cima de mim. Enquanto eu lambia, o dono foi pra trás e começou a lamber meu cu com vontade, deixando tudo molhado, enfiando a língua, mas sem colocar dedo.
Chamou o cachorro. O dog veio rápido, lambeu meu cuzinho algumas vezes e já pulou nas minhas costas. De primeira montou, me agarrou com as patas e meteu o pau até o nó, forçando tudo de uma vez. Senti uma dor fina e forte. Fazia tempo que eu não dava pra ninguém. O pau dele é meio fino na entrada, mas mesmo assim arrombou. Entrou tudo e o nó começou a inchar dentro de mim.
O dono parou na minha frente, batendo o pau na minha cara e me dando tapa com a mão.
— Chupa, putinha.
Eu chupava o pau dele enquanto sentia o nó do dog inchando e me prendendo. Fiquei engatado feito cadela. O cachorro começou a gozar, enchendo meu cu de porra. Eu sentia escorrendo pelos lados. O dog tentou descer das minhas costas e eu vi estrelas. O nó puxou por dentro e doeu pra caralho, mas não saiu. Ele conseguiu descer e ficamos de bunda com bunda, o pau dele preso no meu cu.
Eu reclamei de dor por causa do movimento. O dono me deu um tapa seco na cara e mandou eu calar a boca:
— Cadela não tem voz.
Socou o pau até o fundo da minha garganta e segurou minha cabeça até eu engasgar, lacrimejando, sentindo a dor de estar engatado e sendo usado. Me senti completamente cadela. Propriedade daquele dog que eu “só ia chupar” e propriedade daquele homem.
Fiquei preso uns dez minutos, sentindo a porra do cachorro me preenchendo. Depois meu cu começou a piscar por dentro, o nó amaciou um pouco e de repente saiu tudo de uma vez: o pau, o nó e um tanto de porra. O dono me fez lamber o pau do dog até limpar tudo e ainda me fez lamber o chão onde a porra tinha escorrido.
Me deu mais um tapa, me puxou e enfiou a rola dele no meu cuzinho sem camisinha. Meteu e gozou em menos de trinta segundos, misturando a porra dele com a do dog. Depois me deu o pau pra eu limpar com a língua.
Pegou minha roupa, limpou o pau do cachorro, limpou o chão sujo de suor e porra, me deu a roupa de volta e mandou eu ir embora. Falou pra voltar na semana seguinte.
Ainda tenho o contato. Acho que vou voltar sim.
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