Pois bem, o meu marido sabe que sou uma mulher que sinto muito tesão e quando estou excitada fico muito molhada ou melhor fico encharcada e por isso fico louca em dar a xana, a bunda uto, tudo pois gosto de as vezes sentir uma pequena dor e o sexo anal me da essa dor misturada com prazer.
Dois dias depois ele me perguntou: - Você ficou afim de dar pra ele? Aquilo tudo fazia me sentir uma puta sem nem um pingo de vergonha. Respondi: - Ah! Você sabe que sim, né? Ele me olhou e disse: - Então...eu não ia te dizer mas, já que você quer...esse cara já esteve preso por drogas.
Eu resolvi dar uma chance pra ele porque um amigo me pediu. Temos que tomar muito cuidado! Eu, espantada respondi: - Nossa, amor! Agora faz sentindo o que você está me contando. Bem que achei ele meio mau encarado, atirado, e um pouquinho agressivo! Pior, é que ele tem o número dos nossos celulares, né? O meu marido disse: - Fique tranquila! Acho que ele deve ter mudado, sei lá! Porque faz esses serviços na casa de alguns conhecidos meus e ninguém disse nada contra ele! Fiquei pensativa porque ele era do tipo atrevido. Daquele que olha a mulher de cima até embaixo e encara.
Bem, duas semanas depois.
Eu e o meu marido tinhamos ido passar o feriado na praia, e como o litoral estava muito cheio, decidimos voltar mais cedo e pegamos a estrada já eram 8 horas da noite.Chegamos em casa e notamos que as luzes estavam acesas, e pensamos que um de nós havia esquecido de apagá-las.
Entramos sem preocupação e deixamos as malas no chão da sala e subimos para o quarto, pois estavamos cansados e queriamos dormir. Quando entramos no quarto, levamos o maior susto. havia um negão enorme com uma arma na mão. Ele nos rendeu e nos mandou calar a boca para terminar o roubo.Ficamos ali sentados na cama apavorados. Começava a colocar algumas coisas numa bolsa velha que ele tinha e derepente olhou para mim que estava de saída de banho e por baixo ainda de biquíni e falou: - Levanta aí dona! Eu tremia mas, obedeci! E, ele continuou: - Tira essa saída de banho aí! Fui tirando e deixando ele me ver de biquíni. O biquíni, além de minúsculo é bem transparente e tenho certeza que o deixou completamente excitado.
Olhei pra ele e percebi que o pau dele aumentou de tamanho por baixo da calça de moleton que ele vestia. Foi ficou mais duro, aumentando e começou a pulsar por baixo da calça dele. Fiquei mais assustada de tão grande, mau cabia dentro da sua calça, apesar de tudo, fiquei excitada, e logo percebi que a minha calcinha do biquíni havia molhado, e meu bumbum ficou gelado desejando ser tocado por aquele pau enorme que havia ali na minha frente. Virou para o meu marido, alisando o pau por cima da calça e disse que estava afim de uma trepada e que queria a mulher dele.
Percebi que o meu narido ficou com muita raiva, mas não podia reagir e eu me debatendo agarrada pela mão enorme dele, quando ele nos disse : - É só ela fazer o que eu quero que nada acontecerá a vocês, eu juro. Apavorada e chorando perguntei se poderia conversar com o meu marido antes. Ele me soltou e disse: - Pode! Mas ali no canto do quarto pra eu não tirar os olhos de você! Falei baixinho pro meu marido: - Eu temo por nós dois e decidi realizar a vontade do ladrão. E o meu marido respondeu: - Confesso que estou com muita raiva e ao mesmo tempo com tesão, pois há algum tempo você havia me dito que gostaria de experimentar uma piroca negra, só para ver como era, então imaginei que mesmo a contragosto você vai reaizar o seu sonho. Eu dei um beijo nele e respondi: - O nosso né? Porque você também me disse que gostaria de me ver com outro! Ele então quase gritando falou: - Chega! Já conversaram demais! Mandando o meu marido ficar lá na cabeceira da cama, sentado ainda falou: - Vem pra cá dona! Vim só pra fazer um roubo e ainda vou faturar uma gostosa, na frente do marido.
Ele então, abaixou as calças e uma rola enorme saltou para fora. Eu, sem pensar instintivamente dei um grito de susto ao ver o tamanho da rola do negrão. Sei lá qual era o tamanho do comprimento e era muito grossa. Ele rindo, disse: - Assustou né? Olhei assustada e sem ação para o meu marido que também olhava aquilo com espanto. Então, ela me segurou pelo braço e me puxou para junto do seu corpo. Era forte, tinha cheiro de macho. Enlaçou minha cintura e eu senti o volume duro contra a barriga.
Que situação, eu ali só de vestida com um biquíni minúsculo e transparente, na frente do meu marido, sentindo o corpo dele me apertando inteira. Depois subiu a mão pela minha coxa me fazendo estremecer de mêdo e prazer, me virou de costas pra ele, me agarrou pela cintura e eu pude sentir aquele pau imenso duro nas minhas costas, no mesmo instante levei a mão para trás segurei naquele mastro. O meu marido percebeu que de certa forma eu estava gostando de tudo aquilo e continuou vendo tudo.
Daí, me virei, ficando de joelhos na frente dele e comecei a alizar com a mão aquela coisa preta e enorme. Alisei tanto o cacete do negão com tanta vontade que parecia que estava realizada.
Em seguida pus a mão em volta do pauzão negro e não consegui fechá-la de tão grosso.
Comecei a lambê-lo na cabeça, que mais parecia um maçã de tão grande (exagero..rsss..) mas, eu mau conseguia enfiá-lo na minha boca.
Me deu um tesão enorme ... comecei a alisar o clitoris com a outra mão por dentro da calcinha do biquíni e quase gozei. Sentindo aquele cacete enorme na minha mão me vindo uma vontade enorme de lamber cada pedacinho dele. Disfarcei e olhei para o meu marido e naquela hora vi que ele estava de pau duro por baixo da bermuda, passando a mão por cima do tecido. Aquela visão foi pra mim o start para continuar. Se ele estava gostando é porque eu poderia continuar. Então,comecei a chupar e a manipulavar com muita habilidade aquela tora preta. Ele gemia de tanto tesão. Louco de tesão ele me segurou pelos cabelos e disse que iria me ensinar a chupar, (como se eu já não soubesse) pegou os meus cabelos e foi esfregando o seu pauzão no meu rosto até entrar em minha boca, me ensinou a fazer movimentos com a boca e a lingua, fiquei chupando, não sabia como fazer, porque era enorme e grosso, portanto eu babava muito e engolia um pouco, no inicio achei horrivel mas fui me acostumando. Ele se contorcia já de tanto tesão, puxava a minha cabeça pra chupar e chupar. Como se eu conseguisse engolir aquele mastro preto de uma vez, quase morri, mas foi até quase a minha garganta, chupava como louca e deixava aquele homem mais doido de tesão por mim.
E não demorou muito para o assaltante esporrar muito esperma na minha boca que acabei engolindo parte da porra dele e tossindo engasgada, pois foi muita quantidade que o filho da mãe ejaculou no meu rosto e na minha boca.
Quase que imediatamente, me jogou na cama e me colocou de quatro, arrancou a calcinha do meu biquíni e começou a me chupar feito um louco e logo gozei na língua dele. Em seguida me colocou de frente para o meu marido, de quatro e começou a me penetrar, pois aquele pauzão ainda estava duro e não tinha amolecido.
Começou a me fuder sem parar e com muita força, as estocadas surtiam o som da batida da pelvis dele contra as minhas nádegas que me faziam gemer de dor e tesão. Gozei muito. Logo, senti ele esporrando de novo mais dessa vez dentro de mim.
Ele me virou e me fez mostrar a minha xana arrombada e com esperma escorrendo de dentro dela para o meu marido. Me joguei de bruços na cama quase desfalecida.
O assaltante guardou aquela vara, agora já ficando mole e disse que voltaria para terminar a foda, e que não era para denunciá-lo, ou chamar a polícia pois ele voltaria só para me comer de novo
Ele se arrumou disse para o meu marido: - Patrão, a sua mulher é muito boa e sabe chupar e trepar, por isso não vou levar nada pois estou satisfeito por hoje, mas volto logo. Nem tentem fazer alguma besteira porque agora sei onde você moram e como entrar.
Eu, estava tão extasiada e cansada daquela foda animal que adormeci, enquanto que o meu marido foi fechar a casa. Depois de uns 30 minutos, eu levantei fui em diração ao banheiro para um bom banho e o meu marido entrou me falando: - Confesso que fiquei muito irado, mas um pouco conformado e satisfeito por ter realizado sem querer o nosso desejo.
(continua)
Helena