segredo e cumplicidade mae e filho e família 2

Alguns meses se passaram.
Gabriela descobriu a gravidez no banheiro da casa, o teste positivo tremente na mão. O coração disparou. Ela sabia exatamente de quem era. Biel tinha gozado dentro dela tantas vezes, em tantas situações arriscadas, que a conta batia. Ricardo, por outro lado, mal a tocava há semanas — a desconfiança tinha matado o desejo dele.
Ela contou primeiro para o filho, trancados no quarto enquanto Dona Célia entretinha o marido na sala.
— Tô grávida. É seu.
Biel ficou pálido, depois puxou a mãe pela cintura e a beijou fundo, a mão já subindo pela blusa.
— A gente vai criar juntos. Ele nunca vai saber.
Gabriela sorriu contra a boca dele.
— Ele vai achar que é dele. Eu vou fazer ele acreditar.
Dona Célia foi informada no mesmo dia. A sogra fechou a cara por um segundo, depois suspirou e aceitou.
— Então a gente mantém a mentira. Eu ajudo. A Carla também. Mas vocês têm que ser ainda mais cuidadosos.
A tia Carla entrou no esquema sem hesitar. O grupo de mensagens ganhou um novo tom.
Grupo:
Gabriela: “Teste positivo. É do Biel. Ricardo vai achar que é dele. Preciso que vocês me ajudem a manter a farsa.”
Dona Célia: “Combinado. Eu distraio ele sempre que precisar. Cuidem da barriga.”
Carla: “Pode deixar. Eu puxo o Ricardo pra longe sempre que vocês quiserem brincar.”
Biel: “Quero te foder grávida. Logo.”
Nas semanas seguintes a barriga ainda não aparecia, mas Gabriela já usava roupas mais soltas. Mesmo assim as brincadeiras continuavam — agora com um gostinho extra de perigo.
Num domingo de churrasco em família, Ricardo estava na churrasqueira. Dona Célia e Carla se revezavam ao lado dele. Gabriela, de vestido curto e solto, sem calcinha, sentou no colo de Biel na mesa de plástico. O tecido subiu. O bumbum nu encontrou o pau duro do filho.
Ela rebolava devagar enquanto conversava alto com a irmã sobre o pré-natal.
— O médico disse que tá tudo bem… o bebê tá crescendo certinho…
Por baixo do vestido o pau de Biel entrava pela cabeça. Gabriela descia o quadril com calma, sentindo cada centímetro, o rosto sereno. Biel segurava a cintura dela por baixo do tecido, metendo para cima em movimentos curtos.
Ricardo olhou de longe.
— Tá tudo bem aí, amor? Não aperta a barriga.
Gabriela sorriu, ainda com o pau do filho dentro dela.
— Tô ótima. Só descansando no colo do Biel. Ele é tão carinhoso com a gravidez…
Dona Célia puxou Ricardo na hora:
— Vem cá, filho. Essa picanha precisa de mais sal. Me ensina de novo.
Carla completou:
— É, vem. Eu nunca acerto o ponto.
Enquanto o marido era arrastado, Gabriela acelerou o rebolado. O pau entrou até o fundo. Ela gozou em silêncio, a buceta apertando, a mão de Biel cobrindo a própria boca dela para abafar o gemido. Biel gozou logo depois, enchendo a mãe grávida na frente de toda a família distraída.
Mais tarde, quando a carne já estava na mesa, Gabriela voltou a sentar no colo do filho. Dessa vez de frente. O vestido escondia o fato de que ele estava de novo dentro dela. Ela comia normalmente, conversava sobre nomes de bebê, ria, enquanto por baixo rebolava mínima.
Grupo:
Gabriela: “Tô sentada com ele dentro de mim na mesa. A barriga ainda não aparece, mas a porra dele tá me enchendo de novo. Segurem o Ricardo.”
Dona Célia: “Já tô do lado dele. Pode gozar.”
Carla: “Eu invento qualquer coisa se ele olhar demais.”
Ricardo, do outro lado da mesa, via a mulher no colo do filho, o jeito carinhoso demais, as mãos dele na cintura dela. A desconfiança ainda existia, mas a notícia da gravidez tinha suavizado um pouco a raiva. Ele acreditava — ou queria acreditar — que o filho era dele.
Gabriela olhou para Biel por cima do ombro e sussurrou só para ele:
— Esse bebê é nosso. E enquanto a barriga crescer, eu quero você dentro de mim todos os dias. Na frente dele. Escondido. Como sempre.
Biel apertou as coxas dela por baixo da mesa e meteu mais fundo.
A mentira estava plantada.
E a diversão, agora com a gravidez no meio, só ficava mais intensa.

A barriga começou a aparecer de verdade no quarto mês.
Gabriela agora usava vestidos largos e blusas soltas, mas por baixo continuava sem calcinha sempre que podia. O corpo mudava: seios mais pesados, nádegas mais cheias, a curva da barriga já visível quando ela se inclinava. Biel não conseguia parar de tocar. Cada vez que ficavam sozinhos, as mãos dele iam direto para a barriga redonda, depois desciam entre as pernas.
Ricardo estava diferente. A notícia da gravidez tinha acalmado um pouco a desconfiança. Ele andava mais perto da mulher, colocava a mão na barriga, falava do “nosso filho”. Gabriela deixava. Sorria. E, nas costas dele, continuava se entregando ao verdadeiro pai da criança.
Num sábado à tarde a família se reuniu de novo para um churrasco em casa. Ricardo na churrasqueira. Dona Célia e Carla já posicionadas para distrair.
Gabriela, de vestido fluido azul-claro, sentou no colo de Biel no sofá da varanda. O tecido subiu nas coxas. Ela se ajeitou de propósito até sentir o pau duro do filho pressionar a buceta nua. Rebolou devagar, o rosto sereno, enquanto falava alto:
— O bebê chutou hoje cedo… acho que vai ser menino.
Biel colocou a mão por baixo do vestido, na barriga, e depois desceu. Os dedos encontraram a umidade. Ele enfiou dois e começou a masturbá-la ali mesmo, escondido pelo volume do tecido e pela posição dos corpos.
Grupo:
Gabriela: “Os dedos dele estão dentro de mim na frente de todo mundo. A barriga tá encostando nele. Segurem o Ricardo.”
Dona Célia: “Já tô do lado da churrasqueira. Ele não sai daqui.”
Carla: “Se ele olhar eu peço pra ele me ajudar com a salada.”
Gabriela rebolava mais. O pau de Biel abriu a bermuda e a cabeça entrou. Ela desceu o quadril com cuidado, sentindo o volume preencher enquanto a barriga pressionava a barriga do filho. Os dois respiravam fundo. Biel metia para cima em movimentos curtos e fundos, a mão ainda na curva da gravidez.
Ricardo olhou de longe e gritou:
— Cuidado com a barriga, amor! Não aperta!
Gabriela ergueu a voz, ainda com o pau dentro:
— Tô bem! O Biel tá só me ajudando a ficar confortável…
Dona Célia puxou o filho com força:
— Ricardo, essa linguiça tá quase queimando. Vem cá agora!
Enquanto o marido era arrastado, Gabriela acelerou. O pau entrou até o fundo. Ela gozou primeiro, a buceta pulsando, a barriga contraindo. Biel segurou as nádegas dela e gozou logo depois, enchendo a mãe grávida na varanda cheia de família.
Mais tarde, quando todos estavam à mesa, Gabriela voltou ao colo do filho. Dessa vez de lado. O vestido cobria. O pau dele já estava de novo semi-duro entre as coxas dela. Ela comia normalmente, conversava sobre o enxoval, enquanto por baixo movia o quadril em círculos mínimos.
Ricardo, sentado do outro lado, observava. Via o jeito carinhoso demais. Via a mão de Biel sempre na barriga da mulher. Via os olhares trocados. A dúvida ainda existia, mas a ideia de ser pai de novo o fazia engolir a desconfiança.
À noite, quando a casa dormia, Dona Célia e Carla seguraram Ricardo na sala com conversa sobre nomes de bebê. Gabriela puxou Biel para o quarto.
Ela tirou o vestido, ficou nua, a barriga redonda e firme à mostra. Biel ajoelhou, beijou a curva, desceu e chupou a buceta inchada e sensível. Gabriela gemeu baixo, os dedos nos cabelos dele.
— Mete — pediu. — Quero sentir você fundo enquanto o bebê tá aqui.
Biel a deitou de lado, ergueu uma perna e penetrou devagar. O pau sumiu dentro dela. Ele fodia com cuidado e ao mesmo tempo com fome, uma mão na barriga, a outra no seio pesado. Gabriela rebolava para trás, gemendo no travesseiro.
Eles gozaram juntos. Biel encheu a mãe mais uma vez. O seme escorreu quando ele saiu. Gabriela limpou com os dedos e levou à boca, olhando o filho.
— Esse bebê é seu. E enquanto eu estiver grávida, essa buceta continua sendo só sua.
Lá fora, a sogra ainda distraía o marido.
A mentira seguia firme.
E as brincadeiras, agora com a barriga no meio, só ficavam mais intensas e perigosas.

No quinto mês a barriga já era impossível de esconder.
Gabriela usava vestidos largos, mas o volume redondo marcava sob qualquer tecido. Os seios tinham crescido, pesados e sensíveis. Biel adorava. Cada vez que conseguia ficar a sós com a mãe, as mãos iam direto para a curva da gravidez, depois para os mamilos escuros e inchados.
Ricardo estava cada vez mais presente. Colocava a mão na barriga várias vezes ao dia, falava com o bebê, comprava enxoval. A desconfiança ainda existia — ele notava os olhares, os toques demorados entre mulher e filho —, mas a ideia de ser pai de novo o fazia engolir as dúvidas.
Num fim de tarde a família estava reunida na sala. Ricardo no sofá, mexendo no celular. Dona Célia e Carla já posicionadas.
Gabriela, de vestido longo e fluido, sentou no colo de Biel na poltrona em frente. O tecido subiu nas coxas. Ela se ajeitou até sentir o pau duro pressionar a buceta nua. Rebolou devagar, a barriga encostando no peito do filho.
Grupo:
Gabriela: “Tô no colo dele de novo. A barriga tá apertando contra ele. O pau tá quase entrando. Segurem o Ricardo.”
Dona Célia: “Já sentei do lado dele. Vou falar de chá de bebê.”
Carla: “Se ele levantar eu invento que preciso de ajuda na cozinha.”
Biel deslizou a mão por baixo do vestido. Os dedos abriram a buceta molhada e a cabeça do pau encontrou a entrada. Gabriela desceu o quadril com cuidado. O volume entrou devagar, preenchendo-a enquanto a barriga pressionava o corpo do filho. Ela manteve o rosto calmo, conversando alto:
— O médico disse que o bebê tá com o peso certinho… acho que vai ser grande igual o pai…
Ricardo ergueu a cabeça.
— Cuidado com a barriga, gente. Não aperta.
Gabriela sorriu, ainda com o pau dentro:
— Tô bem. O Biel tá só me segurando. É mais confortável assim.
Dona Célia puxou o filho com conversa:
— Ricardo, você já pensou no nome? Eu acho que…
Enquanto o marido era distraído, Gabriela rebolava em círculos curtos. Biel metia para cima com cuidado, uma mão na barriga redonda, a outra no seio pesado por cima do tecido. O prazer era diferente agora — mais fundo, mais quente, a sensação do corpo gravídico apertando.
Eles gozaram quase juntos. Gabriela se contraiu em silêncio, a buceta pulsando. Biel encheu a mãe mais uma vez, o gozo quente se misturando com a umidade dela.
Mais tarde, na hora do jantar, Gabriela voltou ao colo do filho. Dessa vez de lado, a barriga apoiada contra ele. O vestido escondia. O pau ainda semi-duro descansava entre as coxas dela. Ela comia normalmente, falava de vitaminas e consultas, enquanto por baixo movia o quadril o suficiente para sentir o volume esfregar.
Ricardo observava do outro lado da mesa. Via a intimidade excessiva. Via a mão de Biel sempre na barriga. Via o sorriso satisfeito da mulher. A dúvida coçava, mas ele forçava o pensamento: “É meu filho. Tem que ser.”
À noite, quando Dona Célia e Carla arrastaram Ricardo para uma conversa longa sobre o chá de bebê, Gabriela puxou Biel para o quarto.
Ela tirou o vestido e ficou nua. A barriga redonda, os seios pesados, a buceta já úmida. Biel ajoelhou, beijou a curva, lambeu o umbigo, desceu e chupou com fome. Gabriela gemeu, os dedos nos cabelos dele.
— De quatro — pediu. — Quero sentir você fundo.
Ela se posicionou com cuidado, a barriga apoiada em travesseiros. Biel penetrou por trás, devagar no começo, depois com mais força. O pau sumia e aparecia. Ele segurava a cintura, uma mão passando pela barriga, sentindo o volume enquanto fodia a mãe.
Gabriela rebolava para trás, gemendo baixo.
— Enche eu de novo… quero ficar cheia do pai de verdade…
Biel acelerou e gozou fundo, os jatos quentes preenchendo-a. Gabriela gozou logo depois, o corpo inteiro tremendo, a barriga contraindo.
Quando ele saiu, o seme escorreu pela coxa. Ela limpou com os dedos e levou à boca, olhando o filho com um sorriso.
— Esse bebê é nosso. E enquanto eu estiver carregando ele, essa buceta continua sendo só sua. Na frente do seu pai. Escondido. Como sempre.
Lá fora a sogra ainda distraía o marido.
A mentira seguia perfeita.
E a gravidez, em vez de afastar os dois, só tornava cada encontro mais intenso e proibido.

No sexto mês a barriga já era bem aparente.
Gabriela usava vestidos largos e fluidos, mas por baixo continuava sem calcinha. O corpo gravídico — seios pesados, nádegas mais cheias, a curva redonda e firme — só aumentava o desejo de Biel. E eles não se contentavam mais em se esconder só dentro de casa.
Num sábado a família saiu para um shopping grande. Ricardo queria comprar coisas para o enxoval. Dona Célia e Carla foram junto, já combinadas pelo grupo.
Grupo:
Gabriela: “Vou de vestido longo e solto. Sem nada por baixo. Quero sentar no colo dele em público. Vocês seguram o Ricardo.”
Dona Célia: “Pode deixar. Eu puxo ele pra loja de bebê.”
Carla: “Eu fico de olho e aviso se ele se aproximar.”
Eles entraram no shopping. Ricardo foi logo arrastado pelas duas mulheres para uma loja de artigos infantis. Gabriela puxou Biel na direção oposta, até uma praça de alimentação meio vazia naquele horário.
Ela escolheu uma mesa no canto e sentou no colo do filho de frente. O vestido longo cobriu as pernas dos dois. Por baixo, o bumbum nu encontrou o pau já duro. Gabriela se ajeitou, abriu um pouco as coxas e encaixou a cabeça. Desceu devagar até o meio.
Biel segurou a barriga dela com as duas mãos, sentindo o volume enquanto a mãe rebolava mínima. O movimento era quase imperceptível. Qualquer pessoa que olhasse de longe via só uma grávida sentada no colo do filho, talvez cansada.
Grupo:
Gabriela: “Tô com ele dentro de mim na praça de alimentação. A barriga tá apertando contra o peito dele. O Ricardo tá longe?”
Dona Célia: “Tá. Eu e a Carla trancamos ele numa conversa sobre berço. Continuem.”
Biel: “Rebola mais. Quero gozar dentro de você aqui.”
Gabriela obedeceu. Rebolava em círculos curtos, o pau entrando e saindo pela metade. Os seios pesados balançavam de leve sob o tecido. Biel metia para cima com cuidado, uma mão sempre na barriga. O prazer era denso, quente, a sensação do corpo gravídico apertando cada centímetro.
Eles gozaram quase juntos. Gabriela se contraiu em silêncio, a buceta pulsando. Biel encheu a mãe ali mesmo, no meio da praça de alimentação, enquanto famílias passavam a poucos metros.
Mais tarde, ainda no shopping, eles foram até o cinema. Escolheram uma sessão quase vazia de um filme qualquer. Ricardo ficou do lado de fora com Dona Célia e Carla, que inventaram que precisavam “resolver uma coisa rápida”.
Na sala escura Gabriela puxou Biel para a última fileira. O vestido subiu. Ela sentou no colo dele de costas, encaixou o pau e desceu até o fundo. A barriga descansava nas coxas do filho. Biel metia devagar, as mãos passando pelos seios inchados, pelos mamilos sensíveis, pela curva da gravidez.
O som do filme abafava os gemidos baixos. Gabriela rebolava, o pau sumindo e aparecendo dentro dela. Biel beijava o pescoço da mãe, mordiscava o ombro, apertava a barriga com carinho e fome ao mesmo tempo.
Eles gozaram de novo antes do intervalo. Quando as luzes acenderam um pouco, Gabriela ajeitou o vestido com calma. Um fio branco escorreu pela coxa interna. Ela limpou com o dedo e, no escuro, levou à boca na frente do filho.
No caminho de volta para o estacionamento, Ricardo reapareceu, puxado pelas duas mulheres. Olhou a esposa e o filho andando colados, a mão de Biel sempre na barriga dela. A dúvida voltou a coçar, mas ele forçou o pensamento de novo: “É meu filho.”
Gabriela sorriu para o marido e, ao mesmo tempo, apertou a mão de Biel escondida.
— O bebê tá quietinho agora… deve ter gostado do passeio.
Biel respondeu só com o olhar.
A gravidez avançava.
E as brincadeiras, agora em público, só ficavam mais ousadas e perigosas.

No sétimo mês a barriga já pesava e marcava em qualquer roupa.
Gabriela continuava saindo de casa com vestidos longos e fluidos, sempre sem calcinha. O corpo estava mais sensível: seios pesados que vazavam um pouco de leite quando excitada, nádegas mais volumosas, a curva redonda e firme que Biel não cansava de acariciar. Ricardo seguia acreditando — ou forçando a si mesmo a acreditar — que o filho era dele. Mas os olhares dele ficavam cada vez mais longos quando via a mulher e o filho colados.
Num domingo a família foi a um parque grande da cidade. Áreas de grama, árvores, um lago, famílias espalhadas. Dona Célia e Carla já tinham combinado tudo.
Grupo:
Gabriela: “Vou de vestido longo branco. Sem nada por baixo. Quero que ele me foda atrás das árvores. Vocês seguram o Ricardo.”
Dona Célia: “Pode deixar. Eu invento que preciso da opinião dele sobre o chá de bebê.”
Carla: “Eu fico de olho e mando mensagem se ele se aproximar.”
Eles caminharam pelo parque. Ricardo foi logo puxado pelas duas mulheres para uma área de quiosques. Gabriela e Biel se afastaram na direção de um bosque mais fechado, onde as árvores formavam uma sombra densa.
Assim que ficaram sozinhos, Gabriela puxou o filho para trás de um tronco grosso. Levantou o vestido até a cintura, empinou o bumbum e olhou por cima do ombro.
— Mete. Rápido e fundo.
Biel abriu a bermuda, posicionou o pau e penetrou de uma vez. O calor apertado engoliu ele. Gabriela mordeu o próprio braço para não gemer alto. A barriga pesada balançava a cada estocada. Biel segurava a cintura dela com uma mão e com a outra passava pela curva redonda, sentindo o bebê enquanto fodia a mãe.
O barulho da pele batendo era abafado pelo vento e pelo som distante de crianças. Gabriela rebolava para trás, pedindo mais. Biel acelerou, as bolas batendo nas coxas dela, o pau sumindo até o fundo.
Grupo:
Carla: “O Ricardo perguntou onde vocês estão. A vó tá segurando. Têm mais uns minutos.”
Gabriela leu a mensagem com o pau ainda dentro e sorriu.
— Goza dentro. Quero voltar pra perto dele cheia de você.
Biel obedeceu. Segurou a barriga dela com as duas mãos e gozou fundo, os jatos quentes preenchendo a mãe grávida. Gabriela se contraiu e gozou logo depois, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando o pau do filho.
Eles se arrumaram rápido. O vestido caiu no lugar. Um fio branco escorreu pela coxa interna. Gabriela limpou com a mão e depois chupou os dedos na frente de Biel.
Quando voltaram para a área aberta, Ricardo estava inquieto.
— Cadê vocês dois? Sumiram pra caralho.
Gabriela sorriu, a mão na barriga.
— Fui no banheiro. O Biel me acompanhou porque eu tava com tontura. Tá tudo bem.
Dona Célia completou na hora:
— Eu já tinha falado que ela não pode ficar sozinha. Vem, Ricardo, me ajuda a escolher o lugar do piquenique.
O marido foi arrastado de novo.
Mais tarde, sob uma árvore grande, Gabriela sentou no colo de Biel na grama. O vestido longo cobriu os dois. Por baixo, ela encaixou o pau novamente e desceu até a metade. Ficou ali, rebolando mínima, enquanto conversava com a tia sobre o enxoval. Biel mantinha uma mão sempre na barriga, acariciando, enquanto metia para cima em movimentos curtos.
Ricardo olhava de longe. Via a intimidade. Via a mão do filho na barriga da mulher. Via o sorriso satisfeito dela. A dúvida queimava, mas a imagem da esposa grávida o fazia engolir as palavras.
No final da tarde, quando já estavam voltando para o carro, Gabriela puxou Biel para o banco de trás enquanto Dona Célia e Carla entretinham Ricardo na frente. O vestido subiu. Ela montou no colo do filho, encaixou o pau e rebolou em silêncio durante todo o caminho. Biel gozou mais uma vez dentro dela antes de chegarem em casa.
A gravidez avançava.
E as brincadeiras em público só ficavam mais ousadas, mais longas e mais perigosas.

No oitavo mês a barriga já era grande e pesada.
Gabriela se movia com mais cuidado, os seios pesados e sensíveis, às vezes vazando leite quando ficava excitada. Mesmo assim ela e Biel não paravam. O desejo só aumentava. Ricardo continuava acreditando que o filho era dele, mas os olhares desconfiados voltavam sempre que via a mulher e o menino colados demais.
Num fim de tarde a família foi a um restaurante aberto à beira de um lago. Mesas do lado de fora, luz baixa, gente conversando. Dona Célia e Carla já estavam no modo distração.
Grupo:
Gabriela: “Vou de vestido longo e solto. Sem calcinha. Quero sentar no colo dele na mesa. Vocês seguram o Ricardo o tempo todo.”
Dona Célia: “Pode deixar. Eu puxo ele pra escolher vinho sem álcool e depois pro banheiro.”
Carla: “Eu fico de olho. Se ele se mexer demais eu invento qualquer coisa.”
Eles se acomodaram numa mesa no canto. Ricardo foi logo arrastado pelas duas mulheres. Gabriela puxou a cadeira de Biel para perto e sentou no colo dele de lado. O vestido longo cobriu tudo. Por baixo, o bumbum nu encontrou o pau já duro. Ela se ajeitou até a cabeça entrar e desceu devagar até a metade.
Biel colocou uma mão na barriga grande, acariciando, e com a outra segurou a coxa dela. Gabriela rebolava mínima, o suficiente para sentir o pau entrar e sair enquanto conversava normalmente sobre a consulta do dia seguinte.
Grupo:
Gabriela: “Tô com ele dentro de mim na mesa do restaurante. A barriga tá pesada em cima das pernas dele. O Ricardo tá longe?”
Dona Célia: “Tá. Eu travei ele no bar. Continuem.”
Biel: “Rebola mais. Quero gozar assim, em público.”
Gabriela obedeceu. O movimento ficou um pouco mais forte. O pau entrava até o fundo. Os seios pesados balançavam de leve sob o tecido. Biel metia para cima com cuidado, sempre com uma mão na barriga, sentindo o bebê enquanto fodia a mãe no meio do restaurante.
Eles gozaram quase juntos. Gabriela se contraiu em silêncio, a buceta apertando. Biel encheu ela ali mesmo, o gozo quente se misturando com a umidade. Quando ela se levantou para ir ao banheiro, um fio branco escorreu pela coxa. Ela limpou com o dedo e depois chupou, olhando o filho.
Mais tarde, depois do jantar, o grupo caminhou pela orla do lago. Ricardo ia na frente com Dona Célia e Carla. Gabriela e Biel ficaram alguns passos atrás. Assim que a distância aumentou, ela puxou o filho para trás de uma árvore grande perto da água.
O vestido foi levantado. Biel a virou de frente, ergueu uma das pernas dela com cuidado e penetrou. A barriga grande ficava entre os dois. Ele fodia devagar, fundo, beijando a boca da mãe, uma mão nos seios pesados, a outra segurando a coxa. Gabriela gemia baixo contra os lábios dele.
Grupo:
Carla: “O Ricardo tá perguntando de vocês. A vó tá segurando. Têm mais dois minutos.”
Gabriela leu a mensagem com o pau ainda dentro e sussurrou:
— Goza. Quero voltar cheia.
Biel acelerou as últimas estocadas e gozou fundo. Gabriela se contraiu e gozou junto, o corpo tremendo. Eles se arrumaram rápido e voltaram andando como se nada tivesse acontecido.
Ricardo os esperava com a cara fechada.
— Vocês somem demais.
Gabriela sorriu, a mão na barriga enorme.
— Fui só mostrar o lago pro Biel. O bebê chutou quando a gente parou pra olhar a água.
Dona Célia puxou o filho de novo:
— Vamos, Ricardo. Ainda tem que decidir o tema do quarto.
No caminho de volta para o carro, no banco de trás, Gabriela sentou de novo no colo de Biel. O vestido cobriu. O pau ainda semi-duro entrou com facilidade. Ela rebolou em silêncio durante todo o trajeto, a barriga pressionando o peito do filho, até ele gozar mais uma vez dentro dela.
A gravidez estava no fim.
E as brincadeiras em público só ficavam mais intensas, mais longas e mais difíceis de esconder.

No nono mês a barriga era enorme e pesada.
Gabriela mal conseguia se mexer sem apoio. Os seios estavam cheios, vazando leite com facilidade. Mesmo assim ela e Biel não paravam. O desejo parecia ainda maior. Ricardo vivia ao redor da mulher, a mão sempre na barriga, falando com o bebê, completamente convencido de que o filho era dele. A desconfiança ainda existia, mas a proximidade do parto a empurrava para segundo plano.
Numa tarde a família saiu para um café ao ar livre num parque. Mesas sob árvores, gente ao redor, movimento constante. Dona Célia e Carla já estavam preparadas.
Grupo:
Gabriela: “Vou de vestido longo e bem solto. Sem nada por baixo. Quero sentar no colo dele. A barriga tá pesada, mas eu aguento. Segurem o Ricardo.”
Dona Célia: “Pode deixar. Eu puxo ele pra escolher o bolo do chá de bebê.”
Carla: “Eu fico de olho o tempo todo.”
Eles se sentaram numa mesa no canto mais afastado. Ricardo foi logo arrastado pelas duas. Gabriela puxou Biel e sentou no colo dele de frente, com cuidado. O vestido longo cobriu completamente. Por baixo, ela guiou o pau duro até a entrada e desceu devagar. O volume entrou. A barriga enorme pressionava o peito do filho.
Biel passou as duas mãos pela curva grande, acariciando, enquanto Gabriela rebolava mínima. O movimento era lento, profundo. Cada vez que ela descia, o pau ia até o fundo. Os seios pesados balançavam e um pouco de leite manchava o tecido por dentro.
Grupo:
Gabriela: “Tô com ele dentro de mim no café. A barriga tá toda em cima dele. Tô vazando leite. O Ricardo tá longe?”
Dona Célia: “Tá. Travei ele na fila do atendimento. Continuem.”
Biel: “Rebola devagar. Quero sentir o bebê enquanto gozo.”
Gabriela obedeceu. O rebolado ficou um pouco mais marcado. Biel metia para cima com cuidado, sempre com as mãos na barriga, sentindo os chutes do bebê enquanto fodia a mãe no meio do parque. O prazer era denso, quase pesado. Eles gozaram juntos, em silêncio. Gabriela se contraiu forte, a buceta apertando. Biel encheu ela mais uma vez, o gozo quente se misturando lá dentro.
Quando ela se levantou, um fio branco escorreu pela coxa. Ela limpou com o dedo e, escondida pela mesa, levou à boca.
Mais tarde, caminhando por uma trilha sombreada do parque, Ricardo ia na frente com as duas mulheres. Gabriela e Biel ficaram para trás. Assim que a distância aumentou, ela puxou o filho para trás de um grupo de árvores.
O vestido foi erguido. Biel a virou de lado, ergueu a perna dela com cuidado e penetrou. A barriga enorme ficava entre os corpos. Ele fodia devagar, fundo, beijando a boca da mãe, uma mão nos seios cheios, a outra segurando a coxa. Leite escorreu pelos dedos dele. Gabriela gemia baixo contra os lábios do filho.
Grupo:
Carla: “O Ricardo tá virando. A vó tá segurando. Últimos minutos.”
Gabriela leu a mensagem e sussurrou:
— Goza agora. Quero voltar cheia na frente dele.
Biel acelerou as últimas estocadas e gozou fundo. Gabriela se contraiu e gozou junto, o corpo inteiro tremendo, a barriga dura. Eles se arrumaram o mais rápido que a gravidez permitia e voltaram andando.
Ricardo os olhou com a cara fechada.
— De novo sumidos.
Gabriela sorriu, ofegante, a mão na barriga.
— Fui só sentar um pouco na sombra. O bebê tá pesado hoje. O Biel me ajudou a andar.
Dona Célia já puxava o filho de novo.
No carro, no banco de trás, Gabriela sentou mais uma vez no colo de Biel. O vestido cobriu. O pau entrou com facilidade. Ela rebolou em silêncio durante o caminho, a barriga pressionando, até ele gozar dentro dela pela terceira vez no mesmo dia.
A qualquer momento o bebê poderia nascer.
E as brincadeiras, mesmo com a gravidez no limite, continuavam em público, ousadas e protegidas pelas duas cúmplices.

O bebê nasceu saudável.
Um menino. Ricardo chorou na sala de parto, convencido de que era o pai. Gabriela deixou. Biel ficou no corredor, o coração disparado, sabendo a verdade. Dona Célia e Carla trocaram olhares e seguiram o plano: manter a mentira a qualquer custo.
Nos primeiros dias em casa o resguardo era rigoroso. Gabriela não podia ter sexo. O corpo ainda estava se recuperando, a buceta sensível, os pontos internos, o sangramento. Biel respeitava. Mas nenhum dos dois conseguia ficar longe.
As brincadeiras mudaram de forma.
Agora eram só encoxadas, esfregadas, mãos por cima da roupa, beijos escondidos e o contato constante da ereção do filho contra o bumbum da mãe. Sem penetração. Só o atrito, o calor, a frustração gostosa.
Numa tarde a família estava na sala. O bebê dormia no berço. Ricardo mexia no celular no sofá. Dona Célia e Carla já se posicionavam.
Gabriela, de vestido macio e solto (ainda sem calcinha, por costume), passou atrás do sofá onde Biel estava sentado. Parou. Encostou o bumbum nele e rebolou devagar, de propósito. O volume duro do filho se encaixou entre as nádegas. Ela ficou ali, esfregando em círculos lentos, enquanto fingia ajeitar uma almofada.
Grupo:
Gabriela: “Tô esfregando a bunda nele na sala. O pau tá duro pra caralho. Não posso meter, mas quero sentir. Segurem o Ricardo.”
Dona Célia: “Já sentei do lado dele. Vou falar do batizado.”
Carla: “Eu fico de olho. Continuem.”
Biel colocou a mão por trás, por cima do tecido, e puxou a mãe contra si. O pau latejava. Gabriela rebolava com mais vontade, o bumbum macio e ainda um pouco inchado do parto esfregando a ereção. O calor passava pelo tecido. Os dois respiravam mais fundo.
Ricardo ergueu a cabeça.
— Tá tudo bem aí, amor? Não força o corpo.
Gabriela sorriu, ainda esfregando:
— Tô bem. Só alongando um pouco. O Biel tá me ajudando a ficar de pé.
Dona Célia puxou o filho na hora com conversa sobre o nome do meio do bebê. Enquanto isso, Gabriela continuou. Virou de lado, encostou a coxa na ereção de Biel e moveu o quadril para cima e para baixo, masturbando o filho com a perna e o bumbum. Biel apertou a cintura dela por cima da roupa e empurrou o quadril para frente.
Eles ficaram assim vários minutos. Só o atrito. O pau de Biel latejando, a umidade dela já marcando o vestido por dentro. Nenhum dos dois gozava — o resguardo não permitia ir além —, mas o prazer da proibição era intenso.
Mais tarde, na cozinha, enquanto Ricardo era distraído por Carla no quintal, Gabriela encostou Biel na geladeira. Colou o corpo inteiro no dele, a barriga ainda um pouco mole do pós-parto pressionando, e rebolou o bumbum com força contra a ereção. Beijou o filho fundo, a língua devagar, enquanto esfregava.
— Quando o resguardo acabar — sussurrou —, eu quero você dentro de mim de novo. Até eu ficar grávida outra vez se for preciso.
Biel gemeu baixo contra a boca dela e empurrou o pau com mais força entre as nádegas. As mãos apertavam o bumbum da mãe por cima do vestido. Os dois se esfregavam com vontade, quase gozando só com o atrito, mas paravam sempre no limite.
À noite, quando o bebê dormia e Dona Célia entretinha Ricardo na sala com conversa sobre o enxoval que ainda faltava, Gabriela puxou Biel para o corredor escuro. Encostou de costas nele, ergueu um pouco o vestido e deixou o pau duro esfregar direto na pele nua das nádegas e na fenda. Só isso. Sem entrar. Só o calor, o deslizar, o pré-gozo manchando a pele dela.
Ela rebolava devagar, a cabeça caída para trás no ombro do filho.
— Sente como eu tô molhada… mesmo sem poder…
Biel beijava o pescoço dela, as mãos nos seios ainda cheios de leite, apertando de leve. O atrito continuava. Os dois ofegavam. Quase gozavam. Mas paravam. O resguardo era respeitado — pelo menos na penetração.
A mentira sobre a paternidade seguia intacta.
E as brincadeiras, agora limitadas a encoxadas e esfregadas, só deixavam os dois mais famintos pelo dia em que o corpo de Gabriela pudesse receber o filho de novo.

O resguardo ainda não tinha acabado oficialmente, mas o desejo dos dois já não cabia mais dentro de casa.
Biel marcou uma consulta de rotina do bebê numa cidade vizinha, a quase duas horas de estrada. Ricardo não pôde ir — Dona Célia e Carla se certificaram de inventar um compromisso inadiável para ele. Assim, só os três saíram: Biel ao volante, Gabriela no banco do passageiro e o bebê no bebê-conforto no banco de trás.
Assim que deixaram a cidade, o clima mudou.
Gabriela olhava para o filho como namorada. A mão dela descansava na coxa dele, subindo e descendo devagar. De vez em quando inclinava o corpo e beijava o pescoço de Biel enquanto ele dirigia. Os beijos eram demorados, molhados, de língua. Biel retribuía no sinal, uma mão no volante e a outra nos cabelos da mãe.
— A gente parece um casal de verdade — murmurou ela contra a boca dele. — Pai, mãe e filho. Só que o pai é você.
Biel sorriu e apertou a mão dela.
— É exatamente o que a gente é.
No meio da estrada, longe de qualquer posto ou casa, Gabriela não aguentou. O resguardo ainda pedia cuidado, mas o corpo dela já não escutava. Ela olhou para trás — o bebê dormia profundamente — e depois para o filho.
— Para o carro. Agora.
Biel desviou para um trecho de terra batida escondido por árvores. Desligou o motor. O silêncio da estrada engoliu o som.
Gabriela já estava subindo no colo dele. O vestido largo subiu até a cintura. Por baixo, nada. A buceta ainda sensível, mas molhada e latejando. Ela abriu a calça de Biel, puxou o pau duro para fora e esfregou a cabeça na entrada.
— Vai devagar — pediu. — Mas eu preciso sentir você dentro de mim de novo.
Biel segurou a cintura dela com cuidado. Gabriela desceu centímetro por centímetro. O pau abriu caminho. A sensação foi intensa, quase dolorida no começo, mas logo o prazer superou. Ela ficou parada um momento, sentindo o volume preencher, a testa encostada na dele.
Depois começou a rebolar.
Lento. Fundo. Os beijos eram de casal apaixonado: língua, gemidos baixos, mãos nos cabelos, no rosto, nos seios ainda cheios. Biel beijava a boca da mãe como se ela fosse a mulher da vida dele — porque era. Uma das mãos dele descia e acariciava a buceta por fora enquanto ela subia e descia.
O carro balançava leve. Lá fora só o barulho do vento e de algum pássaro. O bebê continuava dormindo no banco de trás.
Gabriela acelerou um pouco, sempre com cuidado. O pau entrava até o fundo. O atrito gostoso depois de semanas só de esfregadas fez os dois tremerem. Biel segurava o rosto dela e beijava fundo enquanto metia para cima.
— Eu te amo — sussurrou ele. — Mãe… eu te amo de verdade.
— Eu também — respondeu ela, a voz embargada. — Me enche. Quero sentir você de novo.
Biel gozou primeiro, os jatos quentes preenchendo a mãe pela primeira vez depois do parto. Gabriela se contraiu em volta dele e gozou logo depois, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta contra a do filho.
Eles ficaram abraçados vários minutos, o pau ainda dentro, respirando juntos. Gabriela beijava o rosto de Biel, os olhos, a boca, como namorada. Depois se levantou com cuidado, ajeitou o vestido e voltou para o banco do passageiro. Um fio branco escorreu pela coxa. Ela não limpou.
Biel recompôs a calça, ligou o carro e voltou para a estrada. A mão de Gabriela voltou para a coxa dele. De vez em quando ela se inclinava e o beijava no semáforo improvisado da rodovia.
Na consulta, a pediatra comentou:
— Que casal bonito. O bebê é a cara do pai.
Gabriela e Biel se entreolharam e sorriam. Nem tentaram corrigir.
No caminho de volta, ainda no meio da estrada, ela mandou parar de novo. Dessa vez foi mais rápido, mais urgente. Gabriela de quatro no banco de trás (o bebê continuava dormindo no outro lado), o vestido erguido, Biel penetrando por trás com cuidado e fome ao mesmo tempo. Os gemidos eram abafados. O carro balançava. Eles gozaram de novo, colados, beijando, apaixonados.
Quando finalmente chegaram em casa, Ricardo estava esperando na porta.
— Demoraram pra caralho. Tá tudo bem com o menino?
Gabriela sorriu, o corpo ainda sensível e cheio da porra do filho.
— Tudo bem. A consulta foi ótima. O Biel cuidou da gente o tempo todo.
Dona Célia, atrás de Ricardo, trocou um olhar cúmplice com os dois.
O resguardo tinha sido quebrado no meio da estrada.
E a partir daquele dia, mãe e filho não se escondiam mais tanto. Em público, em outra cidade, dentro do carro, eles já se tratavam abertamente como o casal que eram.

A casa estava cheia de novo.
Visitas inesperadas: a irmã de Ricardo, dois primos e uma tia distante que veio “conhecer o bebê”. A sala e a cozinha fervilhavam de conversa, risadas e gente indo e vindo. Ricardo estava no meio de todos, orgulhoso, mostrando o filho. Dona Célia e Carla já tinham ativado o modo distração, mas o risco era maior.
Gabriela estava de vestido fino e claro, sem calcinha. A buceta ainda sensível do sexo na estrada no dia anterior estava inchada, os lábios rosados e salientes. O tecido leve do vestido marcava tudo: o volume, o sulco, a umidade que já começava a aparecer só de olhar para Biel.
Eles se encontraram no corredor estreito entre a sala e a cozinha, enquanto as visitas conversavam alto.
Gabriela encostou o corpo no filho. O vestido subiu um pouco quando ela se pressionou. A buceta inchada, quente e já úmida, esfregou direto na coxa de Biel. O tecido fino ficou imediatamente marcado. O formato dos lábios apareceu claramente, escurecido pela umidade.
— Sente — sussurrou ela. — Tá latejando. Inchada por sua causa.
Biel olhou para baixo. O vestido claro mostrava o contorno nítido da buceta: os lábios grossos, o clitóris levemente saliente, uma mancha úmida se formando. Ele colocou a mão por cima do tecido e apertou. Gabriela tremeu. Os dedos dele afundaram na carne inchada e sensível. Ela rebolou devagar, esfregando a buceta na palma da mão do filho enquanto gente passava a poucos metros.
Grupo (mensagem rápida):
Gabriela: “A buceta tá inchada e marcando o vestido. Tô esfregando nele no corredor. As visitas estão na sala. Distraiam o Ricardo.”
Dona Célia: “Já puxei ele pro quintal. Continuem.”
Carla: “Eu fico na porta da sala. Aviso se alguém vier.”
Gabriela virou de costas e colou o bumbum em Biel. Depois baixou um pouco o corpo e esfregou a buceta inchada para cima e para baixo na coxa dura dele. O tecido molhou de vez. A marca ficou escura e nítida: o desenho completo dos lábios abertos, a umidade espalhada. Biel estava duro dentro da calça. Ele segurou a cintura da mãe e puxou com força, fazendo a buceta esfregar com mais pressão.
O atrito era gostoso demais. A carne inchada latejava. Cada movimento fazia Gabriela morder o lábio. Biel deslizou a mão por baixo do vestido, por trás, e tocou direto na pele. Os dedos encontraram os lábios quentes, inchados, escorrendo. Ele abriu e passou o dedo no meio, sentindo o calor.
— Tá muito inchada… — murmurou ele no ouvido dela. — Quero chupar.
Gabriela rebolou contra os dedos.
— Agora não. Tem gente demais. Só esfrega.
Eles ficaram ali, escondidos no corredor. Gabriela com as pernas levemente abertas, o vestido erguido na frente só o suficiente, a buceta inchada e molhada esfregando na coxa e na mão de Biel. O tecido claro estava completamente marcado: uma mancha escura no formato exato da fenda, os lábios desenhados, a umidade brilhando.
Uma das visitas passou perto, indo à cozinha. Os dois se afastaram por um segundo, fingindo conversar sobre o bebê. Assim que a pessoa sumiu, Gabriela voltou a colar. Dessa vez ela ergueu mais o vestido, pegou a mão de Biel e colocou direto na buceta nua. Os dedos afundaram. Ela estava tão inchada que os lábios fechavam em volta dos dedos dele. Biel masturbou a mãe ali mesmo, o polegar no clitóris inchado, enquanto ela esfregava o bumbum na ereção dele.
Gabriela gozou em silêncio, o corpo tremendo, a buceta apertando os dedos do filho. A umidade escorreu pela coxa. O vestido ficou ainda mais marcado na frente e atrás.
Mais tarde, na sala, enquanto as visitas conversavam, Gabriela sentou no braço do sofá bem ao lado de Biel. O vestido ajeitado, mas a mancha úmida ainda visível se alguém olhasse com atenção. Ela cruzou as pernas e, de propósito, abriu um pouco. A marca da buceta inchada apareceu de novo sob o tecido claro.
Biel colocou a mão no sofá, atrás dela, e os dedos subiram pela coxa até encontrar o calor. Por cima do vestido ele apertou a buceta de novo. Gabriela manteve o rosto calmo, conversando sobre o bebê, enquanto o filho massava a carne inchada e sensível na frente de todo mundo.
Ricardo olhou de longe uma vez. Viu a mão do filho perto demais. Viu o jeito que a mulher se mexia. Mas Dona Célia já estava ao lado dele, puxando conversa sobre o batizado, e a dúvida ficou para depois.
No final da tarde, quando as visitas foram embora, Gabriela puxou Biel para o banheiro. Levantou o vestido, sentou na pia e abriu as pernas. A buceta estava vermelha, inchada, os lábios brilhantes e abertos.
— Olha o que você faz comigo — disse ela. — Agora chupa. Devagar.
Biel ajoelhou e obedeceu. A língua passou pelos lábios inchados, chupou o clitóris sensível, entrou devagar. Gabriela segurou a cabeça dele e gozou de novo, as coxas tremendo, a umidade escorrendo pelo queixo do filho.
O resguardo já tinha sido quebrado.
E dentro de casa, com visitas ou sem, a buceta inchada da mãe continuava marcando tecido, esfregando no filho e pedindo mais.

A casa continuava cheia de visitas.
O bebê chorou com fome no meio da tarde. Gabriela o pegou no colo, sentou numa poltrona da sala e abriu a blusa. O seio pesado e cheio apareceu. O menino se agarrou ao mamilo e começou a mamar com vontade. Leite sobrou e escorreu um pouco pelo peito.
Biel estava do outro lado da sala. Não conseguiu desviar o olhar.
A boca dele se encheu de água. O pau endureceu na hora dentro da calça. Ele ficou parado, engolindo em seco, os olhos grudados no seio da mãe sendo sugado, no leite branco, no jeito que o mamilo escuro deslizava para dentro e para fora da bocinha do bebê. A ereção marcava claramente.
Gabriela levantou os olhos e o pegou olhando. Um sorriso pequeno e safado apareceu no canto da boca. Ela ajeitou o bebê e falou baixo, só para o filho ouvir, com a voz brincalhona:
— Tira o olho, Biel… e abaixa esse pau. Tá feio te ver assim na frente das visitas.
Mas o tom dela não tinha bronca de verdade. Os olhos brilhavam. Ela gostava. Gostava pra caralho de ser observada daquele jeito. Continuou amamentando, agora de propósito um pouco mais à mostra, o seio quase inteiro para fora, o leite escorrendo mais. De vez em quando olhava para Biel e mordia o lábio.
Ele tentou se ajeitar, mas a ereção não baixava. A boca continuava molhada de vontade.
Quando o bebê se empanturrada e dormiu, Gabriela o colocou no berço e se levantou. A blusa ainda estava aberta. Ela passou por Biel e sussurrou:
— Cozinha. Agora.
As visitas estavam na sala e na varanda. Ricardo conversava alto com os primos. Dona Célia e Carla já tinham percebido o clima e se posicionaram para bloquear qualquer caminho na direção da cozinha.
Gabriela entrou primeiro. Biel atrás. Ela o puxou para trás do balcão alto, longe da visão de quem vinha do corredor. Agachou na hora. Ajoelhou no chão frio, abriu a calça do filho com pressa e tirou o pau duro para fora. Estava latejando, a cabeça já úmida.
— Fica quieto — murmurou ela. — Se alguém vier eu paro.
E engoliu.
A boca quente e molhada desceu até a metade. Biel mordeu o lábio e segurou a beirada do balcão. Gabriela chupava com fome, a língua girando, a mão massageando as bolas. O seio que tinha amamentado minutos antes balançava para fora da blusa aberta. Um fio de leite ainda escorria. Biel olhava para baixo e via a mãe agachada, a boca esticada no pau dele, o seio vazando.
Do outro lado da casa a voz de Ricardo soou:
— Gabriela? Cadê você?
Dona Célia respondeu alto, na hora:
— Ela foi trocar o bebê! Deixa quieto, vem cá me ajudar com essas visitas!
Carla completou:
— É, Ricardo, vem cá. Seu primo tá perguntando do batizado.
Os passos de Ricardo se afastaram.
Atrás do balcão Gabriela acelerou. A cabeça subia e descia mais rápido, a saliva escorria pelo pau, o som molhado ficava abafado pelo barulho das conversas. Biel estava prestes a gozar. Ela sentiu e puxou a boca para fora só o suficiente para falar:
— Goza na minha boca. Agora.
Engoliu de novo até o fundo. Biel gozou engasgado, os jatos quentes escorrendo pela garganta da mãe. Gabriela engoliu tudo, chupou até a última gota e limpou os lábios com a língua. Depois beijou a cabeça do pau e guardou com carinho dentro da calça do filho.
Ela se levantou, ajeitou a blusa (ainda com o seio um pouco à mostra) e saiu de trás do balcão como se tivesse só pegado um copo d’água. Biel ficou alguns segundos respirando fundo.
Quando Ricardo finalmente apareceu na cozinha, Gabriela estava no fogão, o rosto calmo.
— Tava procurando você — disse ele.
— Fui só ver se tinha água gelada. O bebê já dormiu.
Ricardo olhou os dois. Olhou a boca um pouco vermelha da mulher. Olhou o jeito que o filho evitava o olhar. A dúvida coçou de novo, mas as visitas chamaram e ele acabou voltando para a sala.
Gabriela passou por Biel mais uma vez e sussurrou, o sorriso safado voltando:
— Da próxima vez que eu amamentar, pode olhar à vontade. Eu gosto de ver você com água na boca e o pau duro. Só não goza na calça na frente das visitas…
E piscou.
A casa continuava cheia.
E as aventuras escondidas, agora com o gosto de leite e de porra misturados, só ficavam mais intensas.

A casa ainda estava cheia quando Gabriela puxou Biel pelo corredor.
As visitas conversavam na sala. Ricardo estava no meio delas. Dona Célia e Carla tentavam manter o controle, mas o clima já estava pesado. As irmãs de Ricardo — duas delas presentes — trocavam olhares desconfiados toda vez que viam a cunhada e o sobrinho sumirem juntos.
Gabriela empurrou Biel para dentro do banheiro do corredor e trancou a porta só pela metade, de propósito. O espaço era pequeno. Ela levantou o vestido, tirou nada porque já estava sem calcinha, e se virou de costas contra a pia. Biel abriu a calça, posicionou o pau e meteu de uma vez.
A buceta ainda sensível engoliu ele inteiro. Gabriela mordeu o lábio e empurrou o quadril para trás. Biel começou a foder com vontade, as mãos apertando a cintura dela, o pau entrando e saindo fundo. O barulho úmido ecoava no azulejo.
Foi então que a voz de Ricardo soou logo do lado de fora:
— Gabriela? Tá aí dentro?
Os dois congelaram por um segundo. O pau de Biel ainda completamente enterrado. Gabriela olhou pelo espelho e fez sinal para o filho não parar. Ela ajeitou a respiração e respondeu com a voz mais normal possível, enquanto Biel voltava a meter devagar:
— Tô… tô aqui. Só um minuto.
— Abre a porta. Preciso falar com você.
Gabriela engoliu o gemido quando Biel deu uma estocada mais fundo. Ela segurou a beirada da pia e falou com a porta apenas entreaberta, o corpo escondido, o filho logo atrás metendo sem parar:
— Pode falar assim… tô meio ocupada. O que foi?
Ricardo ficou do outro lado, a mão na maçaneta, mas sem forçar.
— As meninas estão comentando que você e o Biel somem demais. Tá estranho. Eu tô achando estranho.
Gabriela rebolou para trás, engolindo o pau do filho até o fundo enquanto respondia:
— Que bobagem, Ricardo… o Biel só me ajuda com o bebê. Eu fico cansada… ahn… e ele me acompanha. Não é nada demais.
A voz dela saiu um pouco embargada. Biel acelerou as estocadas, o pau batendo fundo, as bolas encostando. Gabriela tinha que segurar o gemido a cada palavra.
— Você tá com a voz estranha — insistiu Ricardo.
— Tô só… fazendo xixi. Espera aí.
Enquanto falava, ela empinava mais o bumbum. Biel segurou os seios dela por baixo do vestido e fodia com ritmo constante. O som molhado da buceta engolindo o pau ficava perigosamente alto. Gabriela abriu a torneira para disfarçar e continuou a conversa:
— As suas irmãs sempre exageram… elas gostam de drama. Não liga. Eu e o Biel não temos nada demais… a gente só… se dá bem.
Ricardo ficou em silêncio por alguns segundos. Do outro lado da porta dava para sentir a desconfiança dele.
— Quando você sair eu quero conversar direito.
— Já tô saindo… só mais um minuto.
Gabriela desligou a torneira com uma mão e com a outra segurou a pia. Biel não parou. Meteu mais rápido, mais fundo. Ela estava prestes a gozar. Olhou para trás e fez sinal para ele gozar também. Biel obedeceu. Segurou a cintura dela com força e jorrou dentro, os jatos quentes enchendo a mãe enquanto ela se contraía em silêncio, a buceta apertando, o orgasmo passando em ondas para não fazer barulho.
Eles ficaram parados alguns segundos, o pau ainda dentro, respirando fundo. Depois Biel saiu. O gozo escorreu pela coxa de Gabriela. Ela limpou rápido com o papel higiênico, ajeitou o vestido e abriu a porta.
Ricardo estava logo ali, o olhar duro.
— Demorou pra caralho.
Gabriela passou por ele com o rosto calmo, o corpo ainda latejando.
— Mulher grávida de novo demora mesmo. Quero dizer… mulher que acabou de ter filho.
Ela sorriu e foi em direção à sala.
Atrás dela, Biel saiu alguns segundos depois, a calça ajeitada, o rosto ainda vermelho.
As irmãs de Ricardo, do outro lado da sala, trocaram um olhar longo e carregado de suspeita. Uma delas murmurou para a outra:
— Eu não confio. O jeito que ela olha pro menino… e o jeito que ele olha pra ela. Tem alguma coisa.
Dona Célia ouviu e já se aproximou para mudar de assunto.
Mas a semente da desconfiança das irmãs estava plantada.
E no banheiro, o cheiro de sexo ainda pairava no ar.
O fim de semana chegou com sol forte e a casa cheia de novo.
Ricardo marcou um churrasco com piscina. As irmãs dele vieram, junto com primos e algumas visitas. Dona Célia e Carla já estavam em alerta. O clima de desconfiança pairava, mas o calor e a cerveja ajudavam a distrair.
Gabriela escolheu o biquíni de propósito.
Um micro biquíni preto, quase fio dental. O triângulo da frente mal cobria a buceta. Atrás, só um cordão fino se perdia entre as nádegas. Os seios pesados ficavam quase estourando para fora dos copos minúsculos. Quando ela desceu a escada, Biel parou no meio do caminho. A boca encheu de água na hora.
Ricardo olhou e franziu a testa.
— Esse biquíni tá muito pequeno, não?
Gabriela sorriu, ajeitando a alça.
— Tá calor. E eu ainda tô me sentindo inchada… quero pegar um pouco de sol.
Dona Célia puxou o filho para a churrasqueira antes que ele falasse mais.
Na beira da piscina Gabriela se espreguiçou de propósito. O biquíni subiu. A metade das nádegas ficou à mostra. Biel se sentou na borda, as pernas dentro da água, o pau já duro dentro do short. Ela entrou na água devagar e nadou até ele.
Por baixo da superfície, longe dos olhos de quem estava na área da churrasqueira, Gabriela abriu as pernas do filho, puxou o short para o lado e engoliu o pau de uma vez.
A água escondia tudo. Só se via ela parada entre as pernas dele, a cabeça baixa. Biel segurou a borda da piscina com força. A boca quente da mãe contrastava com a água mais fria. Ela chupava fundo, a língua girando, a garganta abrindo. Bolhas subiam. De vez em quando ela tirava a boca, beijava a cabeça do pau e engolia de novo.
Grupo:
Gabriela: “Tô chupando ele dentro da água. O biquíni já tá deslocado. Segurem o Ricardo e as irmãs.”
Dona Célia: “Já coloquei ele pra virar carne. As meninas estão comigo.”
Carla: “Pode continuar. Eu fico de olho na escada.”
Gabriela chupou até o gostinho de pré-gozo ficar forte. Depois subiu o corpo, montou no colo de Biel dentro da água e puxou o fio do biquíni para o lado. O pau entrou de uma vez. A água fazia ondas pequenas. Ela rebolava devagar, os seios quase saindo do top, o rosto colado no do filho.
Beijos escondidos. Língua, mordidas no lábio, gemidos abafados na boca um do outro. Biel segurava as nádegas dela por baixo da água e metia para cima. O biquíni minúsculo ficava torto, o cordão perdido entre as bunda, a buceta engolindo o pau à mostra para quem estivesse embaixo da superfície.
Eles trocaram de posição. Gabriela se virou de costas, empinou e Biel meteu por trás, ainda dentro da água. As mãos dele subiam pelos seios, apertavam, escapava leite. Ela olhava por cima do ombro e beijava o filho de cabeça para trás, a boca aberta, a língua enrolando.
Do lado de fora, Ricardo gritou:
— Biel! Vem ajudar com o gelo!
Dona Célia respondeu na hora:
— Deixa o menino na água! Ele tá cuidando da Gabriela que tava com calor. Vem cá você mesmo!
Enquanto a distração funcionava, Biel fodia mais fundo. A água batia. O pau entrava até as bolas. Gabriela gemia contra a boca dele. Os dois gozaram quase juntos: ela se contraindo, a buceta apertando, ele jorrando dentro dela sob a água. O gozo misturou com a piscina. Quando se separaram, um fio branco flutuou por um segundo antes de se dissolver.
Gabriela ajeitou o micro biquíni — agora ainda mais mínimo, o tecido encharcado e transparente — e nadou até a borda como se nada tivesse acontecido. Biel ficou mais um pouco, tentando fazer a ereção baixar.
Mais tarde, enquanto o churrasco rolava, ela se sentou no colo dele na sombra, ainda de biquíni. Por baixo da toalha que jogaram por cima das pernas, a mão dela tirou o pau para fora e masturbou devagar. De vez em quando ela se inclinava e beijava o pescoço do filho, a língua quente, escondida pelo ângulo.
As irmãs de Ricardo observavam de longe, sussurrando entre si.
Mas Dona Célia e Carla não deixavam o ambiente esfriar.
Quando a noite caiu e as visitas começaram a ir embora, Gabriela puxou Biel para a parte mais funda e escura da piscina. O biquíni foi puxado de lado de novo. Ela se agarrou no pescoço do filho, as pernas em volta da cintura dele, e o pau entrou mais uma vez. Beijos profundos, gemidos baixos, estocadas lentas e fundas dentro da água preta.
Dessa vez foi mais longo. Mais detalhado. Biel chupou os seios, bebeu o leite que vazava, mordeu os mamilos enquanto metia. Gabriela rebolava, a água batendo entre os corpos, a buceta engolindo cada centímetro. Eles gozaram abraçados, a boca um no outro, o gozo se perdendo na piscina.
Quando saíram, o micro biquíni de Gabriela estava completamente deslocado e transparente. A marca da buceta e dos mamilos aparecia sem pudor.
Ricardo olhou.
As irmãs olharam.
Mas ninguém falou nada na hora.
A noite ainda estava só começando.

Depois da gravidez o corpo de Gabriela tinha mudado de um jeito que deixava Biel permanentemente duro.
Os seios ficaram maiores, pesados, redondos, com mamilos mais escuros e sensíveis. A cintura voltou, mas as curvas ficaram mais marcadas. O bumbum ganhou volume, ficou mais alto e macio. As coxas engrossaram um pouco, a carne firme e macia ao mesmo tempo. Até a buceta parecia mais carnuda, os lábios mais grossos. Ela estava mais mulher, mais cheinha, mais gostosa — e Biel não conseguia ficar de pau mole perto dela por mais de dois minutos.
Qualquer movimento dela era suficiente.
Se Gabriela se inclinasse para pegar o bebê, o bumbum redondo esticava a legging ou o vestido e o pau de Biel endurecia na hora. Se ela risse e os seios balançassem, ele sentia a boca encher de água. Se ela passasse por ele no corredor, o cheiro da pele e o calor do corpo já deixavam a ereção latejando dentro da calça.
Eles aproveitavam cada segundo escondido.
Numa manhã, enquanto Ricardo levava o lixo para a rua e Dona Célia entretinha as visitas restantes na sala, Gabriela passou por Biel na cozinha. Vestia só uma camiseta larga do marido que mal cobria o bumbum. Por baixo, nada. As nádegas nuas balançavam. Biel a segurou pela cintura e colou o pau duro entre elas.
— Você ficou muito mais gostosa — murmurou no ouvido dela, já esfregando. — Esse corpo… eu não aguento.
Gabriela empinou de propósito, rebolando o bumbum grosso e macio contra a ereção.
— Então aproveita. Antes que alguém venha.
Biel puxou a camiseta para cima, expôs as nádegas completas e esfregou o pau no sulco. A pele quente e macia da mãe envolvia ele. Depois abaixou um pouco, encaixou a cabeça na entrada já úmida e meteu de uma vez. A buceta carnuda engoliu o pau com facilidade. Gabriela segurou a bancada e empurrou para trás. O bumbum batia nas coxas dele a cada estocada. A carne macia ondulava.
Eles foderam ali, em pé, rápido e fundo. Biel com as duas mãos apertando as nádegas maiores, abrindo, vendo o pau sumir entre elas. Gabriela olhava por cima do ombro, a boca aberta, gemendo baixo. Os seios pesados balançavam para fora da camiseta. Biel inclinou o corpo, pegou um deles e chupou enquanto metia. O leite ainda saía fácil.
Gozaram quase juntos. Biel encheu a mãe, as mãos afundadas na carne do bumbum. Gabriela se contraiu forte, a buceta apertando, um fio de porra escorrendo na hora pela coxa grossa.
Mais tarde, no sofá da sala de TV (enquanto as visitas estavam no quintal e Ricardo era distraído por Carla), Gabriela sentou no colo do filho de costas. O vestido curto subiu. O bumbum cheio e macio pousou em cima do pau já duro de novo. Ela rebolou devagar, esfregando a buceta nua na ereção por cima da calça.
Biel beijava o pescoço dela, as mãos subindo pelos seios pesados, apertando, brincando com os mamilos. De vez em quando ela virava o rosto e os beijos se tornavam profundos, de língua, molhados, demorados. A mão de Biel descia, abria as coxas da mãe e enfiava os dedos na buceta carnuda. Os lábios grossos fechavam em volta dos dedos. Ele masturbava enquanto ela esfregava o bumbum.
— Adoro como você ficou — sussurrava ele entre beijos. — Mais carne, mais curva… eu fico duro só de você andar.
Gabriela sorria contra a boca dele e rebolava com mais vontade.
Quando o risco aumentava, eles paravam. Mas assim que a chance aparecia de novo, o pau de Biel já estava latejando e a buceta da mãe já estava molhada.
À noite, depois que a casa enfim esvaziou e Ricardo dormia, Gabriela foi para o quarto de Biel de camisola fina. O tecido marcava os seios pesados e o bumbum redondo. Ela subiu na cama, tirou a camisola e ficou nua. O corpo cheio, curvilíneo, ainda marcado pela gravidez de um jeito que deixava Biel babando.
Ele a beijou o corpo inteiro. Chupou os seios, bebeu o leite, mordeu a carne macia da barriga, das coxas, do bumbum. Virou ela de quatro e ficou olhando: as nádegas altas e grossas, a buceta carnuda e úmida, o cu apertado. Depois meteu devagar, sentindo a carne quente envolver o pau. Fodeu com vontade, as mãos afundando na pele macia, abrindo as nádegas, batendo de leve só para ver a carne tremer.
Gabriela gemia no travesseiro, empurrando para trás, pedindo mais fundo. Biel beijava as costas dela, o ombro, o pescoço, enquanto metia. Os beijos eram de namorado, de homem apaixonado pelo corpo novo da mulher.
Eles gozaram duas vezes. Na segunda, Biel tirou o pau, esfregou entre as nádegas grossas e gozou em cima do bumbum, vendo a porra branca escorrer pela curva. Depois limpou com a língua e beijou a buceta inchada até Gabriela gozar de novo.
O filho não conseguia ficar de pau mole perto da mãe.
E a mãe, mais cheinha, mais curvilínea e mais gostosa do que nunca, não queria que ele ficasse.
O corpo novo de Gabriela tinha virado obsessão para Biel.
Toda vez que ela entrava no cômodo ele sentia o pau latejar. As curvas estavam mais generosas: seios pesados que balançavam a cada passo, cintura ainda marcada, mas o quadril mais largo, o bumbum redondo e alto que rebolava sozinho quando ela andava. As coxas se tocavam de leve. A buceta, sempre carnuda, agora parecia ainda mais gorda e convidativa. Biel ficava duro só de ver a mãe respirar.
Numa tarde quente, com a casa relativamente calma (Ricardo tinha saído com as irmãs para resolver papelada do bebê e Dona Célia cobria a ausência), Gabriela passou pela sala de camiseta justa e short colado. O tecido do short entrava no meio do bumbum, marcando as nádegas cheias. Biel, sentado no sofá, não disfarçou. A ereção já levantava a bermuda.
Ela notou e sorriu.
— De novo? Você não baixa nunca mais perto de mim…
— Não consigo — respondeu ele, a voz rouca. — Esse corpo… você ficou pesada de um jeito que me deixa maluco.
Gabriela se aproximou devagar, parou na frente dele e se virou. Empinou. O short subiu. Biel puxou ela pelo quadril e colou o rosto no bumbum. Respirou fundo o cheiro da pele, mordeu a carne macia por cima do tecido e depois puxou o short para baixo de uma vez. As nádegas saltaram livres, brancas, pesadas, o sulco fundo. Ele abriu com as mãos e lambeu do cu até a buceta, devagar, saboreando.
Gabriela gemeu e empurrou para trás.
— Chupa direito… adoro quando você baba assim.
Biel obedeceu. Enterrou a língua entre os lábios grossos, chupou o clitóris inchado, fodeu a buceta com a boca. A carne macia tremia. Ele babava de propósito, deixando tudo molhado. Depois se levantou, abaixou a bermuda e esfregou o pau duro no meio das nádegas. A pele quente e macia envolvia ele. Gabriela rebolava, masturbando o filho com o bumbum cheio.
Quando não aguentou mais, ela se virou, empurrou Biel de volta no sofá e montou de frente. Guiou o pau até a entrada e desceu devagar, sentindo cada veia. A buceta carnuda engoliu tudo. Ela começou a cavalgar com vontade, os seios pesados batendo, a carne do bumbum batendo nas coxas dele. Biel segurava as nádegas com as duas mãos, abrindo, batendo de leve só para ver a onda na pele.
Beijos molhados, profundos. Língua, saliva, gemidos um na boca do outro. Biel chupava os seios enquanto ela rebolava, bebia o leite que ainda saía, mordia os mamilos escuros. Gabriela gemia alto agora, sem medo, o corpo cheio ondulando em cima do filho.
— Adora esse corpo, né? — provocava ela, rebolando mais forte. — Mais bunda, mais peito, mais coxa… tudo seu.
— Tudo — respondeu Biel, metendo para cima. — Não consigo ver você sem ficar assim.
Eles trocaram de posição. Gabriela de quatro no sofá, o bumbum alto e aberto. Biel meteu por trás com força, as mãos afundando na carne macia, batendo as nádegas, vendo o pau sumir entre elas. A cada estocada a carne tremia. Ele se inclinava, beijava as costas, o ombro, o pescoço, enquanto fodia fundo. O som da pele batendo enchia a sala.
Gozaram juntos. Biel jorrou dentro, segurando as nádegas com força. Gabriela se contraiu, a buceta apertando, o gozo escorrendo pelas coxas grossas. Mesmo depois de gozar, o pau de Biel não amoleceu por completo. Continuou semi-duro dentro dela, latejando.
Gabriela riu, ofegante, e rebolou de leve.
— Viu? Nem depois de gozar você baixa… esse corpo novo me deixou com um problema.
Biel beijou a boca dela, ainda dentro.
— Problema bom. Quero você de novo. Agora.
E começou a meter outra vez, mais lento, mais fundo, aproveitando cada curva, cada quilo a mais, cada pedaço de carne que a gravidez tinha deixado.
A mãe mais cheinha e curvilínea.
O filho permanentemente duro.
E a casa, por enquanto, só deles.

O pau de Biel realmente não baixava.
Mesmo depois de gozar, ele continuava duro dentro de Gabriela. Ela sentia o volume latejar, ainda grosso, preenchendo a buceta carnuda. Riu baixo, ofegante, e rebolou de propósito, apertando os músculos em volta dele.
— Você é insaciável… olha isso. Continua duro igual pedra.
Biel respondeu beijando a boca dela com fome, as mãos subindo pelas costas suadas até pegar nos seios pesados. Apertou, reuniu os dois, chupou um mamilo e depois o outro, puxando o leite que ainda vinha fácil. Gabriela arqueou o corpo, empurrando o peito contra a boca do filho enquanto rebolava devagar no pau que não amolecia.
Ele a virou com cuidado, sem sair de dentro. Agora Gabriela estava deitada de lado no sofá, uma perna erguida. Biel fodia por trás, colado nas costas dela, uma mão segurando a coxa grossa e a outra acariciando a barriga ainda um pouco mole, descendo até o clitóris inchado. Os beijos no pescoço eram molhados, demorados. Ele mordia a orelha, puxava o lóbulo, sussurrava:
— Adoro essa bunda agora… pesada, macia… quero gozar nela de novo.
Gabriela empurrava o quadril para trás, encontrando cada estocada. A carne do bumbum batia contra o corpo dele. O som era úmido e alto. Biel olhava para baixo e via as nádegas cheias se movendo, o pau sumindo entre elas, a pele tremendo a cada investida. Aumentou o ritmo. A mão que estava no clitóris escorregou e abriu os lábios grossos, sentindo o próprio pau entrar e sair.
Eles gozaram pela segunda vez ali. Biel enterrou fundo e jorrou de novo, gemendo no pescoço da mãe. Gabriela se contraiu forte, as coxas tremendo, um gemido longo escapando. O gozo escorreu misturado, manchando o sofá e as coxas dela.
Mesmo assim o pau de Biel só amoleceu um pouco. Continuava meio duro, sensível, ainda dentro. Gabriela riu cansada e se virou de frente, sem tirá-lo. Beijou a boca do filho com carinho e fome ao mesmo tempo.
— Você vai acabar me engravidando de novo se continuar assim…
— Quero — respondeu ele, já voltando a mover o quadril devagar. — Quero ver essa barriga crescer outra vez. Quero você ainda mais peituda, ainda mais bunduda.
Gabriela mordeu o lábio e abraçou o pescoço dele. As pernas se fecharam em volta da cintura do filho. Biel começou a foder pela terceira vez, agora mais lento, mais profundo, explorando cada centímetro. As mãos não paravam: apertavam as nádegas, subiam pelos seios, desciam pelas coxas grossas, voltavam para a bunda. Ele beijava o colo, o vale entre os seios, chupava a pele, deixava marcas.
O sofá rangeu. O cheiro de sexo enchia a sala. Gabriela gemia sem se importar, as unhas nas costas de Biel, o corpo cheio e curvilíneo se movendo sob ele. A cada estocada os seios balançavam, o bumbum tremia, a buceta carnuda engolia o pau com um som molhado e gostoso.
Quando Biel sentiu que ia gozar de novo, tirou o pau, subiu no peito dela e esfregou entre os seios pesados. Gabriela os apertou em volta, olhando para cima, a língua para fora. Ele gozou na terceira vez assim: jatos quentes no pescoço, no colo, nos mamilos. Ela lambeu o que pôde, chupou a cabeça do pau limpo e sorriu, o rosto sujo de porra.
Biel desceu e se deitou em cima dela, o corpo inteiro cobrindo o da mãe. O pau, finalmente mais mole, descansava entre as coxas grossas. Ele beijava a boca de Gabriela devagar, cansado e ainda excitado.
— Eu não consigo parar de te querer — confessou. — Cada vez que você anda, cada vez que essa bunda balança… eu fico duro. Todo santo dia.
Gabriela passou a mão nos cabelos dele e abriu mais as pernas, acomodando o filho entre elas.
— Então não para. Me fode até cansar. Esse corpo é seu.
Lá fora o portão fez barulho. Ricardo e as irmãs estavam voltando.
Os dois se levantaram rápido, se vestiram como puderam, o cheiro de sexo ainda forte, o gozo ainda escorrendo pelas coxas de Gabriela. Ela ajeitou a camiseta, mas o tecido já marcava os seios molhados e o bumbum.
Biel olhou para a mãe e sentiu o pau latejar de novo.
Mesmo depois de três gozadas, perto daquele corpo cheio e curvilíneo, ele simplesmente não conseguia ficar mole.

O portão abriu com barulho.
Gabriela e Biel mal tiveram tempo de se arrumar. Ela puxou a camiseta para baixo, mas o tecido fino já estava manchado de leite e suor, marcando os seios pesados e os mamilos duros. Entre as coxas o gozo ainda escorria, úmido e quente. Biel ajeitou a bermuda, mas a ereção não tinha baixado de verdade — continuava marcada, grossa, latejando só de olhar para a mãe.
Ricardo entrou primeiro, seguido das irmãs. O olhar dele varreu a sala e parou nos dois. O sofá estava amassado. O cheiro de sexo ainda pairava no ar, misturado com o calor da tarde.
— Que cheiro é esse? — perguntou ele, franzindo o nariz.
Gabriela sorriu, o rosto ainda corado, a voz calma demais:
— Tava amamentando. O leite vazou. O Biel me ajudou a limpar porque o bebê dormiu no colo dele.
Uma das irmãs de Ricardo trocou olhar com a outra. A desconfiança era clara. Dona Célia apareceu na hora da cozinha, sentindo o clima, e já puxou assunto:
— Vocês demoraram. O bebê acordou e eu já dei banho. Vem comer alguma coisa.
Ricardo ainda olhava para o filho. Viu a marca na bermuda. Viu o jeito que Biel evitava o olhar. Mas acabou seguindo a mãe.
Assim que o corredor ficou livre, Gabriela passou por Biel e esfregou a mão aberta bem em cima da ereção, apertando.
— Continua duro… mesmo com ele aqui. Você é um perigo.
Biel segurou o pulso dela e puxou a mãe contra o corpo. O pau latejou contra a barriga dela. Beijou a boca de Gabriela rápido e fundo, a língua entrando, antes de se afastar.
Durante o resto da tarde o jogo continuou.
Toda vez que Ricardo virava as costas, Biel encontrava um jeito de colar na mãe. Na cozinha, enquanto ela pegava água, ele veio por trás e encoxou forte. O pau duro se encaixou entre as nádegas cheias. Gabriela empinou de leve e rebolou, sentindo a grossura. As irmãs estavam na sala, mas o balcão alto escondia. Biel meteu a mão por baixo da camiseta, apertou os seios pesados e puxou os mamilos até sair um fio de leite. Depois lambeu os dedos.
Mais tarde, no corredor, Gabriela foi ao banheiro. Biel entrou atrás dela antes que a porta fechasse. Trancou. Em menos de um minuto a camiseta estava no chão, o short da mãe também. Ele a virou contra a parede, abriu as nádegas grossas e meteu de uma vez. A buceta ainda estava encharcada de porra antiga. O pau deslizou fácil, fundo. Biel fodeu rápido e silencioso, uma mão tapando a boca de Gabriela, a outra apertando a carne macia da bunda. As coxas dela tremiam. Os seios batiam na parede.
Eles gozaram em menos de dois minutos. Biel encheu a mãe de novo. Quando saíram, Gabriela andava com as pernas um pouco abertas, o gozo escorrendo pela coxa interna. O short molhado marcava a buceta inchada.
À noite, depois que as visitas foram embora e Ricardo dormiu no sofá da sala (cansado e de barriga cheia), Gabriela foi para o quarto de Biel sem se preocupar em disfarçar. Entrou nua. O corpo cheio, suado, curvilíneo, os seios pesados, o bumbum redondo, a buceta vermelha e brilhante de tanto uso.
Biel já estava duro só de ouvir a porta. Ela subiu na cama, montou de costas e encaixou o pau sozinha. Desceu até o fundo. O bumbum macio e grosso bateu nas coxas dele. Começou a cavalgar devagar, depois mais forte, a carne ondulando. Biel segurava as nádegas com as duas mãos, abrindo, batendo, vendo o pau sumir entre elas.
— Olha pra essa bunda — gemía ela. — Olha o que a gravidez fez… e é tudo seu.
Biel metia para cima, gemendo, completamente perdido no corpo da mãe. Beijava as costas, mordia a carne, puxava os cabelos. Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau, mandou ela ficar de quatro e gozou em cima das nádegas abertas, jatos quentes escorrendo pelo sulco e pela buceta. Depois baixou o rosto e lambeu tudo, empurrando a porra para dentro com a língua.
Gabriela gozou só com a boca dele.
Mesmo depois disso, quando os dois se deitaram abraçados, o pau de Biel ainda latejava contra a coxa grossa da mãe. Ela riu baixo e fechou a mão em volta dele, masturbando devagar.
— Você não tem conserto… perto desse corpo você vira um animal.
Biel beijou a boca dela, já empurrando os dedos de novo para dentro da buceta molhada.
— E você adora.
Do outro lado da casa, Ricardo dormia sem saber que, no quarto ao lado, o filho continuava duro dentro da mulher dele — e que o corpo mais cheio e curvilíneo de Gabriela tinha se tornado a maior obsessão da vida de Biel.

O fim de semana seguinte a família inteira foi para a casa de praia de novo.
Sol forte, vento quente, o bebê já maiorzinho no berço de praia. Ricardo, as irmãs, Dona Célia, Carla e alguns primos. O lago ficava a poucos minutos andando da areia. Biel mal conseguia disfarçar desde o momento em que Gabriela saiu do quarto.
Ela tinha escolhido o biquíni mais pequeno que possuía.
Um micro fio dental preto. O triângulo da frente era ridículo — mal cobria o clitóris. A buceta carnuda e grande, com os lábios grossos e salientes depois da gravidez, ficava quase toda para fora. As laterais do tecido entravam entre a carne. Atrás, só um cordão fino desaparecia entre as nádegas pesadas e redondas. Os seios enormes quase estouravam os copos minúsculos; a qualquer movimento os mamilos escuros ameaçavam escapar.
Biel sentiu o pau endurecer tão rápido que doeu. A bermuda já marcava. Ele engoliu em seco, a boca cheia de água.
Gabriela passou por ele e sussurrou, o sorriso safado:
— Consegue tapar essa buceta? Nem eu consigo… olha como ela tá grande agora.
Na areia, com a família se espalhando, o jogo começou.
Gabriela deitou de bruços na canga. O biquíni sumiu quase completamente entre as nádegas. Biel se sentou logo ao lado, o olhar colado. Quando ela se virou de costas, as pernas se abriram de leve e a buceta apareceu de verdade: lábios grossos, rosados, um pouco abertos, o tecido mínimo empurrado para o lado. Ricardo estava a poucos metros, passando protetor nas irmãs. Dona Célia e Carla já se posicionavam.
Grupo:
Gabriela: “O biquíni não tapa nada. A buceta tá toda à mostra. Ele tá babando. Segurem o Ricardo e as irmãs.”
Dona Célia: “Já puxei ele pro guarda-sol. Continuem.”
Carla: “Eu fico entre vocês e o resto da família.”
Gabriela se levantou e foi até a água. O jeito que o bumbum balançava era obsceno. Biel a seguiu. Dentro da água rasa, longe o suficiente, ela se colou pelas costas dele. O pau duro encontrou o cordão do biquíni. Ela rebolou, esfregando a buceta grande e nua na coxa do filho.
— Está vendo como ficou grande? — murmurou no ouvido dele. — Não fecha mais direito… é sua culpa.
Biel meteu a mão por baixo da água, puxou o triângulo minúsculo para o lado e enfiou dois dedos de uma vez. A buceta carnuda engoliu fácil. Gabriela mordeu o ombro dele para não gemer. Os dedos entravam e saíam, o polegar no clitóris inchado. A água escondia o movimento, mas qualquer um que olhasse de perto veria a expressão dela.
Eles nadaram até uma pedra maior que formava uma sombra. Por trás dela, com a família ainda visível a uns trinta metros, Gabriela ajoelhou na água rasa. Puxou a bermuda de Biel e engoliu o pau até a garganta. A água batia no peito dela. Os seios flutuavam, quase saindo do top. Biel segurava a cabeça da mãe e fodia a boca devagar, olhando para o lado o tempo todo.
Quando não aguentou mais, a levantou, virou-a de costas contra a pedra e meteu. O biquíni foi puxado violentamente para o lado. A buceta grande e molhada engoliu o pau inteiro. Biel fodeu com força, as mãos apertando as nádegas pesadas, abrindo, batendo a carne. A água fazia barulho. Gabriela gemia no pescoço dele, as unhas nas costas.
— Mais fundo… me arrebenta essa buceta grande…
Biel obedeceu. As estocadas eram fundas, molhadas, o som da pele batendo misturado com as ondas. Os seios de Gabriela saltavam do biquíni; leite se misturava à água do mar. Eles gozaram abraçados, o pau latejando dentro, a buceta apertando. O gozo escorreu logo em seguida, branco contra a água transparente.
Voltaram como se nada tivesse acontecido. O micro biquíni de Gabriela estava ainda mais deslocado. A buceta carnuda aparecia quase inteira. Biel andava na frente para esconder a ereção que não baixava.
Mais tarde foram ao lago.
A água era mais parada, mais escura. A família ficou na parte rasa. Gabriela e Biel se afastaram nadando até onde dava para ficar em pé com a água na altura do peito. Lá, escondidos pela distância e pelo reflexo do sol, ela tirou o top do biquíni e deixou os seios pesados livres. Biel chupou os dois, bebeu o leite, mordeu. Depois puxou o fio de baixo, ergueu uma perna dela e meteu de novo.
Foderam em pé, dentro da água. Beijos profundos, língua, gemidos abafados. As mãos de Biel não paravam no corpo cheio: apertavam a bunda, as coxas, os seios. A buceta grande fazia um barulho molhado a cada estocada. Gabriela rebolava, a água batendo entre eles.
Quando Ricardo gritou perguntando se estavam bem, ela respondeu com a voz embargada, o pau do filho ainda dentro:
— Tamo… tamo nadando! Tá ótimo!
Biel gozou mais uma vez fundo. Gabriela se contraiu logo depois. Ficaram colados, ofegantes, o micro biquíni agora só um fio torto que não cobria absolutamente nada.
No final da tarde, de volta à areia, Gabriela deitou de pernas abertas de propósito. O biquíni não escondia mais nada. A buceta grande, vermelha, usada, brilhava ao sol. Biel sentou ao lado e jogou uma toalha sobre o colo para esconder o pau que continuava duro. De vez em quando a mão dele escorria e apertava a coxa da mãe, subindo até serrar a carne molhada por cima do tecido mínimo.
A família estava a poucos metros.
E nenhum dos dois conseguia parar.
O corpo cheio, curvilíneo e agora ainda mais obsceno de Gabriela tinha transformado qualquer saída em família num jogo perigoso e viciante.

Continuação
A noite na casa de praia caiu quente e úmida.
A maioria das visitas já tinha ido embora. Sobrou só a família mais próxima: Ricardo, as duas irmãs, Dona Célia, Carla, o bebê e, claro, Biel. O clima ainda era de desconfiança, mas o cansaço do sol e da cerveja tinha deixado todo mundo mais lento.
Gabriela estava na sala, sentada na poltrona mais confortável, o bebê no colo. A blusa aberta. O seio pesado e cheio à mostra. O menino mamava com vontade, a bocinha puxando o mamilo escuro, o leite branco escorrendo pelo canto da boca e descendo pelo peito da mãe.
Biel estava do outro lado da sala.
Tentou olhar para o celular. Tentou olhar para a televisão. Tentou conversar com a tia Carla. Não adiantou. Os olhos voltavam sozinhos para o seio da mãe. A boca dele encheu de água. O pau endureceu tão rápido que ele teve que cruzar as pernas. A imagem era demais: o seio grande, pesado, a carne macia sendo apertada pela mão de Gabriela, o mamilo sumindo e aparecendo na boca do bebê, o leite sobrando e brilhando na pele.
Gabriela levantou o olhar e o pegou no flagra.
Ela não cobriu o seio. Pelo contrário. Ajeitou o bebê de um jeito que o peito ficou ainda mais exposto e sorriu de canto, safada. A voz saiu baixa, só para o filho:
— Consegue resistir, Biel? Olha só… tá vazando de novo.
Um fio grosso de leite escorreu. Ela pegou com o dedo e, sem disfarçar, levou à boca e chupou, olhando direto para ele. Biel engoliu em seco. A ereção latejava. Ele apertou a bermuda por cima, tentando baixar, mas só piorou.
Ricardo estava na varanda com as irmãs. Dona Célia percebeu o clima e se levantou, puxando Carla junto.
— Vamos ver se o fogo do churrasco ainda tá aceso. Ricardo, vem com a gente um minuto.
As três conseguiram arrastar o marido e as cunhadas para fora por alguns minutos. Foi o suficiente.
Assim que a porta da varanda fechou, Biel se levantou. A caminhada até a poltrona foi rápida. Ele parou na frente da mãe, o pau marcado na bermuda, a respiração pesada.
— Eu tô tentando… mas não consigo.
Gabriela olhou para baixo, viu o volume e mordeu o lábio. O bebê ainda mamava. Ela falou baixo, a voz rouca:
— Então não resiste. Mas faz quieto.
Com a mão livre ela puxou a bermuda de Biel para baixo. O pau saltou duro, grosso, a cabeça já molhada. Gabriela nem precisou se mexer muito. Biel se aproximou, ajoelhou de lado e empurrou a cabeça do pau contra o seio que não estava sendo usado. O leite escorreu em cima da glande. Ele gemeu baixo.
Gabriela tirou o bebê com cuidado (ele já estava quase dormindo) e colocou no berço ao lado. O seio ficou livre, pesado, o mamilo molhado e pingando. Biel não aguentou. Abaixou a cabeça e chupou com fome. A boca quente puxou o leite. Gabriela segurou a cabeça do filho e arqueou o corpo, gemendo baixo.
— Isso… bebe. É seu também.
Enquanto ele chupava um seio, a mão dela desceu e masturbou o pau dele com força. O polegar espalhava o pré-gozo. Biel trocou de seio, chupando o outro com a mesma vontade, o leite escorrendo pelo queixo. A outra mão dele subiu pela coxa da mãe, embaixo do vestido curto, e encontrou a buceta nua já encharcada. Enfiou dois dedos de uma vez.
Gabriela abriu mais as pernas na poltrona. Biel chupava o peito, fodia ela com os dedos e empurrava o pau na mão da mãe. O barulho molhado era baixo, mas claro. O leite e a saliva escorriam. A buceta apertava os dedos.
Eles ouviram passos voltando da varanda.
Biel se afastou rápido, ajeitando a bermuda com dificuldade. O pau ainda estava duro e molhado de leite. Gabriela puxou a blusa, mas não se cobriu direito. O seio ainda pingava. Ela pegou o bebê de volta no colo como se nada tivesse acontecido.
Ricardo entrou, seguido das irmãs.
— O menino já mamou?
— Acabou de terminar — respondeu Gabriela, a voz um pouco embargada. — Tava com muita fome.
Biel estava sentado de novo, as pernas cruzadas, o rosto vermelho. A ereção ainda marcava. Uma das irmãs olhou diretamente para a bermuda dele e depois para o seio ainda úmido de Gabriela. O olhar dela se estreitou.
Mas Dona Célia já mudava de assunto alto, falando do tempo e da volta no domingo.
Mais tarde, quando a casa enfim dormiu, Biel foi até o quarto da mãe. Gabriela estava deitada, a blusa aberta, os seios livres. Ele não falou nada. Apenas se deitou ao lado, puxou um peito para a boca e chupou enquanto enfiava o pau nela de lado. Foderam devagar, quietos, o barulho da amamentação misturado com o som úmido da buceta.
Biel bebia o leite e metia fundo ao mesmo tempo.
Gabriela segurava a cabeça dele contra o peito e rebolava.
Dessa vez ele não tentou resistir.
Nem conseguiu.

O resto da noite foi longo e silencioso.
Biel ficou no quarto de Gabriela até quase amanhecer. Chupava os seios dela com vontade, o leite escorrendo pelo canto da boca, enquanto fodia a mãe de lado, devagar e fundo. Toda vez que o pau latejava demais ele parava, respirava, tentava controlar… e falhava. Voltava a meter. Gabriela segurava a cabeça dele contra o peito e rebolava, a buceta molhada engolindo tudo. Gozaram mais duas vezes antes de Biel finalmente conseguir sair do quarto e voltar para a própria cama, o gosto de leite ainda na boca e o pau sensível dentro da bermuda.
No dia seguinte o clima na casa de praia estava mais pesado.
As irmãs de Ricardo não disfarçavam mais. Ficavam olhando Gabriela e Biel com cara fechada, cochichando entre si. Ricardo notava, mas fingia que não. Dona Célia e Carla trabalhavam dobrado para manter a paz.
No meio da manhã o bebê chorou de fome de novo. Gabriela se sentou na varanda, na cadeira de balanço, e abriu a blusa. O seio pesado apareceu. O menino se agarrou rápido. O leite começou a descer farto.
Biel estava na rede a poucos metros. Tentou ficar de olhos fechados. Contou até dez. Até vinte. Não adiantou. Abriu os olhos e ficou olhando. A boca encheu de água na mesma hora. O pau endureceu dentro da bermuda tão rápido que ele precisou virar de lado para esconder.
Gabriela o sentiu olhando. Levantou o olhar e o prendeu. Não cobriu nada. Pelo contrário: ajeitou o bebê de um jeito que o outro seio também ficou quase à mostra, o mamilo escuro e úmido. Depois falou baixo, só para ele, com um sorrisinho:
— Tá tentando resistir de novo? Tá difícil, né… olha como tá vazando.
Um fio grosso de leite escorreu pelo peito e pingou na barriga dela. Biel engoliu em seco. A ereção latejava. Ele apertou a rede com força, tentando pensar em outra coisa. Falhou.
Quando o bebê dormiu, Gabriela se levantou com ele no colo e passou bem perto da rede. A blusa ainda aberta. O seio livre balançou na frente do rosto de Biel. O cheiro de leite e pele bateu forte. Ela sussurrou:
— Banheiro. Cinco minutos. Não aguenta mais, né?
Biel esperou ela entrar. Levantou com a ereção doendo e foi atrás. O banheiro da área de serviço era o mais afastado. Gabriela já estava lá dentro, o bebê colocado com cuidado no bebê-conforto no chão. Assim que Biel trancou a porta ela puxou a bermuda dele para baixo e ajoelhou.
Não teve preliminares. Engoliu o pau de uma vez, fundo, a garganta abrindo. Biel mordeu a mão para não gemer. Gabriela chupava com fome, a saliva escorrendo, os olhos levantados para ele. De vez em quando tirava a boca, batia o pau molhado no seio cheio e engolia de novo.
— Não resiste… — falava entre uma chupada e outra. — Olha o que eu faço com você só de amamentar.
Biel puxou ela para cima, virou-a contra a parede e meteu. A buceta estava encharcada. O pau entrou fácil e fundo. Ele fodeu com vontade, uma mão no seio, apertando até o leite escorrer pelos dedos, a outra na cintura. Gabriela gemia baixo, empurrando o bumbum para trás. O barulho da pele batendo era abafado pela porta.
Eles gozaram rápido e intenso. Biel encheu a mãe de novo. Quando saiu, o gozo escorreu pela coxa dela. Gabriela limpou com o dedo, chupou e ajeitou a blusa.
— Agora vai. Antes que alguém note.
Biel saiu primeiro, ainda ofegante. Ela esperou um minuto e voltou para a varanda com o bebê, o rosto calmo, o corpo ainda latejando.
As irmãs de Ricardo estavam na cozinha. Uma delas olhou para Biel quando ele passou e depois para Gabriela. O olhar era claro: elas sabiam. Ou quase sabiam.
Dona Célia percebeu e logo puxou as duas para uma conversa longa sobre o retorno para a cidade.
Mas o dano estava feito.
E Biel, mesmo depois de gozar, já sentia o pau endurecer de novo só de lembrar do leite escorrendo e da boca da mãe em volta dele.
Resistir tinha se tornado impossível.

O sol da manhã entrava pela varanda da casa de praia quando o bebê chorou de novo.
Gabriela se acomodou na cadeira de balanço de madeira, o corpo ainda marcado pela noite anterior. Abriu a blusa botão por botão, sem pressa. O seio esquerdo apareceu primeiro: pesado, veias azuladas à mostra, o mamilo escuro e já úmido. Ela o segurou por baixo, a carne macia transbordando entre os dedos, e guiou até a boca do filho. O bebê se agarrou com força. O leite desceu em jatos fortes. Dava para ouvir o barulho molhado da sucção.
Biel estava na rede a quatro metros de distância.
Ele tentou. Jurava que ia conseguir. Fechou os olhos. Contou os segundos. Apertou a almofada da rede até os nós dos dedos ficarem brancos. Mas o som da amamentação — aquele barulho úmido e ritmado — subia direto para o pau dele. Abriu os olhos.
A cena era cruel de tão gostosa.
O seio enorme de Gabriela sendo amassado pela própria mão dela. A boca pequena do bebê puxando o mamilo. Leite branco sobrando, escorrendo pelo canto da boca do menino, descendo em fio grosso pelo peito, pela curva inferior do seio, pingando na barriga dela. O outro seio, ainda preso na blusa aberta, já manchava o tecido. O cheiro doce de leite misturado com o perfume da pele da mãe chegava até a rede.
O pau de Biel endureceu tão rápido que a dor foi quase aguda. A bermuda levantou. A cabeça já úmida manchou o tecido por dentro. Ele virou o corpo, tentando esconder, mas os olhos não desgrudavam.
Gabriela levantou o olhar bem no momento em que um fio mais grosso de leite escorria. Ela viu o volume na bermuda do filho. Viu a expressão faminta. Um sorriso lento e safado se abriu nos lábios dela. Sem tirar o bebê do peito, falou baixo, a voz rouca de quem acabou de acordar:
— Tá olhando de novo… e tá duro pra caralho. Consegue resistir hoje ou vai fazer igual ontem?
Biel não respondeu. Só engoliu em seco. A boca estava cheia de água. Ele apertou a ereção por cima da bermuda, tentando aliviar, mas o aperto só fez latejar mais.
Gabriela ajeitou o bebê, trocou de seio com calma. O mamilo saiu da boca do menino com um som molhado e um jato de leite espirrou para o lado. Ela nem se abalou. Guiou o outro seio até a bocinha. Agora era o peito direito que balançava a cada sucção. O esquerdo, livre, continuava pingando. Ela pegou o fio de leite com o dedo indicador, levantou e, olhando direto nos olhos de Biel, chupou o dedo devagar.
— Hmmm… doce. Quer?
Biel quase gozou ali mesmo.
Quando o bebê finalmente se empanturrada e dormiu, Gabriela se levantou com ele no colo. A blusa continuava completamente aberta. Os dois seios à mostra, molhados, os mamilos duros e brilhantes. Ela passou bem perto da rede. O cheiro bateu forte. O seio quase tocou o ombro de Biel. Ela se inclinou e sussurrou no ouvido dele, a voz quente:
— Banheiro de serviço. Agora. Eu também não tô aguentando.
Biel esperou ela entrar. Levantou-se com a ereção doendo, apertada contra o tecido. A caminhada até o banheiro foi a mais longa da vida dele. Cada passo fazia o pau esfregar. Quando abriu a porta, Gabriela já tinha colocado o bebê no bebê-conforto no canto e estava encostada na pia, a blusa ainda aberta, os seios pingando no chão azulejado.
Ela não falou. Apenas puxou a bermuda de Biel para baixo com as duas mãos. O pau saltou, grosso, vermelho, a cabeça brilhando de pré-gozo. Gabriela ajoelhou na hora. Segurou a base com uma mão e engoliu até sentir bater na garganta. O barulho foi molhado e fundo. Biel segurou a pia atrás dela com as duas mãos, os knucles brancos.
Ela chupava devagar no começo, saboreando. A língua girava em volta da cabeça, descia pela veia grossa, voltava. Depois acelerou. A cabeça de Gabriela ia e vinha, os seios balançando, leite pingando nos pés dela. Biel olhava para baixo e via a mãe ajoelhada, a boca esticada, o rímel um pouco borrado, os olhos marejados de prazer. O som da chupada ecoava no banheiro pequeno: saliva, garganta, gemidos abafados.
Quando ele estava prestes a gozar, Gabriela tirou a boca, subiu o corpo e se virou de costas. Empinou o bumbum, ergueu o vestido curto e abriu as pernas. A buceta estava inchada e encharcada, os lábios grossos abertos. Biel posicionou a cabeça e enterrou de uma só vez. Os dois gemeram baixo.
Ele fodeu com força. As mãos apertavam as nádegas cheias, abrindo, batendo a carne. A cada estocada os seios de Gabriela balançavam e jatos pequenos de leite saíam, escorrendo pela pia e pelo chão. Biel se inclinava, puxava um seio para trás e chupava enquanto metia. O gosto doce do leite misturava com o cheiro forte de sexo. A buceta fazia barulho molhado, engolindo o pau até as bolas.
— Não resiste… — gemia Gabriela, a voz embargada. — Olha o que eu faço com você… só de te mostrar o peito…
Biel meteu mais fundo, mais rápido. A mão dele desceu e esfregou o clitóris inchado em círculos rápidos. Gabriela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando em espasmos fortes. O aperto puxou o orgasmo de Biel. Ele enterrou até o fundo e jorrou, jatos quentes e grossos enchendo a mãe. Gozou tanto que escorreu na hora, branco e grosso, descendo pelas coxas dela enquanto ele ainda latejava dentro.
Eles ficaram parados, ofegantes, o pau ainda pulsando. Biel chupou o último fio de leite do mamilo antes de sair. Gabriela limpou a buceta com um pedaço de papel higiênico, mas o gozo continuou escorrendo. Ela ajeitou a blusa sem se importar que ainda estivesse molhada e manchada.
— Vai primeiro — ordenou, a voz rouca. — E tenta não ficar duro de novo quando me ver amamentando de tarde… porque eu vou abrir a blusa bem na sua frente.
Biel saiu do banheiro com as pernas trêmulas, o gosto de leite e buceta na boca, o pau já começando a endurecer de novo só com a ameaça.
Na varanda, as irmãs de Ricardo o observaram voltar. Uma delas murmurou para a outra, baixa o suficiente para só elas ouvirem:
— Ele saiu do banheiro logo depois dela… e tá com cara de quem acabou de comer.
Dona Célia, que escutou, apenas ergueu a sobrancelha e mudou de assunto alto, mas o cerco estava cada vez mais fechado.
E Biel já sabia que, na próxima vez que a mãe abrisse a blusa, ele não ia nem tentar resistir.

A tia Carla se ofereceu para ficar com o bebê.
— Vocês vão se divertir. Eu cuido dele. Pode deixar.
Dona Célia topou na hora e já começou a empurrar Ricardo para o quarto para se arrumar. As irmãs também foram. Biel e Gabriela trocaram um olhar rápido e se separaram para se trocar.
Gabriela escolheu o vestido mais curto e justo que tinha levado. Preto, de malha fina, colado no corpo. Mal cobria a bunda. Por baixo, nada. A buceta carnuda e os lábios grossos marcavam o tecido quando ela andava. Os seios pesados quase transbordavam do decote. Biel saiu do quarto e travou só de ver. O pau endureceu na hora dentro da calça.
Privado (Gabriela e Biel):
Gabriela: “Sem calcinha. O vestido tá marcando tudo. Quero sentir você duro a noite inteira.”
Biel: “Já tô. Esse vestido vai me matar.”
Gabriela: “Na pista eu vou esfregar. Depois a gente vê onde fode.”
A boate ficava a vinte minutos da casa de praia. Música alta, luzes baixas, corpo grudado em corpo. Assim que entraram, Gabriela puxou Biel para a pista. Ricardo e as irmãs ficaram no bar com Dona Célia, que já tinha combinado de segurar o máximo possível.
Na pista o vestido subiu. Gabriela virou de costas e colou o bumbum no filho. O tecido fino era a única barreira. Ela rebolou devagar, depois com mais vontade, sentindo o pau de Biel endurecer e se encaixar entre as nádegas. Biel colocou as mãos na cintura dela e puxou com força. O volume grosso marcava o vestido por trás.
Beijos escondidos. Quando a luz piscava, Gabriela virava o rosto e a boca de Biel encontrava a dela. Língua, mordida no lábio, gemido baixo abafado pela música. A mão dele subia pela coxa nua e apertava a carne. De vez em quando os dedos chegavam na buceta e esfregavam por cima do tecido, sentindo o calor e a umidade já espalhada.
Privado:
Gabriela: “Tô molhada pra caralho. O vestido já tá manchado. Quero você dentro.”
Biel: “Tem um corredor escuro do lado do banheiro. Vamos.”
Eles se desvencilharam da pista. O corredor era estreito e mal iluminado. Gabriela empurrou Biel contra a parede, ajoelhou, abriu a calça e engoliu o pau de uma vez. Chupou rápido e fundo, a saliva escorrendo. Depois se levantou, ergueu o vestido até a cintura e guiou o pau até a entrada. Biel meteu. A buceta quente e inchada engoliu ele inteiro. Foderam em pé, rápido, fundo, a música abafando o barulho. As mãos de Biel apertavam as nádegas descobertas. Gabriela gemia no pescoço dele.
Gozaram em poucos minutos. Biel encheu a mãe. Quando saíram do corredor, o vestido voltou ao lugar, mas a mancha úmida na frente e atrás era visível se alguém olhasse com atenção.
Mais tarde, no carro no estacionamento da boate (Dona Célia tinha mandado mensagem dizendo que Ricardo estava ocupado com as irmãs no bar), Gabriela subiu no banco do passageiro e tirou o vestido pela cabeça. Ficou nua. Os seios pesados balançaram. Biel já estava com a calça aberta. Ela se debruçou, juntou os seios em volta do pau e começou a fazer a espanhola.
A carne macia e quente envolvia ele. Gabriela apertava os seios, subia e descia, a língua lambendo a cabeça do pau a cada movimento. Leite escorria e misturava com o pré-gozo. Biel segurava o cabelo dela e gemia baixo. A visão era demais: a mãe nua, os seios enormes masturbando o pau, o olhar safado para cima.
— Goza nos meus peitos — pediu ela. — Quero sentir quente.
Biel gozou com força. Jatos brancos cobriram o colo, os mamilos, o queixo de Gabriela. Ela continuou apertando os seios em volta até ele terminar, depois lambeu o que pôde e subiu para beijar o filho com a boca ainda suja de porra.
Privado:
Gabriela: “Tô cheia de você. Dentro e por fora. Quando chegar em casa eu quero mais.”
Biel: “O vestido tá no banco. Vai entrar assim nua por baixo?”
Gabriela: “Vou. E você vai olhar a bunda balançando sem calcinha o caminho todo.”
Eles voltaram para a boate. Gabriela colocou o vestido de novo, agora ainda mais marcado e com cheiro de sexo. Na pista voltaram a dançar colado. O pau de Biel já estava duro outra vez. Ela rebolava de propósito, sentindo o volume, enquanto Ricardo e as irmãs observavam de longe, sem conseguir provar nada.
A noite ainda era longa.
E a mãe, de vestido curto e justo, sem calcinha, cheia da porra do filho, não pretendia parar.
A noite na boate ainda rendia, mas Gabriela já estava inquieta.
O vestido curto e justo colava no corpo suado. Por baixo, a buceta continuava molhada e escorrendo a mistura de gozo e excitação. Toda vez que ela rebolava no colo de Biel na pista, o pau dele voltava a endurecer na hora. Os beijos escondidos tinham ficado mais longos. Em um momento de luz baixa, Biel mordeu o lábio inferior dela e puxou, enquanto a mão subia por trás e apertava a bunda nua por baixo do tecido.
Privado:
Gabriela: “Não aguento mais. Quero você de novo. No carro. Agora.”
Biel: “Vamos. A vó disse que o Ricardo tá no banheiro com as irmãs discutindo.”
Eles saíram quase tropeçando. No estacionamento, o carro ficava em uma vaga mais escura. Assim que as portas fecharam, Gabriela já estava em cima do filho. O vestido foi erguido até a cintura. Ela abriu a calça de Biel com pressa, puxou o pau duro para fora e sentou de uma vez. A buceta quente e inchada engoliu ele até o fundo. Os dois gemeram.
Gabriela começou a cavalgar com vontade. Os seios pesados balançavam dentro do decote e quase saltavam para fora. Biel segurou as nádegas descobertas, abrindo, batendo a carne, metendo para cima. O carro balançava. O som molhado da buceta engolindo o pau enchia o interior. Beijos desesperados, língua, saliva, gemidos abafados.
— Mais forte… me fode como se a gente fosse namorados de verdade — pedia ela contra a boca dele.
Biel obedeceu. Segurou a cintura dela e fodeu fundo, rápido, o pau sumindo inteiro a cada estocada. Gabriela gozou primeiro, o corpo tremendo, a buceta apertando em ondas. Biel segurou mais um pouco e gozou logo depois, enchendo a mãe de novo, os jatos quentes latejando dentro dela.
Eles ficaram abraçados alguns segundos, ofegantes. Quando Gabriela se levantou, um fio grosso de porra escorreu pela coxa e manchou o banco. Ela nem tentou limpar. Apenas puxou o vestido para baixo e sorriu.
Privado:
Gabriela: “Tô escorrendo. O vestido vai ficar transparente se continuar assim.”
Biel: “Deixa. Quero ver.”
No caminho de volta para a casa de praia, Gabriela sentou no banco da frente com as pernas meio abertas. O tecido do vestido subia. Biel dirigia com uma mão e com a outra acariciava a coxa nua dela, subindo até encontrar a buceta molhada. Os dedos entravam fácil. Ela rebolava contra a mão dele, gemendo baixo, enquanto as luzes da estrada iluminavam o rosto corado.
Quando chegaram, a casa estava quieta. Carla estava no sofá com o bebê dormindo no colo. Dona Célia tinha conseguido fazer Ricardo e as irmãs irem dormir mais cedo com a desculpa do cansaço.
Carla olhou os dois e sorriu de canto.
— Diversão boa? O cheiro de vocês tá gritando.
Gabriela apenas riu e pegou o bebê. Biel já puxava a mãe pelo corredor em direção ao quarto. Assim que a porta fechou, o vestido foi para o chão. Gabriela ficou nua, o corpo suado, os seios marcados de dedos, a buceta vermelha e brilhante de tanto uso. Biel a empurrou para a cama, abriu as pernas e enterrou o rosto. Chupou com fome, lambendo o gozo que ainda saía, chupando os lábios grossos, fodendo com a língua.
Depois meteu de novo. Dessa vez foi mais lento, mais profundo, explorando. Beijos longos, mãos apertando a bunda cheia, os seios, as coxas. Gabriela gemia sem se preocupar com volume. As pernas travadas nas costas do filho. O barulho da cama batendo na parede.
Eles gozaram mais uma vez abraçados.
Mesmo depois, o pau de Biel continuava semi-duro contra a coxa da mãe. Ela riu cansada e fechou a mão em volta dele.
— Você não cansa… e eu também não.
Lá fora, a casa dormia.
Mas no quarto, mãe e filho ainda não tinham terminado a noite.

A madrugada na casa de praia estava silenciosa.
O bebê dormia no quarto ao lado com Carla. Ricardo e as irmãs roncavam depois da bebida. Dona Célia tinha se trancado no próprio quarto, ciente de que não precisava mais vigiar aquela noite.
No quarto de Gabriela, a cama já estava destruída.
Ela estava de quatro, o rostinho afundado no travesseiro, o bumbum alto e aberto. Biel fodia por trás com força controlada, as mãos agarradas nas nádegas cheias, abrindo para ver o pau sumir dentro da buceta vermelha e inchada. Cada estocada fazia a carne do bumbum tremer. O som molhado era alto e constante. A cada investida profunda Gabriela gemia sem se segurar, a voz rouca:
— Isso… mais fundo… usa essa buceta… ela é sua…
Biel se inclinava sobre as costas dela, beijava a nuca, mordia o ombro, uma mão escorregando na frente para esfregar o clitóris inchado. O outro braço abraçava a cintura, segurando o corpo da mãe enquanto metia. O suor escorria dos dois. O cheiro de sexo era pesado no ar.
Ele tirou o pau de repente, deitou de costas e puxou Gabriela para cima. Ela montou de frente, encaixou e desceu até as bolas. Começou a cavalgar devagar, depois com mais vontade. Os seios pesados balançavam na cara de Biel. Ele segurou os dois, apertou, chupou os mamilos com força até o leite voltar a sair. Gabriela jogava a cabeça para trás, rebolando em círculos, sentindo o pau bater no fundo.
— Olha pra mim — pediu ela. — Olha o que você faz comigo.
Biel olhava. O corpo cheio da mãe subindo e descendo, a barriga ainda um pouco mole, os seios vazando, a buceta engolindo o pau até sumir. Ele metia para cima ao mesmo tempo, as mãos descendo para apertar a bunda e ajudar no movimento. A cama batia na parede de forma rítmica e sem vergonha.
Gozaram juntos de novo. Gabriela se contraiu forte, a buceta latejando, o corpo inteiro tremendo. Biel jorrou dentro dela pela terceira vez naquela madrugada, gemendo alto contra o peito da mãe. Os dois ficaram abraçados, ofegantes, o pau ainda pulsando lá dentro.
Mesmo depois de gozar, Biel não saiu. Continuou semiduro, acomodado na buceta quente. Gabriela riu baixo e apertou os músculos em volta dele.
— Você não desiste… ainda quer mais?
— Quero — respondeu ele, já voltando a mover o quadril devagar. — Quero gozar em você até não aguentar mais.
E começou a foder de novo, agora bem devagar, profundo, quase preguiçoso. Beijos longos e molhados. Mãos explorando cada curva: a carne macia da bunda, as coxas grossas, os seios pesados, a nuca. Gabriela retribuía, as unhas nas costas dele, a boca no pescoço, no queixo, nos lábios.
Quando o ritmo voltou a acelerar, Biel virou a mãe de lado, ergueu a perna dela e meteu fundo naquela posição. A mão livre descia e abria os lábios da buceta, mostrando para ele mesmo como o pau entrava e saía. O gozo antigo escorria misturado com a umidade nova. O barulho era obsceno.
Gabriela gozou mais uma vez, abafando o gemido no braço de Biel. Ele segurou o máximo que pôde e gozou logo depois, enterrou fundo e despejou o que ainda restava. Dessa vez o pau finalmente começou a amolecer dentro dela.
Os dois caíram na cama, suados, o corpo da mãe ainda tremendo de leve. Biel ficou abraçado pelas costas, o rosto enterrado no cabelo dela, a mão descansando no seio. O gozo escorria devagar entre as coxas de Gabriela, manchando o lençol.
— A gente vai se ferrar um dia — murmurou ela, cansada e satisfeita.
— Eu sei — respondeu Biel, beijando o ombro dela. — Mas eu não consigo parar.
Gabriela pegou a mão do filho e guiou de volta para entre as pernas, fazendo os dedos dele entrarem na buceta ainda sensível e cheia.
— Então não para. Enquanto a casa estiver dormindo… eu sou só sua.
Do lado de fora, o corredor continuava em silêncio.
Mas os dois já sabiam que, assim que o sol nascesse, a tensão com as irmãs e com Ricardo voltaria ainda mais forte.
Por enquanto, porém, só existia o corpo suado um contra o outro e o pau de Biel que, mesmo cansado, já dava sinais de que não ia demorar a endurecer de novo.
O sol começou a entrar pelas frestas da cortina quando Biel acordou.
Ainda estava colado nas costas de Gabriela, o braço em volta dela, a mão descansando no seio pesado. O pau, mesmo depois de tantas gozadas, já estava semi-duro de novo, encaixado entre as nádegas da mãe. Gabriela sentiu o movimento e rebolou de leve, ainda meio dormindo, esfregando a bunda contra ele.
— De novo?… — murmurou ela, a voz rouca de sono e de tanto gemer.
Biel respondeu só com o corpo. Ajeitou o ângulo, encontrou a entrada ainda molhada e escorregadia de porra, e empurrou devagar. O pau afundou sem resistência. Gabriela soltou um gemido baixo e comprido, empurrando o quadril para trás. Os dois foderam assim, de colinha, bem devagar, sem pressa, ouvindo os primeiros barulhos da casa acordando.
Beijos no ombro, na nuca, na orelha. A mão de Biel apertava o seio e puxava o mamilo até sair um fio de leite. A outra mão descia e esfregava o clitóris inchado em círculos lentos. Gabriela mordia o travesseiro para não fazer barulho. O ritmo foi aumentando aos poucos até os dois gozarem quietos, tremendo um contra o outro. Biel encheu a mãe mais uma vez. O excesso escorreu logo em seguida pela coxa dela.
Eles se separaram com preguiça. Gabriela se levantou nua, o corpo marcado de chupões, o gozo descendo pela perna, e foi até a porta espiar. O corredor ainda estava vazio. Ela voltou, beijou Biel fundo e sussurrou:
— Vai para o seu quarto. Hoje o clima vai ficar pesado.
Biel obedeceu. Poucos minutos depois a casa começou a se movimentar de verdade.
No café da manhã a tensão era clara.
As duas irmãs de Ricardo mal disfarçavam. Ficavam olhando Gabriela e Biel sem parar. Uma delas até comentou alto, de propósito:
— Nossa, Gabriela… você tá andando diferente hoje. Tá até com a voz rouca. Dormiu mal?
Gabriela sorriu calma, servindo café.
— O bebê acordou umas vezes. Nada demais.
Biel estava sentado do outro lado da mesa, as pernas cruzadas, tentando esconder que o pau ainda latejava só de ouvir a voz da mãe. Toda vez que Gabriela se inclinava para pegar alguma coisa, o decote abria e ele via a marca dos dedos dele no seio. A boca enchia de água na hora.
Ricardo observava em silêncio, o maxilar travado. Dona Célia e Carla tentavam manter a conversa em assuntos neutros, mas o ar estava carregado.
Depois do café, enquanto as irmãs ajudavam a juntar a louça, Gabriela passou por Biel no corredor estreito. Aproveitou o segundo de solidão, agarrou o pau dele por cima da bermuda e apertou.
— Continua duro… você não tem limite.
Biel empurrou ela contra a parede, beijou a boca com fome e mordeu o lábio inferior.
— Você que não deixa. Esse corpo…
A porta da cozinha se abriu. Eles se separaram rápido. Uma das irmãs passou olhando de canto, o rosto fechado.
Mais tarde, na área da piscina, Gabriela deitou de biquíni (outro micro, ainda menor que o anterior). A buceta carnuda quase não cabia no triângulo. Biel se sentou na sombra logo atrás, o olhar colado. Toda vez que ela abria as pernas para pegar o protetor, ele via tudo. O pau doía dentro da bermuda.
Privado:
Gabriela: “Tá me olhando de novo. Tô sentindo seu pau daqui.”
Biel: “O biquíni não tapa nada. Quero chupar agora.”
Gabriela: “Espera o Ricardo entrar. A vó já tá preparando distração.”
Quando Dona Célia chamou Ricardo e as irmãs para “ajudar a organizar as malas da volta”, Gabriela fez sinal. Biel se levantou e a seguiu até o banheiro da área externa. Assim que a porta fechou ela já estava de joelhos, puxando a bermuda dele. Engoliu o pau com vontade, chupando fundo, a saliva escorrendo. Depois se virou, empinou e Biel meteu de uma vez.
Foderam em pé, rápido e silencioso. As mãos de Biel apertavam a bunda molhada de protetor solar. Gabriela gemia com a cara virada para a parede. Gozaram em poucos minutos. Biel encheu ela de novo. Quando saíram, o biquíni de Gabriela estava torto e molhado por dentro.
As irmãs já estavam de volta quando os dois reapareceram. O olhar que receberam foi direto e carregado.
Uma delas murmurou para a outra, alto o suficiente para Biel ouvir:
— Eu não sei até quando a gente vai fingir que não tá vendo.
O cerco apertava.
E mesmo assim, Biel já sentia o pau endurecer de novo só de ver a mãe se mexendo de biquíni minúsculo sob o sol.
A casa de praia ainda tinha algumas horas antes da volta.
E nenhum dos dois pretendia desperdiçar.

No final da tarde, enquanto a família começava a juntar as coisas para voltar, o celular de Gabriela vibrou várias vezes seguidas.
Ela estava na varanda, de biquíni minúsculo, o bebê dormindo no colo. Biel sentou ao lado, ainda com o corpo quente da última foda no banheiro. Gabriela abriu as mensagens e soltou uma risadinha baixa.
Era o grupo das amigas da cidade.
Grupo das amigas:
Amiga 1: “Gabi, sexta que vem a gente vai naquele lugar de novo. O glory hole novo que abriu perto do porto. Você vem?”
Amiga 2: “Última vez foi insano. Vários paus, tudo anônimo, a gente chupando sem ver a cara. Você precisa experimentar.”
Amiga 1: “Confirma, Gabi. Vai ser só nós três. Ninguém precisa saber.”
Gabriela leu e respondeu devagar, sabendo que Biel olhava de lado.
Gabriela (para as amigas): “Não vou, meninas. Tô em outra fase. Mas me contem depois os detalhes ??”
Ela bloqueou a tela e virou para o filho. O sorriso era safado.
— Minhas amigas me chamando pra ir num glory hole.
Biel ergueu a sobrancelha, o pau já reagitando dentro da bermuda.
— Sério? E você vai?
— Não. Falei que não. Mas… — Gabriela se aproximou mais, a voz baixa — fiquei pensando. Vários paus desconhecidos saindo de um buraco, eu ajoelhada do outro lado, chupando sem saber de quem é… você ficaria com ciúme?
Biel engoliu em seco. A ereção já estava clara.
— Ficaria. Mas também ficaria duro pra caralho só de imaginar.
Gabriela riu baixo e colocou a mão na coxa dele, subindo até apertar o volume.
— Imaginei você do meu lado, olhando. Ou talvez… me mandando chupar. Falando o que eu tenho que fazer enquanto um pau anônimo está na minha boca. Você gostaria disso?
Biel respirou fundo. A mão dele cobriu a dela e apertou com mais força em cima do pau.
— Eu gostaria de te ver ajoelhada. De te ver engolindo. E depois te foder sabendo que você acabou de chupar outros.
Gabriela se inclinou e beijou o pescoço dele, escondida pelo ângulo da varanda.
— Eu não vou. Mas a ideia me deixou molhada. Quer sentir?
Sem esperar resposta, ela pegou a mão de Biel e colocou entre as pernas, por cima do biquíni minúsculo. O tecido estava úmido. Os lábios grossos da buceta marcavam tudo. Biel esfregou os dedos e sentiu o calor.
Privado (Gabriela e Biel):
Gabriela: “Tô imaginando ajoelhada naquele buraco. Vários paus. E você atrás de mim, me fodendo enquanto eu chupo.”
Biel: “Porra… continua.”
Gabriela: “Você segurando meu cabelo. Mandando eu engolir até o fundo. E quando o cara gozasse na minha boca, você gozava dentro da minha buceta ao mesmo tempo.”
Biel apertou a coxa dela com força. O pau doía.
— Para de falar senão eu te levo no banheiro de novo agora.
Gabriela sorriu, retirou a mão dele e se levantou com o bebê.
— Depois. Quando a gente voltar para casa. Aí você me fode pensando nisso.
Ela entrou na casa, o biquíni marcado de umidade, o celular ainda vibrando com mais mensagens das amigas descrevendo o lugar. Biel ficou na varanda, a respiração pesada, a imagem da mãe ajoelhada num glory hole se misturando com a vontade de ir atrás dela naquele exato momento.
A conversa tinha sido só provocação.
Mas os dois sabiam que, naquela noite, na cama, a fantasia ia voltar com força enquanto ele metesse fundo nela.

A viagem de volta começou no final da tarde.
Ricardo dirigia o carro da frente com as irmãs e Dona Célia. Biel ia no segundo carro com Gabriela e o bebê no fundo. Assim que saíram da estrada de terra e pegaram a rodovia, Gabriela olhou para trás — o bebê dormia — e depois para o filho.
— Continua pensando no glory hole, né?
Biel apertou o volante. O pau já estava semi-duro só com a pergunta.
— Não consigo parar. Fico imaginando você ajoelhada… a boca aberta esperando.
Gabriela sorriu e deslizou a mão pela coxa dele, subindo até apertar o volume.
— Quer que eu te conte como seria?
Ela abriu a própria blusa devagar, sem tirar, só o suficiente para o seio aparecer. O mamilo já estava duro. Depois falou baixo, a voz rouca, enquanto masturbava o pau de Biel por cima da calça:
— Eu chegaria lá de vestido curto, sem calcinha. Entrava no cubículo, ajoelhava no chão e esperava. Do outro lado do buraco um pau aparecia… grosso, já duro. Eu começava chupando só a cabeça, bem devagar, olhando para você que estaria atrás de mim. Você me mandando abrir mais a boca, me mandando engolir até o fundo…
Biel respirou fundo. A mão de Gabriela já tinha aberto a calça e pegado o pau de verdade. A pele quente dele latejava na mão dela.
— Continua — pediu ele.
— Eu chupava até o cara gozar na minha língua. Engolia tudo. Aí outro pau aparecia. E outro. E você… você estaria me fodendo por trás o tempo todo. Segurando meu cabelo. Me obrigando a ficar com a boca aberta enquanto metia fundo. Cada vez que alguém gozasse na minha boca, você gozava dentro da minha buceta.
Biel desviou o carro para um posto de gasolina quase vazio e parou no fundo, longe das bombas. Desligou o motor. Gabriela já estava subindo no banco dele. Puxou o vestido para cima, afastou a calça do filho e encaixou o pau de uma vez. A buceta desceu até o fim.
Ela começou a cavalgar devagar, falando na boca dele:
— Imagina… eu cheia de porra de desconhecidos na boca e a sua escorrendo da minha buceta. Você me beijando depois, sentindo o gosto. Isso te deixa louco, né?
Biel respondeu metendo para cima com força. As mãos apertavam a bunda dela. O carro balançava leve. Gabriela gemia baixo, continuando a fantasia entre uma estocada e outra:
— Eu saía de lá com a boca inchada e a buceta destruída. No carro você me fodia de novo… me chamava de puta… me obrigava a contar quantos paus eu chupei…
Eles gozaram quase juntos. Biel encheu a mãe enquanto ela se contraía em volta dele, a fantasia ainda saindo pelos lábios. Ficaram abraçados alguns segundos, ofegantes.
Gabriela beijou a boca do filho e sussurrou:
— Eu não vou nesse lugar. Mas posso ser a sua puta de glory hole em casa… sempre que você quiser.
Biel ainda estava dentro dela quando respondeu:
— Quero. Hoje à noite. Em casa. Você ajoelhada no banheiro, eu do outro lado da porta… só o pau passando. E você chupando como se não soubesse de quem é.
Gabriela apertou a buceta em volta dele e sorriu.
— Combinado.
Ela voltou para o banco do passageiro, o vestido ainda erguido, o gozo escorrendo pela coxa. Biel ajeitou a calça e retomou a estrada. A mão de Gabriela não saiu de cima do pau dele o resto do caminho, acariciando devagar, mantendo-o duro, enquanto ela continuava sussurrando detalhes sujos da fantasia no ouvido do filho.
A casa em que eles voltavam já não ia ser a mesma naquela noite.

Chegaram em casa no início da noite.
Ricardo e as irmãs entraram na frente, ainda comentando a viagem. Dona Célia e Carla logo puxaram todo mundo para a cozinha com a desculpa de organizar as malas e preparar alguma coisa rápida. O bebê foi entregue à tia Carla, que já sabia o recado.
Gabriela trocou de roupa no quarto. Colocou só uma camisola fina e curta, sem nada por baixo. Biel esperou o sinal no corredor. O celular vibrou.
Privado:
Gabriela: “Banheiro do corredor. Eu entro primeiro e tranco. Você espera 30 segundos e bate na porta. Só o pau. Como a gente combinou.”
Biel: “Tô indo.”
Gabriela entrou no banheiro, trancou a porta e apagou a luz. Ficou ajoelhada no chão frio, de frente para a porta. O coração batia forte. Do lado de fora ela ouviu os passos do filho. Depois o barulho da calça sendo aberta.
Biel bateu duas vezes, baixinho.
Gabriela abriu a porta só o suficiente para o vão. A mão dela saiu, pegou o pau já duro do filho e puxou para dentro do buraco improvisado. A cabeça quente passou pela fresta. Ela não falou nada. Apenas passou a língua devagar, lambendo em círculos, como se realmente não soubesse de quem era.
Biel segurou a maçaneta do lado de fora e respirou fundo. A boca da mãe era quente e molhada. Gabriela chupava só a glande no começo, bem lento, a língua girando, depois foi engolindo mais. O pau deslizava para dentro e para fora da fresta. O barulho molhado da saliva enchia o banheiro escuro.
Ela começava a tratar aquele pau como se fosse de um estranho. Chupava fundo, engasgava de propósito, puxava até quase sair e engolia de novo. A mão massava as bolas. De vez em quando ela parava, batia o pau molhado no próprio lábio e voltava a chupar com mais fome.
Biel não aguentou ficar só naquilo. Empurrou a porta com cuidado. Gabriela recuou um pouco, ainda de joelhos, e olhou para cima. Os olhos brilhavam no escuro.
— Entra… mas continua fingindo que é glory hole.
Biel entrou e fechou a porta. Gabriela ficou ajoelhada e voltou a chupar, agora com as duas mãos livres. Ele segurou o cabelo dela e começou a foder a boca devagar. A garganta de Gabriela abria e fechava. Saliva escorria pelo queixo e caía nos seios.
Quando estava no limite, Biel a puxou para cima, virou-a de costas contra a pia e meteu de uma vez. A buceta estava encharcada. Ele fodeu com força, uma mão no cabelo, puxando a cabeça para trás, a outra apertando a bunda. Gabriela gemia sem se segurar:
— Isso… me usa… como se eu tivesse acabado de chupar vários… me enche…
Biel acelerou. A pia balançava. O barulho da pele batendo ecoava no banheiro. Ele gozou fundo, jatos quentes preenchendo a mãe. Gabriela se contraiu logo depois, a buceta apertando, as pernas tremendo.
Mesmo depois de gozar, Biel não saiu. Continuou metendo devagar, usando o próprio gozo como lubrificante, enquanto falava no ouvido dela:
— Da próxima vez eu te levo num de verdade… e fodo você enquanto chupa outros. Quer?
Gabriela rebolou para trás, ainda ofegante.
— Quero. Mas só se você estiver atrás de mim o tempo todo.
Eles ouviram passos no corredor. A voz de uma das irmãs de Ricardo soou perto:
— Alguém tá no banheiro faz um tempão…
Biel saiu rápido de dentro de Gabriela. Os dois se arrumaram em silêncio. Gabriela limpou a coxa com o papel, ajeitou a camisola e abriu a porta com o rosto calmo. Passou pela cunhada sem falar nada. Biel esperou mais um pouco e saiu em seguida.
A irmã olhou os dois e apertou os lábios, mas não falou nada na hora.
Mais tarde, no quarto, Gabriela mandou a última mensagem da noite:
Gabriela: “Ainda tô escorrendo. E ainda tô pensando no glory hole. Quando o resguardo do bebê acabar de verdade… a gente vai realizar essa fantasia direito.”
Biel respondeu só com uma foto da ereção já dura de novo e a legenda:
Biel: “Tô te esperando.”
A casa dormia.
Mas os dois não.

No dia seguinte, enquanto a casa ainda se reorganizava da viagem, Gabriela trancou-se no quarto com o celular.
O bebê dormia. Biel tinha saído com Ricardo para resolver uma coisa no centro. Dona Célia e Carla estavam na sala. Era a primeira oportunidade real de falar sem ser interrompida.
Ela abriu o grupo das amigas e digitou.
Grupo das amigas:
Gabriela: “Meninas… preciso contar uma coisa. E vocês não podem julgar.”
Amiga 1: “Spill the tea, Gabi. O que foi?”
Amiga 2: “Se for sobre aquele glory hole que a gente te chamou, já quero detalhes.”
Gabriela: “Não é sobre o glory hole. É pior. Ou melhor. Depende do ponto de vista.”
Ela parou, respirou fundo e continuou digitando, o coração acelerado.
Gabriela: “Eu tô transando com o Biel.”
O grupo ficou em silêncio por longos segundos. Depois as mensagens explodiram.
Amiga 1: “???????”
Amiga 2: “Seu FILHO?!”
Amiga 1: “Gabi, você tá falando sério?”
Gabriela: “Sério. Começou faz um tempo. Depois da gravidez ficou ainda mais intenso. Ele não consegue me ver sem ficar duro. E eu… eu não consigo mais parar.”
Amiga 2: “Detalha. Agora.”
Gabriela sorriu sozinha no quarto e começou a escrever com calma, sem esconder nada.
Gabriela: “O corpo dele… o pau é grosso, sempre duro perto de mim. Ontem a gente fodeu no banheiro enquanto o Ricardo estava do outro lado da porta. Eu falando com o corno e o Biel metendo por trás. Antes disso a gente fez no carro, na boate, dentro da piscina… Ele adora meu corpo agora. Fica obcecado com a bunda, com os peitos, com o fato de eu ter ficado mais cheinha. Chupa leite enquanto me fode. Me chama de mãe na hora de gozar.”
Amiga 1: “Jesus Cristo…”
Amiga 2: “Continua. Eu tô molhada só de ler.”
Gabriela: “A gente inventou um glory hole particular ontem. Eu ajoelhada no banheiro, ele do outro lado da porta, só o pau entrando. Eu chupando como se fosse de um estranho. Depois ele entrou e me fodeu contra a pia. Hoje de manhã ele ainda estava duro. Me comeu de colinha antes de todo mundo acordar.”
Amiga 1: “E o Ricardo?”
Gabriela: “Desconfia. As irmãs dele desconfiam mais ainda. Mas a sogra e a minha irmã estão cobrindo a gente. Elas sabem.”
Amiga 2: “Você tá louca. E eu tô com inveja. Manda foto dele.”
Gabriela riu e tirou uma foto rápida que Biel tinha mandado no privado na noite anterior: o pau duro, grosso, a cabeça brilhando. Enviou.
Gabriela: “Esse é o pau do meu filho. O mesmo que me engravidou. O mesmo que me fode todos os dias.”
O grupo explodiu de novo em emojis e pedidos de mais detalhes.
Amiga 1: “Eu preciso de mais. Conta como foi a primeira vez.”
Amiga 2: “E conta se ele é bom de cama de verdade.”
Gabriela se acomodou melhor na cama, a mão já escorregando para entre as pernas, e começou a digitar a história completa: o dia em que sentou no colo dele de legging sem calcinha, a primeira chupada, a primeira foda, o jeito que Biel olhava para a bunda dela, o quanto ele gostava do corpo pós-gravidez, as encoxadas na frente do marido, o sexo na estrada, na piscina, no carro, o glory hole improvisado…
Ela contou tudo.
Com detalhes.
Enquanto as amigas pediam mais e mais, Gabriela masturbava devagar, relendo as próprias mensagens, o corpo esquentando de novo.
No meio da conversa o celular vibrou com uma mensagem privada de Biel:
Biel: “Tô voltando. Quer que eu te coma antes do almoço?”
Gabriela sorriu e respondeu:
Gabriela: “Vem. Acabei de contar pra minhas amigas sobre a gente. Tô molhada só de escrever.”
Ela voltou para o grupo pela última vez naquele momento:
Gabriela: “Meninas, depois eu conto o resto. Agora o dono do pau tá chegando. Beijo.”
E trancou a porta do quarto, esperando o filho.
As amigas continuaram mandando mensagens, pedindo mais detalhes, mais fotos, mais histórias.
Mas Gabriela já estava ocupada.
De quatro na cama, o vestido erguido, esperando Biel entrar e a foder enquanto ela ainda sentia o gosto de ter contado o segredo em voz alta (ou pelo menos por escrito) pela primeira vez.

Gabriela ainda estava de quatro na cama quando a maçaneta girou.
Biel entrou rápido, trancou a porta e já ia puxar a bermuda quando ouviram a voz de Ricardo logo no corredor:
— Gabriela? Você trancou o quarto? Por quê?
Os dois congelaram. O pau de Biel já estava na mão, duro. Gabriela sentou na cama de um salto, puxou a camisola para baixo e respondeu com a voz mais firme que conseguiu:
— Tô trocando de roupa. Sai um segundo.
Silêncio do outro lado. Depois passos. Mas em vez de se afastar, Ricardo ficou parado atrás da porta.
— As meninas estão falando umas coisas estranhas sobre você e o Biel. Eu quero conversar. Agora.
Gabriela olhou para o filho. O pânico e o desejo se misturavam no olhar dos dois. Biel guardou o pau com dificuldade, a ereção ainda marcada. Ela se levantou, ajeitou a camisola o máximo possível (ainda dava para ver o formato dos seios e a marca de umidade entre as pernas) e abriu a porta só uma fresta.
— A gente conversa depois, Ricardo. Eu tô cansada da viagem.
— Não. Agora.
Ele empurrou a porta. Gabriela teve que ceder. Ricardo entrou. Os olhos dele passaram pela cama amassada, pela cara corada da mulher, pelo filho que estava longe demais da porta para alguém que “só tinha entrado para pegar uma coisa”.
— O que tá acontecendo aqui?
Antes que qualquer um respondesse, a voz de uma das irmãs ecoou do corredor:
— Achei isso no banheiro do corredor ontem à noite.
Ela apareceu segurando a camisola fina que Gabriela tinha usado no glory hole improvisado. Estava amassada e tinha uma mancha clara na frente.
O ar no quarto ficou pesado.
Dona Célia surgiu atrás da cunhada, tentando interceptar:
— Para com isso. Vocês estão vendo coisa onde não tem.
— A gente não é cega, mãe — respondeu a outra irmã, entrando também. — O jeito que eles se olham. O jeito que ela some com o menino. O cheiro que fica nos lugares. Ontem na praia, na boate, no carro… todo mundo percebeu.
Ricardo estava branco. Olhava para a mulher e para o filho sem conseguir falar. Biel sentia o coração bater na garganta. O pau, traidor, ainda latejava dentro da calça.
Gabriela respirou fundo. O risco tinha chegado no limite. Ela podia negar. Podia inventar. Mas a tensão no rosto de Ricardo e o olhar afiado das cunhadas diziam que a mentira estava rachando.
Foi então que o celular dela vibrou na cama. A tela acesa mostrava o grupo das amigas:
Amiga 2: “Gabi, você sumiu. Conta mais do pau do seu filho. A gente quer detalhes da foda de ontem.”
A mensagem ficou iluminada tempo demais.
Ricardo viu.
As irmãs viram.
O quarto inteiro viu o trecho “pau do seu filho”.
O silêncio que se seguiu foi pior que qualquer grito.
Ricardo abriu a boca, fechou, abriu de novo. A voz saiu baixa e perigosa:
— O que… é… isso?
Gabriela sentiu o chão ceder. Biel deu um passo à frente, instintivo, como se fosse protegê-la. Dona Célia tentou mais uma vez intervir, mas uma das irmãs já tinha pegado o celular da cama.
A tensão estava no ponto de estourar.
E pela primeira vez desde que tudo começou, não havia distração, não havia corredor escuro, não havia porta trancada o suficiente para salvar os dois.

Foto 1 do Conto erotico: segredo e cumplicidade mae e filho e família 2

Foto 2 do Conto erotico: segredo e cumplicidade mae e filho e família 2

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Ficha do conto

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Nome do conto:
segredo e cumplicidade mae e filho e família 2

Codigo do conto:
272101

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/09/2026

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