Comendo o filho da madame racista

Você é **Kauan**, conhecido na escola como **"Kau"** ou simplesmente **"Negão"** — apelido que carregava sem vergonha, com seu 1,85m de altura, músculos de quem carrega peso desde cedo, pele negra acetinada e uma protuberância entre as pernas que os outros meninos viam no banheiro e comentavam em voz baixa, misturando inveja e medo.

A escola era um território de guerra de classes — de um lado os playboys de Land Rover, do outro os favelados de busão e pé. Você navegava entre os mundos, respeitado pelos dois lados por uma simples razão: não fugia de briga e não iniciava injustiça.

Foi assim que encontrou **Lorenzo**.

Ele estava encostado na parede do corredor do segundo andar, três moleques de camisa polo enquadrando-o, um deles puxando sua mochila de grife enquanto exigia a mesada. Lorenzo era diferente — cabelos loiros cacheados até os ombros, olhos verdes claros, corpo esguio mas com curvas que faziam as meninas da escola invejarem: cintura fina, quadris largos, uma proeminência traseira que até mesmo o uniforme escolar social não conseguia esconder.

— Passa o dinheiro, viadinho — o líder dos bullies rosnava, empurrando-o.

Você não pensou. Apenas se interpôs, seu corpo bloqueando a luz das janelas, sombra imensa cobrindo os três.

— Suma — você disse, simples.

Os playboys recuaram. Conheciam sua fama. Em minutos, o corredor estava vazio, e Lorenzo estava ali, ofegante, maquiagem leve borrada de lágrima no canto dos olhos.

— Obrigado — ele sussurrou, a voz melodiosa, quase soprano. — Eu... eu não sei o que teria feito.

— Nada — você respondeu, pegando sua mochila do chão e entregando-a. — Eles são covardes. Só sabem bancar o fodão em grupo.

Ele sorriu. Um sorriso que mudou tudo.

---

As semanas seguintes trouxeram amizade. Lorenzo não tinha amigos — "muito afeminado para os meninos, muito estranho para as meninas", como ele mesmo dizia. Você começou a frequentar sua casa no condomínio fechado do Alto da XV, uma fortaleza de muros altos e seguranças que olhavam para você com desconfiança quando passava na portaria.

A mãe de Lorenzo, **Dona Célia**, era exatamente como ele descrevera: loira artificial, pele esticada por procedimentos, roupas de grife, olhar de quem cheirou próprio peido e achou elegante. Ela o recebia na sala com um sorriso forçado, oferecia suco em copo de cristal, e você sentia o desdém em cada pergunta sobre "como era a vida na comunidade".

— Kauan é um bom menino, mãe — Lorenzo defendia, sentado ao seu lado no sofá de couro branco. — Ele me protegeu na escola.

— Que... nobre — Dona Célia respondia, o tom dizendo que achava qualquer coisa menos nobre.

Mas ela o deixava entrar. Afinal, Lorenzo não tinha amigos, e você havia provado sua lealdade.

Os dias se transformaram em rotina. Você ia direto da escola, jogava videogame no quarto dele, comia os salgados finos que a empregada preparava. Lorenzo relaxava aos poucos — primeiras risadas genuínas, depois confidências, depois... toques.

Ele se sentava mais perto no sofá. Seus joelhos se tocavam. Ele ria e apoiava a mão em seu peito, deixando-a lá um segundo a mais do que necessário.

---

Foi uma terça-feira de chuva.

O videogame piscava tela azul pela terceira vez. Lorenzo suspirou, largando o controle.

— Tá zuado mesmo — ele disse, caindo de costas na cama de solteiro. — Que tédio.

Você olhou ao redor. O quarto dele era um santuário de cores pasteis, pôsteres de divas pop, uma penteadeira com maquiagens organizadas. E ele ali, deitado, camiseta branca levantada expondo a barriga lisa, shorts de moletom cavado marcando aquela curva generosa que você tentava não encarar.

— Vamos brincar de outra coisa — você sugeriu, a voz mais grave que pretendia.

— Tipo o quê?

— Verdade ou desafio.

Ele virou o rosto, olhos verdes brilhando. Um sorriso torto.

— Demorou.

Começaram leves. Cor favorita. Medo mais estranho. A primeira vez que viram pornô. As perguntas escalavam naturalmente, a tensão crescendo no ar úmido do quarto fechado.

— Verdade — você disse, encarando-o. — Você me daria um beijo?

Lorenzo engoliu em seco. A garganta subindo e descendo.

— Desafio — ele sussurrou.

— Te desafio a me beijar.

Ele hesitou. Sentou-se na cama, mãos trêmulas no colo. Você não se moveu, apenas o encarou, dando espaço para que fugisse se quisesse.

Ele não fugiu.

O beijo foi tímido primeiro — lábios macios, hesitantes, cheiro de gloss de morango. Depois você puxou sua cintura, aproximando-o, e ele derreteu. A boca dele abriu, a língua encontrou a sua, e aquilo não era mais tímido. Era fome disfarçada de delicadeza.

Quando se afastaram, ambos ofegantes, você fez a pergunta que mudaria tudo.

— Você gosta de mim?

Lorenzo corou até as orelhas. Olhou para baixo, dedos brincando com a barra da camiseta.

— Gosto — ele murmurou. — Gosto demais. De um jeito... diferente.

— Diferente como?

— De um jeito de... — ele pausou, respirou fundo. — De um jeito de meninos que gostam de meninos.

Você sorriu. Não surpreso. Apenas... aliviado.

— Que bom — você disse. — Porque eu também gosto de você. De um jeito de meninos que gostam de meninos.

Ele riu, uma risada de alívio misturada com nervosismo, e foi para o seu colo, beijando-o de novo, agora sem medo.

As perguntas seguintes foram mais picantes. Fetiches. Fantasias. O que sentiam quando se tocavam pensando um no outro. A excitação crescia, visível em ambos, quando a porta do quarto se abriu.

Dona Célia entrou sem bater, segurando uma bandeja de sucos que ninguém pedira.

— Lorenzo, querido, trouxe refri... — ela parou, olhando para vocês dois na cama, muito próximos, lábios vermelhos, respiração pesada.

— Mãe! — Lorenzo pulou, afastando-se.

— Dona Célia — você se levantou, tentando parecer casual, apertando a frente da calça jeans discretamente.

Ela olhou para você. Para o filho. Para a protuberância que você tentava esconder. Algo brilhou em seus olhos — não raiva, algo mais complexo, mais quente.

— Desculpe interromper — ela disse, mas não saiu imediatamente. Ficou ali, parada, por alguns segundos a mais do que decente. — Kauan, seu suco está na cozinha. Lorenzo, precisamos conversar depois.

Quando a porta se fechou, vocês dois explodiram em risadas nervosas. Mas havia algo no olhar de Lorenzo. Uma preocupação.

— Ela não gosta de você — ele disse. — De verdade. Mas... ela me deixa ter amigos. Só não pode saber de... isso.

— Então a gente esconde — você respondeu, puxando-o de novo. — Atrás da escola. No banheiro. Nos lugares que ela não pode ver.

---

O namoro clandestino começou ali.

Atrás do ginásio, entre os containeres de lixo, vocês se encontravam nas horas vagas. Lorenzo se jogava em seus braços, beijando-o com abandono, mãos em seu cabelo crespo, corpo se esfregando contra o seu. Você o segurava pela cintura fina, depois descia as mãos para aquela bunda generosa, apertando, fazendo-o gemer contra sua boca.

— Ninguém pode saber — ele ofegava, enquanto você mordiscava seu pescoço. — Promete?

— Prometo — você respondia, a mão já dentro da calça dele, encontrando-o molhado, pronto, diferente de você mas igual em desejo.

Na casa dele, quando Dona Célia saía para suas "reuniões de condomínio" — na verdade, sessões de spa e tarde com amigas fúteis — vocês aproveitavam. O quarto dele virou santuário de sexo intenso, de descoberta.

Você o colocava de joelhos, puxando sua calça jeans para baixo, expondo aquela bunda branca perfeita, redonda, macia. Lorenzo gemia antecipando, e você não fazia esperar — sua língua encontrava seu cuzinho, lambendo, preparando, fazendo-o gritar no travesseiro de seda.

— Por favor, Kau — ele implorava, olhando por cima do ombro, bochechas coradas. — Mete essa pica preta em mim. Me arrebenta.

Você o penetrava devagar primeiro, sempre, sentindo-o se abrir, se ajustar ao seu tamanho. Ele era apertado, quente, e as cores contrastavam de forma obscena — sua pele negra contra suas nádegas brancas, suas mãos escuras marcando sua cintura pálida.

— Tão gostoso — ele gemia, enquanto você aumentava o ritmo. — Mais forte, negão. Fode esse viadinho branco. Fode sua putinha.

Você o tomava com força, a cama batendo na parede, os gemidos dele abafados pelo travesseiro que ele mordia. Quando gozava, era com seu pau fundo nele, enchendo-o, deixando escorrer enquanto ele tremia de prazer.

Depois, ele mamava. Deitado entre suas pernas, olhos verdes fixos nos seus, enquanto engolia sua pica preta, ainda molhada dele mesmo, lambendo, sugando, fazendo você arquear as costas e segurar seus cabelos loiros.

— Goza na minha boca — ele pedia, a voz abafada. — Quero engolir tudo, Kau. Tudo do meu negão.

Você gozava, cordas grossas de esperma branco contrastando com seus lábios cor-de-rosa, e ele engolia, lambendo, sorrindo como gato satisfeito.

---

O que vocês não sabiam — o que **você** não sabia — era que não estavam sozinhos.

Dona Célia, aquela mulher arrogante que fingia desprezar tudo que você representava, havia descoberto o vício mais vergonhoso de sua vida solitária.

Seu marido, um executivo que viajava três semanas por mês, a deixava abandonada em uma casa grande demais, em um casamento vazio de sexo e afeto. Ela se masturbava sozinha à noite, imaginando cenários que nunca vivera, até o dia em que, passando pelo corredor, ouviu os gemidos.

A porta do quarto de Lorenzo tinha uma fresta. Uma antiga imperfeição na madeira que nunca consertara. E através dela, ela viu.

Você. Seu filho. O negão favelado que ela desprezava, deitado na cama de solteiro de Lorenzo, enquanto seu filho deitado de bruços entre suas pernas, engolia aquela pica preta imensa que ela nunca imaginara que existisse.

Ela deveria ter entrado. Deveria ter gritado, expulsado você, chamado a polícia.

Em vez disso, sua mão desceu para a própria calcinha.

Ela observou, escondida, enquanto Lorenzo mamava com dedicação, enquanto você segurava sua cabeça, enquanto sua pica desaparecia naquela boca branca e saía brilhando. Ela se esfregou contra a porta, dedos acelerando, enquanto você virava seu filho, colocava-o de quatro, e metia fundo naquela bunda que ela mesma achava exagerada.

— Arrebenta esse cuzinho, negão — ela ouviu o filho implorar, e quase gozou ali mesmo.

Ela viu tudo. Cada tarde. Cada "visita para jogar". Ela se posicionava na fresta, mão na calcinha, outra em seu próprio seio, enquanto você comia seu filho de formas que ela jamais imaginou possíveis. A força. O tamanho. O contraste obsceno de cores.

Ela gozava silenciosamente, mordendo o próprio punho, enquanto você enchendo o cu de seu filho de porra. E depois, quando você ia embora, ela o encontrava na cozinha, oferecendo suco, perguntando sobre a "diversão", e seus olhos traíam — olhando para sua virilha, para suas mãos grandes, para sua boca.

Ela queria. Odiava que queria. Era racista em seus círculos sociais, mas seu corpo traía cada preconceito quando sozinha, dedos trabalhando freneticamente enquanto imaginava ser ela naquela cama, sendo tomada por aquele menino negro da favela, sendo arrombada, sendo dominada.

Você nunca soube. Nunca notou a fresta, nunca viu o olhar faminto quando ela achava que não estava sendo observada. Para você, ela era apenas a mãe chata do seu namorado, um obstáculo a ser contornado.

Mas Dona Célia sabia. E todas as tardes, enquanto você penetrava Lorenzo, fazia-o gemer, gozava dentro dele, ela estava ali, escondida, tocando-se, querendo ser você, querendo ser seu filho, querendo simplesmente ser parte daquela putaria interracial que a consumia em segredo.

O namoro continuou. As tardes de sexo intenso prosseguiam. E a espectadora invisível, rica, arrogante e solitária, assistia a cada uma, afundando mais fundo em seu próprio desejo proibido, até que um dia — mas isso é outra história.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo o filho da madame racista

Codigo do conto:
272134

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
12/09/2026

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