Cheguei na porta e bati com força. Ela abriu com aquele sorriso caloroso de sempre, ainda usando o avental de cozinha, cabelo preso, aqueles óculos de leitura na ponta do nariz. E aquela blusa que mal continha aqueles peitões enormes, aréolas pretas que eu já tinha imaginado mil vezes chupando.
— Oi, querido — ela falou com aquele sotaque mineiro delicioso. — O Bruno não tá em casa, não. Foi lá na tua casa, acho que a sua mãe chamou ele pra explicar sobre o sorteio.
Engoli seco. O Bruno tava lá com a minha mãe, enquanto eu tava aqui com a dele. A ironia perfeita.
— Dona Susana — minha voz saiu trêmula, de excitação. — Eu vim falar justamente sobre isso. Sobre o sorteio.
Ela abriu a porta pra eu entrar, inocente como sempre, sem perceber o olhar predador que eu lançava pra aquele corpo curvilíneo. A casa tinha cheiro de café e bolo, mas eu só sentia o cheiro daquela buceta que eu ia tomar posse.
— Senta, meu filho — ela apontou pro sofá. — Quer um suco? Tô assando um bolo.
— Não, dona Susana — sentei, ajeitando o volume já crescendo na calça. — Preciso contar uma coisa. Você foi sorteada.
Ela riu, aquele riso musical.
— Sorteada pra quê, meu bem?
— Pra ser minha parceira — respirei fundo. — De educação sexual. O governo... as aulas práticas. Você foi sorteada pra... me ensinar. Com o corpo.
O silêncio tomou conta. Susana piscou, processando. Aqueles óculos escorregaram no nariz. Ela abriu a boca, fechou, abriu de novo.
— Mas... — ela sentou na poltrona oposta, cruzando as pernas, aquelas coxas grossas se comprimindo. — Mas eu sou a mãe do Bruno. E você é amigo dele...
— É o sorteio, dona — me inclinei pra frente, olhando fixo nos olhos dela. — É lei agora. Educação sexual é obrigatória pra concluir o ensino médio. E você foi escolhida pra me... educar.
Ela corou. Aquela pele mineira ficou vermelha até as orelhas. As mãos foram pro colo, nervosas.
— Eu não sabia que seria assim — ela murmurou. — Pensava que era teoria... aulas...
— É prática, dona Susana — levantei, me aproximando devagar. — Muito prática. Eu tenho que aprender como faz bebê. Na prática. Com você.
Ela olhou pra cima, da poltrona, e vi o medo misturado com algo... curiosidade? Aqueles olhos que só viam o filho e as obrigações de mãe viúva, agora me encarando como homem. Como o garoto que ia tomá-la.
— Eu sou velha — ela disse, insegura, olhando pro próprio corpo. — Tenho 56 anos. Meu corpo... não é mais o mesmo. Tenho estrias, celulite...
— Deixa eu ver — minha voz saiu grossa, autoritária.
— O quê?
— Levanta, dona Susana. Mostra o corpo que você vai usar pra me ensinar — estendi a mão. — É obrigatório. Você tem que seguir o programa.
Ela hesitou, mas aquela palavra — obrigatório — pesou. O governo, a lei, a obrigatoriedade. Ela se levantou, mãos trêmulas, e começou a desabotoar o avental.
— Isso — incentivei, sentando de volta no sofá, abrindo as pernas pra mostrar o volume ereto. — Tira tudo. Eu preciso ver o material de estudo.
O avental caiu. Depois a blusa, revelando aquele sutiã de renda branca mal contendo peitões que caíam pesados, aréolas pretas enormes visíveis pelas bordas. Ela tentou cobrir, mas eu neguei com a cabeça.
— Tira o sutiã. É aula, dona Susana. Não pode ter vergonha.
Ela tirou. Aquelas tetas caíram, pesadas, naturais, perfeitas. Bicos pretos apontados, grandes como moedas. Eu gemi baixinho, mão já na calça, apertando.
— Agora a saia — ordenei.
A saia caiu. A calcinha combinava com o sutiã, renda branca, corte alto, marcando aquela bunda grande de mulher que trabalhou a vida inteira. Ela estava só de calcinha, tentando cobrir os seios com um braço, a barriga com a mão.
— Vem aqui — chamei.
Ela deu passos curtos, hesitantes, até ficar em pé na minha frente. Eu estava sentado, olhando pra cima, aquela visão de deusa mineira madura, corpo cheio de curvas que ela achava defeitos.
— Você é linda, dona Susana — falei sério, mão subindo pra tocar a coxa dela. — O Bruno vai ter que me ver foder a mãe dele. É o programa.
Ela engoliu seco quando minha mão subiu, dedos deslizando pela virilha, sentindo a umidade já formada na renda.
— Você tá molhada — constatei, surpreso. — Gosta de ser obrigada?
— Não é... — ela suspirou quando meus dedos pressionaram o clitóris por cima da calcinha. — Ai, meu Deus...
— Tira a calcinha. Agora.
Ela obedeceu. A calcinha caiu no chão. Aquela buceta de mulher madura apareceu, peluda, labios grandes, escura, úmida. O cheiro subiu — forte, maduro, feminino. Eu enlouqueci.
Puxei ela pelo braço, fiz ela sentar no meu colo, de frente pra mim. Seus peitões balançaram na minha cara. Eu abri a boca e suguei um bico preto, forte, mordendo, fazendo ela gemer alto.
— Ai, meu filho... não... o Bruno...
— O Bruno tá fodendo minha mãe agora — rosnei, mão entre as pernas dela, dedos entrando naquela buceta apertada, quente, molhada. — E eu vou foder você. É justo.
Quando eu a empurrei de costas no sofá, abri as pernas grossas e vi aquela buceta escura se abrir pra mim, perdi o controle. Arranquei a calça, minha pica saltou dura, pulsando, e eu posicionei na entrada dela.
— Educação sexual — grunhi, empurrando. — Aula prática.
Ela gritou quando entrei. Aquela buceta de 56 anos, viúva, mãe de amigo, me engoliu inteiro. Apertada, quente, perfeita. Eu comecei a meter, forte, sem piedade, fazendo o sofá ranger, as tetas dela balançarem descontroladas.
— Isso, dona Susana — peguei nas coxas dela, abrindo mais. — Grita. O Bruno vai ouvir quando chegar em casa. Vai saber que a mãe dele tá sendo fodida pelo amigo.
— Ai, meu Deus... ai, Jesus... — ela gemia, cabeça jogada, mãos nas minhas costas, unhas cravando. — Pára... não... não para...
Meti, meti, meti. O som de pele batendo ecoava na sala. Eu olhava aquela barriga, aquelas estrias que ela odiava, aquele corpo "acabado" aos 56 anos, e eu via apenas perfeição. Uma mulher feita pra ser fodida, pra ensinar garotos como eu o que é uma coroa de verdade.
Quando gozei dentro dela, quente, enchendo-a, ela chorou. Não de tristeza — de alívio, de prazer, de libertação. Aquela mãe inocente, aquela viúva tímida, tinha acabado de ser tomada pelo filho da puta carioca que ela achava que era só amigo do filho.
Eu saí de dentro, ainda duro, gozo escorrendo daquela buceta escura. Peguei o celular e tirei uma foto dela ali, espalhada, usada, sorrindo com vergonha.
— Aula um completa — falei, guardando o pau na calça. — Amanhã tem mais. O programa dura trinta dias, dona Susana. Trinta dias você sendo minha professora particular.
Ela cobriu o rosto, rindo e chorando ao mesmo tempo, enquanto eu saía da casa, deixando-a nua no sofá, cheia de porra, finalmente sentindo-se desejada daquele jeito que só uma coroa gostosa merece.
Na rua, encontrei o Bruno voltando. Ele parecia estranho, culpado, provavelmente tinha acabado de meter na minha mãe. Sorri pra ele, aquele sorriso de quem ganhou o prêmio maior.
— Curtiu a aula, mano? — perguntei.
Ele assentiu, sem graça.
— A sua mãe é... diferente do que eu imaginei — ele disse.
— A sua também — bati no ombro dele. — A gente se vê amanhã na escola. Diz pra dona Susana que eu vou passar lá de noite de novo. Tem muito ainda pra ela me ensinar.
E fui embora, já pensando em como ia foder aquela mineira gostosa no quarto do Bruno, na cama dele, enquanto ele ouvia do quarto ao lado.



