Juliana aparecia na cozinha sempre assim, entre oito e nove da manhã, cabelos castanhos ainda molhados do banho, enrolados em uma toalha ou soltos sobre os ombros. Seus pijamas eram seu uniforme de guerra silencioso — shorts de cetim que marcavam cada curva de suas coxas grossas e blusas de algodão fino que deixavam transparecer a cor do sutiã ou, às vezes, a cor dos mamilos eriçados contra o ar frio do ventilador.
— Bom dia — ela dizia com aquele sorriso tímido, puxando a barra do shorts como se pudesse esticá-lo para cobrir mais, sabendo perfeitamente que não conseguiria. — Dormiu bem?
Você respondia qualquer coisa, mas seus olhos já acompanhavam seu movimento pela cozinha. Juliana compensava a estadia com trabalho doméstico obsessivo — lavar, passar, cozinhar, organizar. E ela fazia tudo daquele jeito, meio agachada, meio curvada, sempre expondo mais do que deveria.
Na segunda-feira, ela estava de joelhos esfregando o chão da cozinha quando você passou para pegar café. Seu short subiu tanto que você viu a marca do fio dental branco desaparecendo entre as nádegas redondas. Ela percebeu seu olhar parado, mas não se moveu imediatamente — apenas limpou o cabelo do rosto e sorriu por cima do ombro.
— Desculpa a bagunça — disse ela, embora não houvesse bagunça nenhuma.
Na terça, ela estava na lavanderia, pendurando suas roupas íntimas no varal interno. Sutiãs de renda, calcinhas de vários modelos — algumas pequenas demais para parecerem confortáveis. Seu pijama de hoje era um conjunto rosa de seda, camisola curta que subia toda vez que ela levantava os braços.
— Essa máquina aqui é meio complicada — ela comentou, fingindo dificuldade com um botão que ela já sabia usar perfeitamente. — Você entende dessas coisas?
Você se aproximou por trás, alcançando o painel por cima de seu ombro, sentindo o calor de seu corpo e o cheiro de amaciante de roupas. Ela não se afastou. Pelo contrário, seu corpo pressionou levemente contra o seu enquanto fingia olhar para o painel. Seus quadris encostaram em sua virilha, e ela ficou ali, parada, respirando fundo.
— Acho que é só apertar aqui — você disse, a voz mais rouca do que pretendia.
— Que bom que você entende — ela sussurrou, virando o rosto até seus lábios estarem perigosamente próximos. — Eu sou meio perdida com essas coisas de máquina. Prefiro coisas... mais manuais.
Na quarta-feira, a situação escalou. Você a encontrou na sala de estar, deitada de bruços no sofá, assistindo a alguma novela, as pernas balançando para cima enquanto ela lia revista. Seu short tinha subido tanto que você podia ver a curva de suas nádegas quase completamente expostas, a pele morena brilhando com creme hidratante que ela tinha passado.
— Tá vendo alguma coisa boa? — você perguntou, sentando-se na poltrona em frente, posicionado para ter a melhor vista.
Ela virou a cabeça, aquele sorriso torto nos lábios.
— Só relaxando. Marcos não gosta quando eu fico assim em casa, diz que é provocativo. Mas você não se importa, né?
— Por que eu me importaria?
— É... — ela se apoiou nos cotovelos, arqueando as costas, fazendo os seios pressionarem contra o tecido fino. — Você parece mais... tranquilo. Mais maduro.
A tarde avançou com joguinhos de sedução. Ela pediu ajuda para alcançar uma prateleira alta, fazendo você se posicionar atrás dela, seus braços envolvendo sua cintura enquanto ela se erguia na ponta dos pés, seu traseiro esfregando contra você de forma "acidental" que aconteceu três vezes. Ela derrubou água no peito da blusa, deixando o tecido transparente sobre o seio esquerdo, e demorou uma eternidade para ir trocar.
Na quinta, você acordou mais cedo e a encontrou na cozinha de camisola apenas, sem shorts, preparando café. A luz da manhã iluminava suas coxas grossas, a pele macia até onde a visão alcançava.
— Desculpa — ela disse sem nenhum arrependimento. — Tá calor hoje, né?
— Está — você concordou, aproximando-se por trás enquanto ela mexia na cafeteira.
Sua mão encontrou sua cintura, testando. Ela não se afastou. Pelo contrário, inclinou-se para trás, encostando-se em seu peito, seu traseiro nus pressionando contra sua ereção matinal.
— Você sabe que isso é errado, né? — ela sussurrou, mas já estava girando em seus braços, seus seios pressionando contra você através do tecido fino.
— Juliana...
— Shhh — ela colocou um dedo em seus lábios. — Marcos não dá atenção. Sua mãe não sabe. E eu... eu preciso. Preciso tanto que dói.
Você a pegou nos braços, sentando-a na bancada da cozinha, afastando as pernas. Ela não usava nada por baixo da camisola. Seus dedos a encontraram molhada, pronta, gemendo baixinho enquanto você a tocava.
— Mais — ela pediu, mordendo seu ombro. — Mete essa pica que eu sinto quando você fica de pijama. Eu vejo, tá ligada? Eu vejo o tamanho quando você acorda.
Você a penetrou ali mesmo, na bancada, com a cafeteira ainda ruidosa escondendo os gemidos. Ela envolveu suas pernas em você, puxando-o mais fundo, suas unhas arranhando suas costas através da camisa.
— Isso, caralho — ela ofegava, sem controle agora, toda aquela gentileza substituída por luxúria. — Fode essa puta, vai. Fode a mulher do seu irmão, sua putinha de aluguel.
Você a tomou com força, a bancada batendo contra a parede, pratos tremendo. Ela gozou rápido, apertando em ondas que quase o fizeram perder o controle, mas você a virou, colocando-a de quatro sobre a mesa, e continuou.
O dia passou em uma névoa de sexo. Na lavanderia, ela segurando a máquina de lavar enquanto você a tomava por trás. No chuveiro, juntos, ela de joelhos engolindo você até a garganta. No seu quarto, na cama de solteiro, ela montando você com fúria, os seios balançando, gritando coisas que sua mãe jamais deveria ouvir.
— Vem dentro — ela pedia, suando, ofegante. — Enche essa buceta, por favor. Eu tomo pílula, pode vir, pode tudo.
Quando a porta da frente anunciou o retorno de sua mãe às seis horas, vocês já estavam vestidos, Juliana voltando à sua persona de dona de casa perfeita, preparando o jantar com as pernas ainda trêmulas e sua essência ainda escorrendo lentamente por suas coxas.
Ela serviu a sopa para sua mãe com aquele mesmo sorriso gentil, aqueles mesmos olhos castanhos inocentes, enquanto sob a mesa seu pé encontrava sua virilha, massageando-o em silêncio.
— Juliana é uma benção — sua mãe comentou, sem perceber nada. — Não sei o que seria de nós sem ela.
Você concordou, sentindo o olhar de Juliana fixo em você, prometendo que amanhã, quando a casa ficasse vazia novamente, ela compensaria ainda mais a estadia.