Sabrina no Terreno Abandonado: Fantasia de se puta dos moradores de rua.

A madrugada na Bahia era um véu asfixiante de umidade e silêncio, o ar pesado como o hálito de um morto. Os grilos cantavam em um coro obsessivo, e o vento arrastava folhas secas como suspiros de almas perdidas. Sabrina, 18 anos recém-completados, dirigia devagar pela estrada de terra, o carro alugado cortando a noite como uma faca afiada.

No mesmo dia em que tinha soprado as velas do bolo, ela tinha perdido a virgindade. Não em uma cama macia, não com um namorado carinhoso. Mas no cemitério, em cima de um túmulo, com um desconhecido que tinha encontrado ali, um cara de 30 e poucos anos, sujo, fedido, com as mãos calosas e um pau grosso que a tinha estraçalhado.

A dor tinha sido intensa, mas o tesão, mais ainda. O cheiro de terra molhada, o frio das lápides, o som dos passos do cara atrás dela, tudo isso a tinha excitado mais do que qualquer carícia.

Depois o sexo no necrotério. Tudo que era errado e sujo a deixava excitada.

E agora, uma semana depois, ela já não aguentava mais. Precisava de mais.

Precisava de putaria suja, degradante, com estranhos.

Ela era bonita, de família rica e com um corpo de deusa. Só que isso não alterava o tesão dela por gente fora do mundo dela.

Porque Sabrina não era mais uma garota. Era uma putinha nata. E o que a excitava mais do que tudo era a ideia de ser usada por homens sujos, feios, que jamais teriam acesso a uma garota como ela em qualquer outra situação. A degradação, o contraste entre a sua beleza e a sujidade deles, a fazia tremer de tesão.

Seus cabelos loiros, longos e ondulados, caíam como uma cascata de ouro sujo até a cintura, emaranhados de tanto rebolar em lugares imundos. Os olhos verdes brilhavam com uma luxúria doentia, como se já tivessem visto demais para uma vida tão curta.

O corpo? Um convite ao pecado. Seios grandes, pesados, com mamilos rosados e duros como pedras, que balançavam livremente sob um top rasgado, sem sutiã, o tecido fino colado ao suor. A saia curta e florida mal cobria o bumbum farto, que rebolava a cada passo como um convite para ser surrado. Sem calcinha, claro. Porque Sabrina não usava calcinha desde que tinha perdido a virgindade. A bucetinha depilada, inchada, já escorria só de pensar no que viria pela frente.

Ela não era uma garota comum. Suas fantasias não eram apenas sujas: eram degradantes, pervertidas, doentias. Gostava de ser usada, cuspida, fodida como um brinquedo descartável.

Era queria sair do mundo de casinha de boneca. Queria ser machucada, usada, suja como um bola de futebol de salão.

E quanto mais nojento, melhor. O cheiro de homem não lavado, o gosto de pau sujo, a sensação de ser preenchida por um desconhecido em um lugar imundo… era isso que a fazia gozar até as lágrimas.

Ela precisava disso. O crescente do errado.

E hoje, pela primeira vez, ela ia transar com mais de um homem de uma vez. A ideia de ser passada de um para o outro, como um objeto de prazer, a fazia tremer de excitação.

Só um cacete não era suficiente, queria sentir mais de um, não importa de quem.

Naquela noite, o tesão a acertara como um soco no estômago. Saíra do hotel barato onde se hospedara, o corpo inquieto, faminto, e dirigira sem rumo, os faróis cortando a neblina que subia do asfalto quente. Até avistar o terreno de uma casa abandonada à beira da estrada.
O lugar era um retrato do inferno na Terra. A estrutura da casa, com paredes rachadas cobertas de musgo e janelas estilhaçadas como olhos vazios, erguia-se como um esqueleto maldito, cercada por um terreno baldio infestado de mato alto, lixo espalhado e o cheiro pungente de umidade, podridão e urina velha.

No centro, uma fogueira crepitava fracamente, lançando sombras dançantes e um brilho alaranjado que iluminava três figuras agachadas ao redor — moradores de rua, aquecendo-se no fogo fraco. O ar carregava um odor acre de fumaça, lixo queimado, suor humano e cachaça barata.

Ela viu a oportunidade ali.

Sabrina parou o carro, o motor silenciando com um suspiro final. O coração dela batia acelerado, não de medo, mas de excitação doentia. Se ela se olhasse no espelho, veria um olhar que era uma mistura de desejo com loucura.

O suor escorria pela nuca, colando o top à pele, fazendo os seios pesarem com o calor. A bucetinha latejava, encharcada, implorando por um pau sujo para enfiar.

— Por que não? — pensou, passando a mão entre as pernas, sentindo os próprios sucos escorrendo pelos dedos.

— Eles são justamente o tipo de homem que eu mereço. Homens que jamais teriam uma chance com uma garota como eu… e é justamente por isso que eu quero eles.

Ela saiu do carro, os passos ecoando no cascalho solto, a saia subindo pelas coxas a cada movimento, revelando flashes de pele bronzeada e molhada. Os três homens ergueram os olhos ao ouvi-la se aproximar.
O mais velho, Zé, uns 50 anos, tinha barba grisalha emaranhada, olhos fundos encovados pela fadiga e um cheiro de suor azedo, álcool e terra podre.

O do meio, Carlinhos, uns 40, era magro e ossudo, com pele marcada por cicatrizes antigas e um odor de corpo não lavado há semanas.

O mais jovem, Luiz, uns 30, tinha cabelo desgrenhado, um sorriso torto revelando dentes amarelados e um fedor de cachaça e mijo que a fez salivar de tesão.

Eles estavam sentados em caixotes velhos e pedras, bebendo de uma garrafa de cachaça barata, o fogo estalando entre eles, faíscas subindo como almas condenadas.

Eles a viram e o mais velho falou:

— Boa madrugada, moça. Tá perdida ou procurando encrenca? — perguntou Zé, a voz rouca como cascalho, os olhos piscando contra a luz da fogueira, mas fixos no bumbum de Sabrina, que balançava a cada passo.

Sabrina parou perto do fogo, sentindo o calor lamber suas pernas nuas, o suor escorrendo pela barriga exposta. Seu peito subia e descia rapidamente, o tesão a deixando tonta, como se o ar estivesse carregado de feromônios de putaria.
— Boa madrugada, rapazes. — ela respondeu, a voz baixa, rouca, cheia de safadeza.

— Não tô perdida não… tô procurando o que mereço.

Ela se aproximou mais, o calor da chama dançando na pele, o cheiro deles — suor rançoso, lixo queimado e cachaça — a excitando de um jeito doentio. Era como se a degradação deles fosse um perfume para sua alma pervertida.
— Vocês moram aqui? — perguntou, passando a mão pelo próprio seio, apertando o mamilo duro, gemendo baixo.

— Deve ser solitário… mas acolhedor. O fogo quentinho, o cheiro de vocês… me dá um arrepio bom.

Carlinhos riu nervoso, passando a garrafa para Luiz, os olhos descendo pelas pernas dela, o pau já começando a inchar na calça rasgada.
— Solitário? Às vezes sim, moça. — ele respondeu, a voz trêmula, o olhar fixo nos mamilos endurecidos sob o top.

— A casa tá abandonada faz anos, a gente só usa o terreno pra dormir e se proteger da chuva. O que uma garota como você faz por aqui de madrugada? Não é perigoso pra uma moça bonita assim?

Sabrina sorriu, maliciosa, safada, como uma cadela no cio.
— Perigoso? Talvez. — ela sussurrou, ajoelhando-se devagar na terra úmida, a saia subindo, revelando a bucetinha depilada, brilhante, pingando.

— Mas eu gosto de perigo. Gosto de homem sujo, fedido, que não tem vergonha de me tratar como a putinha que sou. Aliás, faz quase um mês que eu perdi a virgindade… no cemitério, com um cara que eu nem conhecia.

E agora tô aqui, porque não aguento mais sem um pau sujo dentro de mim. E hoje… — ela fez uma pausa, os olhos brilhando de tesão

— Hoje eu quero ser fodida por todos vocês. Quero sentir cada um de vocês dentro de mim. Porque eu sou uma putinha rica, bonita… e adoro ser usada por homens como vocês.

Luiz tossiu uma risada, o hálito de cachaça misturado ao odor de corpo não lavado a deixando ofegante.
— É isso aí. Então está querendo ser puta de nós três. — ele disse, o sorriso torto, os olhos vidrados na bucetinha molhada.

— Quer se sentar? Tem cachaça pra esquentar… e mais um pouco, se você quiser.

Sabrina não se sentou. Em vez disso, engatinhou até Zé, as mãos já abocanhando a calça dele, puxando o zíper com os dentes.
— Não quero cachaça. — ela murmurou, a voz abafada pelo tecido da calça, o cheiro de urina e suor a enchendo as narinas.

— Quero chupar o pau de vocês. Quero sentir o gosto de homem que não se lava. Quero que me fodam na terra, como a vadia que sou.

Zé engoliu em seco, o pau já duro, saindo da calça como um animal faminto.

— Caralho, moça… você é doida. — ele grunhiu, as mãos afundando nos cabelos dela, empurrando a cabeça para baixo.
— Doida de tesão. — ela respondeu, abocanhando a rola suja, a língua girando na glande, lambendo o gozo salgado, o gosto de homem não lavado a fazendo gemer.

— E eu não vou embora sem levar um pau de cada um. Afinal, faz só uma semana que eu sou mulher… e já tô viciada em putaria.

Sabrina chupava Zé com fome, a boca cheia, babando, os lábios esticados, a garganta apertando.

O gosto era amargo, salgado, sujo — e ela amava. Enquanto isso, Carlinhos e Luiz já tinham tirado os paus, duros, cheirando a mijo e cachaça. Ela alternava entre eles, lambe um, chupa outro, masturba o terceiro, os dedos sujos de terra e suor.

— Porra, que boca quente… — Zé gemia, as mãos apertando a cabeça dela, empurrando a rola fundo, até ela engasgar.

Sabrina tossiu, saliva escorrendo pelo queixo, mas não parou. Puxou Luiz pela calça, levando o pau à boca, chupando com ruído, os olhos lacrimejando de tanto engolir.

— Isso, sua vadia… chupa bem. — Luiz grunhiu, o pau latejando, as veias pulsando.

Carlinhos não aguentou. Puxou a cabeça dela para o seu pau, a rola batendo nos lábios inchados.

— Agora é a minha vez, sua putinha. — ele rosnou, o cheiro de suor velho a envolvendo.

Sabrina gemia, a boca cheia, os seios balançando, o corpo tremendo de tesão. Ela era uma putinha de verdade — suja, safada, sem vergonha. E adorava cada segundo.
Ela não ligava de foder ali, ao céu aberto, podendo ser vista.

Depois de chupar os três até deixá-los duros como pedra, Sabrina se deitou na terra úmida, as pernas escancaradas, a bucetinha brilhando, implorando por um pau.
— Me fodam, seus nojentos. — ela implorou, os dedos afundando na terra, o corpo tremendo de excitação.

— Quero sentir a porra de vocês dentro de mim. Enchem essa putinha de gozo sujo. Faz uma semana que eu sou mulher… e já tô viciada em pau.

Zé não perdeu tempo. Empurrou a rola na bucetinha, a entrada grossa abrindo os lábios inchados, centímetro por centímetro. Sabrina gritou, as unhas cravando a terra, os seios balançando violentamente.
— Aaah, isso… fode forte, seu mendigo safado! — ela berrava, o corpo tremendo, a bucetinha apertando a rola como um punho.

— Sente como tô molhada? Como tô apertada? Fode essa vadia como se não houvesse amanhã!

Carlinhos e Luiz não ficaram de fora. Um metia os dedos na bucetinha dela, esfregando o clitóris, enquanto o outro chupava os seios, mordendo os mamilos com força.

— Caralho, que buceta molhada… — Zé grunhiu, bombando forte, as bolas batendo no cuzinho dela.

Sabrina rebolava, gemia, xingava, o corpo coberto de suor, terra e saliva.
— Isso… me fode como a putinha que sou! — ela gritava, os olhos vidrados, a boca aberta, o tesão a consumindo.

— Quero gozar com o pau de vocês dentro de mim! Quero sentir a porra quente enchendo a minha bucetinha suja!

Eles trocaram de posição, um atrás do outro, fudendo-a sem piedade. Sabrina chupava um, enquanto outro a penetrava, e o terceiro esfregava o pau no rosto dela. Era uma orgia suja, degradante, justamente como ela gostava.

Quando Zé gozou dentro dela, Sabrina sentiu a porra quente enchendo a bucetinha, escorrendo pelas coxas. Gozou no mesmo instante, o corpo convulsionando, os gemidos ecoando pela noite.
— Tô gozando, seus putos! — ela urrou, o líquido quente escorrendo, o corpo tremendo.

— Enchem essa vadia de porra! Quero sentir o gozo de vocês escorrendo por mim! Faz uma semana que eu sou mulher… e já tô viciada em ser fudida!

Carlinhos e Luiz gozaram em seguida, um na boca, outro nos seios. Sabrina engoliu tudo, lambendo os lábios, cuspindo um pouco na terra, o corpo coberto de suor, terra, porra e saliva.
— Delícia… — ela suspirou, ofegante, os seios balançando, a bucetinha ainda pulsando.

— Mas não foi o suficiente.

Ela ficou se masturbando na frente deles, gemendo alto até gozar mais duas vezes. Depois se levantou devagar e disse:

— Até a próxima, rapazes. — ela disse, sorrindo safada, a voz rouca de tanto gemer.

— Guardem um pouco de cachaça… e de pau… pra mim. Porque eu vou voltar. Afinal, faz só uma semana que eu sou mulher… e já tô viciada em putaria.

E foi embora, deixando para trás o cheiro de sexo, suor e degradação. Mas sabendo que voltaria. Porque para Sabrina, a putaria não tinha limites. E a Bahia era um paraíso de pecado.

Foto 1 do Conto erotico: Sabrina no Terreno Abandonado: Fantasia de se puta dos moradores de rua.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sabrina no Terreno Abandonado: Fantasia de se puta dos moradores de rua.

Codigo do conto:
272191

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
14/09/2026

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