Naquela sexta-feira, Marcos chegou logo depois das oito. A porta mal tinha fechado quando ele empurrou Lucas contra a parede do corredor. A mão grande apertou o pescoço do sobrinho com firmeza, não o suficiente para machucar, mas o bastante para mostrar quem mandava.
— Fiquei o dia inteiro pensando em você de joelhos — rosnou Marcos, a voz grave e rouca.
Lucas engoliu em seco. O pau já endurecia dentro da calça jeans. Ele baixou o olhar, submisso.
— Tira a roupa. Agora.
Lucas obedeceu rápido. Camiseta, calça, cueca — tudo foi ao chão. Ficou nu, pele arrepiada, pau já duro apontando para cima. Marcos ainda estava completamente vestido, só abriu o zíper e tirou o pau grosso para fora. Era grande, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de lubrificação.
— De joelhos.
Lucas caiu de joelhos no chão frio. Abriu a boca sem precisar de ordem. Marcos segurou a nuca dele com uma mão e enfiou o pau até o fundo da garganta de uma vez. Lucas engasgou, mas não recuou. Deixou o tio foder sua boca com golpes longos e profundos, saliva escorrendo pelo queixo.
— Isso, engole tudo — elogiou Marcos, empurrando mais fundo. — Bom garoto.
Depois de alguns minutos, Marcos puxou o sobrinho pelos cabelos e o levantou. Empurrou Lucas até a sala e o dobrou sobre o braço do sofá. O cu do sobrinho já estava lubrificado — ele tinha se preparado antes, sabendo que o tio viria. Marcos cuspiu na própria mão e esfregou no cu apertado, depois enfiou dois dedos de uma vez.
Lucas gemeu alto. Os dedos do tio eram grossos e ásperos, abrindo ele sem piedade. Marcos curvou os dedos, encontrando a próstata, e Lucas quase caiu de joelhos de novo.
— Fica quieto — ordenou Marcos, dando um tapa forte na bunda do sobrinho. A marca vermelha apareceu na hora. — Você é meu. Esse cu é meu.
— É seu, tio — respondeu Lucas, voz trêmula de tesão.
Marcos tirou os dedos e posicionou a cabeça do pau na entrada. Empurrou devagar no começo, depois enfiou tudo de uma vez até as bolas baterem contra a bunda de Lucas. O sobrinho gritou, mistura de dor e prazer. Marcos não parou. Começou a foder com força, quadril batendo contra a bunda, pau entrando e saindo sem parar.
— Mais fundo — pediu Lucas, ofegante.
Marcos segurou os quadris do sobrinho com força e aumentou o ritmo. Cada estocada era mais violenta que a anterior. O sofá rangia, Lucas gemia sem parar, pau balançando entre as pernas, pingando pré-cum no chão.
Marcos tirou o pau, girou Lucas e o jogou de costas no sofá. Levantou as pernas do sobrinho até os ombros e voltou a enfiar, agora olhando nos olhos dele. A posição deixava o pau do tio ainda mais fundo.
— Olha pra mim enquanto eu te como — ordenou.
Lucas obedeceu. Os olhos marejados de prazer, boca entreaberta, gemendo a cada estocada. Marcos cuspiu na cara dele e esfregou com o polegar.
— Abre a boca.
Lucas abriu. Marcos cuspiu dentro. Lucas engoliu sem hesitar.
Marcos acelerou. O pau entrava e saía molhado, o cu de Lucas fazendo barulho molhado a cada estocada. O tio segurou o pau do sobrinho e masturbou rápido, apertando a base.
— Não goza ainda — avisou. — Só quando eu mandar.
Lucas apertou os dentes, tentando segurar. O pau latejava na mão do tio. Marcos continuou fodendo sem piedade, suando, músculos tensos. Depois de longos minutos, ele tirou o pau e bateu na bunda de Lucas.
— Vira de quatro.
Lucas obedeceu. Marcos cuspiu no cu aberto e enfiou de novo, agora mais fundo que antes. Segurou os ombros do sobrinho e puxou para trás a cada estocada, usando o corpo dele como se fosse um brinquedo.
— Esse cu é tão apertado — gemeu Marcos. — Tão quente. Tão meu.
Lucas só conseguia gemer. O pau balançava entre as pernas, balançando a cada estocada. Ele estava perto, muito perto, mas sabia que não podia gozar sem permissão.
Marcos tirou o pau de novo e sentou no sofá. Puxou Lucas para cima dele, de frente. O sobrinho desceu devagar, sentando no pau grosso até estar completamente cheio. Começou a cavalgar, subindo e descendo, quadril rebolando.
Marcos segurou a cintura dele com força, guiando os movimentos. De vez em quando dava um tapa na bunda ou beliscava os mamilos. Lucas jogou a cabeça para trás, gemendo alto.
— Tio... eu não aguento mais...
— Pede — ordenou Marcos.
— Me deixa gozar, tio. Por favor.
Marcos segurou o pau do sobrinho de novo, apertando forte.
— Ainda não.
Ele levantou Lucas do sofá, ainda com o pau dentro, e o carregou até a parede. Encostou as costas do sobrinho contra a parede fria e começou a foder de pé, segurando as coxas dele abertas. Cada estocada era mais forte que a anterior. Lucas gritava, unhas cravadas nos ombros do tio.
Marcos mordeu o pescoço dele, deixando marcas roxas. Depois mordeu o mamilo, puxando com os dentes. Lucas chorava de tesão, corpo tremendo.
— Agora — finalmente permitiu Marcos. — Goza pra mim.
Lucas gozou com força, jatos grossos subindo até o peito. O cu apertou ao redor do pau do tio, latejando. Marcos rosnou e gozou também, enchendo o sobrinho com porra quente. Continuou enfiando devagar enquanto gozava, prolongando o orgasmo de ambos.
Quando terminou, Marcos saiu devagar. A porra escorreu do cu de Lucas, escorrendo pela coxa. Ele colocou o sobrinho de joelhos de novo.
— Limpa.
Lucas lambeu o pau do tio, chupando o resto de porra, engolindo tudo. Marcos segurou a cabeça dele com carinho agora, dedos passando pelo cabelo suado.
— Bom garoto — elogiou de novo. — Sempre tão obediente.
Levantou Lucas e o beijou na boca, língua profunda, compartilhando o gosto. Depois o carregou até o quarto e o deitou na cama. Deitou ao lado, braço possessivo em volta da cintura do sobrinho.
— Da próxima vez eu trago cordas — avisou, voz baixa. — Quero te amarrar e te foder por horas.
Lucas tremeu de antecipação.
— Sim, tio. O que você quiser.
Marcos sorriu, satisfeito. Beijou a testa do sobrinho e fechou os olhos, já planejando a próxima visita.
Lucas ficou deitado, cu latejando, corpo marcado, completamente satisfeito. Sabia que o tio voltaria logo. E ele estaria esperando, pronto para obedecer.
tiojulio