Relembrando a todos que tudo o que é relatado, é 100% verídico. Continuando na minha busca insaciável por prazer e satisfação sexual.
Após esses acontecimentos com a minha prima, que ainda foram acontecendo ao longo de um ano mais ou menos ( não era todos os dias como é óbvio), a minha tia, mãe dessa prima deixou de precisar de trabalhar uma vez que o meu tio foi promovido na firma onde trabalhava e ficou como encarregado geral do grupo e a cima dele só existia o patrão e dono da firma ( cargo esse que agora é ocupado por mim). Como fiquei sem a minha puta, e na rua onde vivia todas as casas eram de familiares, mas só havia primos homens da minha idade. Havia uma prima mas nunca saia de casa, a não ser para a escola. O pai dela era um homem muito violento ( era e ainda é. Nestes últimos anos anda fugido à polícia com ordem de captura para cumprir pena de 3 anos por violência doméstica), todos os dias ou quase todos enchia a filha e a mulher ( ambas minhas primas) de porrada. Todos na nossa rua sabiam disso, mas todos tinham medo dele porque já tinha estado preso em 90 por tráfico de droga e tinha armas em casa. Por consequência dessa escassez de fêmeas, a solução era mesmo ir à descoberta do que podíamos com o que tínhamos à disposição. Um ano ou dois depois dos acontecimentos já relatados anteriormente, comecei finalmente a esporrar. Quando vi aquilo pela primeira vez, assustei-me. A primeira coisa que me veio à cabeça foi:
Fodasse, exagerei na punheta. O caralho vai-me cair kkkkk.
Mas como tudo ou quase tudo na vida, primeiro estranha-se e depois entranha-se. Apesar do susto inicial, nunca consegui parar de bater punhetas. Não havia sítio nem hora, valia tudo, era a vida louca. A minha punheta de eleição era quando chegava uma revista a casa que a minha mãe e a minha madrinha compravam ( já não me lembro com que frequência), que se chamava "Lá Redoute" ou algo desse género. Era uma revista de roupa julgo que apenas para mulheres. Assim que eu conseguia deitar as unhas na revista, lá ia eu para a casa de banho fingir que ia fazer a necessidade número 2, e tava ali no mínimo 1 hora a bater punhetas em homenagem às fotos das mulheres de lingerie. Era até esfolar a puta da cobra zarolha. Mas com o passar das esporradelas nas mãos, a curiosidade foi-se instalado e eu como mente aberta e profissional do ofício, já tinha cheirado a esporra, mas houve um dia que só por acaso, levei aos lábios. A princípio fiquei quieto com a esporra nos lábios com eles ligeiramente abertos. Como que a tomar coragem para tirar a língua de fora para finalmente fazer o que queria realmente fazer. PROVAR.
Ganhei coragem, lambi, puxei para dentro da boca, degustei antes de engolir. Sinceramente, não adorei a princípio, mas não me deu nem meteu nojo. Paladar estranho, consistência esquisita mas depois daquilo, o caralho recusou-se a perder tesão. Como estava sentado na sanita e achei um desperdício de papel higiénico para limpar a mão, acabei por lamber tudo até à última gota. Depois disso, à noite já deitado na minha cama, a pensar no que tinha feito, sentei-me na cama e bati uma das punhetas mais rápidas que tinha batido até àquele dia. Quando me apercebi que o leite vinha a caminho fiz uma espécie de concha com a mão esquerda para apanhar a esporradela toda. Levei tudo à boca e foi de uma sensação de prazer e leveza a roçar a perfeição. Repeti isso vezes sem conta e ainda o faço hoje em dia de vez em quando. Mas seguindo com o relato. Em frente à sanita havia um cesto onde se metia a roupa suja para lavar quando se ia tomar banho. Desde o momento em que comecei a engolir o meu leitinho, até começar a tirar as cuecas e soutiens da minha avó, madrinha ( que também é tia, irmã da minha mãe) e da minha mãe, e a bater punhetas a cheirar o cú e a cona delas, foi uma questão de dias. Deixava tudo esporrado nas cuecas delas na zona que encostava o buraco do cú e a cona e depois lambia tudo, só parava quando só sentia o gosto de tecido em vez de cona, cú e esporra. Depois disso e sempre à procura de coisas que me provocavam excitação, passei a meter um dedo e depois dois no cú enquanto batia as minhas gloriosas, depois mais tarde passei pela enfiar objetos como cabos de escovas de cabelo ou daquelas caixas de viagem de guardar escovas de dentes. Mais tarde, a minha mãe arranjou namorado e levou-nos para outra zona de Portugal, fomos mais para sul e só vínhamos a casa da minha avó aos fins de semana. A princípio íamos todos, depois era só alguns. FIM DA PRIMEIRA PARTE
Se gostarem votem, significa bastante.as o que eu gostava mesmo era de receber mensagens e comentários de vocês para perceber se estão a gostar ou não ou o que estou a fazer bem ou mal. Mudar nunca posso mudar muit, porque não quero alterar os acontecimentos e inventar coisas que não aconteceram.