Ela interrompe o frenesi, esbravejando, "vou te ensinar pecador!"
Enfia a mão toda na boca pra encher de saliva, encharca seu pau e o meio da minha bunda e juntamente com a frase, "sinta o poder", sinto a cabeça invadir meu casto cuzinho, sem resistência, pois já estava entregue e ansioso pelo que estava por vir. Uma mistura de prazer e estranheza em cada centímetro de desliza dentro de mim.
Perco todo ar e fico ofegante boquiaberto. "Você aprender a não seduzir um homem santo. Você me fez desviar com esse olhar, agora vai aprender. TOMAAAA!!!" Num movimento bruto e dominador, enterra de uma só vez e me ergue na sua espada, me levantando do sofá em seus braços. Fico no ar, sem reação, sem forças, empalado pelo padre que caminha comigo, me espremendo contra a parede e sussurrando algo que não entendia, poderia ser latim, metia com entusiasmo, naquele súdito pregado na parede. Ambos suávamos muito, até que me pergunta se estava arrependido do meu pecado. Não consigo responder, então com mais firmeza na voz e mais força na estocada, minha voz esganiçada emite um "sim", longo e sofrido. "Então sinta minha ovelhinha", assim sinto uma invasão estranha em mim, algo quente, seu pau latejava e ele beijando meus ombros, coloca-me chão. Ouço um barulho engraçado quando seu pau sai de mim, seguido de um melado escorrendo pernas abaixo.
Fico muito constrangido e envergonhado. Ele me manda pegar um lenço em cima de uma bancada e aponta seu membro e diz pra limpá-lo. Obedeci vergonhosamente e tirei os resquícios. Assim ele me abraça e diz que vai cuidar de mim a partir daquele momento e que determinaria os horários de lições e que reservaria um lugar no primeiro banco da igreja pra mim.
Me senti realmente acolhido, meio confuso por ser chamado de pecador e ter seduzido o padre, mas ele prometeu me explicar e me limpar.
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