Como estava com poucas semanas, e havia o risco dela não prosperar, decidi não contar para ninguém.
Havia tirado férias e meu marido também, estávamos com a nossa filha nas montanhas. E embora minha situação não fosse confortável. Na verdade, estava muito complicada, escolhi viver minha família, antes de qualquer outra coisa.
Meu marido e minha filha me dando muito carinho e amor. Em meio a esse clima tão bom, minha consciência, me cobrava. O que eu estava jogando fora, com as minhas ações.
Comecei sendo cantada, mais tarde seduzida e me tornei amante do motorista da van, que me levava para o trabalho. O Moyses (meu amante), havia feito comigo coisas que jamais, esperava viver.
Ele me conduziu por uma estrada sem volta. Havia traído o homem que eu amava. Não só com ele, mas com outros homens, contra a minha vontade.
Havia sido dominada, estuprada e usada como uma mulher a toa, sem criação , sem proteção e sem princípios.
Agora, estava esperando um filho, de um dos machos que me usaram. Sem contudo, fazer ideia de qual seria.
Depois de muito pensar, decidi que que quando voltasse, iria procurar o Moyses para conversarmos definitivamente. Precisa dar um rumo a minha vida.
O tempo passou, e voltamos para a casa. Eu estava enjoando muito e por qualquer coisa. Mas sempre, tentando esconder do meu marido.
Então decidi que não poderia esperar mais. Fiz contato com Moyses que me atendeu prontamente.
A primeira coisa que me perguntou era, por onde eu andava. Dizendo estar com saudades.
Confesso que a voz dele já era o bastante para mexer comigo. Mas conversamos, e eu mantive uma conversa racional e segura, o que por certo lhe despertou a atenção.
Ele dispara :
-aconteceu alguma coisa, amor ? Está precisando de algo ?
Olha, não sei porquê, não me contive... e ja fui despejando em cima dele:
- ué, só aconteceu que estou grávida, Moyses ! E a única certeza, é que não é do Alessandro...
Naquela hora, ele ficou em silêncio e depois de um tempo, respondeu:
- e você acha que é meu ? (Com a voz mais baixa)
Respondi que poderia ser, ou não. Pois, havia sido comida por ele, pelo Jonas e por outros que nem conhecia direito...
Ele me pediu para ter calma, porquê isso tudo poderia dar muito problema para todos. E para termos cautela.
Me disse que queria me ver e me pediu permissão para ele contar para o Jonas também.
Autorizei e marcamos na orla da nossa cidade, em um lugar mais discreto, onde sempre ficávamos.
Deu a hora e nos encontramos lá. Conversamos bastante e deixei bem claro, que precisaria do apoio dele, pois meu marido não sabia de nada.
Mas não conseguiria esconder por muito tempo. Estava me sentindo muito enjoada e logo o meu corpo começaria a mudar.
Ele me disse para não me preocupar, que qualquer coisa ele me assumiria. Mas confesso, que ele havia me desapontado muito.
Então desconversei sobre isso.
Ele também me perguntou se eu não tiraria a criança, mas eu respondi que com a vergonha na cara e os princípios que ainda me restaram, eu nunca nem pensaria em fazer algo assim.
Nessa hora alguém bateu na janela do carro e me assustei, era o Jonas. Meu coração disparou na hora quando vi aquele homem.
Não sei explicar, mas de alguma forma ele me dominava. Eu tinha medo dele. Não sei explicar...
Ele entrou no carro e já foi falando:
Natascha, minha casada putinha ! Quer dizer que você está grávida. Será que fui ou Moyses eu que te engravidamos ou você ficou prenha, de algum outro macho que te comeu naquela noite...
Ele disse isso com um olhar sarcástico me olhando nos olhos, como se eu fosse sua propriedade.
Confesso que fiquei trêmula, e minha voz não saia mais. Comecei a chorar.
Ele me mandou parar e começou a mostrar no seu celular mais fotos daquela noite. Lá estava eu, nas fotos sendo possuída por dois homens negros que faziam parte da diretoria do motoclube.
Havia também uma foto minha dando pra ele. E outras que não quis mais ver.
Naquela hora, já não sabia o que pensar. Meu corpo trêmulo e meu coração disparado. Mesmo assim, aquele homem ainda continuou falando:
-quero só ver, quando eu mandar essas fotos para o Alessandro. O que ele vai achar da puta que ele tem dentro de casa...
Ainda sem pensar direito, eu só imaginava a cena. O que meu marido faria comigo ? Como seria a sua reação?
Por certo, ele iria tirar a guarda na nossa filha de mim. Isso me destruiu a ponto de não mais segurar as lágrimas na frente daqueles homens.
Foi quando o Jonas falou, vamos sair daqui para conversarmos melhor. Moyses ligou a van e começou a dirigir e entrou em um Motel que tem no final da orla.
Confesso, que estava tão anestesiada com toda aquela situação, que nem discerni o que estava acontecendo e o que viria a acontecer.
Moyses estacionou em uma das suites e o Motel, estava bem decadente. Apesar de estar em uma área nobre, pois, fica perto de um bairro jovem da nossa cidade, ele precisava de reforma.
Eles me guiaram até a suíte, estando a minha mente, ainda incrédula do que estava vivendo, e ansiosa para conversar com eles, para tentar uma saída. Se houvesse alguma.
Quando entramos no quarto eu comecei a falar que, não havia feito aquele filho sozinha, e que eles precisavam ser homens e me ajudar naquele momento. Nisso eu já estava chorando novamente.
O Moyses tentou me acalmar me sentando na cama. Mas o Jonas se colocou em pé na minha frente e disse:
- olha bem, Natasha ! Aqui tem homem pra caralho e você sabe disso... quando começamos a te fuder, você era uma mulher, mal amada, mal comida !
- não engane, você não é um exemplo de honestidade, que pensa ! Você é uma PUTA agora! Nossa puta, entendeu ?
- eu quero que você e sua barriga se fodam !
- porque, sempre que eu quiser vou te comer ! Você entendeu agora a sua situação sua VADIA?
Isso ele me disse me olhando nos olhos, minha tristeza e choro, só aumentava e confesso que perdi o controle, me levantei, e comecei a bater nele.
Ele me imobilizou e me jogou na cama. Eu estava vestida com um vestido verde mais soltinho na parte de baixo, que quando fui jogada e cai deitada se levantou, mostrando uma parte da minha calcinha branca.
Aquele homem, me puxou pelas pernas, até a borda da cama. E em seguida com brutalidade, segurou os meus cabelos, forçando um beijo na minha boca.
Tentei sair daquela posição, mas meu corpo começou a sentir tesão e fui ficando excitada, com aquela dominação.
Depois me ordenou que tirasse a minha roupa e chupasse seus paus.
Moyses, já estava abrindo a calça, colocando para fora seu membro enorme.
Obedeci, e tirei minha roupa ficando só de calcinha e sutiã.
Em seguida o Jonas, manda eu abrir a sua calça e soltar seu membro. Sem pensar, obedeci, libertando um pênis cheio de veias, ainda maior e mais grosso que o do meu amante.
Como já havia relatado, a glande do pênis do Jonas era desproporcional. O que dificultava a até chupar aquela coisa enorme.
Já dominada por aquela situação, me pus a chupar aqueles dois homens, que puxavam minha cabeça de forma alternada. Fazendo a minha boca a cada vez mais suportar a entrada daqueles monstros nela. Enquanto ouvia as falas dos dois sobre mim...
-isso cachorra chupa o pau do seu homem! Dizia Moyses.
Enquanto isso :
- kkkk olha só como essa nossa putinha é obediente ! Disparava o Jonas.
Aquilo me tirava de mim, fazendo a minha mente viver intensamente aquele momento.
Era algo que não sei descrever, mesmo gravida de outro homem, eu encontrava prazer em sentir os membros daqueles homens em mim.
Não demorou muito e enquanto eu trabalhava os dois paus deles os deixando bem lubrificados, o Moyses me puxou me colocando de quatro. E já foi sugando e chupando a minha vagina, enquanto eu continuava a chupar o Jonas.
Esse começou a dar sinais que iria gozar e eu acelerei os movimentos da minha boca, fazendo a minha língua, avariar seu cacete.
Não demorou e ele gozou enchendo minha boca e rosto com sua porra. Me impressionei com a quantidade que saiu.
Mas apesar, disso se mastro continuava duro. Eu nunca havia visto isso.
Nisso, Moyses se posiciona e com uma mão empina a minha bunda, favorecendo assim a posição para me penetrar.
Ele começou a esfregar sua glande na pontinha da minha vagina. E em dado momento, começou a empurrar aquele enorme mastro. Ele entrou, tirando de mim, mais grito de dor e tesão.
Vendo isso ele começou a bombar forte, me fazendo gemer como uma verdadeira prostituta.
O Jonas, começou a acariciar meus seios, enquanto se masturbava esperando a sua vez.
Aquilo tudo, me deixava ainda da mais louca de tesão.
Não demorou e gozei muito gostoso no pau do Moyses. Ele percebendo isso, tirou seu grande membro de dentro de mim, passando seus lugar para o Jonas.
Que sem cerimônia, já me penetrou fortemente, enfiando aquela coisa de uma só vez em mim. Gritei alto novamente, pois, era muito cabeçudo. Parecia que estava rasgando.
Mas logo em seguida, comecei a gemer para ele, e quando dei por mim, estava rebolando naquilo. Isso totalmente de forma involuntária. Meu corpo me traia.
Tudo isso acontecendo e aquele macho alpha me xingando:
-guerra, puta casada . Gemer, no pau do seu homem !
Aquilo me deixava com um misto de vergonha e tesão.
Estava ali gravida, e tanto eles, quanto os outros que haviam me comigo naquela noite na casa do Jonas, poderiam ser os pais.
Meu corpo se comprimia cada estocada, pois, ele é muito bruto. Tentava por tudo, proteger meu útero daquela coisa.
Logo, Jonas tirou seu membro da minha vagina e começou a pincelar no meu cuzinho. Eu disse que não, que ainda não estava relaxada e ele me deu um forte tapa, na bunda.
Logo em seguida me penetrou com seu dedo. Me fazendo gritar fortemente.
Em seguida com fortes movimentos, começou a tentar alargar a entrada do meu ânus. O que me trazia mais desconforto e dor.
A essa altura, eu estava chupando o pau do Moyses, que segurava a minha cabeça me impedindo de sair daquela posição.
Foi quando o Jonas, pegou seu membro e começou a tentar forçar a entrada na minha bunda.
Quase desmaiei de dor.
Mas sem dó ele foi entrando com tudo aquilo em mim, logo começando a bombar, fortemente.
Parecia que iria ser partida ao meio. A pressão daquele pau dentro de mim, parecia maior que poderia suportar.
Minhas entranhas, foram se acostumando e aquele homem, parecia que iria me quebrar de tanta força que colocava nas bombadas.
Logo, ele me puxou me fazendo ficar deitada sobre o seu corpo de costas para ele. E com aquele monstro no meu cuzinho.
Moyses já se posicionou e abrindo minhas pernas, e me olhando com um olhar penetrante, já me mostrava o que viria.
Enquando Jonas estava dentro do meu cuzinho com seu pau, o Moyses se posicionou e penetrou minha bucetinha.
Quando senti aquilo entrando, imediatamente senti meu corpo internamente, se alargando. Era como se aquelas duas mangueiras gigantes, ocupassem o lugar antes preenchido por outra coisa.
Intermitentemente, os dois começaram a meter forte, fazendo meu corpo se movimentar de uma forma frenética. Eu só gemia e gritava.
Era algo, louco que me arrebatava.
Eles também, só urravam como animais de prazer.
Eu era a fêmea daqueles machos. E isso não iria mudar.
Eles socaram seus corpos, contra o meu. Demonstrando que me usavam para obter prazer. Aquilo aumentava o meu tesão.
E perdi a conta de quantas vezes gozei assim. Eles trocaram de posição, agora com o Jonas metendo na minha bucetinha e o Moyses no meu outro orifício.
Me sentia totalmente preenchida e sendo alargada.
Cada vez os dois metiam mais fundo. Eu ia a loucura. Gritava alto, e gemia como se não houvesse futuro.
Fui colocada depois de algum tempo de joelhos e ambos gozaram fartamente no meu rosto...
Depois, fui ao banheiro para me limpar e limpa, deitei na cama e apaguei por um momento.
Eles tomaram seus banhos e quando vi, peguei minha roupa e me vesti.
Saímos daquele local e ambos, estavam eufóricos. Eu estava morta de cansaço, com meu corpo quase desfalecendo. Mas com as imagens daquele momento, me dizendo que eu era cativa dos desejos daqueles homens.
Mesmo estando grávida, e sem saber como seria o meu futuro como mãe, esposa. Se conseguiria conviver com as consequências de minhas escolhas. Eu havia gozado loucamente para aqueles machos.
E eles enquanto saíamos, me acariciar, dizendo:
- quando a sua barriga crescer vai ficar ainda mais gostosa! Vamos em breve marcar com os amigos para te comermos em oito homens...
Eu retruquei falando que não queria isso. E o Jonas me interpelou, dizendo:
-mas você vai ! Porque sei que você gosta, sua PUTA!
-sem falar, que dos oito é o pai dessa criança que você carrega na barriga...
Engoli seco. Ele estava certo. E o pior, é que meu corpo se arrepiou todo de tesão.
Eu já havia sido transformada numa mulher adúltera, numa puta sem nenhuma vergonha que servia agora a muitos homens.
Quando cheguei em casa procurei o meu marido e para conversar. Contei para ele que estava gravida.
No primeiro momento o coitado do Alessandro pulou de alegria e ficou super feliz. Me beijou apaixonado. E me disse que iríamos comemorar.
Mas pedi a ele para me ouvir e confessei que o havia traído. Não falei com quem e que essa pessoa seria o pai da criança.
Ele se transformou e com toda razão, brigou muito comigo. E me disse que deveríamos a princípio nos separar. Que ele não criaria p filho de ninguém. E que o que tinha feito, não tinha perdão.
Chorei muito e pedi a ele perdão e sua misericórdia. Alessandro sempre foi um bom homem.
Ele não merecia que estava fazendo.
E foi aí que ele me disse que eu iria dormir no quarto de hóspedes. E que deveríamos preservar por enquanto a nossa filha e as aparências.
Mas o pior, o quê mais me doeu, foi quando ele me disse que tinha nojo de mim, quando tentei pegar na sua mão.
Entendi e aos prantos segui para o meu canto , sabendo agora, o peso que as minhas escolhas, haviam me trazido.
Havia jogado uma vida de amor e amizade, por prazeres momentâneos. Com homens, que visivelmente não me respeitavam.
Eu havia me tornado uma vadia.
Continua...




Sinceramente não dá pra acreditar q uma mulher de respeito se transforme numa vagabunda, vadia, sem caráter como essa, ou trouxa do marido foi até bem calmo, ele deveria trata-la como ela merece, usa-la como uma vadia de rua e depois meter o pé no rabão branco e arrombado da putona, essa e vagabunda de carteirinha
Um dos contos mais dramáticos que já li. Parabéns pelo seu relato, bem descrito e excitante! Votado.
Achei digno da sua parte ter contado para seu marido. Acho melhor ele ter sabido por vc do q por terceiros, e isso ia acabar acontecendo. Mas parece que vc se resolveu bem com a gravidez pois esta sorrindo na foto.