O quarto do motel estava envolto em uma luz suave, mas a atmosfera entre nós já estava em ponto de ebulição. Ela tinha apenas 18 anos, uma morena clara de traços marcantes, boca carnuda que convidava ao pecado e coxas grossas que eu mal podia esperar para ter entrelaçadas na minha cintura.
Olhei para ela, admirando cada detalhe. Quando tirei sua roupa, meu coração acelerou: os peitos médios eram perfeitos, firmes, e lá embaixo, uma xoxota lisinha, totalmente depilada, brilhando levemente de desejo.
Não tínhamos pressa, mas o tesão era urgente. Começamos com beijos quentes, daqueles de tirar o fôlego, onde as línguas se buscavam com uma fome absurda. Enquanto nossas bocas se devoravam, minhas mãos apertavam aquelas coxas grossas, trazendo-a para mais perto.
Aproximei meus lábios de seu ouvido, distribuindo beijos molhados pelo seu pescoço e descendo até a orelha, sussurrando o quanto ela estava gostosa. Ela arrepiou-se inteira.
A carícia: Desci um pouco mais, abocanhando um de seus peitos médios. Chupei com vontade, massageando o outro, enquanto ela enfiava as mãos no meu cabelo, soltando os primeiros gemidos manhosos.
A provocação: Minha mão desceu até a intimidade dela. Aquela xoxota lisinha já estava completamente molhada. Ajoelhei-me na cama e comecei uma mamada lenta e profunda, sentindo o sabor dela, ouvindo-a arfar alto, alternando chupadas com movimentos rápidos da língua no seu clitóris.
Ela não aguentou muito tempo ali. Segurou meu cabelo com força e me puxou para cima. Era a vez dela. Com uma maestria impressionante e uma vontade que me enlouqueceu, ela envolveu meu pinto com aquela boca carnuda. Olhando nos meus olhos, ela chupou até o fundo, fazendo um barulho molhado que me deixou prestes a explodir.
O carinho deu espaço à pura sem-vergonhice. O contraste da sua doçura com as palavras picantes que saíam daquela boca era o combustível perfeito. Eu a deitei de costas, e ela, completamente entregue, começou a me xingar com a voz manhosa e necessitada:
"Fode a sua putinha, vai... Me come gostoso! Me come do jeito que você quiser!"
Eu entrei nela com força, sentindo o aperto daquela xoxota lisinha me esmagar. O som dos nossos corpos batendo e os xingamentos dela no meu ouvido me guiaram até o limite. Ela pedia mais, rebolava contra mim, completamente insaciável. Perto do final, ela me olhou com os olhos brilhando de luxúria:
"Goza na minha cara... Goza todinho na minha cara!"
Ajeitei-me rapidamente e descarreguei tudo ali, cobrindo as bochechas e a boca carnuda dela com meu sêmen quente. Ela sorriu, satisfeita, limpando o canto dos lábios com o dedo e me dando um beijo com sabor de nós dois.
O fogo não tinha apagado. Fomos para o banheiro, ligando o chuveiro no quente. A água caía sobre as costas dela, desenhando o contorno daquele corpo perfeito. Apoiei-a contra o azulejo gelado, contrastando com o calor da água e dos nossos corpos.
Com as mãos nas coxas grossas dela, virei-a de costas, puxando seu cabelo de leve para trás. Ela olhou sobre o ombro, os olhos pesados de desejo, e pediu baixinho, entre os gemidos que ecoavam pelo banheiro:
"Come meu cu... Come bem gostoso..."
Preparei o caminho com calma, usando a água e o próprio mel dela para lubrificar. Quando empurrei devagar, ela soltou um gemido longo, misturado com o som do chuveiro. Conforme eu ia metendo, o ritmo acelerava. Aquele rabo durinho recebia cada estocada com perfeição. Ela gemia alto, se jogando para trás contra o meu peito, enquanto terminávamos de nos consumir ali mesmo, lavados pelo prazer e pela água quente.