Ganhei o cuzinho dela de presente

A minha área de lazer era o cenário perfeito para aquela tarde. O som suave da música ao fundo mal conseguia abafar a eletricidade que corria entre mim e Silmara. Desde que nos conhecemos naquele bate-papo, a nossa conexão tinha sido instantânea; havia um carinho imenso, uma afinidade que transcendia o desejo físico, mas o desejo... ah, o desejo era avassalador.
Silmara estava completamente apaixonada, e o sentimento era mútuo. Mas havia uma dor nela que eu fazia questão de curar: em casa, o marido a ignorava, não a procurava na cama e a fazia se sentir invisível. Ela nunca tinha sido de fato desejada, nunca tinha sido "comida gostoso" como uma mulher de verdade merece.
Naquela tarde, depois de vários encontros cheios de cumplicidade, ela me olhou nos olhos, com o rosto corado e o coração na boca, e pediu para que eu realizasse todos os seus desejos reprimidos. Ela queria que eu fizesse com ela tudo o que o marido nunca teve a capacidade ou o interesse de fazer.
Eu a puxei pela cintura, sentindo seu corpo trêmulo de expectativa. Começamos com beijos lentos, profundos, que logo se transformaram em pura urgência. Quando a deitei na cama da área de lazer, tirei sua roupa devagar, apreciando cada curva. Silmara era linda, e os seus cabelos ruivos espalhados pelo estofado pareciam fogo.
Antes de qualquer outra coisa, ela se ajoelhou na minha frente. Olhando nos meus olhos com total devoção, ela segurou o meu pau e me chupou bastante, com vontade, explorando cada centímetro com a língua, me deixando completamente louco. Quando ela subiu o olhar, com os lábios molhados, a deitei de costas e me posicionei entre suas pernas.
Comecei por onde ela já conhecia, mas de um jeito que ela nunca tinha sentido. Eu comi sua bocetinha bem gostoso e bem devagar, saboreando cada centímetro da sua intimidade, fazendo movimentos profundos e manhosos que a faziam arquear as costas de prazer. Enquanto eu a possuía ali, com toda a calma do mundo, Silmara colava o rosto no meu pescoço, mordendo os lábios e sussurrando muito no meu ouvido, com a voz embargada de paixão:
— Eu te amo... Eu te amo tanto! Me quer pra você, eu quero ser sempre sua... Nossa, como você é gostoso! Que pau é esse, meu amor? Quero ele sempre e todinho pra mim!
O sexo entre nós sempre era maravilhoso, mas aquela transição foi diferente. Depois de deixá-la completamente ensopada e nas nuvens, chegou o momento da entrega total. Preparei o seu corpo com paciência, usando os dedos, beijos e muito lubrificante, massageando a sua outra intimidade até senti-la relaxar. Silmara nunca havia dado o cuzinho antes. Era sua primeira vez, uma entrega absoluta de amor e confiança a mim.
Quando posicionei meu pau na sua entrada proibida e empurrei com calma, ela soltou um gemido sôfrego, misturando prazer e a surpresa da nova sensação. À medida que eu entrava e começava a me mover, o ritmo foi esquentando. A paixão e o tesão acumulados explodiram.
Silmara começou a chorar de emoção e a delirar de prazer. A dor do abandonado do passado sumia a cada estocada profunda.
— Puxa meu cabelo... — ela implorou com a voz embargada, os olhos brilhando. — Puxa e bate na minha bunda!
Eu segurei os seus lindos cabelos ruivos, inclinando sua cabeça para trás, e desferi tapas firmes em sua bunda, que ecoavam pelo ambiente. A pele branquinha foi ficando vermelha e quente.
— Isso, se entrega para mim, sua safada — sussurreu no seu ouvido, a voz rouca de tesão.
— Eu sou sua... — ela gemia, rebolando contra o meu pau, entregando-se por completo. — Me chama de puta... Eu sou sua putinha, sempre vou ser sua putinha! Faz o que você quiser comigo!
O ritmo ficou frenético. Eu a comia gostoso, sem pressa e com força, preenchendo cada espaço da sua alma e do seu corpo. Silmara estava em êxtase, gozando repetidamente, entregue a um prazer que nunca imaginou existir.
Sentindo a onda do meu próprio orgasmo chegar, forte e incontrolável, eu a puxei pelos cabelos de leve, trazendo-a para cima de mim. Ela já sabia o que vinha a seguir. Olhou-me com devoção e abriu a boca, desejando o final que nunca havia experimentado antes.
Retirei meu pau do seu cuzinho completamente molhado e, com um jato forte, comecei a derramar meu leite quente na sua boca. Silmara engoliu tudo, saboreando cada gota, com os olhos fixos nos meus, realizada, amada e completamente minha. Ali, na minha área de lazer, a Silmara renasceu.
Ficamos ali deitados. Ela fazendo carinho gostoso, me beijando e agradecendo por ter feito ela sentir o que nunca tinha sentido antes. Fazendo juras de amor e dizendo que seria sempre minha putinha e que eu a teria a hora que quisesse.
Foto 1 do Conto erotico: Ganhei o cuzinho dela de presente


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ganhei o cuzinho dela de presente

Codigo do conto:
272368

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
15/09/2026

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