O WhatsApp da Minha Esposa

Eu descobri tudo por acaso.
Ou talvez não tenha sido por acaso.
Talvez eu já sentisse há semanas aquele cheiro de segredo no ar: o jeito que ela sorria pro celular quando achava que eu não estava olhando, a demora no banheiro com a porta trancada, o perfume diferente que às vezes vinha nela depois do trabalho, o corpo mais agitado quando chegava em casa. Mas foi na sexta-feira à noite que a verdade me estapeou na cara com a força de um soco.

Estávamos no sofá da sala. O menino de 14 anos — filho dela, não meu — já estava no quarto com o fone no ouvido, jogando alguma coisa. Ela mexia no celular com aquele sorrisinho discreto que eu conhecia bem demais. O mesmo sorriso dos primeiros meses de casamento, quando ainda me olhava como se eu fosse a única coisa que existia no mundo. Quatro anos depois, eu com 49, ela com 34, aquela branquinha de 1,60 e setenta quilos, seios pesados e lindos, cabelo preto liso caindo nas costas claras, pele de leite que ainda me fazia babar… e eu ali, moreno claro, corpo normal, pau de treze centímetros que nunca tinha sido motivo de orgulho exagerado, mas também nunca tinha sido motivo de vergonha.

Perguntei o que era de tão engraçado.
Ela levantou os olhos por um segundo e disse:
— Meme.
Mentiu.
Eu vi o reflexo da tela no vidro da janela: WhatsApp aberto, uma conversa com um número que eu não reconhecia. O coração começou a bater mais forte. Quando ela se levantou pra tomar banho, eu esperei o barulho da água e peguei o celular. A senha era a mesma de sempre. E lá estava.

Ele tinha começado tudo numa postagem antiga dela no Instagram. Uma foto de biquíni preto, daquela viagem que fizemos no ano passado. Ela de pé na areia, o tecido molhado colado na pele branca, os seios generosos marcados, a barriga macia. Ele comentou:

“Estou encantado com você, que corpo, que pés, estou apaixonado.”

Ela não bloqueou. Não ignorou. Respondeu com um emoji de risada e um “obrigada ??”.
Dali pra frente foi rápido. Ele pediu o número. Ela passou. Em três dias já estavam trocando nudes.

Eu instalei o WhatsApp Web no meu computador. Esperei ela dormir. Esperei o barulho da respiração pesada dela no quarto. E abri a conversa inteira.

Meu sangue ferveu. Eu queria gritar. Queria acordá-la, mostrar a tela, gritar “puta!” na cara dela. Queria quebrar o celular. Mas meus olhos não saíam das mensagens. E quanto mais eu lia, mais uma coisa estranha e nojenta acontecia entre as minhas pernas.

Ele se chama Rodrigo. 38 anos, segundo o que ele disse. Manda fotos sem rosto, só do corpo. Peito peludo, barriga definida, braços fortes. E o pau… puta que pariu. Cabeçudo, grosso, veias saltadas, bem maior que o meu. Uns dezoito, dezenove centímetros fácil. A cabeça rosada e brilhante, o pau pesado, o tipo de pau que faz qualquer mulher abrir a boca só de ver.

Na sexta à noite, enquanto eu lia tudo escondido no escritório com a porta trancada, a conversa estava quente demais:

**Rodrigo:** Tá sozinha?
**Ela:** Marido no sofá. Filho no quarto.
**Rodrigo:** Manda foto dos peitos então.
**Ela:** [foto] seios soltos, de cima, o decote profundo, a pele branquinha contrastando com o sutiã preto puxado pra baixo. Os mamilos já estavam duros.
**Rodrigo:** Porra, que tetas gostosas. Queria enterrar a cara no meio delas. Queria morder esses mamilos enquanto meto fundo. Queria esfregar meu pau grosso no meio desses peitos até gozar em cima.
**Ela:** Ai… que delícia.
**Rodrigo:** Tira o sutiã. Quero ver tudo.
**Ela:** [foto] seios livres, pesados, aréolas rosadas, mamilos duros.
**Rodrigo:** Porra… olha o tamanho. Esses peitos foram feitos pra serem fodidos. Imagina eu gozando em cima deles, a porra escorrendo pelos mamilos.
**Ela:** Eu queria…
**Rodrigo:** E o pau? Quer ver ele de novo?
**Ela:** Quero. Manda.
**Rodrigo:** [foto] pau duro, grosso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo, veias saltadas, o pau latejando.
**Ela:** Meu Deus… é enorme. Maior do que eu imaginava.
**Rodrigo:** Vai caber todo dentro de você. Vou abrir essa bucetinha gostosa e enfiar até o fundo. Quero ouvir você gemendo meu nome enquanto eu meto sem dó. Quero sentir você apertando meu pau com essa xota molhada.
**Ela:** Tô molhada só de ler…
**Rodrigo:** Manda foto da buceta então.
**Ela:** [foto] calcinha preta puxada pro lado, a xota depilada, os lábios inchados e brilhantes de tesão.
**Rodrigo:** Porra, que buceta linda. Queria chupar agora. Lambendo tudo, chupando esse clitóris enquanto enfio dois dedos. Depois meto esse pau grosso e te fodo até você gozar nos meus ovos. Quero te ver gozando, querida. Quero te ver tremendo.
**Ela:** Eu gozaria fácil…
**Rodrigo:** Quando a gente se encontrar eu vou te foder sem dó. Quero te ver gozando no meu pau. Quero ouvir você pedindo mais. Quero te encher de porra e depois te fazer chupar limpo.

Eu estava duro pra caralho. O pau de treze centímetros latejava dentro da calça, dolorido, envergonhado. Eu odiava ele. Odiava o tamanho daquele pau. Odiava a forma como ele falava dela como se ela já fosse dele. Mas quanto mais eu lia, mais eu ficava excitado. Meu pau parecia pequeno, insignificante. Eu imaginei ela de quatro na nossa cama, os seios balançando, e aquele pau grosso entrando nela, abrindo ela, fazendo ela gemer de um jeito que eu nunca tinha feito.

Eu abaixei a calça. Comecei a bater uma olhando a tela. A mão subia e descia devagar no meu pau enquanto eu lia cada palavra. A raiva e o tesão se misturavam de um jeito nojento. Eu gozei pela primeira vez naquela noite imaginando o pau dele sumindo dentro da buceta dela.

No sábado de manhã ela saiu pra deixar o menino na escolinha. Disse que ia demorar um pouco, que ia conversar com a professora. Eu sabia que era mentira. Assim que o carro saiu da garagem, abri o WhatsApp Web de novo.

Eles estavam conversando em tempo real.

**Rodrigo:** Já deixou o moleque?
**Ela:** Acabei de chegar. Tô no estacionamento ainda.
**Rodrigo:** Manda foto do jeito que tá.
**Ela:** [foto] ela no banco do carro, blusa preta, seios marcados, sorriso tímido.
**Rodrigo:** Porra, que gostosa. Tira a blusa.
**Ela:** Aqui? Tem gente passando…
**Rodrigo:** Tira. Quero ver esses peitos agora.
**Ela:** [foto] blusa puxada pra cima, sutiã preto, seios pesados.
**Rodrigo:** Tira o sutiã também.
**Ela:** [foto] seios livres, mamilos duros, a pele branca contrastando com o interior escuro do carro.
**Rodrigo:** Porra… olha o tamanho desses peitos. Queria esfregar meu pau no meio deles. Imagina eu gozando em cima desses peitos branquinhos, a porra escorrendo.
**Ela:** Ai… que delícia.
**Rodrigo:** Manda foto da buceta.
**Ela:** [foto] calcinha preta puxada pro lado, a xota depilada, os lábios inchados, um fio de tesão escorrendo.
**Rodrigo:** Porra, que buceta linda. Queria chupar agora. Lambendo tudo, chupando esse clitóris enquanto enfio dois dedos. Depois meto esse pau grosso e te fodo até você gozar nos meus ovos.
**Ela:** Eu gozaria fácil…
**Rodrigo:** Quando a gente se encontrar eu vou te foder sem dó. Quero te ver gozando no meu pau. Quero ouvir você pedindo mais. Quero te encher de porra e depois te fazer chupar limpo.

Foi aí que veio o terceiro momento. Ele mandou um áudio. Dois minutos inteiros. Eu cliquei e escutei com o volume baixo, o coração batendo na garganta, o pau já duro de novo.

A voz dele era grave, rouca, cheia de tesão, o tipo de voz que faz a buceta de qualquer mulher ficar molhada só de ouvir:

“Escuta aqui, putinha… quando eu te pegar, vou te virar de quatro naquela cama. Vou puxar esse cabelo preto com força, deixar sua cabeça pra trás, e meter esse pau grosso inteiro de uma vez. Vou te foder com tudo, sem dó, sem piedade. Quero ouvir você gemendo alto, pedindo pra eu meter mais fundo. Vou segurar seus quadris e bater forte nessa bunda branca até ficar vermelha. Vou enfiar até o fundo, sentir essa bucetinha apertando meu pau, e te foder até você gozar escorrendo nas minhas bolas. Depois eu vou te virar, te colocar de joelhos e mandar você chupar limpo, lamber toda a porra que escorrer. Você vai ser minha putinha naquela hora, vai entender? Vou te usar do jeito que eu quiser, te encher de porra e te mandar pra casa com a calcinha molhada. Não vejo a hora de te foder de verdade… quero te ver tremendo, quero te ver pedindo mais, quero te ver gozando no meu pau grosso enquanto eu puxo seu cabelo e meto fundo. Você vai gozar igual puta, vai gozar gritando, vai gozar escorrendo. E eu vou gozar dentro de você, encher essa bucetinha até transbordar…”

O áudio terminou. Eu estava duro pra caralho, a mão tremendo, o pré-gozo escorrendo pela cabeça do meu pau.

Ela respondeu em seguida, quase imediatamente:

**Ela:** Não vejo a hora de te encontrar… gozei só de te ouvir, minha bucetinha está derretendo te querendo.

Eu gozei.
Gozei forte, a porra escorrendo pelos dedos, escorrendo na calça, imaginando exatamente o que ele descrevia. Imaginando ela de quatro na nossa cama, os seios balançando pesados, o cabelo preto sendo puxado com força, e aquele pau cabeçudo e veiudo sumindo dentro dela, abrindo ela, esticando ela. Imaginando o gemido dela, diferente, mais alto, mais desesperado. Imaginando ela olhando pra trás e vendo o pau dele, não o meu. Imaginando a porra dele escorrendo pela coxa dela depois.

Quando a porra parou de sair, a raiva voltou com força. Eu limpei a mão, fechei a aba, e fiquei olhando pra parede. O coração ainda batia forte. O pau ainda latejava, mole e sujo de porra.

Ela voltou meia hora depois. Beijou minha bochecha. Perguntou se eu queria café. Eu disse que sim. Ela foi pra cozinha como se nada tivesse acontecido. Como se não tivesse acabado de gozar no estacionamento da escolinha do filho dela pensando em outro homem. Como se não tivesse acabado de escrever que a bucetinha dela estava derretendo de tesão por outro pau.

Durante o resto do dia eu não conseguia parar de pensar. Cada vez que ela passava por mim, eu via aqueles seios, aquele corpo, e imaginava o pau dele entrando nela. Cada vez que ela sorria, eu lembrava do áudio. Cada vez que ela mexia no celular, meu estômago revirava.

À noite, quando ela foi dormir, eu voltei pro computador. Reli tudo de novo. Reli as mensagens antigas. Reli as fotos. Reli o áudio. E gozei de novo. Dessa vez mais devagar, mais excitado ainda, mais humilhado. Eu masturbei imaginando ela de joelhos na nossa cama, chupando o pau dele, a saliva escorrendo, os seios balançando. Imaginei ele gozando na boca dela e ela engolindo. Imaginei ele virando ela de quatro e metendo forte, puxando o cabelo, batendo na bunda. Imaginei ela gozando gritando, a buceta apertando aquele pau grosso, a porra dele escorrendo depois.

Eu gozei pela terceira vez naquela noite. A porra saiu fraca, mas o tesão ainda estava lá. E a raiva também.

Agora estou aqui de novo, no domingo de manhã, relendo tudo. O ódio e o tesão se misturam de um jeito que eu não entendo. Eu quero confrontá-la. Quero gritar. Quero saber até onde ela pretende ir. Eles ainda não se encontraram. Ainda é só conversa, só nudes, só putaria no WhatsApp. Mas ele já falou de motel. Ela ainda não respondeu sim, mas também não respondeu não. E depois daquele áudio… depois da resposta dela… parece que está cada vez mais perto.

Por que eu fiquei tão excitado?
Por que me fez gozar imaginando ele dentro da minha esposa?
Por que a forma como ele fala — “vou te foder sem dó”, “vou puxar seu cabelo”, “quero te encher de porra”, “você vai gozar igual puta” — me deixa tão duro?
Por que eu gozei três vezes imaginando ela sendo fodida por outro homem?

Eu a amo. Quatro anos. Ela é a mulher com quem eu vivo. Aquela branquinha de seios lindos é minha. Mas agora, cada vez que lembro daquele áudio e da resposta dela, meu pau lateja de novo. Cada vez que imagino ela de quatro, o cabelo sendo puxado, a buceta sendo arrombada por aquele pau grosso, eu fico duro outra vez.

O que eu faço?
Confronto?
Finjo que não sei?
Deixo acontecer e continuo gozando escondido?

E que a imagem dela gozando no pau dele não sai da minha cabeça.

Foto 1 do Conto erotico: O WhatsApp da Minha Esposa

Foto 2 do Conto erotico: O WhatsApp da Minha Esposa

Foto 3 do Conto erotico: O WhatsApp da Minha Esposa

Foto 4 do Conto erotico: O WhatsApp da Minha Esposa


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Ficha do conto

Foto Perfil maritusenonius
maritusenonius

Nome do conto:
O WhatsApp da Minha Esposa

Codigo do conto:
272472

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/09/2026

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6

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