A cintura dela é feita pra destacar o resto: fina, apertada, dessas que parecem desenhadas à mão, afinando o corpo antes de abrir de novo naquela curva absurda. Não é gordura, não é sobra — o que tem mesmo é esse ser popozuda. É a transição exata entre o estreito e o largo, um declive que desce pelas costas e termina onde o rabão começa a crescer. E cresce. Redondo, empinado, duas metades cheias que se separam numa fenda funda, destacando uma buceta grande, beiçuda, inchada, pingando. Bucetuda. Buceta de cavala. Buceta que mela a calcinha. E o rabão com as duas bandas, cada uma firme o bastante pra manter o formato. Aquele contorno não tem um único ponto fora do lugar — é rabo feito pra rola, e ela sabe disso.
De quatro, a proporção fica ainda mais obscena. É o privilégio de ver uma puta assim de quatro, empinando de tesão e babando de vontade, pedindo pau sem falar nada. A lombar afunda numa covinha antes de subir no arco das nádegas, que se projetam pra trás num volume que não pede licença. O cú piscando. Piscando de vontade e de provocação pro macho, abrindo e fechando, fazendo bico, como se fosse uma segunda boquinha pedindo leite. De trás, o formato é um coração de cabeça pra baixo, e no meio daquilo tudo a fenda escura corta o desenho ao meio. Buceta larga, lábios grandes, rosinha, buceta de loira. Às vezes tosa lisinha, tosada, pra dizer que tá no cio, às vezes peludinha pra dizer que é buceta de fêmea, animal e erótica. Buceta de égua que gosta de ser montada por um macho pirocudo, que gosta de levar tapa, de levar dedo, de levar língua, de levar rola até o talo e continuar pedindo.
Não é só um bumbum bonito. É a medida exata do que se deseja e nunca se alcança. Cintura de mão fechada pra quem tem mãos grandes, bumbum de duas mãos cheias pra dar tapa e se deleitar. É rabo pra levantar pau de macho, é rabo pra deixar todo macho com vontade de subir em cima, segurar na cintura, cuspir no cu, dar tapa até a pele ficar vermelha e socar fundo na buceta, sentindo aquele rabão subir e descer na rola, batendo com peso, engolindo o pau até o talo, quicando como se fosse a última foda da vida, gemendo como puta no cio.
O macho segura firme naquela cintura, os dedos afundando na carne fina de esposa e mãe. É isso mesmo: esposa e mãe. Mulher fina, sofisticada, de respeito, que leva os filhos na escola e depois volta pra casa e abre o rabão pra macho pirocudo. Com o anel no dedo. O macho puxa ela pra trás, no ritmo que ele quer. Ela empina mais, joga o rabo pra cima, abre a fenda e deixa a buceta aparecer inteira, pétalos abertos, inchada, melada, escorrendo, pedindo, pronta para ser montada. Ele cospe naquele cuzinho, passa a mão, enfia o polegar no cú e agarra a banda inteira com a mão — tipo manopla, se apoiando. E mete. Mete esticando a buceta, enfiando fundo, sentindo o cú apertar o dedo e a buceta apertar o pau ao mesmo tempo. Dá um tapa que faz a banda tremer e deixa a marca vermelha na pele branca. Ela geme, empurra de volta, e o rabão engole tudo de novo, cada vez mais fundo, cada vez mais puta, perdendo de uma vez por todas a linha, esquecendo que é esposa e mãe.
De quatro, ela é só buraco e curva: cintura pequena, rabo enorme, buceta larga engolindo pau sem reclamar, pelo contrário, pedindo mais, xingando e pedindo pra continuar. Ele soca vendo aquele coração de cabeça pra baixo se abrir e fechar a cada estocada, as duas bandas batendo e tremendo. Ela rebola, a redondeza perfeita indo e voltando. Ela gosta de ser montada como égua, gosta de sentir o peso do macho nas costas, gosta de ouvir o barulho da pele batendo, gosta de sentir as bolas batendo na buceta, gosta de ser chamada de puta, de cavala, de bucetuda, de cachorra. E ele gosta de ver que aquela proporção toda existe pra isso — pra ser usada, batida, socada, gozada, saciada.
Ela começa a tremer. A cintura fina perde o ritmo, as pernas afrouxam, e aquele rabão começa a dar trancos, socando contra a rola como se quisesse engolir tudo de uma vez. O cu pisca desesperado, a buceta aperta, mela mais, escorre pela coxa, escorre pelo pau, escorre pelo saco, escorre até o lençol. Ela goza. Goza gostoso, gozo de cavala, gemendo alto, urrando e empinando e travando o corpo todo, as duas bandas apertando o pau com força, pulsando, sugando, ordenhando, como se quisesse tirar até a última gota. A redondeza perfeita estremece inteira, e por um instante ela é só buceta apertando, rabo tremendo e cintura dobrada, entregue, montada, comida, fodida do jeito que a proporção dela pedia.
O macho segura firme, sente ela gozar em volta do pau, vê aquele rabão se abrindo e fechando no ritmo do orgasmo, e não aguenta. Mete mais fundo, mais pesado, mais uma vez, mais duas, e goza. Goza grosso, quente, jorrando dentro daquela buceta larga de tanto pau, enchendo o buraco que aquele bumbum de duas mãos cheias tinham feito pra receber. Ele trava, afunda até o talo, agarra as duas bandas com as mãos, enfia até o talo. O saco sobe e desce, sobe e desce, despejando tudo, sentindo a buceta pulsar junto, bebendo o que ele dá, escorrendo pelo lado, sujando tudo, escorrendo pelas coxas.
Ele tira devagar... Ela fica ali, empinada, cheia, o rabo ainda levantado, o cu ainda piscando, a buceta aberta, um buraco escorrendo o gozo dos dois. A proporção perfeita, agora comida e saciada — cintura de mão fechada, bumbum de duas mãos cheias, e uma redondeza que existia exatamente pra isso: pra ser montada por um macho pirocudo até os dois gozarem.
Mas ainda não acabou. Porque agora é a vez do marido. Ele já tá de pau duro esperando, punheta na mão, vendo a mulher ser comida na frente dele, babando, sem ciúme nenhum — só tesão. Ele chega, se segura na cintura dela e vai ter que comer o cuzinho — a "bucetinha" dela. Mas antes enfia na mesma buceta melada, sente o gozo do outro escorrendo no pau dele, e mete. A buceta dela peida a cada estocada, peida sem parar, e quanto mais ele mete, mais ela peida — porque ficou larga. Larga de tanto pau. E ele mete mesmo assim, sabendo que aquele rabão é dele, mas que ela empresta pra quem ela quiser. E ele deixa. Porque cavala que é cavala não pertence a ninguém — ela pertence ao prazer.

Com uma Raba dessas meu amigo pode Chamar Tua Esposa de CAVALA mesmo com todas as letras maiúsculas . Totalmente Deliciosa . Pode ter certeza que vou gostar muito de foder forte nessa Raba Cavala !!!
espetacular!!!
Deliciosa linda e perfeita
Que raba, parabéns.
Adorei seu conto, que mais é um poema!! Quando vejo uma mulher rabuda na rua é exatamente isso que me passa pela mente "Que mulher cavala, imagina ela de quatro abrindo o rabão e expondo o cuzinho e a bucetona!",
Opa hummm esse rabo aqui nao escapava nada , bom socar nesse cu ate meu ovo encostar nessa bunda maravilhosa
Delicia, ainda mais quando sabe insinuar, exibir danada
Nossa que conto delicioso. Me vi atrás desta cavalona que imagino ser sua mulher, muito gostosa. Eu quero ela. Inté