Cheguei na casa da Michelly num sábado quente. Ela abriu o portão já nua, usando apenas chinelos. O corpo bronzeado brilhava. Sem falar nada, me puxou pela mão até o quarto. A luz estava baixa, um som suave tocava e o ar-condicionado gelava a pele. Enquanto eu tirava a roupa, ela se alongava na cama me devorando com os olhos. A gente se beijou com fome. A língua dela era nervosa, molhada, oferecida entre um beijo e outro. Eu chupava aquela língua enquanto acariciava os seios firmes e redondos dela. Ela segurava meu pau, apertando devagar. Eu beijava o pescoço quente e voltava para a boca carnuda. — Chupa pra mim — ela pediu, subindo para a cabeceira da cama. Eu deitei e engoli o pau dela com vontade. A cabeça era macia, deliciosa. Eu chupava, beijava, tentava engolir fundo e voltava quando a garganta apertava. Ela gemia e mandava: — Continua… e pega no seu pau. Igual um macho. Eu obedeci. Enquanto mamava, me masturbava. O gosto, o cheiro, os gemidos dela… tudo me deixava louco. Fiquei assim por um bom tempo, chupando e batendo, até ela falar com a voz rouca: — Deixa eu chupar esse cu delicioso. Fiquei de quatro. Ela me ajeitou de bruços na cama e foi de cara na minha bunda. A língua quente subia, descia, tentava penetrar, sugava meu anelzinho com desejo. Eu tremia, empinando mais. Depois ela se ergueu, cuspiu no meu cu e se posicionou. O pau entrou com uma facilidade surpreendente. Senti cada centímetro me preenchendo, macio e quente. Ela se deitou sobre mim, peito colado nas minhas costas, e começou a meter de forma sensual e profunda. Eu empinava a bunda me oferecendo, delirando, pedindo mais. Ela se ergueu um pouco, apoiando as mãos nas minhas costas, e meteu com mais vontade. Mordeu minha orelha. Eu olhei no espelho e vi a cena: o corpo bronzeado dela, os cabelos caídos, os seios apontando, a cintura colada na minha bunda, as pernas por cima das minhas. Não havia espaço nem para um fio de cabelo entre a gente. Com um movimento único, ela me puxou de lado sem tirar o pau. Levantou minha perna e continuou metendo de ladinho. Sussurrou no meu ouvido: — Olha lá no espelho… eu te comendo todinho… devorando sua bunda. Olha! Eu olhei. Vi meu pau pulando a cada estocada. O tesão me dominou por completo. Peguei no pau, fiquei duro em segundos e gozei forte, jorrando enquanto meu cu apertava o pau dela. Ela tirou de uma vez, bateu rápido e gozou também, gemendo alto, o corpo tremendo. Ficamos ofegantes, suados, ainda colados.
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