Reencontro do Terceirão - Mamei a galera do fundão



No meio do ano recebi mensagem de uma antiga colega do ensino médio, convidando para um almoço de reencontro da galera do terceiro ano.
Com exceção de umas duas pessoas, eu não mantinha contato com mais ninguém e nem fazia muita questão por isso.
Nas vésperas do almoço, minha amiga pediu para confirmar presença, mas eu não tinha dado certeza. Porém, o universo parecia ter alguma carta na manga e desde a véspera do reencontro, eu estava com um tesão insaciável. Já tinha batido umas, usado todos os meus brinquedos e nada cessava minha vontade de sarrar com um macho.
Do nada, resolvi que ia no almoço e quem sabe teria alguma surpresa? Às vezes alguém que tinha se assumido no passar dos anos ou um "hétero" querendo descontar o tesão também.
Cheguei no lugar e foi muito louco rever gente que não via a mais de 15 anos e honestamente o papo nem tava agradável. Sentei perto de alguns meninos (hoje já homens), que costumavam ser do fundão, alguns estavam bem gostosinhos e outros bem acabados para os 30 anos.
Um que estava muito gostoso, mas sempre foi bem escroto era o Raphael. Traços indígenas, todo tatuado, alargadores na orelha, mas ainda com um comportamento bem arruaceiro, intimidador. Curiosamente, foi logo quem puxou assunto comigo, já querendo me intimidar.

- E aí, André! Já aceitou que você é gay?
- Já, sim! Por quê?
- Sempre soube que tu ia ser viado!
- Ah, normal, Rapha! Um viado costuma reconhecer o outro!
- Tá me estranhando? Eu sou macho!
- E tá preocupado com quem eu como ou sento por quê, maluco? Não era mais fácil perguntar com o que tô trabalhando... O que eu faço da vida?

Raphael ficou nitidamente envergonhado e deu de costas, com isso vi outros rapazes do fundão rindo e no decorrer da tarde, alguns me abordaram, conversando coisas aleatórias... Até que surgiu o Diego, que a não ser pela barba no rosto, não mudara nada e do lado dele, o Raphael mais uma vez.

D: Eii, Motoca braba essa que você chegou! É sua mesmo?
Eu: Sim! Peguei tem uns meses.
R: Foi algum coroa que pagou, né?
Eu: Não. Eu tô pagando ainda. A tua foi um coroa ou uma viúva?
R: Eu sou macho, maluco!
Eu: E que necessidade é essa de ficar lembrando que eu sou gay?
D: É, Rapha... Tu só fala com o cara para provocar que ele é gay! Tá chato!
R: Foda-se. É até bom ele ser viado,.que sobra mais mulher pra mim!

(Ali eu percebi que aquele maluco tava querendo putaria, mas querendo despistar, então comecei a entrar na cabeça dele, decidido que ia foder com o Raphael)

Eu: Mas vc dá conta, Raphael? Mó cara de que goza rápido. As mulheres nem devem gozar contigo!
R: Vai se foder, palhaço! Eu me garanto no que faço...

Diego riu do nervosismo do Rapha e eu também, o que mais uma vez fez ele dar de costas.
Troquei mais um papo com a galera, até que o Diego disse que ia embora; então aproveitei para ir também.
Raphael ouviu e disse que ia aproveitar nossa ida e acompanhar junto na moto dele.

R: Vocês encaram trilha de moto? Sei uma curtinha!
D: Agora? Do nada!
R: Tá com medo?
D: Você arrisca, André?
Eu: Para quê?
R: Vocês são dois viadinhos medroso!
Eu: Para conhecer tanta trilha, tenho certeza que o viadinho é você.
R: Me segue então e descobre!

Raphael deu ignição na moto, botou o capacete e foi pilotando lento. Diego me olhou, perguntou se eu ia atrás.

Eu: Você vai?
D: Se você for, vou sim!
Eu: Bora então. Vamos ver o que esse louco vai fazer.

Seguimos cada um na sua moto, passando por áreas verdes. O mato frio e a lama respingando nas pernas, até chegar num ponto isolado, cercado de mato, onde Raphael parou a moto, desceu e seguiu mata a dentro sem olhar para trás.
Diego parou primeiro, me esperando e depois eu encostei a moto também.

Eu: Cadê ele?
D: Foi para lá... O que você acha que é?
Eu: Vamo descobrir...

Fomos andando em direção ao Raphael, chegando lá, o vimos já com a bermuda baixa e a camisa levantada, batendo uma. As tatuagens espalhadas pelo corpo moreno dele realmente o deixavam muito gostoso. O pau grosso, com a cabeça roxa também era um espetáculo a parte, além da virilha lisa.

Diego deu um riso constrangido, perguntando que loucura era aquela.

R: Esse viado vai me mamar hoje! Vou mostrar que me garanto metendo!
Eu: Você é doido, velho! (Fingindo não querer)

Raphael me pegou pelo queixo, me ordenando ajoelhar.

R: Tu vai engolir minha pica sim, viado!

Dei um tapão na cara do Raphael, buscando provocar ainda mais, pois meu pau já estava trincando na calça.

Eu: Nesse desespero para ser mamado, tô vendo que não sou o único viadinho aqui!

Ajoelhei, tirei a mão do Rapha do pau dele e comecei a chupar a cabecinha roxa, fazendo ele dar o primeiro gemido. Com uma mão, alisei a barriga e o peito dele, mas ele logo tirou minha mão do seu corpo.

R: Mama essa rola quieto!

Diego só olhava de lado, sem falar nada, mas percebi que ele apalpava o próprio pau na calça.
Raphael colocou a mão na minha nuca e começou a foder forte minha boca, gemendo e me xingando, dizendo que ia mostrar como ele sabia meter bem, mas não demorou muito e já gozou, me empurrando no chão. Me olhou, ainda respirando fundo, subiu a bermuda e foi embora calado.
Eu que ainda nem tinha cuspido a porra dele que estava na minha boca, só observei ele indo embora e me levantei.
Diego me olhava ainda com a mão sobre o volume, perguntando se eu tava bem.

Eu: Tô sim! Sabia que ele não era tão macho assim!
D: Nossa, velho. Que loucura! O Rapha botando outro cara para mamar... Nunca imaginei
Eu: Ele é frouxo, pow... Foda que agora não aproveitei direito... A rola dele era até gostosinha...
D: hahaha Que loucura, André... Tu não tem namorado ou alguém pra te botar na chapa?
Eu: Nada, tô solteiro... Oh, Diego... Se você soltar, seu pau não escapa não. (Diego ainda cobria o volume, que nitidamente seguia duro. Com minha piada, ele apenas riu e não respondeu nada).

Eu: Você tá excitado né?
D: ...
Eu: Fala, porra!
D: Eu quero te comer, caralho! (Diego falou com a voz trêmula)

Isso me incendiou de um jeito inexplicável. Apenas avancei sobre Diego e nossas bocas se colaram freneticamente. Diego chupava minha língua, apertava minha bunda e roçava o pau no meu.
Pelo jeito que a gente se esfregava, eu já sabia que o caralho dele era muito mais grosso que o do Rapha.
Comecei a desabotar sua bermuda e alisar sua cueca, sentindo um caralho grande, grosso, que deixava a cueca molhadinha de baba.
Me abaixei e o pau que encontrei era insano de grande, pentelhudo, com a cabeça rosada e enorme como um morango.
Rocei o nariz nos seus pentelhos, beijei sua virilha e comecei a chupar. Diferente de Rapha, Diego parecia aproveitar bem o clima.
Gemia, alisava meu rosto, elogiava o boquete, até que tirou a camisa e me pediu pra chupar seu peito.
Obedeci, lambendo seus mamilos e mordendo-os o que arrancava vários suspiros dele, enquanto isso, punhetava seu caralho, que cada vez babava mais na minha mão.
Desci a língua devagar pela sua barriga e pouco a pouco, cheguei de novo na sua pica, que cheirava forte a pré gozo.

D: Cara, deixa eu te foder...
Eu: Velho, aqui não dá. Não vou conseguir assim nas pressas.
D: então deixa eu roçar em você!

Concordei, virando de costas para ele, ficando empinado.
Diego apertou meu rabo, gemendo e começou a roçar o pau molhado na minha bunda. Com uma mão pegou no meu peito, a outra começou a bater pra mim. Mordendo minha orelha e outras vezes me beijando na boca.

D: porra, eu não vou aguentar ficar roçando e não te comer. Tu vai ter que deixar eu gozar pelo menos na tua boca!
Eu: Eu deixo e se for docinho eu engulo!

Diego me botou de joelhos de novo, começou a meter forte na minha boca, enquanto beliscava o próprio mamilo, até urrar alto e jorrar vários jatos de porra na minha boca.

D: porra, que delícia! Bota a língua pra fora, deixa eu ver meu leite!

Obedeci, Diego deu uma cuspida na minha língua e se ajoelhou, me dando um beijo.
Um tesão absurdo tomou conta do meu corpo, era a primeira vez que alguém fazia aquilo com tanta vontade: leitar e me beijar sem frescura, um beijo cheio de língua, gemidos, desejo. Compartilhando a própria gala comigo na boca.
Enquanto beijávamos não resisti, gozei enquanto batia uma bem suave, gemendo e deixando ele morder minha boca.

D: Putão! Eu ia tomar a sua!
Eu: Você ainda vai me comer, não vai? Na próxima você toma minha porra!
D: Ah, vai ter outra mesmo?
Eu: Com certeza!

A foda com Diego realmente rolou em outro momento, mais conto essa depois rsrs


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Ficha do conto

Foto Perfil fantasus
fantasus

Nome do conto:
Reencontro do Terceirão - Mamei a galera do fundão

Codigo do conto:
272821

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/09/2026

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