- E aí, André! Já aceitou que você é gay?
- Já, sim! Por quê?
- Sempre soube que tu ia ser viado!
- Ah, normal, Rapha! Um viado costuma reconhecer o outro!
- Tá me estranhando? Eu sou macho!
- E tá preocupado com quem eu como ou sento por quê, maluco? Não era mais fácil perguntar com o que tô trabalhando... O que eu faço da vida?
Raphael ficou nitidamente envergonhado e deu de costas, com isso vi outros rapazes do fundão rindo e no decorrer da tarde, alguns me abordaram, conversando coisas aleatórias... Até que surgiu o Diego, que a não ser pela barba no rosto, não mudara nada e do lado dele, o Raphael mais uma vez.
D: Eii, Motoca braba essa que você chegou! É sua mesmo?
Eu: Sim! Peguei tem uns meses.
R: Foi algum coroa que pagou, né?
Eu: Não. Eu tô pagando ainda. A tua foi um coroa ou uma viúva?
R: Eu sou macho, maluco!
Eu: E que necessidade é essa de ficar lembrando que eu sou gay?
D: É, Rapha... Tu só fala com o cara para provocar que ele é gay! Tá chato!
R: Foda-se. É até bom ele ser viado,.que sobra mais mulher pra mim!
(Ali eu percebi que aquele maluco tava querendo putaria, mas querendo despistar, então comecei a entrar na cabeça dele, decidido que ia foder com o Raphael)
Eu: Mas vc dá conta, Raphael? Mó cara de que goza rápido. As mulheres nem devem gozar contigo!
R: Vai se foder, palhaço! Eu me garanto no que faço...
Diego riu do nervosismo do Rapha e eu também, o que mais uma vez fez ele dar de costas.
Troquei mais um papo com a galera, até que o Diego disse que ia embora; então aproveitei para ir também.
Raphael ouviu e disse que ia aproveitar nossa ida e acompanhar junto na moto dele.
R: Vocês encaram trilha de moto? Sei uma curtinha!
D: Agora? Do nada!
R: Tá com medo?
D: Você arrisca, André?
Eu: Para quê?
R: Vocês são dois viadinhos medroso!
Eu: Para conhecer tanta trilha, tenho certeza que o viadinho é você.
R: Me segue então e descobre!
Raphael deu ignição na moto, botou o capacete e foi pilotando lento. Diego me olhou, perguntou se eu ia atrás.
Eu: Você vai?
D: Se você for, vou sim!
Eu: Bora então. Vamos ver o que esse louco vai fazer.
Seguimos cada um na sua moto, passando por áreas verdes. O mato frio e a lama respingando nas pernas, até chegar num ponto isolado, cercado de mato, onde Raphael parou a moto, desceu e seguiu mata a dentro sem olhar para trás.
Diego parou primeiro, me esperando e depois eu encostei a moto também.
Eu: Cadê ele?
D: Foi para lá... O que você acha que é?
Eu: Vamo descobrir...
Fomos andando em direção ao Raphael, chegando lá, o vimos já com a bermuda baixa e a camisa levantada, batendo uma. As tatuagens espalhadas pelo corpo moreno dele realmente o deixavam muito gostoso. O pau grosso, com a cabeça roxa também era um espetáculo a parte, além da virilha lisa.
Diego deu um riso constrangido, perguntando que loucura era aquela.
R: Esse viado vai me mamar hoje! Vou mostrar que me garanto metendo!
Eu: Você é doido, velho! (Fingindo não querer)
Raphael me pegou pelo queixo, me ordenando ajoelhar.
R: Tu vai engolir minha pica sim, viado!
Dei um tapão na cara do Raphael, buscando provocar ainda mais, pois meu pau já estava trincando na calça.
Eu: Nesse desespero para ser mamado, tô vendo que não sou o único viadinho aqui!
Ajoelhei, tirei a mão do Rapha do pau dele e comecei a chupar a cabecinha roxa, fazendo ele dar o primeiro gemido. Com uma mão, alisei a barriga e o peito dele, mas ele logo tirou minha mão do seu corpo.
R: Mama essa rola quieto!
Diego só olhava de lado, sem falar nada, mas percebi que ele apalpava o próprio pau na calça.
Raphael colocou a mão na minha nuca e começou a foder forte minha boca, gemendo e me xingando, dizendo que ia mostrar como ele sabia meter bem, mas não demorou muito e já gozou, me empurrando no chão. Me olhou, ainda respirando fundo, subiu a bermuda e foi embora calado.
Eu que ainda nem tinha cuspido a porra dele que estava na minha boca, só observei ele indo embora e me levantei.
Diego me olhava ainda com a mão sobre o volume, perguntando se eu tava bem.
Eu: Tô sim! Sabia que ele não era tão macho assim!
D: Nossa, velho. Que loucura! O Rapha botando outro cara para mamar... Nunca imaginei
Eu: Ele é frouxo, pow... Foda que agora não aproveitei direito... A rola dele era até gostosinha...
D: hahaha Que loucura, André... Tu não tem namorado ou alguém pra te botar na chapa?
Eu: Nada, tô solteiro... Oh, Diego... Se você soltar, seu pau não escapa não. (Diego ainda cobria o volume, que nitidamente seguia duro. Com minha piada, ele apenas riu e não respondeu nada).
Eu: Você tá excitado né?
D: ...
Eu: Fala, porra!
D: Eu quero te comer, caralho! (Diego falou com a voz trêmula)
Isso me incendiou de um jeito inexplicável. Apenas avancei sobre Diego e nossas bocas se colaram freneticamente. Diego chupava minha língua, apertava minha bunda e roçava o pau no meu.
Pelo jeito que a gente se esfregava, eu já sabia que o caralho dele era muito mais grosso que o do Rapha.
Comecei a desabotar sua bermuda e alisar sua cueca, sentindo um caralho grande, grosso, que deixava a cueca molhadinha de baba.
Me abaixei e o pau que encontrei era insano de grande, pentelhudo, com a cabeça rosada e enorme como um morango.
Rocei o nariz nos seus pentelhos, beijei sua virilha e comecei a chupar. Diferente de Rapha, Diego parecia aproveitar bem o clima.
Gemia, alisava meu rosto, elogiava o boquete, até que tirou a camisa e me pediu pra chupar seu peito.
Obedeci, lambendo seus mamilos e mordendo-os o que arrancava vários suspiros dele, enquanto isso, punhetava seu caralho, que cada vez babava mais na minha mão.
Desci a língua devagar pela sua barriga e pouco a pouco, cheguei de novo na sua pica, que cheirava forte a pré gozo.
D: Cara, deixa eu te foder...
Eu: Velho, aqui não dá. Não vou conseguir assim nas pressas.
D: então deixa eu roçar em você!
Concordei, virando de costas para ele, ficando empinado.
Diego apertou meu rabo, gemendo e começou a roçar o pau molhado na minha bunda. Com uma mão pegou no meu peito, a outra começou a bater pra mim. Mordendo minha orelha e outras vezes me beijando na boca.
D: porra, eu não vou aguentar ficar roçando e não te comer. Tu vai ter que deixar eu gozar pelo menos na tua boca!
Eu: Eu deixo e se for docinho eu engulo!
Diego me botou de joelhos de novo, começou a meter forte na minha boca, enquanto beliscava o próprio mamilo, até urrar alto e jorrar vários jatos de porra na minha boca.
D: porra, que delícia! Bota a língua pra fora, deixa eu ver meu leite!
Obedeci, Diego deu uma cuspida na minha língua e se ajoelhou, me dando um beijo.
Um tesão absurdo tomou conta do meu corpo, era a primeira vez que alguém fazia aquilo com tanta vontade: leitar e me beijar sem frescura, um beijo cheio de língua, gemidos, desejo. Compartilhando a própria gala comigo na boca.
Enquanto beijávamos não resisti, gozei enquanto batia uma bem suave, gemendo e deixando ele morder minha boca.
D: Putão! Eu ia tomar a sua!
Eu: Você ainda vai me comer, não vai? Na próxima você toma minha porra!
D: Ah, vai ter outra mesmo?
Eu: Com certeza!
A foda com Diego realmente rolou em outro momento, mais conto essa depois rsrs