Se passaram mais de 2 semanas até o Diego me mandar mensagem e honestamente eu já pensava que ele tinha desistido de qualquer coisa, mas enfim veio a nova ocasião.
Convidei Diego para assistir um dos jogos de domingo na minha casa, assim bebíamos e conversávamos, mas ele pediu para irmos a um bar. Concordei, até para não forçar e estragar a oportunidade da foda, porém próximo do horário, começou a chover e aproveitei isso como desculpa para tentar mais uma vez o convite dele ir até minha casa e ele aceitou.
Diego chegou na moto, vestindo camiseta do time, correntinha no pescoço e aquelas bermudas de jogador, que deixam o volume a mostra; e naquele momento, totalmente visível que estava sem cueca. O mastro gigante balançava enquanto ele andava, o corpo alto e magro parecia contribuir com o movimento da pica.
Servi uma cerveja, começamos a conversar besteiras sobre a semana, enquanto isso o jogo ia rolando, até ele voltar o assunto para o dia do reencontro do Terceirão.
- Ai! O Raphael apareceu ou falou contigo depois daquele dia?
- Não. Na verdade, ele nunca teve contato comigo nesses anos todos.
- Ele me bloqueou no Insta e pagou de quem não me viu, no mercado.
- hahaha Ah, ele é encubado.
- Ah, sei lá... Vai ver ele é homem, né? Casado e tal, não pode dar bandeira! Eu também não posso dar bandeira...
- Mas vc é casado, porra?
- Tenho uma parceira. Não casado no papel, mas tá numa situação complicada... A gente não acaba, então dá uns pulos fora...
- Hmmm, ela sabe que tu pega homens?
- Não. Eu não pego homens.
- Ah, não me engana, Diego. O jeito que tu me pegou, me botou pra mamar e me beijou... Tá na cara que tu fode com caras.
Diego ficou vermelho, riu desconcertado e confessou que às vezes fodia alguns, principalmente um colega de trabalho.
Então ele começou a me provocar...
- E que jeito foi esse que eu te peguei?
Captei a mensagem. Era a hora de começar a nossa pegação, mas ainda com charminho.
- Ah, cara... Aquela pegada no meu queixo, roçando a cabeça do pau na minha boca... Só puto safado faz isso!
- Eita. É? Tu gosta?
- Muito! E quando é pau babão, acho mais gostoso.
- Que putinho! Tenho um pau bem babão pra você! Quer?
Diego roçou a boca não meu pescoço, mordeu minha orelha e tirou o pau pela lateral do short. A rola latejava, já bem dura feito uma estaca. O cheiro suave de mijo me seduzia pra ajoelhar e fiz isso sem demora.
Saí do lado dele, me ajoelhei abrindo suas pernas e abocanhei seu caralho, já experimentando um azedinho suave na ponta da sua rola. Diego solta o primeiro gemido, elogiando como minha boca era quente. Apertei suas coxas, fui tirando seus shorts e mamava avido. Cheirava seus pentelhos, punhetava, voltava a mamar e sentia seu pau ficar cada vez mais molhado, enquanto ele gemia e pulsava a rola para mim. O vi tirar a camisa e apertar os mamilos, enquanto me admirava mamar. Soltou uma das mãos, deu um tapa na minha cara, apertou meu queixo e me mandou abrir a boca, dando uma cuspida, seguido de um beijo demorado. Outro tapa, uma cuspida e socava a rola fundo na minha garganta, fazendo barulho.
- Caraaaaalho, boy! Que boca é essa? Olha que delícia você tá deixando meu pau!
Diego punheta de leve, mostrando o pau todo babado. Um fio de baba se forma puxado pelo seu dedo desde a glande. Ele pega essa baba e passa no seu mamilo, em movimentos circulares.
- Tira a roupa e senta aqui, putinho. Senta no meu calo e lambe meu peito.
Obedeci, tirei minha roupa enquanto o mamava mais um pouco e agora, todo pelado, me sentei sobre suas pernas; me assegurando de roçar o cuzinho na sua rola babada. Pisquei algumas vezes, enquanto o empurrava pelos ombros e me inclinava pra lamber seu peito.
Dei um chupão forte, cheio de maldade, causando uma reação no meu amante.
- Devagar, filho da puta! Não deixa marca!
- Você vai devagar quando comer meu cuzinho também?
- Nunca! Eu vou te arrombar até você chorar.
- Então vou deixar marcas, sim!
Dei um tapa em Diego, empurrei pelos ombros de novo e rocei minha barba em seu peito, para depois chupar forte mais uma vez. Ao mesmo tempo que ele gemia, me ameaçava; que eu ia sofrer na rola dele e não ia poder reclamar.
Senti seu dedo molhado explorar meu cuzinho, enquanto recebia alguns tapas. Um dedinho entrou, enquanto eu piscava. Logo foram dois...
- Fica de quatro, viado safado. E agora você fica caladinho.
Me empinei de quatro no sofá, logo sinto Diego por trás roçando, medindo a rola nas carnes da minha bunda por pura provocação.
- A vontade de te estourar é enorme, mas eu quero esse cu inteiro pra mais...
Diego se abaixou, abriu minha bunda e deu uma linguada certeira. Cheia de vontade,, bem no meio das minhas pregas. Sua língua molhada parecia encaixar perfeitamente no meu rabo. Eu sentia a pontinha brincar, me lubrificando; enquanto ele se encapava.
Cuspiu bastante no meu rabo, cuspiu também na rola e meteu a cabeça. Apesar de só a cabeça, a estocada foi rápida e ao mesmo tempo me arrepiou de dor e de tesão. Meus mamilos endureceram e meus pêlos eriçaram; e parecia que Diego sabia exatamente disso, pois no mesmo instante me deu uma tapa na bunda, como se eu fosse um animal.
- Empina esse rabão e bota as mãos para trás... Rápido!
Meu cu estava latejando. Dor, tesão? Tudo!
Coloquei as mãos para trás, ele me segurou e foi me fodendo suave, mas firme. Cheio de intenção em fazer meu rabo receber sua pica inteira.
As estocadas foram aumentando o ritmo e cada vez mais minhas mãos eram apertadas. Seus gemidos eram sussurantes, mais gostosos.
- Aii, que cuzinho macio. Parece uma bocetinha Virgem!
...
- Ai, André, que rabão guloso! Tá se abrindo e prendendo meu pau todo! Machinho que sabe levar rola, que tesão...
...
- Tá gostoso, viado? Meu pau tá todo dentro de você. 23cm socados até o talo nessa bundinha.
Eu realmente conseguia sentir seus pentelhos me roçando, respondi que estava adorando, então ele me diz, que agora é que realmente ia ficar gostoso.
Diego começou a socar rápido e forte, o que fazia um som violento. Eu fui pego de surpresa e minha reação era querer chorar. Eu não conseguia pedir para parar, não conseguia chorar, apenas levava aquela tora no meu rabo, enquanto meu homem gemia sem perder o ritmo.
Diego me comeu bastante nesta posição, até tirar o pau de dentro de mim e me empurrar, me colocando de frango assado...
- Caralho, que cuzao lindo! Todo limpinho, vermelhinho...
Recebi mais uma cuspida no buraco que Diego estava fazendo, uma chupada e mais rola. Ele apoiou minhas pernas em seus ombros e voltava a me martelar com seu caralho.
Ele pegou meu pau que estava em riste e começou a me punhetar. Eu já estava trincando, sabia que se ele continuasse, eu gozaria.
- Não faz isso, Diego. Senão eu gozo!
Recebi um tapa!
- É isso que eu quero! Quero sentir seu cu trancando meu caralho, pra você levar banho de porra depois.
Decidi então relaxar, deixando ele bater pra mim enquanto me comia.
Senti meu mamilo endurecer de novo, arrepiar a pele, e então veio minha gozada. Farta!
Me fazendo gemer fininho, leve, uma porra grossa.
Diego tirou o pau de dentro de mim, jogou a camisinha fora e me deu mais um tapão.
- Abre a boca, bebê. Tenho leitinho para você.
Me ajoelhei, botei a língua para fora. Diego segurou meu queixo, cuspiu na minha boca e então despejou jatos de leite na minha cara.
Os que não atingiram minha boca, ele lambia, deixando meu rosto limpo.
Assim como na primeira vez, ele começou a me beijar, dividindo a própria gala comigo, na minha boca.
Um beijão cheio de vontade, sacanagem e bem demorado.