Estava ali há uns minutos quando senti um cheiro de cigarro e virei para o portão em tempo de quase morrer de susto ao ver o seu Luís, pai do Luisinho, jogando um cigarro fora. Ele
estava no lado de dentro, meio escondido pela escuridão e veio chegando perto do portão.
O Luisinho é muito mal educado. Vocês estavam brincando e ele te largou na chuva... Ele falou. Aquela voz grossa ressoando sobre o barulho da chuva.
Eu tomei um susto da porra com a aparição daquele homem ao meu lado. Será que ele tinha percebido alguma coisa? Pensei comigo.
Ele só me olhava e parecia preocupado em me ver todo molhado.
Quer entrar um pouco e se secar, Marquinhos? Ele ofereceu.
Não, não, Seu Luís, obrigado. Minha mãe deve estar me esperando pra jantar. Vou dar uma corrida até em casa logo de uma vez. Falei, já começando a correr, sem esperar a reação dele.
Corri umas duas ruas e cheguei em casa completamente encharcado, morrendo de frio. O que era muito bom porque não precisava disfarçar o meu short todo esporrado na frente e atrás.
Passei correndo pela cozinha com a desculpa de estar ensopado e entrei direto pro banho. Debaixo do chuveiro quentinho, tirei o short e já senti a porra escorrendo pelas minhas
pernas. O puto tinha gozado um litro de leite dentro de mim. O short tava bem sujo, o meu esperma na frente e o dele atrás.
Ver aquilo assim, o cheiro de porra subindo com o vapor da água, não teve jeito. Apesar de ter acabado de gozar, meu pau já começou a subir de novo. Passei os dedos naquilo tudo,
juntando as nossas porras e procurei o meu cuzinho com o dedo. Sentia-o meio inchado, meio dolorido, mas o fogo era mais forte.
Com as nossas porras combinadas servindo de lubrificante, fui metendo um, depois dois e depois três dedos pra apagar o meu fogo. Ajoelhei no chão e praticamente sentei nos meus
dedos, subindo e descendo enquanto batia uma punheta furiosa, sentindo a excitação subir, lembrando do Luisinho metendo no meu cu momentos antes.
Isso, Luisinho. Fode, fode, fode o meu cu. Mete fundo! AHHHHHHHHHHHHHH
Gozei de novo. O nível de fogo daquela época me parece inacreditável hoje. Como é bom ser pós-adolescente!
Passados alguns dias, estava passando pela rua despreocupado, quando ouço:
Marquinhos, ô Marquinhos!
Olhei pra trás e vi o seu Luís me chamando na frente da casa dele. Atravessei a rua e me aproximei, esticando a mão pra cumprimentá-lo.
Bom dia, seu Luís! Tudo bem? Tá precisando de alguma coisa? Perguntei na maior candura possível.
Bom dia! Tô sim, Marquinhos. Ele respondeu, me dando um forte aperto de mão. Tô precisando dar um jeito no quintal e aqueles dois vagabundos dos meus filhos já estão me dando a
volta há meses e eu vou precisar de ajuda. Não tá a fim de ganhar milzinho? Ele ofereceu.
Naquela época, o bairro ainda tinha muitas casas com quintal, que precisavam ser limpos e capinados de tempos em tempos. Na minha casa mesmo, a cada dois meses mais ou
menos, eu e meu pai passávamos um dia inteiro fazendo isso. Em algumas casas, o dono contratava alguém para fazer tudo ou, no caso do seu Luís, contratava alguém pra ajudar.
Eu tava sempre fazendo uns serviços aqui e ali pra ganhar uns trocados e o pessoal todo sabia, por isso o convite não era incomum. A oferta de mil cruzados (cerca de uns 200 reais hoje em dia), era um pouco acima da média, mas não pensei muito sobre isso naquela hora.
Poxa, seu Luís, que ótimo. Posso ajudar, sim. Quando o senhor quer?
Ah, que bom! Pode ser hoje? Ainda tá meio cedo e não tá muito quente. E, além disso, a Marilda e os meninos não estão em casa, então o nosso serviço não vai incomodar ninguém.
Tranquilo, só vou lá em casa trocar de roupa e avisar a minha mãe e já volto. Quer que traga alguma ferramenta?
Não precisa. E avisa tua mãe que a Marilda deixou comida pronta, tem lasanha, então você pode almoçar aqui se quiser.
Ahh, assim eu me acostumo mal! Falei, rindo, enquanto me afastava e me dirigia pra casa.
Tô aqui pra isso mesmo. Ele respondeu, quando eu já ia quase virando a esquina. E eu fiquei com a pulga atrás da orelha.
Voltei uns 15 minutos depois, com um short e uma camiseta velha pra encarar o batente. O seu Luís me atendeu no portão e eu já prendi a respiração. Sou meio suspeito, porque sou bastante atraído pelo tipo daddy, mas aquele homem era um escândalo: mais ou menos 1,90, corpulento com uma leve barriguinha, muito normal num homem da idade dele. Ele era muito velho, devia regular a idade do meu pai, uns 48-50 anos (ah, a ironia).
Entra aí, Marquinhos. Sua voz grossa ressoou, enquanto ele abria o portão e me dava passagem. Passei por aquele moreno enorme e me veio um dos vários golpes do dia. Ele usava brut de marchand, um desodorante muito popular na década de 80. Não tinha nada demais, mas até hoje quando sinto, me lembro dos meus machos daquela época.
Ele foi andando pelo quintal na minha frente, me mostrando o que ele pretendia fazer durante o dia e eu só conseguia reparar naquela bunda enorme que o short mal e mal cobria. Abençoados os shorts curtos que se usavam nos anos 80! Seu corpo era talvez um tom mais moreno que o do Luisinho e se via de onde o filho tinha puxado. Seu rosto era ainda mais bonito, no entanto, com uma feição mais máscula.
Chegamos ao quartinho de ferramentas e pegamos o que iríamos precisar de imediato.
Bem, vamos trabalhar, né? Ele falou, e tirou a camisa ali na minha frente. Eu nunca tinha visto ele sem camisa antes. Um peitão forte e peludo se descortinou à minha frente e, somado àquelas pernas e braços fortes, quase me nocauteou. A disciplina militar tinha feito muito bem a ele! Eu já tinha tomado café da manhã, mas a vontade era de pular ali no colo dele e mamar aqueles peitos até a hora do almoço! Uma coisa linda.
Marquinhos, Marquinhos!? Me dei conta de que ele me chamava.
Vambora? Tá pensando na morte da bezerra? Ele me acordou do meu transe. Eu tava igual a uma donzela encarando aquele homão na minha frente.
Vamos, vamos. Falei, já pegando a enxada pra começar o trabalho e tentar disfarçar, mas acho que ele percebeu o efeito que teve sobre mim.
Ele explicou o que queria e começamos a trabalhar. Tinha muita coisa pra fazer e era trabalho duro, braçal, mas eu era bom nisso e não reclamava.
Passada mais de uma hora, já tínhamos feito bastante coisa e o trabalho já estava bem adiantado. Eu estava imundo e completamente suado e resolvi tirar a camisa. Aproveitei e enxuguei o suor da cara. Quando abri os olhos, notei que o seu Luís tinha parado o trabalho e me encarava, sério.
Tudo bem, seu Luís? Perguntei.
Tudo, tudo bem. Ele falou depois de alguns segundos, meio sem jeito em ser pego me olhando.
Já estamos bastante adiantados. Você trabalha bem, hein, rapaz!? Queria que os meus filhos trabalhassem duro assim, mas saiu tudo vagabundo. Ele falou, rindo.
Vamos tentar tirar aquele arbusto ali do canto. Pega a roçadeira lá no quartinho.
Obediente, fui até o quartinho de ferramentas e comecei a procurar a roçadeira, mas era muita tralha e não conseguia encontrar.
Não tá encontrando? Eu vou pegar. Ouvi ele falando, se aproximando.
Antes que eu pudesse sair, no entanto, ele entrou no quartinho por trás de mim e, esticando o braço, alcançou a roçadeira em uma prateleira no alto, à minha direita. Pra fazer isso, no entanto, ele teve que se aproximar bastante e me deu uma bela de uma sarrada.
Eu fiquei paralisado. Foi rápido e acho que ele não estava duro, mas senti muito nitidamente o volumão do seu pau e o calor do seu corpo junto ao meu. Eu me arrepiei todo e acho que ele percebeu. Meu pau deu um pulo e começou a endurecer.
Aqui é difícil mesmo de encontrar. Ele falou, já saindo com a roçadeira. Vamos lá que eu começo e te mostro como faz.
Ele começou a passar a roçadeira e a desbastar o arbusto e logo me passou pra continuar o trabalho. Ele foi dentro de casa e quando voltou, percebeu que eu estava com alguma dificuldade, não tinha o hábito de usar aquela ferramenta.
Deixa eu te mostrar. Ele falou, pegando a roçadeira da minha mão. Quando olhei pra ele, notei algo de diferente, seu short parecia... Ele tinha tirado a cueca!!!! Tudo estava mais delineado naquele tecido fino de nylon! Percebia-se claramente uma jeba grossa e volumosa e ela não estava quieta.
Eu subi o olhar da sua cintura até encontrar os seus olhos. Ele sabia que eu tinha notado. O jogo tava rolando!
Presta atenção. Tem que dar um ângulo certo pra ferramenta bater nas folhas, fica muito mais fácil cortar. Ele falou e fez o movimento pra me mostrar. Tenta você.
Eu peguei a roçadeira e imitei o seu movimento. Realmente ficava muito mais eficiente.
É assim mesmo? Perguntei olhando pra ele.
Ele me olhava com um olhar de fome e mexia de leve em seu pau.
Quase isso. Olha só!
E antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele se postou atrás de mim, colando todo o seu corpo no meu, me forçou o tronco de leve pra frente e, segurando a minha mão, guiou o movimento devagar, me mostrando a posição exata.
Claro que nada mais importava naquele momento. Sentia meu coração batendo a uns 200 por hora com a sensação daquele pauzão duro daquele macho sarrando a minha bunda.
Muito bem! Acho que você aprendeu. Ele falou, saindo de trás de mim tão rápido quanto chegou e me deixando doido de tesão ali.
Eu olhei pra ele, mas ele já tinha se virado pra fazer outra coisa e me deixou ali, sem saber o que fazer com aquela ereção que me doía os ovos. Sem mais, continuei a desbastar o arbusto, mas logo terminei.
Vamos tomar um banho pra almoçarmos? Ele falou. Podemos terminar o resto mais tarde!
Ah, ótimo! Tô imundo mesmo. Falei, rindo.
Nada que uma boa ducha não resolva. Pode ir se adiantando. Ele falou, apontando para uma estrutura improvisada ao lado do terreno que agora eu descobria que tinha um chuveirão. Era um cômodo sem porta, que basicamente abrigava um chuveiro. Um pequeno basculante trazia alguma luz e permitia ver o lado de fora. Pelo cheiro, dava pra perceber que o povo aproveitava pra mijar por ali mesmo ao tomar banho, já que concentrava aquele cheiro típico de vestiário de escola. Meu pau já deu aquele pulo, pelas lembranças despertadas.
Abri o chuveiro e entrei debaixo d'água de short mesmo, já que estava imundo. A água caiu gelada, mas estava uma delícia, me fazendo gemer com a satisfação refrescante.
Deve tá bom aí! Eu o ouvi falar, bem perto.
Abri os olhos, assustado e vi que ele havia entrado silenciosamente. Mais importante, estava tirando o seu short.
Vamos alternar? Assim a gente acaba mais rápido e almoça logo. Tô morrendo de fome!
Ele colocou o short em um gancho ao lado. O cheiro de macho suado subiu pelas minhas narinas e quase me nocauteou. Senti meu pau doer no short.
Não acha melhor tirar isso? Ele falou, apontando pro meu short.
Eu nem respondi, só obedeci e baixei o meu short, exibindo meu pau duro ao máximo.
Ele deu um sorriso de canto de boca. Percebi que seu pau subia devagar, mas resolutamente. A pica daquele macho era um colosso. Curta, mas grossa como um paio, ela ia se elevando no meio de uma pentelhada farta, que não parecia ter sido aparada por muito tempo. A cabeça ia se revelando conforme ia endurecendo, revelando um vermelho escuro, quase vinho.
Quando dei por mim, estava ajoelhado. Peguei seu pau com a mão esquerda e o punhetei devagar, trazendo gotas de líquido seminal à ponta. Sem querer desperdiçá-las, aparei-as com a língua. Melzinho de macho. Nunca decepciona.
O cheiro daquele macho... meus amigos. No ponto! Macho recém suado é simplesmente a glória! Meti a cara naquela virilha e ia alternado entre fungar profundamente e lamber sua virilha, saco e pau que, por fim, botei todo na boca, chupando fazendo muito barulho.
Ai caralho! Que boquinha quente! Ele falou, entre gemidos.
Eu chupava como se não houvesse amanhã, fazendo todos os barulhos possíveis. Era uma pica de uns 15, 16 cm, curta para o tamanho dele, mas deliciosamente grossa. Meu tipo favorito!
Ali na boca, no entanto, era o tipo que faz doer o maxilar. Mas eu estava disposto a tirar o leite daquele macho e fazer ele gritar de prazer comigo.
Sem surpresas, depois de uns cinco minutos de uma chupada no nível máximo, ele começou a respirar mais pesado.
Ai, caralho. Ele falou, me segurando pelas orelhas e metendo fundo o pau na minha boca. Logo, o amargo característico do leite de macho inundou a minha boca.
Ahhhhhhhhhhhh! Caralho, caralho, que delícia! Ele falou, enquanto puxava o pau e punhetava o resto do seu esperma na minha cara e peito. Parecia uma cena pornô perfeita. Nossos olhares estavam conectados e ele me via engolindo o seu leite enquanto ainda dava umas últimas jatadas na minha cara.
Ele se encostou na parede, respirando pesadamente. Após alguns momentos eu me levantei e fiz menção de voltar pra baixo d'água, mas ele me puxou no último momento, me colocando em frente a ele.
Ele passou o dedo na minha cara de forma suave, me surpreendendo com uma certa ternura no toque e levou o dedo sujo da sua porra à sua boca, provando seu próprio sêmem.
Eu fiquei ali, parado, esperando sua reação. Mesmo com toda a minha experiência com machos, inclusive mais velhos e provavelmente conhecidos dele, estava num terreno novo, sondando suas reações e limites.
Para minha grata surpresa, logo ele deu uma lambida na minha bochecha, me mostrando as gotas de esperma em sua língua e se aproximou, colando sua boca à minha. Minha excitação foi ao auge e invadi sua boca com a língua, nós dois respirando pesadamente e nossas mãos percorrendo os nossos corpos suados.
Você e o Luisinho estavam de safadeza no mato naquele dia, não estavam? Ele perguntou de supetão, parando o beijo e olhando nos meus olhos, com um sorriso safado no rosto.
Eu não sou de sair contando por aí as coisas que eu faço. Falei, dando um sorrisinho enigmático e esperando pra ver a reação dele.
Puto safado! Ele falou, rindo e voltando a me beijar. Ele segurou o meu pau com força, mas me punhetando devagar. Olhando nos meus olhos, ele parou a punheta e colocou as mãos na parede, empinando a bunda.
PUTAQUEPARIU! CARALHO! Nunca! Nem em um milhão de anos ia imaginar que um machão alfa daqueles ia me oferecer o cuzinho assim, de mão beijada!
Apesar de toda a minha vasta experiência de puto, algumas coisas ainda me surpreendiam.
Sem resistir, dei-lhe um tapa na bunda. Ao que ele respondeu com uma leve rebolada.
Eu enlouqueci e parti pra ignorância. Arrisquei tudo e me ajoelhei na frente daquele monumento que ele chamava de bunda: pareciam dois melões grandes e morenos, sem pelos, uma coisa de encher as mãos!
Digo que me arrisquei porque você nunca sabe extamente o que vai encontrar, mas como sou brasileiro e não desisto nunca, abri aquele bundão com as mãos e me aproximei, vislumbrando um cuzinho muito peludo.
Tudo aprovado, enfiei a minha cara naquele rego suado! Só faz cara feia quem nunca provou!
Ai, caralho! Ele gemeu quando sentiu minha língua abrir caminho e começar a acariciar suas pregas.
Depois de se virar e empinar a bundinha, sua reação não me surpreendeu. Ao sentir a voracidade com que atacava seu cuzinho com a língua, ele abriu o bundão com as mãos e se empinou mais, rebolando na minha cara.
Podia passar a tarde ali, mas tinha assuntos sérios a tratar e todo o meu tesão a descarregar. Me levantei e, me aproximando por trás, dei aquela sarrada gostosa, escorregando o pau por toda a extensão do rego.
Uhhhhhhhhh. Ele gemeu com a sensação.
Vai liberar esse cuzão, coronel!? Falei, provocativo, me arriscando em fazer menção à profissão dele.
Ele se virou abruptamente e me imprensou na parede, segurando o meu pescoço. Nossos paus duros se tocando.
O que é que tu falou, pivete!? Ele falou, a cara fechada, me encarando nos olhos.
Vai liberar o cuzão pro pivete aqui, coronel? Falei, dobrando a aposta e sustentando o olhar dele.
Ele continuou a me encarar com a cara fechada por alguns segundos. Sutilmente, ele esfregou a cabeça do pau dele contra o meu.
Quero ver se você segura essa marra toda, seu moleque. Ele falou, dando um sorrisinho e ficando de quatro no chão, empinando aquele bundão moreno, peludo e imenso. CARALHO, dava vontade de gozar só de vê-lo daquele jeito.
Normalmente não tenho ímpeto de machucar ninguém e nem era o caso ali, mas a provocação dele me levou a, digamos, ser mais bruto na abordagem.
Agachei por trás dele, roçando o pau em seu rego e fazendo-o rebolar, se oferecendo como uma cadela. Nunca, nem em mil encarnações, eu poderia imaginar o seu Luís, pai de família exemplar, militar, com esposa e dois filhos crescidos, de quatro na minha frente, rebolando e oferecendo o cuzinho peludo pra um pivete como eu!
Encaixei a cabeça na portinha do cuzinho dele. Ele tava todo abertinho, fazendo força pra fora, como todo passivo guloso puto sabe fazer. Ele respondeu dando mais uma reboladinha, me deixando louco. De uma investida, meti o cabeção e fui quase até a metade.
Ughhh, ele urrou baixinho, chegando um pouco pra frente.
Seu filho da puta... ele falou entre os dentes. Mas não saiu do lugar.
Cala a boca, coronel. Agora mando eu! E mandei um tapão na bunda dele.
Estava testando ele depois daquelas ameaças todas, mas eu sabia que estava doendo e me segurei, deixando ele se acostumar com a grossura do meu pau dentro do seu cu.
Acho que nem um minuto depois ele começou a rebolar de novo, chegando pra trás devagarzinho.
Eu o segurei pelas ancas e meti fundo de novo.
Aiiiiiiii, ele gemeu, mas dessa vez mais de prazer. E começou a rebolar no meu pau.
Ele tinha um ritmo que parecia esses dançarinos que fazem twerking. Era enlouquecedor ver aquele homenzarrão, voz grossa, com aquele bundão moreno rebolando no meu pau. Eu tinha que me controlar porque senão eu ia gozar muito rápido.
Putão safado! Gosta de levar pica nesse cuzão, né!? Falei, provocando.
Ele não falou nada, só chegou pra trás e começou a morder meu pau com o cu. Eu o agarrei pela cintura e comecei a bombar.
Rebola gostoso esse rabão, seu filha da puta!
Ele foi ajustando as reboladas às minhas investidas, tornando todo o movimento muito gostoso. Mas tinha que tomar cuidado porque senão ia gozar rápido.
Pouco depois, no entanto, ele parou e se desengatou do meu pau e se levantou.
Eu fiquei ali, meio ajoelhado no chão e literalmente com o pau não, olhando pra ele com cara de tacho.
Senta aí no chão, moleque. Ele ordenou, com aquela voz grossa.
Eu logo percebi o que ele queria e corri pra obedecer.
Sentei naquele chão de cimento molhado meio sujo, aquele cheiro leve de mijo subindo e meu pau deu aquela vibrada pensando que todos eles, o seu Luís, o Luisinho e o irmão, Marcinho, todos deviam mijar ali quando estavam pelo quintal. Mas logo fui chamado à realidade.
Segura esse pau aí, pivete. Agora vamos ver se tu aguenta encarar um macho mesmo!
Eu segurei o meu pau em pé, mas nem precisava. No auge dos meus 19 anos, ele estava mais duro de excitação do que jamais esteve, esperando a delícia que vinha à frente.
Senta aqui. coronel!
Ele olhou pra mim. O seu olhar era um misto de excitação e irritação. Acho que ele estava acostumado a dominar e a não ser provocado e eu não estava deixando ele fazer nada disso.
Ele veio por cima, posicionando um pé de cada lado da minha cintura e foi arriando. Ele deu um tapa na minha mão, segurando ele mesmo o meu pau, que encaixou na portinha do cu e começou a descer, só parando quando sentiu os meus pentelho roçando na bunda.
Ele fechou os olhos e suspirou fundo, sorvendo o momento. Esse gostava mesmo de levar pica no cu. Dava pra ver o seu prazer intenso em sentir meu pau pulsando fundo dentro dele.
Quica, coronel. Rebola esse bundão gostoso na pica do teu moleque!
Ele abriu os olhos e me encarou e começou a me estapear a cara. De leve, no início, mas aumentando a pressão, mas no limite pra não me machucar.
Filho da puta. Ele falou, dando uma risadinha. E começou a rebolar, sem tirar a pica de dentro. Ele começou a acariciar os próprios peitos e começou a quicar no meu pau, subindo e descendo. A cada descida, seu pau cuspia baba na minha barriga.
Eu estava no céu com as sensações daquele cuzão que parecia um forno agasalhando o meu pau. Ele começou a pegar um ritmo bom, subindo e descendo e, a cada descida, ele dava uma reboladinha, se esfregando no meu pau e me fazendo ver estrelas.
Goza, seu putão! Quero ver esse pauzão cuspindo porra com meu pau arrombando esse cuzão!
Ele só olhou pra mim e não falou nada, só deu um risinho. Logo ele começou a apertar os bicos do peito, gemendo muito. Seu pau não estava completamente duro, mas estava mais que meia bomba e chacoalhava livremente, batendo na minha barriga, na sua barriga, batendo pra todos os lados, deixando uma trillha abundante de baba por onde passava. Coisa linda de ver!
AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH. Eu estava de olhos fechados quando senti um jato quente na minha cara. Abri os olhos a tempo de ver aquele espetáculo. Aquele macho enorme me cavalgando e gozando com meu pau no cu. Ele havia começado uma punheta depois que começou a gozar. Eu sentia os jatos me atingindo a barriga, o peito, a cara.
Os espasmos do seu gozo fizeram seu cu apertar meu pau. Eu o agarrei pela cintura, segurando-o contra mim, sentindo o gozo irromper, enchendo aquele cuzão com meu leite de novinho.
Uns poucos minutos depois, senti que ele dava uns tapinhas no meu rosto.
Acorda, seu puto. Não pode dormir no trabalho, não! Ele falou, rindo.
Ele desmontou do meu pau, que ainda tava duro, apesar de ter gozado fartamente.
Essa pica não amolece não!? O que você quer mais? Me comer de novo? Ele brincou.
Se você me der mole eu ainda te como umas três vezes hoje. Devolvi, provocando. Dando um tapa na bunda dele.
Ele só riu e abriu o chuveiro. Quem dera, mas por hoje tá bom porque daqui a pouco a minha mulher chega.
Eu peguei um resto de sabonete que estava por ali e comecei a ensaboar o pau, pra limpar aquele melecada toda que tínhamos feito.
Chega aqui embaixo d'água, tá começando a escorrer o leite. Falei, apontando pra sua bunda e perna.
Porra, tu caprichou mesmo! Ele falou, observando a quantidade do meu esperma que escorria pela sua perna.
Olha quem fala. Tu gozou pra caralho na minha boca e agora me deu um banho enquanto me montava. Tu goza pra caralho pra um paizão!
Você gostou, foi? Ele falou, enquanto se chegava e me dava um beijo, assumindo um personagem terno que eu não tinha visto.
Eu gostei muito. E se rolar de novo, eu vou adorar tomar o teu leitinho de novo. Falei, devolvendo o beijo.
Um barulho, no entanto, acabou com o nosso clima, e corremos pra nos colocarmos decentes. De fato, alguns minutos depois a mulher dele abria o portão e entrava com o carro.
Ainda trabalhei mais um pouco depois do almoço, mas com as pernas bambas do esforço extra. Saí dali com três mil cruzados, me sentindo um puto. Mas com a consciência tranquila, pois tinha prestado um serviço impecável!





Maravilha uma delícia adorei?!