Aula de reforço

Fazia um friozinho naquela sexta-feira. Já eram meados de junho e o colégio já respirava os ares das férias com uma frequência bem baixa. Quem tinha nota ou não estava pendurado por faltas já não estava indo ao colégio havia alguns dias. Não era o meu caso, minhas notas estavam altas como sempre. Não eram mais sempre notas 10 como costumavam ser. Afinal, depois de ter sido iniciado na rodinha dos rapazes da escola e dos machos casados que curtiam se aventurar com rapazes, não tinha mais tanto tempo pra estudar como antes. Mas não me importava, as notas continuavam bem altas e a vida... bem, a vida estava bem mais animada.

Estava terminando o meu misto quente no balcão da cantina, quando senti alguém se aproximar por trás. Esse misto parece estar muito gostoso. Se eu pedir, você dá pra mim? Falou uma voz grossa, enquanto sentia um corpo forte e grande se encostar levemente nas minhas costas. Aquela voz era inconfundível: Sérgio! A maior pica do colégio. Pica que senti roçar de leve a minha bunda. Breve o suficiente pra não chamar a atenção das poucas pessoas que estavam na cantina naquele momento, mas com intenção suficiente pra mostrar quem mandava ali.

Só virei a cara levemente e encarei a cara dele bem sério. Se você pedir com jeitinho, eu dou! Explodimos em gargalhadas e nos cumprimentamos como dois brothers. Bem machinhos, como convinha a dois alunos ainda no armário quanto às suas preferências sexuais naqueles longínquos anos 80.

Aí, dona Vera, falou o Sérgio em tom mais alto pra ser ouvida pela atendente. Desce um misto caprichado aí pra mim, por favor! 

Tá foda, cara. Tenho que me virar pra aprender umas paradas aí de matemática e de física, senão eu tô fudido!

Mas agora? Já estamos quase nas férias! O que você ainda tem que aprender? Perguntei meio sem entender a situação dele.

Ah, os professores me deixaram refazer as provas. Ele falou me dando uma piscadinha. Eu me fudi nas bimestrais de física e matemática. Mas eles disseram que não vão me dar a nota simplesmente. Eu tenho que passar dessa vez.

Eu só assenti, incrédulo, com a cabeça. Desconfiava que o professor de matemática fosse gay, mas nunca o de física. Aquele cacete descomunal do Sérgio operava milagres na sala de professores, pelo visto. Mas não o suficiente para aprová-lo automaticamente, obviamente. Ou então ele não topou ir aonde os professores queriam.

Cara, deixa eu te falar. Eu fui super bem em matemática e física esse ano. Se você quiser, posso te dar uma ajuda. Ofereci, sem segundas intenções, realmente. Queria ajudá-lo, pois ele tinha se mostrado um cara legal, no final das contas. Nem que tivesse sido apenas depois de comer meu rabo.

Porra, cara. Maravilha! Eu aceito sim. Tem umas paradas que eu simplesmente não consigo entender. Pode ser hoje lá pelas três da tarde? As provas já são amanhã. Ele falou, para meu assombro, com a tranquilidade com que ele levava a situação. Se eu estivesse na mesma situação, já estaria arrancando os meus cabelos. Mas acho que ele sempre conseguia dar um jeito, daí talvez a calma.

Quer passar lá em casa? Vai estar bem tranquilo. Minha mãe viajou e meu pai vai fazer serão, então fica tranquilo pra gente estudar.

Maravilha, cara. Valeu meRmo! Ele falou com aquele sotaque forte de carioca, enquanto pegava o seu misto e ia saindo da cantina, mas não sem antes me dar um tapinha na bunda, o safado.

Três e dez da tarde, já tinha arrumado tudo e estava esperando por ele, quando ouço a campainha. Abri o portão e prendi a respiração. Ele estava com um conjunto de moletom. Mas o que chamava a atenção era que ele parecia estar sem cueca, tal o volume pornográfico que seu pau fazia em sua virilha. Porra! Ninguém te atacou pela rua com essa exibição aí, seu putão!? Perguntei, rindo e direcionando o olhar para o seu pau.

Porra, eu tô de cueca! Ele respondeu rindo. É que essa calça é do meu irmão e ficou meio apertada. Mas propaganda nunca é demais! 

Entramos rindo até em casa. Mas eu já estava imaginando como ia ser difícil me concentrar em qualquer coisa estando tão perto daquele homem.

Fiz as vezes de bom anfitrião e ofereci um lanche, que deixei na mesa ao lado, pra quando quiséssemos comer quando quiséssemos, e partimos para as matérias. Para minha surpresa, ele estava bem focado e não ficou me provocando como eu imaginei que ele faria. Descobri que ele realmente precisava de ajuda em geometria espacial e em termodinâmica, então partimos pra estudar esses tópicos. Depois de umas três horas direto, estávamos ficando cansados.

Cara, ninguém nunca me explicou isso dessa forma. Eu tô entendendo essa porra pela primeira vez! Valeu mesmo! Ele falou. 

Às vezes é só uma questão de jeito. O Rodolfo e o Miguel (os professores de física e matemática) são bons professores, mas nem sempre os métodos servem pra todo mundo, falei, meio inocente.

Porra nenhuma! Aqueles dois viadinhos só  querem saber de pica! Ele falou dando um risinho.

Mas como é isso? Perguntei pra aprofundar o que já desconfiava. O que eles te ofereceram? Os dois juntos?

Não. Foi cada um de uma vez. Fui fazer a revisão de prova na sala dos professores e eles deram a entender que eu podia fazer a prova de novo, se eu fizesse algumas coisas pra eles.

Mas o quê? Você teve que comer eles? Perguntei, já sentindo meu pau endurecendo com aquele papo.

Nem tanto. Eles pediram pra mamar meu pau. O Rodolfo foi na casa dele e o Miguel foi no carro, já que ele é casado.

Caralho, cara! E por que eles não te deram a nota direto? Por que você não quis comer os caras? 

Não. Eles só pediram pra chupar o meu pau mesmo. Eu até comeria se eles tivessem pedido. Eles já devem ter quase uns 40 anos, mas são gostosos ainda. Mas os dois disseram que eu tenho que ter uma prova, um documento, senão a coisa complica. Então eles vão fazer uma prova especial pra mim.

Ele falava isso com uma certa naturalidade. Não devia ser a primeira vez que ele punha o pau pra jogo pra conseguir coisas. Eu estava fascinado ouvindo aquelas safadezas e só então notei que ele tinha começado a alisar o pau, que parecia que ia rasgar aquele moletom apertado.

E você? Já pegou professor? Ele perguntou.

Já!

Mas foi pra conseguir nota?

Não. Ele me viu fazendo uma coisa e aí deu o bote.

E quem foi? Pode falar? Seus olhos faiscavam, ele estava muito curioso.

Eu hesitei um pouco, mas não me contive. O Jorge, de educação física.

Ah, porra! O Jorge eu sei, já até pegamos o Márcio juntos! Ele tem pauzão também. Tu já tomou aquilo tudo no cu, seu safado?! Ele falou, rindo e passando a mão na minha cintura.

Cara, nem me fale! Ele quase me arrebentou. Respondi, todo arrepiado com aquela mão na minha cintura, descendo pra minha bunda. Meu pau parecia que ia arrebentar meu short. Nunca tinha ficado com o Sérgio sozinho, sempre tinha sido em suruba com o outros rapazes. Mas isso estava prestes a mudar...

Dá pra gente curtir um pouco por aqui? Ele perguntou olhando em volta como para se certificar de que a área estava limpa.

Dá sim. Vamos lá pro meu quarto. Qualquer coisa a gente sempre pode estar jogando videogame. Falei, já levantando e olhando pra ele, que dava um sorrisinho muito do safado.
Ele se levantou e então eu entendi o significado de estar de barraca armada. Seu pau duro se projetava para a frente, esticando aquele moletom ao máximo! Ansioso em ter logo acesso àquela delícia, mas temeroso de fazer qualquer coisa ali na sala de jantar, onde estávamos estudando, fui andando em direção ao meu quarto. Pra garantir que ele não se perderia o segurei pelo pau, enquanto o guiava pelo corredor.

Puto safado! Ele deu uma risadinha e abaixou calça pra me fazer pegar direto do pau dele. Difícil descrever a sensação. Décadas depois estou aqui de pau duro relembrando. Uma tora quente, pentelhuda, a cabeça já babando. Dei um aperto nele e puxei a mão e levei ao nariz. Tinha que sentir o cheiro. E que cheiro! Cheiro de Pica de macho, no auge!

Cheira aqui, ó! Ele falou, sem se conter, me virando e me colocando de joelhos, ainda no corredor, e puxando a minha cara. Afundei minha cara nos seus pentelhos, puxando fundo o ar e sentindo aquele cheiro da sua virilha, da sua pica, do seu saco. Meu pau, embora menor que o dele, estava quase rasgando o meu short.

A muito custo, me levantei e abri a porta do quarto. Entra aqui, ordenei, quase sem forças. Ele entrou, andando com dificuldade por conta da calça no meio das pernas. Eu fechei a porta me virei. Ele tinha tirado a camisa. A visão era de tirar o fôlego: ele era pouca coisa mais alto do que eu, devia ter uns 1,83, falso magro, daquele tipo que parece magrelo vestido, mas é, na verdade, todo definido, levemente queimado de praia, com a marca da sunga bem pronunciada, o peito definido, mas não muito grande, os bíceps bem delineados, aquela cara de marrento muito comum no subúrbio carioca. O pau, que primeiro me chamava a atenção no vestiário por praticamente vergar sob o próprio peso,

dando aquele espetáculo, dessa vez estava totalmente ereto, a uns 50º, ele era do tipo que não aumentava muito quando duro. Mas como já era descomunal mole... duro ele devia ficar com uns 21 cm e, mais importante, grosso! Sim, porque não adianta nada pau grande e fino. Na minha humilde opinião, claro.

Em resumo, a visão era impressionante. Um homem daquele, na minha frente, com as calças arriadas, com o pau duro em riste, só faltando gritar: me chupa! Não há discussão, numa situação dessas, bicho, ajoelha, abre a boca e serve ao teu macho. E foi o que fiz. Dei outra cheirada básica, mas já misturando com lambidas: coxa, virilha, saco... até abocanhar aquela cabeçorra babenta e começar a sorver seu prégozo salgadinho.

Aquele pau tava duro por mim, tava babando por mim, então o mínimo que poderia fazer era dar o meu melhor. Comecei com uma chupeta básica, pra aproveitar todo aquele melzinho do qual já estava com saudades, mas já emendei várias gargantas profundas. Sempre me engasgando, é claro, mas com aquele pau não tinha outro jeito. Além disso, era um pau que te provocava fome, ânsia de tentar engolir todo.

Ele adorava as minhas chupadas, gemia alto, me segurava a cabeça pelas orelhas, fudia a minha boca, me dava pauzadas na cara, batia com o pau na minha língua. Uma coisa que ele gostava de fazer era esfregar o pau por dentro da minha bochecha, deixando-o muito visível de fora, o que ele chamava de escovar os dentes.

Vamo escovar os dentinhos, vamo? Ele falou, enquanto passava o pau por dentro da minha bochecha e o apalpava por fora, me dando tapinhas de leve na cara. Sabia como ele adorava fazer isso, pois podia sentir seu pau soltando muito lubrificante salgadinho na minha boca.

Assumindo as rédeas, empurrei-o na cama. Ao cair deitado de surpresa, suas pernas se levantaram um pouco, me descortinando a visão celestial daquela curva da bunda, a popular popa da bunda e, mais importante, o começo do seu rego super peludo. Senti meu pau já duro dar um pulo e tive ideias.

Voltei ao pau dele, já engolindo tudo de uma vez, pois a garganta já estava aquecida. Mas a imagem daquele rego não saía da minha cabeça. E tava ali, tão pertinho. Lentantei um pouco as suas pernas e desci para chupar seu o saco, coisa que ele adorava e eu também, brincava com as suas bolas, uma de cada vez na boca.

Sem pensar, num ataque direto, meti a cara  e enfiei a língua naquele rego peludo. Ele deu um grito de susto e tentou sentar na cama, o que prendeu minha cara exatamente onde eu queria: entre a cama e seu cu.

Porra, seu puto tarado! Assim você me mata de susto! Ele falou, enquanto se ajeitava na cama e nós dois caíamos na risada. Que porra é essa?! Tarou na minha bunda hoje?
Ah, vai! Vai dizer que você não gosta? Uma bundinha linda dessas? Vai dizer que o Eduardo nunca brincou aí?

Eu riu e desviou o olhar, para minha surpresa. Então tinha coisa ali, mas tinha que avançar com cuidado. Cu de hétero wannabe é um lance perigoso. Uma palavra fora do lugar e podia por a perder a possibilidade de comer ou de pelo menos linguar o cu do Sérgio, o cara mais marrento, o maior fudedor da escola.

Ele me olhou nos olhos, com um meio sorriso na cara. Eu não falei nada, só mexi as sobrancelhas, como que falando: e aí?

Ele não falou nada, só voltou à sua posição inicial, deitado na cama, as pernas meio pra fora, o pauzão na minha frente. Eu olhava pra ele pra ver qual era a mensagem. 
Sem deixar de me encarar, ele riu e levantou as pernas, mostrando o reguinho peludo de novo. Tava liberado o caminho.

Prosseguindo com cuidado, voltei ao pau dele, que estava quase como quando tinha visto pela primeira vez: uma tora de carne imensa, dependurada de seu púbis, vergada sob o próprio peso. Ele era daqueles que fazem bonito em vestiários e mictórios, provocando inveja e admiração nos outros homens, mesmo os héteros. Voltei a chupá-lo com voracidade, alternando com seu saco, colocando suas bolas na minha boca e chupando-as fazendo bastante barulho. Deixava a baba escorrer pelo rego e começava a recolhe-la dando grande lambidas em seu rego. Ele gemia muito e, lentamente, ia deixando aquela pentelhada toda molhadinha, começando a expor seu cuzinho, uma coisa linda, todo rosadinho e bem fechadinho.

Mas era tudo questão de tempo! Uma vez delineado o alvo, botei toda a minha prática em ação: comecei a cutucá-lo diretamente com a língua, fazendo-a vibrar bem no meio do seu cu.

Ai, caralho! Que delícia! Isso, assim! Vai! Ele falava alto, reagindo às minhas investidas. Comecei a alternar entre o cu e o pau, chupando, beijando, lambendo, esfregando a cara, tudo na ânsia de aproveitar ao máximo. Em determinado momento, peguei um pouco da baba que brotava da cabeça do seu pau com o dedo e espalhei pelo seu cuzinho, insinuando o meu dedo indicador.

Senti que ele de uma travada, mas voltei a aplicar-lhe uma chupeta na cabeça do pau e senti que ele relaxava o esfíncter. 

Ahhhhh, ele soltou um gemido profundo quando meu dedo entrou, só a pontinha, mostrando que eu estava no caminho certo. Tirei o dedo pra deixar ele respirar e aproveitei pra lambuzá-lo no pote de vaselina, que já tinha deixado estrategicamente ali perto. Logo voltei ao seu cuzinho com o dedo melado.

Lubrificado, o meu indicador escorregou e entrou todinho, arrancando um suspiro profundo dele. Sentia seu cu se ajustando ao meu dedo invasor e deixei o dedo parado enquanto chupava o seu pau sem parar, deixando-o se acostumar com a ideia de um volume no cuzinho.

Depois de algum tempo, senti que ele deu uma reboladinha no meu dedo, meio que me liberando pra continuar. Olhei pra ele, que estava de olhos fechados, curtindo o boquete com dedo no cuzinho e aproveitei e inseri o dedo médio. Ele abriu os olhos, parecendo assustado e fez uma carinha de dor, mas a cuspida de babinha que seu pau deu em minha boca mostrou que ele tinha gostado bastante.

Caralho! Assim eu  vou gozar! Ele sussurou.

Eu parei os movimentos imediatamente. Com relutância, é claro. Tava muito gostso ficar mamando aquele melzinho que vazava do seu pau a cada mexida que dava em sua próstata, mas não queria fazer ele gozar tão rápido. Tinha planos mais elaborados para aquele momento e não queria perder a oportunidade de ouro que se abria pra mim. Literalmente!

Afinal, ter um macho daquele de pernas abertas pra mim e gemendo com dois dedos atochados no cuzinho era um momento raro. Usando todo o conhecimento putífero que tinha, segurei a base do seu pau para controlar a excitação e retirei os dedos com cuidado do seu cuzinho. Peguei um dose generosa de vaselina e apliquei no meu pau e, lentamente, comecei a subir pelo seu corpo, beijando e lambendo seu púbis, sua barriga, seus peitos e pescoço até chegar à sua boca. Olhei bem fundo nos seus olhos, que tinham um ar meio divertido.

Conseguiu o que queria, né? Ele perguntou, meio que realçando a situação de sedução que eu tinha armado.

Ainda não. Falei, enquanto beijava a sua boca e com a mão, encaixava a cabeça do meu pau na porta do seu cuzinho.

Ele me olhou no fundo dos olhos por alguns segundos. Vai devagar, tá? Ele sussurrou, de forma suplicante, num tom que nunca tinha ouvido dele, sempre tão altivo e tão mandão.

Eu nem falei nada. Só acenei positivamente com a cabeça, enquanto começava a empurrar a cabeça do pau no meio do seu cuzinho. Sentia que ele resistia, mas eu estava com a vantagem.

Relaxa, gatinho. Empurra pra fora um pouquinho.

Senti que ele se abria e empurrei só um pouquinho. Senti a ponta entrar, praticamente só o buraco do pau e reuni todas as minhas forças pra resistir em empurrar tudo de uma vez.

Ele respirava entrecortado, o olhar assustado. Passou quase um minuto e empurrei mais um pouco. Ele arregalou os olhos, mas não reclamou. Sentia a quentura do seu cu abraçando a cabeça do meu pau. Uma sensação indescritível!

Ele suava e eu também, meu suor pingava em seu peito. A gente se comunicava só no olhar ali. Eu metia mais um pouco, desvirginando aquele cuzinho, ele arregalava os olhos com a sensação de invasão, de fragilidade, de entrega.

Eu continuava no meu ritmo, não queria que ele sentisse dor. Queria comer aquele cuzinho ainda muitas vezes, então tinha que mostrar àquele ex ativão, que dar o cu era muito bom.

Depois de uns dez minutos, finalmente senti meus pentelhos roçando em sua bunda, meu pau todinho atochado dentro dele. Aquele pauzão imenso meia bomba jogado sobre sua barriga, babando copiosamente por ter a próstata cutucada. O ativão da escola finalmente era todo meu!

Cuzão gostoso! Falei entre os dentes, enquanto começava a meter bem devagar, indo e voltando, observando suas expressões faciais que traduziam as sensações provenientes do meu pau deslizando adentro de seu cuzinho recém-desvirginado.

Estava em cima dele, que tinha as pernas levantadas me possibilitando o acesso na clássica posição de frango assado. A penetração era profunda, mas me segurava pra que ele não sentisse dor. Eu ia e vinha devagar, mas sentindo cada milímetro daquele cu que me agasalhava o pau. A cada vez que chegava no fundo, sentia o seu calor e via que seu pau cuspia babinha. 

Ele gemia. Eu gemia. Nossos suores se misturavam. O calor estava de fazer delirar. Eu me deitei completamente sobre ele, beijando sua boca. Ele respondeu invadindo minha boca com a língua.

Goza, meu puto! Goza com o pau do teu macho te fudendo! Falei em seu ouvido, sonhando em ver aquele macho se entregando todo.
Não dá! Não consigo. Ele falou, enquanto massageava o pau meia bomba, mas que estava numa poça de baba.

Goza você, meu putão! Mete leite no cu do teu macho. Ele falou, enquanto enlaçava as pernas peludas em volta da minha cintura, me levando muito fundo dentro do seu cu e me derrubando em cima dele.

Eu já caí perdido! Sentia a porra subindo pelo meu pau, enquanto abria minha boca aceitando seu beijo, sua língua entrando em minha boca enquanto eu tinha que decidir entre retribuir e respirar.

Gozei como há muito não gozava. Sei lá quantos jatos dentro daquele cu.

Não sei quanto tempo depois, alguns segundos, minutos? Despertei com ele acariciando a minha cabeça. Eu estava jogado em cima dele. Abri os olhos devagar e olhei pra ele, que sorria pra mim.

Dormiu de roncar, hein!? Ele falou, me provocando.

Também, comer o cuzinho mais difícil do colégio demanda muita energia. A gente fica exausto! Devolvi, rindo.

Fui levantando de cima dele. Estávamos suados e melados.

Você gozou também, seu puto? Falei, olhando a quantidade de porra na minha barriga e na dele.

Porra, não fazia ideia. Gozei sem nem sentir. Culpa tua que ficou me cutucando. Ele falou, rindo. Se eu soubesse que era bom assim, já tinha dado antes!

Era difícil resistir àquele pauzão delicioso que ele tinha, mas gozar dentro daquele cu era bom demais também! Pensava eu, enquanto o observava se levantar da minha cama e se dirigir ao banheiro. Observar seu pauzão balançando e aquela bunda morena peluda se movendo conforme ele andava, com meu leite pela primeira vez ali dentro, me deu uma sensação besta de satisfação de ter sido o seu primeiro.

Foto 1 do Conto erotico: Aula de reforço

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aula de reforço

Codigo do conto:
275334

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/10/2026

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