Na sexta feira, me arrumei toda e fui para a aula, meu coração estava disparado como uma adolescente em seu primeiro encontro. Eu não queria nem olhar para ela, mas ao mesmo tempo, ficava olhando para todos os lados para ver se via ela. Respirei aliviada quando a aula começou e ela não estava na sala. Porém, minutos depois entre ela, maravilhosamente vestida em uma calca branca apertadíssima, as coxas dela parecia que irá estourar a calca a qualquer momento, com a cintura baixa e com a barriguinha de fora, no umbiguinho um Pierce pequeno de brilhante, com seu Baton vermelho que fazia a boca dela ficar mais grossa e mais hipnotizante ainda. Como seu lugar já estava ocupado por outra aluna, ela veio se sentar exatamente atras de mim. Depois de algum tempo eu levei o maior susto, pois senti ela bem na minha nuca, me pedindo bem baixinho, bem pertinho de minha orelha, minha borracha emprestada. Eu emprestei para ela e fiquei arrepiada por um tempão. E com a expectativa de que ela fizesse da mesma forma quando fosse devolver a borracha fez com que minha bucetinha se enxarcasse todinha. Porém, para minha frustrada, isto não aconteceu. Então quando a aula já estava quase terminando eu virei para traz e pedi minha borracha de volta. E ela olhando bem fundo nos meus olhos, me falou: Se quiser ela de volta, já sabe onde buscar. Eu virei para frente e pensei, é soo uma borracha, não vale nada mesmo. Porém quando a aula terminou, ela saiu primeiro que eu e me deu uma olhada tão profunda que eu até gelei por dentro. E quando eu dei por mim, eu já estava a caminho do banheiro. Ao abrir a porta, tinha uma menina lavando as mãos e ela na outra pia. Ela acabou e entrou na cabine onde tem o vazo. Eu fui lavar minha mão e logo a menina saiu. Eu pensei em ir embora, mas algo não me deixava. Fique fazendo hora para ver se ela saia, mas nada. Tomei coragem e chamei por ela, perguntando pela minha borracha. Ela abriu a porta e me chamou: Vem aqui me ajudar. Ela estava de costa e com a calca aberta e um pouco abaixada. Disse que o zíper travou e ela não está conseguindo fechar. Eu fiquei igual a uma estátua olhando a metade da bunda dela aparecendo e uma calcinha tão pequena e branquinha que contrastava ainda mais com a pele morena dela e quase desaparecia naquele bundão. Ela falou para mim: Anda, vem me ajudar. Eu saí do transe e entrei no box e perguntei: como posso te ajudar? Ela se virou para mm e falou: tenta fechar meu zíper para mim. Quando eu olhei para o zíper dela, eu vi sua calcinha transparente e os pelinhos da bucetinha dela. Quase cai. Peguei nos dois lados da calca dela e tentei fechar sem sucesso e ela falou segura direito. Na tentativa de fechar o zíper, meus dedos tocavam na bucetinha dela que estava pegando fogo. Eu percebi que com a calca dela abaixada como estava, não ia dar para fechar nunca. Mas resolvi ficar calada e curtir um pouco mais aquela situação. Na tentativa de fechar o Zíper, eu me abaixei tanto que acabei sentado na tampa do vazo que estava fechado. Foi quando ela falou: Tenta com os dentes. Eu fiquei parada olhando para ela que me olhava com desejo e ficava passando a língua dos lábios maravilhosamente sensual. Ainda me olhando nos olhos ela colocou as mãos na minha cabeça e foi direcionando para o zíper dela. Quando minha boca encostou no zíper dela, eu pude sentir o cheiro da bucetinha dela. Cheguei a ficar meio zonza de tesão. Mordi e comecei tentar puxar o zíper para cima, sem sucesso. Ela continua com a mão na minha cabeça me forcando contra o zíper e começou a fazer movimentos iguais do meu marido quando eu chupava o pau dele. Ela se esfregou tanto que a calca acabou abaixando um pouco e ela continuou esfregando a bucetinha em minha boca. Eu queria pedir para ela parar, mas eu não conseguia, até porque eu estava adorando aquele contato e aquele cheiro que ficava cada vez mais forte. Ela já estava esfregando a buceta descaradamente em toda minha cara, desde a testa a te o queixo. A calcinha transparente dela estava toda manchada pelo meu Baton. Para me apoiar, eu segurei na bunda dela. Hummmmm que delícia, que bunda grande, macia. Ela aumentou o ritmo e deve ter gozado, pois ela gemeu profundo e a calcinha dela ficou ensopada melando todo meu rosto. Aos poucos ela parou, ficou pouco quietinha, ainda pressionado minha boca na bucetinha dela e depois falou. Me empresta sua blusa para eu enrolar na minha cintura e conseguir ir embora. Eu me levantei, tirei minha blusa (eu estava usando duas) e entreguei para ela. Ela me deu um beijo deliciosa e me falou vai agora, mas não lava o rosto não. Vai sentindo meu cheiro. E sai daquele banheiro sem saber para onde ir, estava toda desnorteada, meus cabelos estavam todo atrapalhados pois ela me segurava pelos cabelos. Meu rosto todo molecado e o cheiro da buceta dela estava impregnado em meu nariz. Chegando em casa fui direto para o banheiro social, não podia correr o risco de meu marido me ver daquele jeito. Meu coração batia a mil, escovei meu cabelo e fiquei naquele dilema. Não queira lavar meu rosto, mas não poderia chegar perto do meu marido daquele jeito, ele ia desconfiar na hora, o cheiro da buceta dela estava forte em mim. Foi quando eu tive a ideia de tirar minha calcinha e limpar meu rosto com ela. Depois acabei de me lavar na pia. Chegando no quarto, meu marido que estava sonolento, me abraçou e já foi se animando e se esfregando na minha bunda, com medo dele sentir o cheiro dela em mim, virei logo e comecei a chupar o pau dele como nunca. E quando ele manifestou que ia gozar, diferente das outra vezes eu não parei, chupei ainda mais fazendo ele gozar na minha boca e a cada engolida de porra dele que eu dava, parecia que ele se esvaziava e foi até que ele disse que estava fraquinho de tanto gozar. Não deixei sobrar nenhuma gota, engoli tudo, ele ficou maravilhado, eu fiquei quietinha e ele de tão fraco dormiu logo. Eu virei para o meu lado e dei de cara com minha calcinha, que na confusão eu havia tirado. Abracei ela e fiquei cheirando e lembrando da bucetinha daquela que estava bagunçando minha cabeça, e dormi. Na sexta feira ela me perguntou o que eu ia fazer no sábado à noite e eu disse que provavelmente iria jantar em um restaurante. Ela então me disse para eu ir a um barzinho (o dono era gay, e alguns frequentadores também). Eu perguntei por que e ela disse: Vai que você vai gostar. Só que você tem de ir usando um vestidinho curto e com uma calcinha bem pequena e vermelhinha e depilar meu moranguinho todinha. E eu ri um pouco sem graça e lhe perguntei: Por quê? E ela disse: Não pergunte, só faça o que eu falei. Fiquei calada e continuei a assistir a aula. Depois de um tempo, ela me pergunta: Vai fazer o que eu falei? Eu ficava morrendo de vergonhosa que alguém escutasse o que estávamos conversando, mas ela falava com tanta maturidade que acho que as pessoas deviam pensar que a gente estava conversando sobre a aula mesmo. Foi então que ela falou: E aí decide, é sua última chance. Eu perguntei: Chance de que? E ele disse: De fazer o que eu falei. Eu então falei: Eu nem tenho calcinha vermelha. Ela disse: Então compre uma. Ela virou para frete e não mais conversou comigo. Quando a aula estava quase acabando, ela virou para mim e falou. lá no barzinho, quando fizer sinal para você, é para você ir ao banheiro que eu vou verificar se você fez direitinho o que eu te mandei fazer, ok. Eu não respondi nada e ela então se levantou e saiu da sala e não voltou mais. Fiquei sem graça e preocupada, será que ela ficou com raiva de mim? Chegando em casa quase matei meu marido de tanto transar. Ele disse que estava adorando meu jeito
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