La dentro, tinha outras mulheres. Ela olhou para mim e me entregou algo que quando olhei, vi que era a passagem. Entrei na cabine, fiz meu xixi e quando sai já não tinha ninguém. lavei minhas mãos e sai correndo. A plataforma estava vazia. Peguei minha malinha com meu marido e nem me despedi direito dele e entrei no ônibus. Foi então que eu olhei o número na passagem e fui procurar meu lugar. Minha poltrona era a 36. Me sentei sozinha e só depois, vi que ela estava sentada na última fileira e sozinha. O ônibus começou a andar e depois que saiu da cidade, apagou as luzes e de repente ela tocou em meu ombro e disse, vem sentar comigo. larga sua mala aí. Eu olhei em todo o ônibus e observei que todas estavam uma falazada danado, muitas mulheres falando ao mesmo, não dava para entender nada. Risos. Quando cheguei perto, ela se levantou para eu me sentar na janela. Assim que eu me sentei, ela já veio e me deu beijo que me deixou sem fôlego. Porque estava gostoso e porque eu fiquei morrendo de medo de alguém ver. Ela parou de me beijar e falou: Relaxa. Virou para frente e ficou de mãos dadas comigo. Do nada, vem uma outra menina e se senta na fileira da frente da nossa, porém do lado direto, nós estávamos do lado esquerdo. Minutos depois ela coloca deitada no ombro dela e fica fazendo carinho no rosto. As vezes passava os dados em minha boca. Uma vez ela olhou para mim e falou baixinho: Abre a boca. Eu abri, ela então enfiou o dedo e ela disse: Chupa. Eu comecei a chupar e passar a lingue como se fosse um pau. De repente ela tirou o dedo da minha boca, enfiou ele no meio das pernas e voltou com ele em minha boca. Agora os dedinhos dela está com o gosto da bucetinha dela. Gosto que não me saia da memória desde o dia do barzinho. Ela fez isto algumas vezes e eu adorava cada vez que o dedinho dela volta, molhadinho da bucetinha dela. Teve uma hora em que ela ficou mais inquieta, tive medo de que a moça da fileira da frente percebesse algo, porque toda hora ela olhava par traz, para onde estávamos. Depois ela enfiou a mão na bucetinha, no formato de concha e esfregou ela na minha boca e na minha cara. Era delicioso o gostinho dela. Era azedinho e doce ao mesmo tempo, e tinha um cheiro que me deixava dopada. Ela espalhou pelo meu rosto, testa, nariz, olho e até na orelha. Depois veio me lambendo e beijando, limpando tudinho. Acho que eu até gozei com estas lambidas e beijos dela. Continuei encostada no ombro dela até que vimos a moca de frente levantando o encosto do braço que separava os dois assentos e se deitando como se fosse uma pequena cama. Ela então fez o mesmo e se deitou no meu colo, me fazendo de travesseiro. Colocou a mão no formato de concha sobre toda minha buceta, por baixo da cabeça dela e pouco tempo depois já estava dormindo. Pensei: Porque eu não vim de saia. Para não a acordar, eu não podia nem me mexer. Minha bunda começou a dar câimbra, e a formigar toda. Mas a sensação de ter ela deitada em meu colo e o calor da mão dela na minha buceta pagava qualquer sacrifício. Depois de muitas horas chegamos, o ônibus acendeu as luzes, ela se levantou. O que foi um alívio, pois pude me mexer e acabar com aquele formigamento em minha bunda. O ônibus parou em um estacionamento de um posto de gasolina, muitas mulheres desceram para ir ao banheiro e tomar um café. Ela me falou: Não saia daqui que eu já volto. Ela demorou muito, eu já estava nervosa e com vontade de ir ao banheiro. Aí ela voltou com um copo de café na mão que era para mim. Achei aquilo tão fofo. Tomamos nossos cafés e ela me chamou para descermos. Disse a ela que irá ao banheiro e ela falou te espero ali no canto e apontou o local Quando voltei do banheiro, ela estava no local indicado e fumando. Eu disse: Não sabia que você fumava. Normalmente eu não fumo, só as vezes, só quando quero fazer umas loucuras. Eu não entendi direito, mas deixei para lá. Quando ela terminou de fumar, voltamos para o ônibus esperar o dia clarear. La pelas 6 da minha começou um alvoroço no ônibus eram as mulheres se preparando para ir às compras. Depois de quase todas saírem, nos também saímos. Eu queria levar minha malinha, mas ela disse para eu deixá-la no ônibus mesmo. Começamos a rodar pelo centro da cidade, visitando algumas lojas que já estavam abertas e aos poucos todos as outras forma abrindo. A gente entrava, olhava os modelos, os preços e saia sem comprar nada, enquanto as outras mulheres enchiam suas enormes sacolas. Almoçamos em um restaurante simples e ela escolheu o meu prato que era só uma saladinha com um bife de peito de frango. Ela disse que eu precisava comer pouco par aguentar o que viria pela frente. Minhas pernas até tremeu. Mais tarde entramos em uma loja de lingerie e ela me fez experimentar vários conjuntos. Tenho certeza de que a atendente desconfiou de algo, pois ela me alisava toda a cada conjunto que eu experimentava. E eu ficava morrendo de vergonha, porque tinha uns que eram escandalosamente vulgares e pequenos. Ela fazia questão de chamar a vendedora para dar palpites o que me deixava ainda mais com vergonha. Ela comprou todos. Já eram umas 10 da noite quando todas se reuniram no ônibus para irmos para o hotel. Minhas pernas estavam até doces de tanto andar. E elas falando amanhã temos de acordar cedo par aproveitarmos o último dia. Pensei, meu Deus, como elas aguentam? Já no hotel uma mulher começou a dividir os quartos e para minha frustração ficamos em quartos separados. Perguntei para ela se a gente poderia tentar trocar e ela disse não, vamos ficar como está. Muito frustrada, fui para o quarto, tomei um banho e me deitei na cama. Peguei o telefone e liguei par meu marido. Ele achou ruim por eu não ter ligado antes. Eu expliquei para ele que só naquela hora tínhamos entrado no quarto do hotel, que tínhamos batido perna o dia inteiro, eu que eu estava com as pernas até doendo de tanto andar. Ele falou que se tivesse comigo, iria fazer uma massagem bem gostosa para mim, e que não seria só nas pernas não, que iria massagear minha bundinha e minha bucetinha também. Com medo da mulher que estava comigo escutar algo, eu desconversei e disse que precisava desligar porque eu precisava tomar um banho. Ele me pediu, então promete que liga amanhã cedo, antes de saírem para as compras. Eu prometi e desliguei o telefone. A mulher que estava comigo puxava conversa e eu nem respondia direito. Só percebi que tinha dormido, quando a mulher que estava comigo me acordou, dizendo que estavam me chamando na porta. Levantei-me sonolenta e fui até a porta. Ela estava lá vestida de roupão e só me falou. Veste uma das lingeries que nós compramos e uma roupinha bem sexy e me espera lá fora perto do estacionamento. E saiu Voltei pro quarto e foi quando eu vi que eram meia noite e meia. A minha companheira de quarto já estava coberta e parecia dormindo novamente. Pequei minha malinha e uma sacola de lingerie e fui para o banheiro. Tirei as lingeries da sacola e coloquei sobre a pia para escolher uma. Era cada uma mais indecente que a outra. Estava morrendo de vergonha e tesão em ter de vestir uns aqueles conjuntos. Tinha um vermelhinho que contrastava com minha pele branquinha e que me lembrei que foi este, que quando eu estava experimentando, tanto ela quanto a vendedora mais elogiaram e me alisara. Depois de escolher este conjunto, pensei e agora? Não tenho roupa sexy, o que vou vestir? Na minha malinha só tinha a roupa que eu levei para a volta, pois eu caprichei na escolha de camisolinhas e baby-dolls, pois não achei que a gente iria sair do quarto do hotel. vesti a calca jeans e o mais sexy que consegui improvisar, foi vestir a blusinha de baby- doll que eu tinha levado. Não estava satisfeita, mas não podia demorar mais. Sai em direção ao estacionamento. Chegando lá ela me esperava, fumando estre os carros. Me deu um beijo com gosto de cigarro e bebida. Comecei achando nojento, mas aos poucos fui achando sexy e gostoso. Ela me beijava e dava um trago no cigarro. O copo estava sobre o capo de um carro. Ela estava linda, usando aquela calca branca dela, bem baixinha, deixando o umbigo de fora e fazendo a bunda dela ficar maior ainda que já era. Um top que era de um conjunto que tínhamos comprado. Super transparente e lindo. Dava par ver os peitinhos dela todinho. Em cima do caput do carro também tinha um casaco fino que ela foi levando dobrado, no braço. Me puxando pelos braços ela disse: Vamos. Eu perguntei: Aonde vamos? Ela disse: Não importa, vem comigo. Andamos alguns quarteirões e chegamos em um lugar super discreto com algumas poucas pessoas na porta e já fomos entrando. La dentro era um inferninho. Nem me lembro quanto tempo não ia em lugar parecido com estes. Risos. Muita gente bonita dançando, tinha mais mulheres e uns poucos homens Ela achou uma mesa vazia em um local escurinho perto da entrada para o banheiro e nos sentamos lá, numa espécie de sofá. Tinha mais duas cadeiras em frente à mesa, mas ficamos nos duas no sofá e de frente para a pista de dança e para o corredor do banheiro. Ela pediu bebidas para nós. Nem perguntou o que eu queria. O meu drink era delicioso, porém bem forte. Ela fumava e começou a me beijar, fiquei apavorada, afinal estávamos em um local público. Ela não estava nem aí. As vezes ela me mandava abrir a boca, tragava o cigarro e soprava a fumaça na minha boca, depois vinha pegar a fumaça em um beijo delicioso. Às vezes eu até tossia. Minhas pernas tremiam de tesão com tudo isto. Ela ria se divertindo com minhas reações. Com o tempo, fiquei mais tranquila pois vi que tinham outras pessoas se beijando pela boate e inclusive mulheres com mulheres e que ninguém estava nem aí para nós. Quero dizer, ninguém não ne. Na mesa ao lado tinha uma morena alta, maravilhosa que não tirava o olho de nós. Ela me beijava e esfregava minha buceta por sobre a minha calca jeans. De repente ela falou: Va ao banheiro, tire está blusa e está calca ridícula e veste está minha blusa e me entregou a blusa que ela tinha levado nos braços. Fiquei parada sem atitude. Ela disse: Anda depressa, vai e me empurrou de leve. Levantei e me dirigi para o banheiro que estava lotado Entrei em um box, fiz xixi e não tinha como eu me trocar ali. Então sai para outro pessoa usar e morrendo de vergonha, na frente de todas que estava ali, tirei minha blusinha do baby-doll, vesti a blusa que ela me deu. E o mais rápido possível, tirei também a calca jeans. Ufa, até que enfim. Minha tranquilidade durou só até a hora que eu olhei para frente, no espelho. A blusinha era tão curta que minha calcinha ficava aparecendo na frente, imaginem atras! E nas pernas, além da meia, tinha aquelas tirinhas de elástico que prendiam a meia na calcinha. Eu estava roxa de vergonha, porém como era dentro do banheiro e a maioria das mulheres nem olhavam par mim direito, fui ficando mais tranquila. Mas como sair vestida daquele jeito? Tomei coragem e fui correndo, como nossa mesa era ao lado do banheiro cheguei rapidinho. Até bufando. Ele me perguntou o que foi, eu contei para ela e ela riu e jogou minha calca e minha blusa no canto do sofá. E continuou me beijando e fumando e bebendo De repente ela me perguntou: Está piranha gostosa aqui do lado está lhe encarando ou é impressão minha?
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