Ela dominando ela... #6 de vários



La dentro, tinha outras mulheres. Ela olhou para mim e me entregou algo que quando
olhei, vi que era a passagem.
Entrei na cabine, fiz meu xixi e quando sai já não tinha ninguém. lavei minhas mãos e
sai correndo. A plataforma estava vazia. Peguei minha malinha com meu marido e nem
me despedi direito dele e entrei no ônibus.
Foi então que eu olhei o número na passagem e fui procurar meu lugar. Minha poltrona
era a 36. Me sentei sozinha e só depois, vi que ela estava sentada na última fileira e
sozinha.
O ônibus começou a andar e depois que saiu da cidade, apagou as luzes e de repente
ela tocou em meu ombro e disse, vem sentar comigo. larga sua mala aí.
Eu olhei em todo o ônibus e observei que todas estavam uma falazada danado, muitas
mulheres falando ao mesmo, não dava para entender nada. Risos.
Quando cheguei perto, ela se levantou para eu me sentar na janela.
Assim que eu me sentei, ela já veio e me deu beijo que me deixou sem fôlego. Porque
estava gostoso e porque eu fiquei morrendo de medo de alguém ver.
Ela parou de me beijar e falou: Relaxa.
Virou para frente e ficou de mãos dadas comigo.
Do nada, vem uma outra menina e se senta na fileira da frente da nossa, porém do
lado direto, nós estávamos do lado esquerdo.
Minutos depois ela coloca deitada no ombro dela e fica fazendo carinho no rosto.
As vezes passava os dados em minha boca. Uma vez ela olhou para mim e falou
baixinho: Abre a boca. Eu abri, ela então enfiou o dedo e ela disse: Chupa.
Eu comecei a chupar e passar a lingue como se fosse um pau.
De repente ela tirou o dedo da minha boca, enfiou ele no meio das pernas e voltou com
ele em minha boca. Agora os dedinhos dela está com o gosto da bucetinha dela. Gosto
que não me saia da memória desde o dia do barzinho.
Ela fez isto algumas vezes e eu adorava cada vez que o dedinho dela volta,
molhadinho da bucetinha dela.
Teve uma hora em que ela ficou mais inquieta, tive medo de que a moça da fileira da
frente percebesse algo, porque toda hora ela olhava par traz, para onde estávamos.
Depois ela enfiou a mão na bucetinha, no formato de concha e esfregou ela na minha
boca e na minha cara. Era delicioso o gostinho dela. Era azedinho e doce ao mesmo
tempo, e tinha um cheiro que me deixava dopada. Ela espalhou pelo meu rosto, testa,
nariz, olho e até na orelha.
Depois veio me lambendo e beijando, limpando tudinho. Acho que eu até gozei com
estas lambidas e beijos dela.
Continuei encostada no ombro dela até que vimos a moca de frente levantando o
encosto do braço que separava os dois assentos e se deitando como se fosse uma
pequena cama.
Ela então fez o mesmo e se deitou no meu colo, me fazendo de travesseiro.
Colocou a mão no formato de concha sobre toda minha buceta, por baixo da cabeça
dela e pouco tempo depois já estava dormindo.
Pensei: Porque eu não vim de saia.
Para não a acordar, eu não podia nem me mexer. Minha bunda começou a dar
câimbra, e a formigar toda. Mas a sensação de ter ela deitada em meu colo e o calor
da mão dela na minha buceta pagava qualquer sacrifício.
Depois de muitas horas chegamos, o ônibus acendeu as luzes, ela se levantou. O que
foi um alívio, pois pude me mexer e acabar com aquele formigamento em minha bunda.
O ônibus parou em um estacionamento de um posto de gasolina, muitas mulheres
desceram para ir ao banheiro e tomar um café.
Ela me falou: Não saia daqui que eu já volto.
Ela demorou muito, eu já estava nervosa e com vontade de ir ao banheiro.
Aí ela voltou com um copo de café na mão que era para mim.
Achei aquilo tão fofo.
Tomamos nossos cafés e ela me chamou para descermos.
Disse a ela que irá ao banheiro e ela falou te espero ali no canto e apontou o local
Quando voltei do banheiro, ela estava no local indicado e fumando.
Eu disse: Não sabia que você fumava.
Normalmente eu não fumo, só as vezes, só quando quero fazer umas loucuras.
Eu não entendi direito, mas deixei para lá.
Quando ela terminou de fumar, voltamos para o ônibus esperar o dia clarear.
La pelas 6 da minha começou um alvoroço no ônibus eram as mulheres se preparando
para ir às compras.
Depois de quase todas saírem, nos também saímos. Eu queria levar minha malinha,
mas ela disse para eu deixá-la no ônibus mesmo.
Começamos a rodar pelo centro da cidade, visitando algumas lojas que já estavam
abertas e aos poucos todos as outras forma abrindo.
A gente entrava, olhava os modelos, os preços e saia sem comprar nada, enquanto as
outras mulheres enchiam suas enormes sacolas.
Almoçamos em um restaurante simples e ela escolheu o meu prato que era só uma
saladinha com um bife de peito de frango. Ela disse que eu precisava comer pouco par
aguentar o que viria pela frente. Minhas pernas até tremeu.
Mais tarde entramos em uma loja de lingerie e ela me fez experimentar vários
conjuntos. Tenho certeza de que a atendente desconfiou de algo, pois ela me alisava
toda a cada conjunto que eu experimentava. E eu ficava morrendo de vergonha,
porque tinha uns que eram escandalosamente vulgares e pequenos.
Ela fazia questão de chamar a vendedora para dar palpites o que me deixava ainda
mais com vergonha.
Ela comprou todos.
Já eram umas 10 da noite quando todas se reuniram no ônibus para irmos para o hotel.
Minhas pernas estavam até doces de tanto andar. E elas falando amanhã temos de
acordar cedo par aproveitarmos o último dia.
Pensei, meu Deus, como elas aguentam?
Já no hotel uma mulher começou a dividir os quartos e para minha frustração ficamos
em quartos separados.
Perguntei para ela se a gente poderia tentar trocar e ela disse não, vamos ficar como
está.
Muito frustrada, fui para o quarto, tomei um banho e me deitei na cama.
Peguei o telefone e liguei par meu marido. Ele achou ruim por eu não ter ligado antes.
Eu expliquei para ele que só naquela hora tínhamos entrado no quarto do hotel, que
tínhamos batido perna o dia inteiro, eu que eu estava com as pernas até doendo de
tanto andar.
Ele falou que se tivesse comigo, iria fazer uma massagem bem gostosa para mim, e
que não seria só nas pernas não, que iria massagear minha bundinha e minha
bucetinha também.
Com medo da mulher que estava comigo escutar algo, eu desconversei e disse que
precisava desligar porque eu precisava tomar um banho.
Ele me pediu, então promete que liga amanhã cedo, antes de saírem para as compras.
Eu prometi e desliguei o telefone.
A mulher que estava comigo puxava conversa e eu nem respondia direito.
Só percebi que tinha dormido, quando a mulher que estava comigo me acordou,
dizendo que estavam me chamando na porta.
Levantei-me sonolenta e fui até a porta.
Ela estava lá vestida de roupão e só me falou. Veste uma das lingeries que nós
compramos e uma roupinha bem sexy e me espera lá fora perto do estacionamento. E
saiu
Voltei pro quarto e foi quando eu vi que eram meia noite e meia. A minha companheira
de quarto já estava coberta e parecia dormindo novamente.
Pequei minha malinha e uma sacola de lingerie e fui para o banheiro.
Tirei as lingeries da sacola e coloquei sobre a pia para escolher uma.
Era cada uma mais indecente que a outra. Estava morrendo de vergonha e tesão em
ter de vestir uns aqueles conjuntos.
Tinha um vermelhinho que contrastava com minha pele branquinha e que me lembrei
que foi este, que quando eu estava experimentando, tanto ela quanto a vendedora
mais elogiaram e me alisara.
Depois de escolher este conjunto, pensei e agora? Não tenho roupa sexy, o que vou
vestir? Na minha malinha só tinha a roupa que eu levei para a volta, pois eu caprichei
na escolha de camisolinhas e baby-dolls, pois não achei que a gente iria sair do quarto
do hotel.
vesti a calca jeans e o mais sexy que consegui improvisar, foi vestir a blusinha de baby-
doll que eu tinha levado.
Não estava satisfeita, mas não podia demorar mais.
Sai em direção ao estacionamento.
Chegando lá ela me esperava, fumando estre os carros.
Me deu um beijo com gosto de cigarro e bebida. Comecei achando nojento, mas aos
poucos fui achando sexy e gostoso. Ela me beijava e dava um trago no cigarro. O copo
estava sobre o capo de um carro.
Ela estava linda, usando aquela calca branca dela, bem baixinha, deixando o umbigo
de fora e fazendo a bunda dela ficar maior ainda que já era. Um top que era de um
conjunto que tínhamos comprado. Super transparente e lindo. Dava par ver os
peitinhos dela todinho.
Em cima do caput do carro também tinha um casaco fino que ela foi levando dobrado,
no braço.
Me puxando pelos braços ela disse: Vamos.
Eu perguntei: Aonde vamos?
Ela disse: Não importa, vem comigo.
Andamos alguns quarteirões e chegamos em um lugar super discreto com algumas
poucas pessoas na porta e já fomos entrando.
La dentro era um inferninho. Nem me lembro quanto tempo não ia em lugar parecido
com estes. Risos.
Muita gente bonita dançando, tinha mais mulheres e uns poucos homens
Ela achou uma mesa vazia em um local escurinho perto da entrada para o banheiro e
nos sentamos lá, numa espécie de sofá. Tinha mais duas cadeiras em frente à mesa,
mas ficamos nos duas no sofá e de frente para a pista de dança e para o corredor do
banheiro.
Ela pediu bebidas para nós. Nem perguntou o que eu queria.
O meu drink era delicioso, porém bem forte.
Ela fumava e começou a me beijar, fiquei apavorada, afinal estávamos em um local
público.
Ela não estava nem aí. As vezes ela me mandava abrir a boca, tragava o cigarro e
soprava a fumaça na minha boca, depois vinha pegar a fumaça em um beijo delicioso.
Às vezes eu até tossia. Minhas pernas tremiam de tesão com tudo isto. Ela ria se
divertindo com minhas reações.
Com o tempo, fiquei mais tranquila pois vi que tinham outras pessoas se beijando pela
boate e inclusive mulheres com mulheres e que ninguém estava nem aí para nós.
Quero dizer, ninguém não ne. Na mesa ao lado tinha uma morena alta, maravilhosa
que não tirava o olho de nós.
Ela me beijava e esfregava minha buceta por sobre a minha calca jeans. De repente
ela falou: Va ao banheiro, tire está blusa e está calca ridícula e veste está minha blusa
e me entregou a blusa que ela tinha levado nos braços.
Fiquei parada sem atitude. Ela disse:
Anda depressa, vai e me empurrou de leve.
Levantei e me dirigi para o banheiro que estava lotado
Entrei em um box, fiz xixi e não tinha como eu me trocar ali. Então sai para outro
pessoa usar e morrendo de vergonha, na frente de todas que estava ali, tirei minha
blusinha do baby-doll, vesti a blusa que ela me deu. E o mais rápido possível, tirei
também a calca jeans. Ufa, até que enfim.
Minha tranquilidade durou só até a hora que eu olhei para frente, no espelho. A
blusinha era tão curta que minha calcinha ficava aparecendo na frente, imaginem atras!
E nas pernas, além da meia, tinha aquelas tirinhas de elástico que prendiam a meia na
calcinha.
Eu estava roxa de vergonha, porém como era dentro do banheiro e a maioria das
mulheres nem olhavam par mim direito, fui ficando mais tranquila. Mas como sair
vestida daquele jeito?
Tomei coragem e fui correndo, como nossa mesa era ao lado do banheiro cheguei
rapidinho. Até bufando.
Ele me perguntou o que foi, eu contei para ela e ela riu e jogou minha calca e minha
blusa no canto do sofá.
E continuou me beijando e fumando e bebendo
De repente ela me perguntou: Está piranha gostosa aqui do lado está lhe encarando ou
é impressão minha?

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico cristynininha

Nome do conto:
Ela dominando ela... #6 de vários

Codigo do conto:
276541

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
06/11/2026

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