Ela dominando ela... #3 de vários

Eu nem consegui dormir direito e fiquei pensando: O que será que ela queria de mim? Será que eu devo mesmo ir ao tal barzinho? Como convencer meu marido para irmos lá? Como eu ia fazer para comprar uma calcinha vermelha? Como raspar “meu moranguinho”, como ela mesma disse risos, e me explicar para meu marido por que fiz isto? Eram tantas perguntas sem respostas que eu acabei dormindo sem nem perceber.
Acordei com meu marido esfregando o pau duro em minha bundinha. Fiquei logo com tesão e me lembrei do meu desafio. Foi quando tive a ideia. Comecei a provocar meu marido, mas sem deixar ela gozar e falando que eu precisava sair para resolver umas coisas e prometendo a ele que a noite ele teria uma recompensa.
Ele ficou muito contrariado e curioso e me perguntando que recompensa seria. Eu só dizia: A noite você vai saber.
Sai e comprei a calcinha vermelha e para despistar com a vendedora que era conhecida, comprei outras duas mais normais. Mas a vermelhinha, era tão pequenininha que quando eu fechava a mão era impossível alguém ver um pedacinho dela sequer.
Depois do almoço, dormi um pouco e quando acordei meu marido tinha saído par jogar bola com os amigos.
Aproveitei e fui ao banheiro e raspei minha bucetinha toda. Ela ficou toda lisinha. Peguei a calcinha vermelhinha e vesti. Que sufoco, parecia que eu ainda não tinha vestido nada. Me sentir mais nua do que sem ela. Atras eram três fiozinhos um para cada lado e outro descendo pelo meu reguinho e desaparecendo no meio da minha bundinha e bem no “cofrinho” tinha um triangulo bem pequenino e bordadinho de um vermelho mais transparente. Quando virei de frente, até me assustei, o triangulo era tão transparente que dava para ver minha rachinha perfeitamente, e tão pequeno que ficava entrando na minha rachinha o tempo todo, eu puxava de um lado e ela enfiava do outro. Eu custei a colocar ela em uma posição que tampasse os dois lados da minha “moranguinho”. Mas era só eu me movimentar um pouquinho e ela já enfiava nos meus lábios novamente.
Eu fiquei pensando: eu não vou ter coragem de usa isto não.
Passei a tarde toda hidratando a minha pele, arrumando meu cabelo e me maquiando.
Já eram 8 horas e meu marido chegou eu falei para ele tomar banho depressa para a gente sair. Ele me perguntou aonde a gente ia e eu disse: Não sei a gente decide depois.
Enquanto meu marido tomava banho, vesti a calcinha e vesti o menor vestidinho preto que eu já tinha separado. Eu já tinha usado este vestidinho antes e realmente ele era bem curtinho, mas ele parecia que estava menor ainda, acho que pelo fato da calcinha ser exageradamente pequena, parecia que eu estava com a bundinha e a bucetinha de fora.
Quando meu marido saiu do banho, fiquei apressando-o tanto para ele nem ter tempo de me observar direito.
Saímos e ao me sentar no carro, eu senti como se meu vestido tivesse subido até meu umbigo. Puxei ele o máximo que pude para baixo e meu marido então me reparou e disse que eu estava muito gostosa. Levou as mãos e minha coxa e eu instintivamente tirei, como se não quisesse que ele estragasse tudo que eu tinha minuciosamente preparado. Ele questionou do porquê e eu disse que era para ele se segurar que quando voltássemos par casa ele teria a recompensa prometida. Muito contrariado ele tirou a mãos da minha coxa e continuou dirigindo e perguntou: Aonde nós vamos? Eu disse: Não sei. Vamos dar uma voltinha de carro e a gente decide.
Rodamos de carro e eu não sabia como chamá-lo par irmos no tal barzinho. Fui meio que direcionando ele como quem não quer nada. Já se passavam das 9 e eu já estava nervosa. Foi quando eu disse: Ah, lembrei, aqui pertinho tem aquele barzinho de gay, vamos lá?
Ele se assustou e falou: Credo, eu não, eu não sou gay.
E eu disse: Deixa de ser preconceituoso. Quer dizer que todo mundo que for lá virá gay?
E ele falou: Não, mas porque você quer ir lá? Eu falei: Sei lá, deu curiosidade. Além do mais não tenho nenhum outro palpite, você tem? Ele disse: não.
Eu falei, então vamos, já estamos aqui pertinho mesmo. Ele aceitou e disse: Está bem, mas vamos só para conhecer e ir embora ok!
Eu falei: Tudo bem.
Quando estacionamos, meu coração disparou, minhas mãos começaram a suar e minhas pernas bandearam. E fiquei pensando em como seria ver ela lá dentro. Entramos e paramos perto da porta e ficamos parados perto da porta, meu marido olhando para escolher um lugar para gente se sentar e eu procurando por ela.
Fui ficando agoniada, pois não conseguia achá-la. Então meu marido começou a me puxar pela mão me conduzindo até uma mesa bem num cantinho.
Sentamos e eu continuei em minha busca sem sucesso. Meu marido então me perguntou o que eu tanto olhava e eu disse que procurava uma mesa melhor pois não está gostando daquele cantinho.
Ele ficou me convencendo que ali era a melhor mesa. Eu não tive outra alternativa a não ser concordar.
Pedimos uma cerveja e começamos a beber e meu marido até elogiou o lugar. Era uma casa adaptada e tinha vários cômodos com mesas espalhadas. O ambiente era meio escurinho, mas dava para ver as outras pessoas.
De repente eu gelei toda. Ela passou bem na minha frente, me encarando e seguiu para um outro cômodo.
Meu marido não a viu, mas percebeu que eu fiquei estranha e me perguntou o que era. Eu disse que não era nada que só queria beber algo mais forte pois estava me sentindo um pouco nevosa.
Ele então pediu uma caipvodka para mim que tomei quase em dois goles, já pedindo outra.
Depois de um tempo vejo ela em pé, de costas para gente perto da porta deste cômodo. Era uma porta grande e outras pessoa também estavam de pé, ali por perto.
Depois de um tempo, ela se virou de frente para mim e a pessoa com a qual ela estava conversando ficou de costas par mim.
Ela ficava me olhando descaradamente. O medo de meu marido desconfiar e o prazer de ser paquerada, misturado com o efeito da quarta caipvodka, já estava me deixando molinha e molhadinha.
De repente vi que ela estava bebendo algo e que tirou de dentro do copo um moranguinho e ficava lambendo-o e fazendo movimentos sensuais com na boca como se estivesse chupando e mordendo. Não sei como a pessoa que estava com ela não percebia.
Para despistar meu marido eu puxava os mais diversos assuntos e mostrava tudo da decoração do outro lado do bar e até o cardápio eu o coloquei para ler tudinho.
Foi então que ela fez um sinal para mim e saiu para um lado onde eu não mais pude vê-la.
Dei um beijo delicioso nele e disse que iria acabar com ele naquela noite.
Ele ficou todo eufórico.
Fiquei aflita e tive a ideia de falar com meu marido para esperar que eu iria ao banheiro. Ele perguntou se eu sabia onde era, eu disse que não, mas que iria procurar.
E fui na mesma direção que ela tinha ido.
Encontrei o banheiro, juntamente com uma fila enorme.
Lembrei-me da escola e pensei: Quando chegar a minha vez, ela já vai ter saído lá de dentro.
Sem mais nem menos, a pessoa que estava atras de mim, toca no meu braço e quando eu olho, reconheci que era a mesma menina que conversava com ela perto da porta. A menina então me disse: Ela está te esperando lá no fundo do quintal, perto do pé de manga. E me apontou onde era.
Assustada e sem entender nada, eu também não disse nada fui naquela direção. O quintal era muito escuro e cheio de pequenas arvores e eu tinha dificuldades de caminhar.
De repente sinto alguém segurando em meu braço e caminhando comigo até um banquinho de madeira debaixo do pé de manga.
Eu estava muito bamba, não sei se pela bebida ou se pelo medo ou de pelo tesão que estava sentindo. Então eu a abracei e ela tirou o meu braço e disse: primeiro eu quero ver se você fez o que eu te mandei fazer.
Eu fiquei sem graça e gelei como uma estátua.
Ela deu dois passos par traz e me falou: Vamos, me mostre se me obedeceu direitinho.
Eu continuei parada sem conseguir me mexer, até que ela falou: Levanta o vestidinho, anda.
Sem nenhum controle dos meus movimentos comecei a levantar meu vestido devagarinho e ela falou: Não, primeiro você virá de costas para mim.
E eu até gostei, pois fazer aquilo olhando para ela estava constrangedor, apesar de excitante demais.
O meu vestido apesar de curtinho demorou um século para desnudar minha bundinha. Ela falou: levanta mais, quero ver a calcinha toda e eu levantei mais ainda até acima do umbigo.
Ela então passou as mãos na minha bunda e ficou contornando as bordas da calcinha.
Ela me mandou virar de frente para ela e quando ela viu a calcinha enfiada em minha bucetinha e toda transparente ela ficou doida.
Acendeu a luz do celular dela e ficou apreciando por uns segundos e elogiando. Eu morria de vergonha, não sabia o que fazer. Queria abaixar meu vestido, mas ao mesmo tempo estava adorando ficar me expondo e sendo elogiada par ela.
Ela pegou a parte de cima da calcinha e puxou ela mais par cima, fazendo a calcinha enfiar todinha na minha bucetinha. Ela esfregava a calcinha para cima e para baixo. Depois ela puxou a calcinha par o lado e beijou minha bucetinha. Foi a sensação mais gostosa que eu já senti.
Ela começou a lamber e chupar e foi o gozo mais rápido que tive em minha vida.
Ela fez questão de lamber tudinho. Depois se levantou e foi me beijar com a boca cheia do meu mel.
Que delícia, que gosto delicioso que lábios macios e gostoso. Enquanto me beijava ela enfiava dois dedinhos na minha bucetinha e com a outra mão apertava minha bunda as vezes rocava meu cuzinho.
Eu estava flutuando. Ela parou de me beijar, puxou meu vestido par baixo e agora ele parecia um pedaço de pano enrolado em minha cintura, tampando apenas meu umbigo. Ela começou a chupar meus peitinhos e chupava com tanta forca que eu pensei, vai deixar marcar meu Deus. Mas eu não consegui impedi-la e nem queria. Abraçada a mim, ela fazia carinho no meu cuzinho, enfiava dois dedinhos na minha bucetinha e com o dedão fazia carinho no meu grelinho e chupava forte e mordia meus peitinhos trocando de um para o outro o tempo todo
Eu gozei tanto que comecei a gemer alto, ela então parou de chupar meus peitinhos e começou a me beijar para abafar meus gemidos.
Depois de um tempinho, ela se sentou no banquinho, me pôs sentada no colo dela e ficou fazendo carinho no meu rosto e me dando beijinhos. Me mandou abrir bem as pernas e ficou tirando o melzinho da minha bucetinha e passando em meus lábios e depois me beijava com paixão.
Isto estava tão gostoso que acho que gozei outra vez sentada no colo dela. com meu marido o máximo que eu gostava era uma vez e na maioria das vezes nem gozava.
Falei para ela que precisava urgentemente fazer xixi. Ela então me disse: Faz aí no chão mesmo.
Agachei um pouco afastada do banco e comecei a fazer xixi. O xixi saia como se fosse um interminável gozo, que eu não queria quer terminasse nunca.
De repente escutamos alguém falando: O marido dela está igual a um doido procurado por ela.
Levei o maior susto e só vi um vulto na direção de onde vinha a voz. Devia ser a mesma menina que me indicou o quintal na fila do banheiro, pensei.
Fiquei apavorada.
Ela subiu meu vestido, cobriu meus peitinhos, arrumou meus cabelos e falou comigo: Agora vai, você já pode ir. Mas não arrume a calcinha, deixe ela de ladinho como eu coloquei, ok
Como eu fiquei calada, ela insistiu: Você me escutou? Vai me obedecer?
Eu balancei a cabeça que sim e ela disse: Fale, quero ouvir você falando: Eu disse: sim
E fui voltando em direção ao banheiro.
De repente um vulto me puxou pelo braço e disse para eu esperar, pois meu marido estava perto do banheiro. Foi então que eu vi que o vulto era realmente a menina da fila do banheiro. Eu não conseguia enxergar nada, mas fiquei quietinha e morrendo de medo.
Segundos depois ela falou, agora pode ir, mas vá por este lado.
Sai desnorteada e a medida que eu andava via o clarão das luzes do banheiro e a fila enorme. Entrei na fila tentando me arrumar ao máximo.
Então eu vi uma pia que ficava do lado de fora o banheiro e fui lavar meu rosto.
Ao me curvar para usar a pia, o meu vestidinho que era curto subiu e deve ter deixado boa parte de minha bunda de fora. Alguma menina, entre as que estavam na fila, passou a mão na minha bunda, chegando até minha enxarcada buceta.
Assustei, parei de lavar o rosto, me virei, mas não consegui identificar quem tinha feito aquilo. Resolvi deixar para lá, pois me lembrei que estava em um barzinho de gays e lésbicas.
Fui em direção ao meu marido que estava puto e me questionando onde eu estava e porque tinha demorado tanto.
Eu disse a ele que a fila do banheiro era enorme. Ele me disse que viu, mas que foi lá fora e eu não estava na fila.
Então eu disse: Provavelmente porque na hora que você foi lá, eu já estava dentro do banheiro que tinha outra fila quase tão grande quanto a do lado de fora.
Ele entendeu e mudamos de assunto. Ele perguntou por que meu cabelo estava todo atrapalhado daquele jeito. Eu disse que era por causa do calor que estava dentro do banheiro, então eu ficava fazendo rabo de cavalo e balançado ele o tempo todo para refrescar.
Pedi mais uma caipivodka e estava saboreando-a quando vi que ela estava na porta. Ela punha o moranguinho da bebida dela na boca e ficava lambendo e chupando e olhando para mim. Tentando desviar o olhar para ninguém perceber, olhei para baixo e vi que tinha uma mancha molhada de todo tamanho na coxa dela. Então eu pensei só pode ser o meu gozo. Não sei por que, mas fiquei feliz com isto. Deixei ela marcada.
Meu marido me chamou para ir embora e eu não quiz contrariá-lo, afinal ele já tinha feito tudo que eu queria e sido paciente até demais.
Foto 1 do Conto erotico: Ela dominando ela... #3 de vários


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ela dominando ela... #3 de vários

Codigo do conto:
274627

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
14/10/2026

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