A MENINA QUE EU CUIDAVA E QUE CRESCEU. Este é o relato de uma experiência que tive com uma menina a Camila e cujo desdobramento me levou para uma inusitada relação. Quando eu tinha poucos anos na adolescência , trabalhava tomando conta dos menores que eu para que os adultos; eu os carregava e cuidava deles. Ajudava a cuidar de alguns sobrinhos e sobrinhas, e também da Camila, filha de uma amiga da minha tia que morava perto da casa dela. Bom, vários anos depois — a Camila já tinha uns 18 anos —, ela cresceu em um ambiente de pais que brigavam e falavam palavrões, muitos palavrões, na frente dela. Eles eram bem liberais e enfim, coisas que explicavam o comportamento que a Camila apresentava e sobre o qual vou contar a seguir. Certa noite, como tantas outras, fui com minha mãe à casa da irmã dela, minha tia. Elas estavam reunidas ali com algumas vizinhas, conversando e fofocando. Eu, por minha conta, ficava assistindo a um programa de TV ou outro, porque estava acompanhando minha mãe que não gostava de sair sozinha, pois tinha medo da rua. Naquela noite, a Camila e a mãe dela também estavam lá; a Camila era muito agitada e, às vezes, fazia o que bem entendia. Enquanto minha mãe, minha tia e as vizinhas estavam imersas em suas conversas e fofocas, eu, entediado, entrei no quarto da minha tia — um quarto grande. Eu sempre gostava de olhar álbuns de fotos e coisas de quando éramos crianças que ela guardava, enfim. Eu estava deitado na cama, com as pernas para fora, apoiadas no chão, quando a Camila entrou. O que você está fazendo aqui sozinho? Nada, estou entediado e não gosto de ficar escutando a conversa daquelas fofoqueiras. Ela se aproximou de mim; eu não olhava para ela nem lhe dava atenção, mantendo o olhar fixo no teto, quando de repente ela disse: ““Deixa-me ver o seu pau" e agarrou o meu pacote. Reagi rapidamente e tirei a mão dela dali. Ela começou a rir e continuou tentando tocar, mas eu não deixava; depois, ela saiu do quarto. Pouco depois, eu estava quase pegando no sono; de olhos fechados, mas consciente do que acontecia ao meu redor. Não ouvi o momento em que a Camila entrou de novo no quarto; só senti quando a mão dela agarrou meu pacote novamente, enquanto ela ria. Pelo visto, aquilo me excitou e meu pau acordou, começando a ficar duro; reagi, tirei a mão dela de novo e mandei ela ir embora, apesar de tudo a favor eu estava receoso de que fossemos flagrados, já éramos adultos, maiores de idade, caldo de galinha e precaução, nunca fizeram mal a ninguém. Voltei para a mesma posição, de olhos fechados, mas meu pau ficou meio duro, meia bomba; já dava para ver um volume grande. Pouco depois, a Camila entrou de novo e foi direto agarrar o volume que meu pau fazia na minha calça. Não sei o que passou pela minha cabeça naquele momento, mas dessa vez não a afastei; meu pau ficou bem duro e ela curtia ficar segurando. Ela riu e disse: seu pau ficou duro. Não disse nada, quis fingir que estava dormindo, mas senti as mãos da Camila acariciando meu cacete de um jeito tão gostoso, com aquelas mãozinhas macias. Meu pau estava a mil; ela continuava me tocando, acariciando o volume por cima da roupa. Um momento depois, senti as mãos da Camila abrirem meu zíper e , pela abertura ela agarrou meu volume por cima da cueca, mas logo tentou colocar a mão por baixo dela. Naquele instante, abri os olhos e tirei as mãos dela, dizendo: Quer tocar no meu pau? Sim, já estou tocando. Quer ver ele? Sim, deixa eu ver Pedi para ela me esperar um instante, fui até a porta e espiei um pouco o corredor para ver se havia alguém; não tinha ninguém, então fui um pouco mais adiante para olhar para fora, onde estavam minha mãe, minha tia, a mãe da Camila e mais algumas vizinhas. Tudo continuava igual lá fora: elas estavam concentradas na conversa, nem percebiam que a Camila e eu não estávamos por perto Voltei para o quarto onde a Camila me esperava. "Vai me deixar ver o seu pau?", ela perguntou. "Espera aí", disse. Sentei-me na cama de frente para ela e abaixei a calça e a cueca. Nossa, que pau grande você tem!. Toca nele, como você fez agorinha. Ela aproximou a mão e começou a tocar meu pau e meus testículos, que já tinham muitos pelos, já que eu estava sem namorada e não me depilava a semanas. Ela começou a se divertir; eu me ajeitei melhor na cama e ela se aproximou. Abri as pernas e ela se posicionou no meio. Continuava acariciando meu pau, que estava super duro; ela começou a puxar o prepúcio para baixo, deixando a glande totalmente exposta, e depois o puxava de volta para cima — assim, começou a me masturbar, de forma brusca, mas com delicadeza ao mesmo tempo. Eu me sentia no paraíso; era muito gostoso sentir aquela mão me masturbando, uma mão tão macia e pequena, não conseguia sequer envolver a espessura de meu cacete. Sentia meu pau pulsar; eu ainda não queria gozar, não tinha vontade de soltar o leite, quando me ocorreu testar até onde ela iria. Levantei-me um pouco na cama e fiquei sentado, pedindo para ela não parar de acariciar meu pau. Levantei um pouco a blusa que ela usava, vi os seus peitinhos de mulher jovem, aureolas bem rosadas e aquele bico — aqueles mamilos minúsculos e rosados — e perguntei se podia chupá-los; com a voz doce e sorrindo, ela disse que sim. Aproximei-me e comecei a lamber os mamilos dela; não queria chupá-los com força porque sabia que isso deixaria marcas. Eu passava a língua de um jeito gostoso e ela gemia; ficava toda arrepiada e com os mamilos ficando durinhos. Eu: Agora deixa eu ver a sua boceta. Tá bom, então — ela disse, com uma risadinha tímida. Ela levantou a saia e abaixou a calcinha; desci da cama, peguei-a e a coloquei sentada na cama, enquanto eu me sentava no chão, já que a cama era baixa. Comecei a tocar suavemente aquela boceta fechadinha, tentando abri-la com os dedos para ver bem o buraquinho dela; não sei se a incomodava, mas ela se mexeu um pouco. Olhei para ela, sorri, e ela retribuiu com uma risadinha tímida. Aproximei-me e comecei a usar a língua; comecei a lamber e lamber aquela bocetinha gostosa de virgem, toda peludinha. Era a primeira vez que eu provava uma vagina assim, invicta, e era de uma garota que eu tomei conta quando era criança; a sensação era tão boa, tinha um aroma delicioso, parecido com o cheiro do resto do corpo dela e das roupas que ela usava. Faz cócegas, ela disse arrepiando-se toda,. Nunca me tocaram aí embaixo desse jeito gostoso. Está muito gostoso, Camila, nunca ninguém fez isso com você?. Você gosta que eu te lamba? Eu já vi o papai fazer assim com a mamãe, mas eu estava escondida, se eles me pegam me matam. Parei e me levantei com o pau a mil; propus algo a ela, pensando por um momento que ela não gostaria. Camil, agora vem lamber o meu pau, é a sua vez Tá bom, mas você vai ter que me ensinar, nunca fiz isso. Fiquei de pé; ela subiu a calcinha, a saia desceu e ela se aproximou do meu pau. Abriu um pouco a boca, pôs a língua para fora, aproximando-a do meu pau, e naquele momento comecei a sentir uma explosão tremenda de prazer; a língua pequena e úmida começou a percorrer meu pau. Pedi que ela movesse a língua de cima para baixo; ela fazia isso de um jeito extremamente delicioso — uma explosão de prazer e luxúria. Peço para ela lamber a ponta e ela o faz; acaricio a cabeça e o cabelo dela, segurando-o na mamada. Interrompo por um momento e peço que ela apenas abra a boca; quero que ela chupe como se fosse um pirulito. Ela abriu a boca o máximo que pôde e tentou colocar a cabeça do meu pau dentro; conseguiu encaixar a ponta, chupava e fazia movimentos como se quisesse extrair meu leite. "Ah, assim, Camila, continua assim, o leite já vai sair, aaahhh, sim, assim..." Eu falava baixinho com ela até que não aguentei mais; segurei a cabeça dela para que não se afastasse e liberei tudo o que tinha dentro — um orgasmo grandioso. Jatos de sêmen dispararam direto na boca da Camila; ela engasgou e se mexeu, assustada com o jato no fundo de sua garganta, fazendo com que parte do sêmen se espalhasse pelo rosto dela, um pouco no cabelo e um pouco no chão. Ela se assustou, nunca tinha visto um homem gozar e muito menos na boca dela, era tudo novidade. Inclusive me perguntou se eu tinha mijado nela Não, Camila, é leitinho; nós, homens, também fabricamos leite. Gostou? Não sei, tem um gosto muito diferente. Lambe de novo para limpar, por favor. Ela abriu a boca, pôs a língua para fora e lambeu tudo até não sobrar nenhuma gota de sêmen no meu pau, que começou a perder a ereção; então, parei-a e a coloquei de pé. Levei-a do quarto da minha tia para o banheiro e lavei as mãos dela, a boca, o rosto todo e a pequena parte do cabelo que tinha sujado de sêmen. Tirei a calcinha dela, limpei sua buceta com lenço umedecido e verifiquei se havia vestígios de sêmen na roupa dela; como não encontrei nada, vesti-a novamente e saímos do banheiro, levando um pouco de papel para limpar o sêmen que tinha caído no chão. Disse à Camila para sair do quarto e ir para a cozinha, sem passar pela sala — para ninguém desconfiar de nada —. Ela fez exatamente isso; eu fiquei na cama e acabei cochilando, até que, algum tempo depois, ouvi a voz da minha mãe me chamando para irmos embora para casa. No caminho, minha mãe me disse que tinha visto o que tinha acontecido entre mim e a Camila. Que era para eu tomar cuidado, ela era virgem e estávamos na casa dos outros e uma atitude impensável poderia complicar minha vida, pois apesar da Camila já ter dezoito anos, era uma menina muito inexperiente. Que ficou surpresa de eu não tentar comer ela. Então respondi a minha mãe, para comer um cabaço tem que ter paciência e cuidado e naquele momento, não tínhamos nada disso. Então você já tem experiencia com virgens? Ela questionou de forma inquisitiva. Ora mãe, já comi umas duas ou três, respondi, meio que sem pensar com quem conversava. Minha mãe me olhou de forma estranha e disse que depois retomaríamos a conversa pois já estávamos chegando em casa. Eu fiquei com aquela situação na cabeça e principalmente preocupado com a postura de minha mãe. Dias depois minha tia me chamou na casa dela, quando cheguei, ela me disse que sua vizinha estava muito chateada comigo, porque eu teria feito sua filha me chupar até gozar na boca dela, que a Camila ainda era donzela e não conhecia de homens e que se eu a tivesse desflorado iria me obrigar a casar com ela, por causa da honra da família. Eu respondi que a Camila já tinha dezoito e que se houvesse acontecido seria uma relação entre adultos. Minha tia me retrucou e disse que eu deveria ter respeitado a casa dela. No que eu respondi que respeitei, já que apenas nos chupamos e que eu não meti nela, apesar de ter tido vontade. Nisso percebo minha tia olhando para minha virilha, como querendo adivinhar o que eu guardava dentro das calças e que devido ao teor da conversa, despertava e já mostrava uma ereção importante. Tia, você quer ver o que a Camila mamou? Você tá ficando louco, me respeite moleque! Ela retrucou irada. Então porque você não tira o olho do meu pacote, disse já ligando o foda-se. Eu não estou olhando para lugar nenhum. Tá sim, disse, passando a mão por toda a extensão de meu pau, delineando o contorno e observando como ela seguiu meu movimento com uma expressão de prazer, pois percebi o momento em que ela apertou as pernas, como se tivesse tido um espasmo. Então tia, quer ver ou não? Sim, não, não sei, você não pode fazer isso, falar assim comigo, sou sua tia. Eu sei que é minha tia e também uma mulher excitada, olha como estão os bicos dos seus seios e eu vi a senhora apertando as pernas como se tivesse tido um arrepio. Sua xoxota está babando tia? Não vou te responder! Ela retrucou. Então vou embora pois acho que nossa conversa acabou, exceto se a senhora quiser me perguntar outra coisa, disse ainda, acariciando meu pau por sobre a calça de forma descarada, sempre percebendo que ela não tirava os olhos do que eu fazia. Então tia, posso ir embora ou você quer ver o que a Camila mamou outro dia? Você não vai contar nada, nunca, pra ninguém, me promete, me jura isso? Tem minha palavra tia, segredo nosso. Meu casamento pode acabar se isso se torne conhecido! Só se a senhora contar, eu respondi, já abrindo o zíper da calça e tirando o pau para fora. Minha tia se aproximou com os olhos muito arregalados, olhando meu pau duro, coloquei a mão em seu ombro e fiz uma leve pressão para baixo. A tia então, se colocou de joelhos diante de mim e levou a mão até meu pau segurando-o e apertando em suas experientes mãos. Que duro que ele tá e que grosso que é! Ela disse já perdida no membro que teria nas mãos. É seu, pode desfrutar. Minha tia então levou meu pau até a boca e chupou minha chapeleta, para em seguida, começar a engolir cada centímetro até a glande se topar com sua garganta. Ela começou o chupar e a lamber ao ritmo que eu movimentava sua cabeça para frente e para trás. Ela me olhava com aqueles olhos de gula e não deixava de mamar em momento algum. Quando eu percebei que se continuasse naquela situação iria encher sua boca de porra, com movimento de cadeira, recuei e tirei o pau da boca dela e a puxei para que ficasse de pé. Delicadamente a empurrei em direção à bancada da pia da cozinha e a sentei bem na beirada, entrando entre o vão de suas pernas . Puxei a calcinha para o lado, desnudando sua xoxota , que já babava, excitada. O que você vai fazer? Ela perguntou temerosa! Nada que você não queira titia e então posicionei a glande bem no meio de sua xoxota e empurrei, abrindo caminho por seu canal vaginal até que nossos púbis se chocaram. À medida que eu entrava, percebi que ela abria ainda mais as pernas e as enlaçava em minha cintura, fazendo com que minha penetração fosse ainda mais profunda e ainda me tirando a mobilidade e a possibilidade de sair daquela chave de pernas. Olhei no rosto de minha tia e ela estava com a boca aberta e os olhos arregalados. Nossa, você é grande e grosso, me abriu toda, sou muito pequena para você. Nada disso tia, você tem o tamanho perfeito e comecei o suave vai e vem dentro dela, que fui acelerando à medida que seus gemidos iam se intensificando, demonstrando que eu estava fazendo um bom trabalho. Em dado momento, a tia mordeu meu ombro e me apertou com braços e pernas, gemendo me disse que estava gozando. Aquilo me acendeu ainda mais e acelerei o ritmo de modo a gozar com ela e assim o fiz, explodindo meu esperma bem no fundo de sua cérvix, de sua matriz, dentro de seu útero. A tia me apertou ainda mais naquele abraço obsceno e disse baixinho ao ouvido: Você pode estar me engravidando, deveria ter saído e não gozado dentro de mim, você é louco! Eu apenas respondi, sair como se você está grudada em mim com os braços e as pernas? Realmente, não dava para você sair, mas é que estava tão bom, ela disse rindo. Em seguida ela me soltou a desceu da bancada, acomodando a calcinha no lugar. Nenhuma palavra disso com ninguém, será nosso segredo. Agora vá para sua casa que tenho coisas para fazer. Fui para casa, com a cabeça a mil, pensando em tudo que aconteceu. Ao chegar em casa, estranhei não encontrar minha mãe. Olhei pela janela para a rua e a vi, saindo da casa de sua irmã, minha tia evidentemente, de forma apressada e se dirigir ao supermercado, localizado no fim a rua. Poucos minutos depois ela entrava em casa com um pacote de pão na mão, dizendo que tinha ido ao supermercado comprar, por isso tinha saído. Eu a olhei de alto a baixo, avaliando a situação, quando um brilho diferente chamou minha atenção. Na parte interna de suas pernas, bem abaixo da barra de seu vestido um fino reflexo de molhado escorria em direção ao chão. Ela me olhou, percebeu a direção de meu olhar, imediatamente, percebi como ela ficou vermelha, as bochechas ardentes. Ela se virou rapidamente e foi para a cozinha. Como um raio me levantei e fui atrás dela que percebeu meu movimento. Ela parou de frente para a pia, com as mãos apoiadas na bancada e de costas para mim. Eu me aproximei e colei meu quadril em seu traseiro, ao mesmo tempo em que minha boca se dirigiu à sua nuca, na base do pescoço. Ela sentiu meu pau duro entre suas nádegas, ao mesmo tempo em que sua pele se arrepiava à minha caricia. Você quer também mamãe? Perguntei em um fio de voz, enquanto minhas mãos se posicionavam em cada lado de seu quadril, querendo puxar seu vestido para cima e prende-lo em sua cintura, desnudando seu traseiro arredondado. Ela apenas reclinou o corpo, expondo o traseiro e ficando na ponta dos pés, o peito quase encostado na bancada da pia. Faça o que tem que fazer, antes que me arrependa, foi sua resposta, com a voz tremula de uma mulher excitada. Acomodei seu vestido na cintura dela e abaixei a calcinha, que estava com uma enorme mancha molhada, tamanha a excitação dela. Me ajoelhei atrás dela e lambi sua bunda, seu rego, seu cú e sua xoxota peluda e inchada, mamãe gemia mordendo a mão tentando abafar sua excitação. Minha língua deslizava igual um pincel por toda a extensão de sua xoxota que escorria aquela baba transparente e resvaladiça, mostrando que aquela mulher estava pronta para ser tomada por um macho, pronta para ser possuída. Me levantei e abaixei a roupa expondo meu pau duro, apontei a cabeça para a porta de sua xoxota e com um movimento de quadril, entrei dentro dela. A reação dela foi abrir um pouco mais as pernas, ficar na ponta dos pés, elevando ainda mais seu traseiro e soltou um grito abafado. Me olhou por cima dos ombros e disse: Você é grande e grosso, mais que seu pai. Segurei de cada lado de seu quadril e comecei a entrar e sair, primeiro lentamente e depois fui acelerando a medida em que ela buscava rebolar e empurrar o traseiro para trás, de modo que a penetração se tornasse cada vez mais profunda Não durou nem cinco minutos quando ela começou a tremer e me disse que iria gozar e foi tão esquisito que ela ficava repetindo: Está vindo, tá vindo, tá vindo. E então ela grunhiu como se rosnasse e teve vários espasmos de prazer. Seu corpo tremia e ela vibrava, sentindo meu pau cada vez mais fundo dentro dela. Ela então, tentou me empurrar e eu apertei ainda mais sua cintura, segurando-a firmemente de modo a me manter o mais profundamente possível inserido dentro dela. Mamãe gozou com meu pau dentro mais duas ou três vezes, quando senti que não aguentava mais segurar, meu pau parece que ficou um pouco mais duro e um pouco mais grosso também, não sei como mas esse foi o sentimento que tive . A segurei ainda mais forte e minhas estocadas passaram a ser mais profundas, como se eu quisesse perfurar o corpo dela, eu sentia o prazer se aproximando, subindo pela uretra em direção a glande, minha respiração ficou errática e rápida, como a de um cachorro, fechei os olhos e balbuciei: mamãe eu vou gozar Você vai gozar na mamãe? Vai me dar sua porra toda? Tem certeza disso? Você vai gozar dentro de mim, filho? Eu quero mamãe: posso? Devo? Enche a buceta da mamãe de porra, goza dentro e goza fundo, sou tua mulher, tua puta, faça comigo o que quiser ela respondeu começando também a ter um novo orgasmo e estremecer de prazer com meu pau dentro. Não tive dúvidas, nem remorso, apenas segurei ela forte pela cintura e com uma enfiada profunda, comecei a descarregar minha carga dentro dela, no fundo de sua matriz, na profundidade de seu corpo maduro Passou por minha cabeça que poderia estar engravidando-a também, da mesma forma como havia feito com minha tia e irmã dela há horas atrás. Na minha cabeça , eu era o macho reprodutor e dono daquelas duas fêmeas, eu sentia meu pau pulsar à medida que expulsava jatos de esperma e ao mesmo tempo sentia como as paredes internas daquela buceta, apertavam meu pau, exprimindo cada gota fértil para dentro delas. Por fim, sem forças e com o pau mole e pingando, abandonei aquele túnel macio e quente, nenhuma gota escorreu para fora, verifiquei que em sua cintura, as marcas vermelhas de meus dedos, estavam estampados como uma digital no corpo dela. Sentei-me na cadeira e fiquei olhando minha mãe naquela posição, com o corpo curvado, também sem forças, inerte por alguns instantes então, ela pareceu acordar daquele transe e se afastando o suficiente, levantou a calcinha que estava caída a seus pés e a ajeitou no corpo, desenhando de novo aquele monumento de mulher. Olhou em minha direção e apenas disse, preciso me limpar, preciso tomar banho, saindo em direção ao quarto matrimonial e à suíte adjacente. Eu também saí para o banheiro, onde tomei banho e fui para meu quarto, pensar em tudo que havia acontecido nessa manhã surreal. Eu continuei a comer a mamãe e minha tia, sempre discreto, sempre em silencio, guardando esse segredo que poderia destruir nossas famílias. Eu sabia e elas também o que tínhamos em comum, nunca soube se alguma vez conversaram entre elas sobre essa relação, esse triangulo em que apenas dois lados por vez se relacionavam. Minha tia teve um filho, nunca tive certeza se seria meu ou de seu esposo e nunca perguntei também, mas ele nasceu no primeiro ano de nosso relacionamento ter iniciado. Mamãe também me deu um novo irmão e também nunca disse se seria meu filho e eu também não perguntei, ele também nasceu no primeiro ano de nosso romance. As duas crianças nasceram com poucos dias de diferença um para o outro, três dias , o que me fez pensar que foram engendrados na mesma época ou mesmo no mesmo dia, mas isso é um segredo que seguirá para sempre.
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Conto delicioso, uma reviravolta tremenda, pensei que voce ficaria com a Camila e voce acabou ficando com a tia e depois com a própria mãe, haja testosterona minha cara, rs