Capítulo 02 como prometido O DIA QUE REALIZEI A FANTASIA DE ME PROSTITUIR NUM PUTEIRO BARATO




[ ] Capítulo 2 - como prometido a continuação de um fato acontecido em" junho de 2026 "
[ ] O dia que realizei a fantasia de me prostituir num puteiro barato. E nesse dia conheci a dona do puteiro Luiza a cafetona,   contei minha fantasia para ela, ela aceitou a me ajudou a realizar me cobrou um valor para que eu fizesse isso, me explicou como funcionava lá. combinei tudo com ela , nesse dia fodi com 10 homens, mais um em especial um negro alto magro mais forte de um pau enorme e grosso fora do normal monstruoso, da chapeleta parecendo uma bola de snooker que é carroceiro morador de rua, mais que apesar de estar com as roupas sujas fedido era bonito e um corpo delicioso .
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[ ] Esse segundo capítulo e um pouco logo tentei resumir ao máximo, mais teve momentos e situações que eu não podia deixar de contar para vocês, pois esse segundo conto e mais quente e um pouco mais louco e bizarro que o primeiro se lerem até o final com certeza vão ficar de pau duro ou pepeka babado, ou até mesmo para quem não curte muito olfatofilia pode até ficar com nojinho...
[ ] Bem vamos lá! primeiro como de costume vou me apresentar:
Acho que a maioria me conhece sou Gorete maduraça setentona, mais ficam admirados pois não aparento a idade que tenho graças a boa genética boa alimentação muita malhação e muito mais muito ... sexo, pois sou totalmente compulsiva e viciada em sexo quase que insaciável casada com marido corno cego sabe
e de tudo mais faz que não sabe nada e não vê nada, eu sou bissexual Lésbica e tenho fethiches tipo Olfatofilia e vários outros,
Eu sempre tive a fantasia de me prostituir num puteiro barato não hotel, não motel de programa, não acompanhante de anúncio, queria o fundo do poço mesmo, puteiro de puta barata;
Ai comecei a pesquisar: os lugares os preços:
Nivio baixo Barangas de buteco
... i nferninho
Claro que escolhi o inferninho
Nesse dia fiquei apaixonada pelo Jorge o carroceiro e seu pauzão enorme e monstruoso, que eu nunca tinha visto um igual a não ser em filmes pornô
Quem leu o primeiro conto sabe que no final da madrugada acompanhei ele onde dormia junto com outros mendigos, ele debaixo da sua carroça e os outros do lado na calçada em papelão com cobertores imundo para se proteger do frio, conversei com ele tomamos uns goles de uma garrafa de conhaque que trouxemos do puteiro, para se esquentar do frio que estava fazendo pois era junho e aqui em Santa Catarina no inverno faz um frio medonho disse que ia elaborar um plano para ajudar ele sair daquela situação e que na próxima sexta feira ia voltar lá para conversarmos novamente;
A semana passou normalmente, eu dando aulas na universidade pois sou professora de anatomia, mais sempre na volta para casa, dava uma passada com meu carro onde ele ficava a noite e com os vidros fechados dava uma parada do outo lado da rua e dava uma olhada nele junto com os outros mendigos conversando e se embriagando, inclusive no dia que passei a noite me prostituindo antes de ir embora para casa no final da minha conversa com o Jorge, peguei uns quinhentos reais de que eu tinha ganhado naquela noite com os programas e dei para ele poder passar a semana sem se matar na carroça recolhendo reciclagem e ganhar uma mixaria que mal dava para o cigarro a cachaça e se alimentar;
Na Sexta feira eu sai da universidade fui em casa, troquei de roupa pus um vestido simples branco curto decote v mais sem calcinha e nem sutiã, um sapato tênis branco, só coloquei um casaco preto nas costas pois tava muito frio, e parti para Vila Real um bairro próximo de onde moro em Balneário Camboriú, para o lugar onde ele ficava, deixei o carro em casa, passei na conveniência, tomei uma dose de vodka, comprei uma garrafa de conhaque macieira, e depois chamei um Uber e fui me encontrar com o Jorge como eu tinha combinado na semana anterior;
Chegando lá, desci do Uber na esquina da rua do puteiro na Vila Real onde ele estava a rua tava mais fedida que da outra vez, cheiro de fogueira apagada, mijo no muro, resto de comida azeda, vi a carroça encostada, o cobertor pendurado, o jorge tava sentado no chão, meio torto, copo de plástico na mão, ao redor: um magro sem dente, um gordo quieto, e um erceiro um alto, encardido, barba suja que eu ainda não tinha também visto pois da última vez estavam todos dormindo no chão com a cabeça coberta com o cobertor , pois como disse estava muito frio. —e também uma mulher sentada no meio-fio,
Ela era magra branca pele queimada, cabelo grudado, blusa rasgada, saia curta sem calcinha à mostra quando cruzava a perna, unha do pé preta, cheiro que chegava de longe: de mijo velho, suor, buceta sem lavar há dias; Jorge me viu e sorriu torto, já chapado.
— Chegou a a minha coroa — falou alto. eu disse — Falei que vinha...
Os três homens riram, a mulher só olhou, sem vergonha nenhuma e sem cerimônia cuspiu no chão e me olhou feio,
Eu me agachei na frente do Jorge, ignorei o fedor do grupo e beijei a boca dele, gosto de conhaque barato e cigarro, passei a mão no pau por cima da calça, e disse depois conversamos,
— Quero você debaixo da carroça agora, peguei a sacola com o conhaque e dei para ele
Ele riu, agradeceu, puxou o cobertor e revelou o colchão rasgado, manchado, e disse - Ainda tem uma garrafa de conhaque pela metade quer um gole? Depois abrimos a sua, ele serviu uma dose cheia num copo descartável virei de uma vez só, ele encheu o copo e fez o mesmo, olhei ao redor da carroça e percebia que bicho nenhum nem passava perto porque o cheiro era forte demais, me abaixei e entrei de quatro embaixo da carroça a parte que estava coberto com um lençol todo rasgado, o vestido subiu sozinho, Jorge desceu atrás de mim,.passou a mão na minha bunda que tava a mostra olhei para traz e sorri com aquela minha cara de puta safada, ele olhou para mim, abriu o zíper, tirou o pau monstruoso — cabeça larga, ainda com aquele sebo na dobra — já duro em riste , cuspiu na mão ajeitou a chapeleta na entrada do meu cú sem muita cerimônia disse: - Passei a semana pensando nesse cú, hoje vou querer de primeira foder esse rabo foi empurrando devagarinho a dor veio igual, ou pior do que da última vez que ele comeu meu cú. aquela pressão novamente de ser aberta à força, eu encostei a cara no colchão fedendo a mijo e empurrei a bunda pra trás, ele disse: — Isso, puta velha hoje eu acabo de arrombar esse seu cuzão de vez minha puta velha safada e vadia,    Madame cadela e puta de rua ... ele disse isso, já bem mais bêbado do que tava quando cheguei, agarrou no meu rabo de cavalo,e foi empurrando cada centímetro daquele 26 centímetros de pau até as bolas bater nas minhas nadegas, eu tava com tanto tesão esperando a semana toda por aquele momento de novo que gozei rápido, o cú apertando, ele xingando baixo, - sua puta velha safada, agora você é minha sua vadia, vou ser o seu macho número um daqui para frente sua cadela vadia, se apaixonou por esse pau né puta vadia? Ai ele aumentou o ritmo, começou a foder meu cú com força sem dó nem piedade, tirava o pau todo para fora, dava uma cuspida nojenta cheio de catarro e enfiava tudo num empurrão só de uma vez, comecei a gemer baixo depois mais auto e dizer: Fode meu cú seu filha da puta safado... acaba de arrombar meu cú meu nego gostoso... destrói meu cú de vez meu macho gotoso, arregaça o cú da sua puta velha vadia... meu cú é todo seu faz o que quiser com sua puta vadia... e comecei a convulsionar meu corpo estremeceu todo empurrei a bunda para traz e comecei a gozar gostoso, ele começou a bater na minha bunda, puxar meus cabelos e senti um jato de porra quente despejando dentro do meu cú, ai senti o pau dele murchando aos poucos dentro do meu cú, e ele saindo aos poucos, quando saiu, o pau tava melado de porra junto com um pouco de merda, pois por mais que eu cagava antes e tivesse higienizada , o pau dele ia parar dentro das minhas tripas, , ai ele me olhou, sentou do meu lado e disse,: - Fiz você se cagar de novo, e deu uma gargalhada, ai Ele pegou a garrafa de conhaque bebeu no bico, passou pra mim a garrafa e disse: - Bebe no bico sua puta safada agora você tá igual a nós... fedendo que nem uma puta mendiga de rua , peguei a garrafa da mão dele e dei uns três goles direto na garrafa Ardeu a goela desceu queimado mais desceu gostoso .... ajudando a aliviar a ardência e a dor que eu tava no rabo e amenizar o fedor que tava ali embaixo da carroça, dei um beijo na boca dele e entreguei de volta aí ele me disse: - Se prepara que a noite vai ser longa! E deu uma assobio alto, vi que levantou o lençol que cobria parte da carroça e apareceu olhando embaixo
um magro sem dente , que se abaixou e entrou ?debaixo da carroça, nem pediu pediu licença sem cerimônia e sem dizer nada, baixou a calça, pau fino e comprido ainda mole fedendo a cachaça e xixi, pegou no meu queixo   e disse: - chupa !   Me ajoelhei fique de quatro Olhei aquele pau ceboso pus na boca e senti aquele gosto azedo , ele também ajoelhado , sinto o pau quente e viscoso, com a mão puchei a pele que cobria a cabeça do pau o pau com gosto amargo de urina velha comecei a chupar e punhetar ele, o pau começou a endurecer na minha boca ele segura eu pelos cabelos e empurra o pau todinho na minha boca até a garganta, me engasgo saliva escorrendo no pau sujo, o cheiro fica mais forte impregna tudo, o pau dele fica bem duro na minha boca e continuo chupando por uns cinco minutos,   ai ele tira o pau da minha boca e diz: - fica de quatro Madame! Vou comer esse bucetão peludo de velha puta safada,! Atendi fiquei de quatro virei de costas ele de joelhos passou a mão na minha bunda abriu minhas nádegas, ficou olhando um pouco, ajeitou o pau na entrada da minha buceta e enfiou o pau de uma vez só o Jorge sentado do lado olhando tudo ficou de pau duro, se ajoelhou na minha frente segurou minha cabeça apontou aquela pau monstruoso ainda melado de porra e merda pois mau tinha se limpado depois que comeu meu cú, e pos na minha boca,, e ao mesmo tempo que o magro fodia minha buceta o Jorge fodia minha boca, percebi mais alguém entrando debaixo da carroça,, era o gordo ele sentou do lado e ficou na beira olhando , abaixou as calças e ficou batendo uma, olhei e vi um pau pequeno e mole, que foi endurecendo aos poucos,   o magro que tava fodendo minha buceta começou a gemer aumentou o ritmo e gozou dentro da minha buceta, senti escorrendo a porra quente na minha coxa, e derepente um líquido quente na minha bunda, era ele que tava mijando ali memo em sima da minha buda, o Jorge saiu de lado o gordo , se ajoelhou na minha frente enfiou o pau na minha boca deu umas duas estocadas e gozou rápido, senti aquele porra rala escorrendo da boca para o queixo a maior parte engoli tudo, o Jorge continuava sentado do meu lado como um amante guardião fiel, o gordo e o magro ajeitaram as roupas e sairam debaixo da carroça para o lado de fora, logo em seguida vejo o lençol sendo erguido de novo e entra o terceiro, um homem alto de unha preta olhou para   o Jorge e disse: - Cara eu tava olhando pelo buraco do lençol e tava vendo tudo, essa coroa tem um rabo lindo e gostoso, nunca vi uma velha dessa idade com uma bunda durinha e ainda em pé assim, no mínimo é silicone , e os dois começaram a dar gargalhada, me senti meio ofendida com o jeito que ele falou, e com as gargalhadas dos dois, mais eu tava tão exitada com tanto tesão com aquela situação toda, que nem me importei, até gostei pois tenho também meu lado submissa e gosto de humilhações na hora do sexo , ai ele olhou na minha cara e disse: Ai Madame fica de quatro abre esse cuzão que eu vou foder esse seu rabecão ! Me virei de bunda para ele de quatro de novo olhei para traz e vi ele abaixar as calças já com o pau duro médio, mais bem grosso e também uma chapeleta enorme, o bastante pra arder no rabo já usado que tava dolorido e ardendo por causa do pau do Jorge, , ele se abaixou, começou a beijar minha bunda e lamber meu cú, ai enfiou primeiro três dedos na minha buceta já toda melada e escorrendo porra ai enfiou quatro dedos e começou um vai e vem na minha buceta com a mão, com a outra mão ele começou a acariciar meu cú, depois enfiou o polegar e deu uma arreganhada no meu cú e disse: -O cú dessa coroa tá todo arrombado Jorge, você destruiu o cú da velha, o Jorge respondeu: - Que nada essa piranha gostosa já dá esse cú faz tempo, já deu o rabo para mais de um milhão de machos, já tava arrombado quando eu fodi esse cú a primeira vez, só fiz alargar mais ainda esse buracão já todo esgarçado, essas palavras de vez de me dar raiva fiquei ainda mais com tesão, olhei para traz e disse : Vamos ficar aqui de joelhos rezando ou você vai comer meu cú seu porra? Ele riu e disse: Calma Madame! Que fogueira é essa no rabo? Agora resolvi foder primeiro esse bucetão gostoso seu... , na mesma hora ele encaixou a cabeça do pau e empurrou todo de uma vez, dei um gritinho pois o pau dele não era enorme mais bem grosso com uma chapeleta enorme, ai ele me agarrou pela cintura e começou um vai e vem frenético, eu comecei a gemer de tesão e dor, aquele pau grosso puchando as carnes da minha buceta tudo para fora, a hora que ele tirava tudo, e empurrava para dentro de uma vez só comecei a gemer e gritar: ' Soca mais forte, porra, enfia esse pau até o fundo , fode com força nessa buceta caralho, ele tampou minha boca e disse: Fala baixo porra se algum carro que passar na rua alguém escuta chama a polícia sua histérica do caralho! Fiquei quetinha ele deu mais umas bombada na buceta enfiou o polegar de novo no meu cú, deu uma arreganhada, e tirou da buceta e enfiou de uma vez só no meu cú Quando aquele pau grosso saiu da minha buceta, eu senti o vazio de imediato… a buceta latejando, aberta, pingando, ainda no formato do pau dele, o segundo seguinte ele encostou a cabeça no meu cú e enfiou de uma vez só,
O ar sumiu, foi um soco seco, fundo, grosso pra caralho abrindo tudo de uma vez, eu senti o cú esticando no limite, queimando e ao mesmo tempo engolindo ele inteiro até o fundo, a buceta ainda estava molhada e aberta, e o pau veio direto dela, todo babado, e sumiu no meu rabo de uma tacada só, o barulho mudou, saiu aquele som mais apertado, mais fundo, de cú sendo arrombado de uma vez, eu senti ele pulsando lá dentro, grosso, enchendo, e a buceta vazia latejando embaixo, escorrendo,foi o tipo de enfiada que faz o corpo inteiro travar e a boca soltar um gemido baixo, sujo, de puta que acabou de levar o pau grosso no cú sem aviso, e Depois de uns dois minutos ele aumentou o ritmo no meu cú, e começou a socar mais rápido, mais fundo, o pau grosso saindo quase inteiro e enfiando de uma vez, aquele barulho apertado e molhado de rabo sendo arrombado sem dó. Aí ele começou a gozar, eu senti o pau latejar forte lá dentro, quente, enchendo meu cú de porra enquanto ele metia mais rápido ainda, ao mesmo tempo ele me esculachou no meu ouvido, voz baixa e nojenta: — Toma, puta. Toma porra no rabo, vadia arrombada, esse cuzão cagado nojento tá engolindo tudo, tá ? sua velha rabuda gostosa? Comi esse bucetão, agora tou enchendo esse seu cuzão arrombado de porra. Isso mesmo empurra a bunda para trás geme mesmo vagabunda vou rasgar esse rabo sua velha arrombada, Ele não parou de meter emquanto gozava Continuou socando em ritmo cada vez mais forte empurrando a porra mais fundo, e me xingando de puta, de vadia, de arrombada, de cú de merda que só serve pra levar pica grossa e porra, eu sentia o rabo latejando, aberto, cheio, a buceta embaixo ainda pingando, e ele falando cada vez mais sujo:
— Isso, engole essa porra, vadia do cú arrombado , de puta que fica levando rola grossa e leite no rabo sem reclamar, sua vagabunda nojenta! Nessa hora não aguentei de tanto tesão, Comecei a me mijar, o xixi saiu quente, descontrolado, escorrendo pela buceta aberta enquanto do meu cú começou a vazar aquela mistura nojenta: porra branca com merda, escorrendo lenta, suja, grudenta.
Ele olhou e começou a xingar na hora, voz nojenta: — Olha isso, velha porca nojenta docaralho, ,tá mijando e cagando porra ao mesmo tempo, sua imunda. Esse Cú arrombado não segura mais a merda tá frouxo? - que nojo vadia velha, sua cagona nojenta, puta do cú arrombando frouxo, olha isso cagou e mijou tudo aqui essa safada nojenta emporcalhou todo seu coxão Jorge ... ai ele parou de xingar
O pau dele ainda estava duro, sujo, e ele ficou olhando enquanto eu acabava de mijar ali de quatro um pouco de merda mole com porra escorria pelo rabo, se misturado com o xixi na minha buceta caindo tudo debaixo de mim no coxãozinho, e ele me chamando de velha nojenta, de cagona imunda, de cú de merda que só serve pra levar rola grossa e vazar porra e bosta, puchou meu vestido para baixo e limpou o pau na barra do meu vestido ajeitou a calça e saiu para fora ...Jorge sentado do lado olhando tudo riu, bebeu mais conhaque, passou a garrafa de novo eu virei o resto, cabeça já tava leve, a buceta e o cú abertos, pingando, o cheiro de porra, merda e e toda aquela sujeira misturado tudo dentro daquele espaço debaixo da carroça , o colchão mais sujo ainda, agora com uma poça de mijo e porra misturado com merda ...
Estávamos ai eu e o Jorge se olhando derepente a mulher entrou debaixo da carroça , olhou tudo em volta e disse: Que porra é essa Jorge que fedor do caralho, tá tudo cagado aqui... se ajoelhou na minha frente, pediu um gole de conhaque, o Jorge abriu a garrafa que eu trouxe , e ela deu uma talagada na boca da garrafa sentoudo meu lado com as pernas abertas o vestido levantou até a cintura, vi aquele bucetão peludo e ela ficou olhando para mim, ela olhoupara mim e disse: Quero você! apesar que tou vendo que tá como cú todo cagado, mais vai assim mesmo, adoro uma Madame puta velha que nem você, o Jorge passou a semana me falando de você, quero ver se é tudo isso mesmo, gostosa já vi que é , mais tava bem melhor a hora que chegou, e ai tem jeito? já sei que também é uma puta velha lésbica!!!   Me subiu um arrepio pela espinha fique super exitada é respodi: - O que acha que vim fazer aqui? - Só beber sua vadia safada! ela se deitou abriu a buceta com as mãos e disse: -Chupa sua puta nojenta! O cheiro bateu forte: buceta sebosa, mijo seco merda grudanda nos cabelos perto do cú. um azedo de quem não lava há dias, a saia dela toda suja olhei
O gosto era salgado, ácido, rançoso, lambi os lábios sujos, chupei o clitóris grudento, enfiei a língua no meio, ela gemeu baixo, segurou meu cabelo e esfregou a buceta na minha cara, o mijo velho misturado com o sebo encheu minha boca, eu engoli, passei a língua mais fundo, chupei até o queixo ficar melado, ai olhei para nos olhos dela e eu disse , em tom imperativo autoritário: - Vira e fica de quatro cadela gostosa!— Ela virou de quatro no colchão, a bunda suja na minha cara, não tinha limpado direito a bunda, Eu abri as nádegas dela e encostei a boca no cu. Merda velha ressecada grudada na borda, escura, rachada. Lambei. Casquinhas soltaram na língua. Gosto seco, amargo, terroso. A saliva amoleceu e virou ranço azedo. Desci pra buceta. Ela tava sem lavar a semana inteira e sem tomar banho. O cheiro subiu forte: suor velho, pele azeda, buceta fermentada. Nos cabelos perto do cú tinha merda ressecada misturada com o pelo sujo, grudada, escura. Passei a língua nos fios e na fenda. O gosto era pesado. Merda seca + buceta sem lavar + corpo sem banho. Áspero, rançoso, azedo, grudento. Ficava na língua, no céu da boca e no nariz ao mesmo tempo.
Lambi o cu de novo e voltei pra buceta. Tudo sujo. Ela gemeu. Eu continuei.
o cú tava escuro, com resto ressecado de merda na beira os cabelos do cú com resto de bolinhas de cocô pendurado no cabelo da buceta que é bem peluda , que parece que nunca nem aparou, cheiro forte de merda, abri as nádegas com as duas mãos, o fedor subiu, enfiei a língua mesmo assim, o gosto amargo, o cheiro pesado, a pele suja grudando, lambi em volta, enfiei a ponta da língua no buraco, chupei, ela empurrou a bunda pra trás enfiei o dedo do meio no cú delq e senti um troço grosso e duro no fundo, ai enfiei dois dedos no terceiro ela puchou minha mão disse:
- Vai rasgar meu cú sua puta do caralho , e isso que ta fazendo tá dando vontade de cagar... que que eu cago na sua cara sua puta velha nojenta porca do caralho? Tirei os dedos e continuei enfiando a língua no cú fedido dela , continuei chupando ; com aquela sena o Jorge ficou com tesão aquele pauzão monstruoso duro , na mesma hora,... ai ele se posicionou atrás de mim, encostou aquela chapeleta enorme no meu cú, e enfiou o pau de novo no meu rabo, enquanto isso eu comia o rabo da mulher com a boca, Eu de quatro, língua revezando no cú e na buceta imunda, o gosto era forte, azedo, quente, já escorrendo pelos cantos da boca, eu chupava com vontade, esticando a língua e sentindo o clitóris inchado, o cheiro pesado subindo pelo nariz, o quadril dela se mexendo na minha cara empurrando a bunda pra trás como se quisesse me afogar, enquanto isso o Jorge abriu meu cú com os polegares, encostou a cabeça daquele pau monstruoso, e empurrou, meu cú esticou, ardeu e o pau dele entrou de uma vez, eu senti as paredes se abrindo à força, o volume enorme enchendo tudo, o calor do pau dele lá dentro, as bolas pesadas batendo na minha bunda, cada estocada me fazia gemer abafado contra a bunda dela, e eu afundava ainda mais minha cara minha boca e meu nariz na bunda dela, o pau monstruoso dele socado todinho até as bolas no meu cú, meu corpo inteiro começoua tremer , o ardor no cú, a pressão no meu rabo, o gosto do cú e da buceta dela na boca, aquele pauzão monstruoso me fudendo fundo, eu tava presa no meio, chupando aquela cú imundo revezando linguada naquela buceta peluda nojenta fedendo a mijo cheirando podre de sebo suor, enquanto o Jorge me arrombava, não dava pra controlar, o prazer subiu misturado com a dor comecei a sentir meu corpo todo queimado uma tremedeira tomou conta do meu corpo inteiro comecei a convulsionar, empurrando minha bunda para sima daquele pauzão delicioso, e comecei a gozar sem nem conseguir pensar direito , senti ela gozando gemendo que nem uma cadela no cio, empurrada a bunda na minha cara, ao mesmo tempo o Jorge socando no meu cú com força sem dó nem piedade   senti ele gozando no meu cú , ai o Jorge tira o pau ainda duro do meu cu, sai junto porra misturada com merda escorrendo pela minha bunda minhas coxas e pelos   da minha buceta, ai ele dá um tapa forte na minha nádega, e diz: — Toma porca, cú sujo, puta safada, chupadora de cú e buceta, sua puta lésbica vadia nojenta...
O tapa estala, meu cu continua aberto um buraco enorme por causa daquele pau monstruoso de 26 centímetros com uma chapeleta enorme do tamanho de uma bola de snooker enfiado, enfiado todinho dentro do meu cú chegando nas tripas alargando arrombando tudo, fez uma pressão enorme e empurrou o pau dele para fora, e junto do pau sai pingando escorrendo toda aquela sujeira, porra merda sujeira que pedia espaço para sair do meu cú, ai ele pegou aquele pau ainda duro e esfregou na minha bunda e deu outro tapa, e sentou do meu lado , ela também se virou sentou do meu lado e disse para mim: - Deita de costas puta vadia, olhei para ela e atendi, ela veio por sima se ajoelhou em sima da minha cara pos o polegar na minha boca, abriu meus lábios e disse: '
- Abre a boca sua puta porca imunda nojenta vadia.... vou mijar na sua boca eu tava deitada, boca aberta, ela ajoelhada em cima de mim com ela com as pernas bem abertas, Mandou eu abrir bem bem a boca -: Eu abri,
A buceta peluda dela ficou bem na minha cara: cheia de sebo, fedendo forte, o cheiro azedo e gorduroso misturado com o do cú que tava logo atrás, fedendo merda , o jato veio quente e forte direto na língua, o gosto amargo e salgado encheu a boca de uma vez, o cheiro pesado da buceta suja e do cú subiu pelo nariz junto com o da mijada O líquido quente escorreu pelos cantos da boca, molhou o queixo, o pescoço, os peitos, eu engoli o que dava ,e o resto vazou, ela continuou mijando em cima de mim o jato pulsando, me enchendo a boca de novo quase engasguei começou a me dar ânsia de vômito enquanto eu sentia aquele fedor da buceta peluda cheia de sebo e do cú fedendo merda bem perto do meu nariz, respirei fundo tomei fôlego e continuei abri minha boca e continuei a receber aquele líquido amarelo salgado ácido na boca e pelo corpo todo, minha buceta latejava, eu tava toda molhada, com o gosto dela na boca, o cheiro forte grudado e o corpo quente, não conseguia pensar em outra coisa, a não ser o tesão a excitação enorme que eu tava com
o cheiro de merda, mijo, porra e conhaque tudo isso preso debaixo da carroça, infestado aquele ambiente, ela acabou de mijar percebi O bucetão peludo dela tava logo acima, inchado, molhado, pingando o resto do xixi em fios finos na minha cara. O cheiro forte, quente, ácido.
Aí eu vi o cú dela começar a abrir devagarinho. O anel se distendendo, o buraco escuro se alargando. Saiu um troço enorme e grosso em direção da minha cara. Eu com o nariz perto do cú dela, boca aberta ainda recebendo o resto do xixi, O troço saiu. Eu virei a cara. Ele escorregou pela minha bochecha, passou por cima dos meus peitos, deixou um rastro quente e úmido e caiu de lado no meu corpo no coxãozinho perto da minha cara.., pesado, quente ,; eu gosto de cheiro forte corpo sem lavar..
olfactofilia ---> Cheiro natural do corpo (suor, pele, sexo) ? olfatofilia / osmolagnia Cheiro bem forte, “sujo”, de quem ficou dias sem se lavar ? misofilia ,   Mas na hora deu ânsia, nojo e vontade de vomitar de novo, novamente respirei fundo e segurei a vontade de vomitar, ela abaixou mais Esfregou com força aquele cuzão sujo na minha cara no meu nariz na minha boca, O fedor colou na minha pele, deu nojo misturado com tesão, mesmo assim eu respirei fundo, segurei o vômito,deixei ela continuar, porque o tesão, a excitação, falou mais alto, ela continuou a esfregar o cú sujo na minha cara., passou o anel quente e sujo pela minha boca, pelo meu nariz, pela minha bochecha de novo, Esfregou devagar primeiro, depois com mais força, o cú sujo colando na minha pele, o cheiro pesado batendo fundo, ela a rebolou em cima de mim, o cú sujo esfregando de um lado pro outro no meu rosto, o bucetão peludo molhado batendo no meu queixo, xixi que ainda pingava misturava com o resto que já tava na minha cara.Ela segurou minha cabeça e pressionou o cú sujo contra minha boca e meu nariz, eu deitada ali, cara toda marcada borradad e merda, peitos sujos, o troço grosso ainda quente no meu lado perto do meu rosto ao lado do coxãozinho .Ela acabou. Sentou do meu lado. Passou a mão naquele troço, que tava do meu lado depois deslizou as mãos na poça de mijo que tava no chão cheio de sujeira fezes misturado com porra. merda e terra, esfregou a mão por toda a minha cara. Boca, nariz, bochecha, testa. Tudo. Bem sujo., ai ela saiu de sima de mim sentou do meu lado olhou pra mim e falou:
— Gostou, sua puta velha vadia nojenta? Olha a sua cara, toda suja de xixi e de cocô, fedendo que nem lixo, ficou deitada embaixo de mim igual uma cadela, de boca aberta, tomando mijo, deixando eu esfregar o cú sujo na sua cara, percebi você se segurando o vômito pra eu continuar, que nojo, puta velha, nojenta imunda vadia cara de merda!— saiba duma coisa sua vadia, eu gosto de macho, de homem, mas adoro humilhar uma puta velha lésbica que nem você, e você, sua cadela safada, fez eu gozar gostoso como nenhuma lésbica safada tinha feito até hoje. tenho meu lado lésbica também... Olhou para o Jorge e disse: — Tua coroa é doida Jorge, , ai ela passou a mão nos meus peitos, desceu pela minha barriga, passou a mão na minha buceta mecheu no meu clitóris enfiou o dedo do meio na minha buceta, levou o dedo a boca, chupou o dedo, olhou para mim e cuspiu na minha cara e disse: - Olha só pra você - Velha safada, puta nojenta imunda ta toda mijada , toda suja de merda, minha e sua, cara cuspida, também melada de merda minha , toda molhada com meu mijo , sua Lésbica nojenta imunda cadela, adorei você cadela, mesmo tando morrendo de nojo de você com vontade de vomitar na sua cara em sima de você. mais mesmo assim adorei tudo isso... Ela deu uma lambida na minha cara e falou:
— Puta velha safada nojenta imunda. safada gostosa do caralho... ; Se levantou, deu mais uma cuspida no chão e saiu pra fora, E disse:
— Vê se volta sempre vadia gostosa, e foi sentar junto com os outros que tavam do lado de fora fumando cigarro, e tomando cachaça , e comentando tudo que tava acontecendo, dava para escutar pois estavam encostados na parede do lado da carroça do Jorge , pedi um gole de conhaque para o Jorge, ele me passou a garrafa, já tava quase na metade, dei uma talagada na boca da garrafa mesmo. tomei um belo de um gole, passei a garrafa para o Jorge e ele fez o mesmo, ele passou a mão carinhosamente no meu rosto todo sujo e melado, ele me beijou gostoso.,mesmo eu fedendo a merda e a xixi, mesmo com a boca podre de ter chupado a buceta e o cú cagado dela. Eu nunca tinha participado disso numa dimensão dessa muito menos com mendigos mesmo eu tendo tesão e curtindo olfatofilia / osmolagnia misofilia maschalagnia
nem de longe. E com certeza o jorge também não, Mesmo com essa nojeira toda, ele disse:
— Tô apaixonado por você Gorete!
Ai me beijou assim mesmo de língua, escorregando a mão pelo meu corpo todo que também tava todo sujo de merda e molhado de xixi depois passei a mão no pau dele ,tava duro de novo, me ajoelhei., só deu pra colocar a cabeça do pau na boca, porque o pau era monstruoso, chapeleta do tamanho de uma bola de sinuca. ,tava fedendo a mijo, um cheiro horrível de coisa podre, mesmo assim chupei com fome por uns cinco minutos, a cabeça enorme enchendo a boca, a pele grosso da chapeleta batendo nos lábios, o gosto azedo de xixi na língua, eu chupando, baba escorrendo, o fedor subindo no nariz, a garganta forçando, depois ajoelhei em cima dele, de frente pra ele, encaixei aquele pauzão enorme na entrada da buceta., a chapeleta forçou a entrada, esticando, empurrando.,fui sentando devagar, sentindo o pau escorregar pra dentro, grosso, quente, rasgando a buceta aos poucos, até bater as bolas na minha bunda, vinte e seis centímetros de pau,aquela dor e ardência, a buceta queimando, esticada no limite, o pau enchendo tudo, mesmo assim fiquei firme, por uns dez minutos cavalgando,subindo e descendo, o pau inteiro saindo e entrando, a chapeleta puxando a pele da buceta, a dor latejando, o tesão misturado, eu gemendo, o corpo tremendo, sentanda até o fundo, as bolas batendo na bunda, me levantei um pouco, o pau saiu da buceta, grosso, molhado, brilhando, com a mão encaixei na entrada do meu cú, forcei um pouco, o pau foi entrando, rasgando, dilacerando, arrombando tudo, uma ma dor insuportável, mesmo ele já tendo fodido meu cú a pouco tempo atrás, o buraco não aguentava aquele monstro, a cabeça enorme forçando o anel, a chapeleta empurrando pra dentro, o pau grosso abrindo, rasgando a carne, queimando por dentro, eu senti tudo dilacerar, o cú arrombando centímetro por centímetro, uma dor enorme aguda, insuportável, que subia pela barriga, fechava a garganta, fazia os olhos encherem d’água, eu tremia, gemia, a respiração travava, parecia que ia rachar ao meio,
mas a excitação e o tesão falaram mais alto, aguentei firme, fui descendo, o pau entrou inteiro, vinte e seis centímetros no rabo, as bolas encostando na minha bunda, o cú arrombado, latejando, queimando, destruído, ele começou a foder., eu em cima, sentando, aguentando cada estocada, cada vez que o pau saía e voltava, rasgava de novo, dor insuportável, sofrimento, o cú pulsando, aberto à força, a carne ardendo, eu chorava e gozava ao mesmo tempo, ele começou a gozar dentro do meu cú, no meu rabo, jatos quentes de porra enchendo o cú arrombado e ele me chamando de puta nojenta, ao mesmo tempo eu gozei junto, o corpo tremeu inteiro, convulsionou um gozo histérico, violento, que veio do fundo, misturado com a dor, as pernas falharam , e sentindo ele gozando fundo no meu cu me xingando mais ainda:
-Toma, puta velha arrombada, sua vadia nojenta, sua porca imunda, sua vagabunda safada, engole essa porra com esse cú arrombado, sua merda , sua puta barata, sua cadela nojenta, sua porra de lixo, sua velha imunda, nojenta sua arrombada , sua vadia sem vergonha, toma tudo, sua porca, sua puta, sua vagabunda, sua merda, , gozei também e gritando: -Tô gozando, caralho, seu filho da puta, enfia tudo seu desgraçado, sou sua puta, faz o que quiser com sua puta, caralho....   ele gozou tirou o pau, saiu porra misturada com merda., me xingou: Sua puta cagona de merda! depois se ajoelhou, esfregou o pau sujo na minha cara e limpou o resto na barra do meu vestido, eu caí de lado., a porra misturada com merda escorrendo do
Meu cú arrombando dilacerado.,destrozado, o corpo se contorcendo, tremendo sem parar, e eu desmaiei, apaguei Acordei com ele de joelhos., o pau monstruoso na minha cara com ele mijando no meu rosto e no corpo todo, o xixi quente saindo forte da cabeça enorme, batendo na minha boca, no nariz, nos olhos, escorrendo pelo pescoço, pelos peitos, pela barriga, pelas pernas,   escorrendo pela minha buceta e o rego da bunda, cheiro de mijo misturado com merda, porra e suor, eu ainda mole abria os olhos aquela sensação total esgotamento físico, cú arrombado latejando, a cara recebendo o jato, ele em cima, de joelhos, mijando em mim inteira.
E disse:— Acordou, minha puta safada., acordei você do jeito que gosta, Pegou o pau já mole, bateu com ele na minha cara., se abaixou e me beijou de novo, um beijo apaixonado, pegou no meu queixo e disse: — Realmente tô apaixonado por essa Madame! Que na verdade é uma puta velha vadia nojenta, mais toda gostosa, maravilhosa, perfeita, toda linda. Um tesão de mulher , e fode gostoso como eu nunca tinha visto nessa minha vida inteira..... pegou a garrafa de conhaque deu um gole, me ofereceu e peguei e fiz o mesmo... e ficamos se olhando um pouquinho.... ai Saímos debaixo da carroça Pegamos a garrafa de conhaque e fomos sentar com os outros quatro: os três homens e a mulher. Os mesmos que me humilharam, me usaram e me abusaram quase a noite toda.
Sentei no chão com eles. Passei a garrafa. O vestido sujo no meio da roda. Eles olharam, riram, comentaram. Eu bebi, escutei, fiquei quetinha. Fiquei ali, sentada puta deles, suja, no meio dos mendigos, escutando eles conversando como se aquilo fosse o normal.
A mulher cutucou meu joelho com o pé e disse:
— Vestido branco de noiva de mendigo, sua porca, sua arrombada ainda tá com o cú e a buceta escorrendo porra e a boca fedendo a pau e buceta né, ela passou a mão por baixo do meu vestido e falou baixo, no meu ouvido:
— Tá podre, tá molhada de mijo, tá fedendo a merda, sua buceta nojenta tá fedida né sua puta imunda, se levantou na minha frente pegou na minha mão e mandou eu levantar fiz o que ela mandou , levantou meu vestido até o pescoço fiquei praticamente nua no meio da rua, o, peito de fora, buceta à mostra, o corpo marcado da noite, ai ela começou a falar do meu corpo pra eles: — Olha essa porca, peito sujo, barriga suja, coxa suja toda mijada e suja de merda, fez eu dar uma volta e disse, ficar de bunda virada para os homens, passou a mão na minha bunda e mostrou para os homens e disse: -Cara de vadia. Nojenta. Imunda. Velha puta.
Os homens riram. Eu fiquei parada, nua no meio deles, sentindo vergonha e tesão, eu em pé, bunda virada pra eles, Ela chega por trás e passa a mão devagar na minha bunda e diz : ainda tá melada de merda porra e mijo, a merda ainda ta grudada no rabo dela, ta emplastado tá fria por fora, quente por baixo, grudada nesse cú arrombado ,Ela esfrega a palma, sente o peso, puxa os dedos e levanta pra eles verem., faz eu virar de frente e mostra minha buceta eu fico de pé, pernas abertas, ela puxa os pelos da minha buceta e abre com a outra mão, chega perto e fala alto: — Tua buceta tá fedendo, tá podre,
Ela puxa os pelos pra cima, mostra o emaranhado. — Os pelos tão tudo embolado, Tudo sujo, a buceta ne abre direito, ta um grude só, enfia o dedo na minha buceta e põe na minha boca e diz:   - Sente o gosto dos machos que te foderam sua puta velha imunda! Passa a mão na minha buceta de novo,   sacode o tufo de pelos tudo grudado na virilha, na frente deles, escorregando o dedo na a buceta aberta e repete:— Fedendo, podre, suja sua puta velha imunda! Eu fico estatística me tremendo de frio, exitada. Um tesão diferente, com aquela exibição e humilhações, mais parada adorado tudo aquilo, totalmente diferente de tudo que já tinha experimentado na minha vida inteira , ai disse para ela -Tou um pouco nervosa, deu vontade de ir no banheiro... vontade de cagar.... ela disse: - Banheiro para cagar? Deu uma gargalhada e disse: -Já viu mendiga de rua ter banheiro para cagar de madrugada? - Se abaixa ai fica de cócoras e caga aqui mesmo na rua, sua puta velha vagabunda e nojenta, e faz mais esse show para a gente ver? — não tava aguentando mais me agachei fiquei de cócoras sentada em sima do tornozelo na frente de todos e comecei a cagar ali mesmo, no mesmo instante o cú se abre um pedaço grosso, escuro e comprido começa a sair devagar, pesado, se esticando até quase tocar o asfalto caiu com um som mole e úmido, logo em seguida a caganeira líquida desaba tudo de uma vez, quente, amarela-escura, espirrando no chão e respingando nas minhas pernas , na minha bunda e na buceta, no meu sapato e e no sapato dela a minha algoz, ao mesmo tempo o mijo saiu com força, misturando com a merda numa poça fedida que escorre pela rua em direção aos pés dos mendigos, eu continuo agachada, o cú ainda aberto e pingando, a merda continua escorrendo, o cheiro sobe forte, a minha algoz a mulher não recua fica em pé na minha frente os quatro mendigos inclusive o Jorge ficam parados na calçada, olhando o meu cú saindo merda sujo, a poça se formando no asfalto e eu cagando e mijando na rua na frente de todo mundo.Minha algoz ficou em pé bem na minha frente. Os quatro mendigos sentados na calçada olhando. Ela não faltou nada. Só levantou o vestido até a cintura. Não tinha calcinha. Aquela buceta enorme, peluda, os pelos pretos sujos e grudados, fedendo a xoxota azeda. Ela abriu as pernas, encostou o bucetão na minha cara e mandou:— Abre a boca sua porca nojenta imunda vadia...
Eu abri. O jato de mijo dela veio quente e grosso, batendo direto na língua, enchendo a boca, escorrendo pela cara, no cabelo, no pescoço. Ela mijava com força e ao mesmo tempo esfregava aquele bucetão peludo e fedido na minha cara, os pelos molhados raspando no nariz e na boca, o cheiro de xoxota suja misturado com a merda que ainda escorria do meu cu.
O mijo dela descia pela minha garganta e pingava no chão, juntando com a poça que eu tinha feito. Ela continuou esfregando, passando a buceta inteira na minha cara, o clitóris e o buraco molhado batendo na minha boca aberta. Minha própria buceta tava encharcada, latejando, o tesão subindo mesmo com merda escorrendo de mim.
Quando parou de mijar, ainda pingando um pouco na minha língua, ela puxou meu cabelo e xingou:— Chupa, sua porca nojenta. Chupa essa buceta fedida agora. Eu atendi. Encostei a boca naquela buceta peluda e suja, chupei os lábios gordos, chupei o clitóris, enfiei a língua no buraco que ainda gotejava. O gosto era azedo, ácido forte, de xoxota não lavada com urina quente. Eu chupava com vontade, lambendo os pelos molhados, a cara toda molhada de mijo dela, enquanto ela segurava minha cabeça contra a buceta e os mendigos continuavam sentados na calçada olhando eu de cócoras, cagada, com a cara enterrada na xoxota da minha algoz no meio da rua. Fiquei tonta, desequilibrada, as pernas fraquejando. Caí sentada em cima daquela sujeira toda. A merda quente grudou direto na minha bunda nua e na buceta, O vestido ficou encharcado atrás. O cheiro subiu forte. Minha algoz me olhou nos olhos. Deu aquela risadinha maliciosa, de sarcasmo. E disse: - fica de joelhos sua puta porca imunda nojenta! sem saber o que ela planejava atendi, me ajoelhei ela pegou pelo meu cabelo e apontou para aquele troço enorme de merda esticada no asfalto e disse: Lambe esse troço resisti , ela puchou eu pelos cabelos e empurrou minha cara naquela troço segurou minha cara por uns segundos e levantou minha cabeça de novo e ficou rindo e me olhando ai ela mandou eu levantar os braços levantei os braços atendi, ela se abaixou pegou na barra do meu vestido puchou para sima e tirou pela minha cabeça e jogou de lado no chão, e me deixou completamente nua, eu disse: - Não faz isso, por favor se passa alguém aqui vão chamar a polícia... ela respondeu: - Cala a boca puta vagabunda, ainda não percebeu que não passa ninguém nessa rua de madrugada? Tentei questionar: e disse- Ja percebi que ja passou alguns carros e até deram uma paradinha e de longe ficaram olhando ,, ela deu um tapa na minha cara e disse: - Que se foda! Vai correr o risco, Agora vamos até o fim vadia, ai ela virou para os quatro mendigos na calçada, inclusive o Jorge, e falou:— O que estão esperando? Terminem o show. Tô vendo vocês tudo de pau duro. Fazem ela chupar vocês. Depois mijam todos em sima dessa puta velha nojenta porca imunda... Eles vieram. Abriram as calças sujas e tiraram o pau. Quatro paus duros, sujos, a pele oleosa, a cabeça úmida, o cheiro podre de porra velha, de mijo antigo e de saco que não lava. Pior do que antes. Um fedor grosso que misturou com a merda em que eu estava no chão , eles chegaram todos perto da minha cara e disputaram minha boca. O Jorge enfiou primeiro. O pau fedido entrou forçando minha boca entrou só a chapeleta e um pedaço daquele pauzão monstruoso senti na minha minha língua e na boca toda aquele gosto rançoso, salgado, de porra seca e merda que ele tinha arrancando do meu cú, pois gaguei no pau dele e ele não limpou direito, Outro tentou entrar junto, não deu,   ai o Jorge tirou o pau e outro veio de novo e enfiou o pau na minha boca numa estocada só que foi parar na garganta, engasguei e comecei a tossir, ele puxou minha cabeça e começou a foder minha boca O terceiro esfregou a glande suja na minha cara, no nariz, nos meus seios , o cara continuava fodendo minha boca o que tava esfregando o pau nos meus peitos enfiou o pau também na minha boca junto com o que já tava , os dois disputando minha boca, Os dois paus entraram de ao poucos e abriram tudo. Os cantos dos lábios puxaram, arderam, quase cederam. Não cabia. Eu sentia a pele esticando, a boca aberta demais, os dois se empurrando dentro e meu lábio quase rachando de tão forçado.
Saliva escorrendo, queixo molhado, boca inchada e doendo. Quase rasgada, mas ainda aguentando os dois ao mesmo tempo.
a saliva e gosto podre escorrendo pelo queixo. Eles gemiam, empurravam, puxavam meu cabelo, seguravam meu queixo. Minha algoz ficou olhando, o vestido dela ainda na cintura, a buceta peluda à mostra.— e dizia - Isso, sua porca. Engole esses paus nojentos. Os dois começaram a gemer ao mesmo tempo seguraram meu cabelo e começaram a gozar juntos uma enxurrada de Porra quente, grossa, amarelada, de gosto rançoso, encheu minha boca. Saiu tanto que escorreu pelos cantos da boca pelo queixo, escorreu pelos peitos barriga , Eu engoli o que deu. O resto ficou na língua, viscoso, fedido.
Eles tiraram o pau da minha boca, ainda durinho e pingando leite. Apontaram para mim e começaram a mijar. Os jatos vieram forte, quente, amarelo-escuro, batendo na minha cara, na boca aberta, no cabelo, nos peitos. O mijo misturou com a porra que ainda escorria dos meus lábios. Desceu pelo pescoço pelos peitos e escorreu para a barriga pelos pubianos da minha buceta e se juntou com a merda em que eu estava em sima ajoelhada , O Jorge e o outro que estavam se punhetando vieram e gozaram nos meus peitos na minha cara nos olhos cabelos. Jatos brancos e amarelados, cheiro forte de porra velha, grudando nos mamilos e escorrendo. Depois apontaram o pau na minha cabeça e mijaram , descendo o mijo pelo rosto lavando a porra a merda toda grudada no rosto uma cachoeira de urina quente que escorria da cabeça para corpo todo descendo para os seios até a buceta suja., Eu continuei ajoelhada nua em cima daquela poça noj de Merda, mijo meu, mijo deles, porra de quatro homens. A pele toda molhada, grudenta, o cheiro insuportável de porra azeda, urina e fezes. A buceta latejava, suja, aberta, o tesão ainda ali enquanto o mijo deles escorria pelo meu corpo inteiro no meio da rua., Minha algoz olhou, riu sarcástica de novo e falou: — Olha o estado dessa porca. Toda gozada e mijada. Rapazes Terminou o show. E saiu sentou na calçada pegou a garrafa de pinga e começou a beber, O Jorge se aproximou. Mesmo com o pau ainda mole e pingando, estendeu a mão, pegou na minha mão suja me levantou e me puxou contra o peito. Me abraçou forte. Eu tava toda coberta: porra grudada no cabelo, no rosto, nos peitos, mijo escorrendo pelo corpo merda na bunda e na buceta. Ele não se importou. Apertou meu corpo molhado contra a roupa suja dele. O cheiro dos dois se misturou — porra velha, urina, fezes — bem colado no pescoço dele.
Ele falou baixo, quase no meu ouvido:
— Desculpa! Eu encostei a cara no peito dele, a boca ainda com gosto da porra de todos, e respondi:
— Não esquenta. Acho que quando eu vim te encontrar na maloca meu inconsciente já tava querendo isso. Realmente nem de longe achei que ia ser assim… mas adorei. Já gozei umas dez vezes hoje. Enquanto eu falava, o mijo ainda escorria entre minhas pernas, a porra esfriando na pele, a buceta latejando suja contra a coxa dele. Ele passou a mão nas minhas costas molhadas, desceu até a bunda cagada e apertou. Eu beijei o pescoço dele, sujo, e fiquei ali abraçada, nua em pé no meio naquela poça no meio da rua, com o Jorge me abraçando mesmo depois de todos terem gozado e mijado em mim. Minha algoz ficou olhando de longe, calada. Os outros três mendigos também. Só eu e o Jorge naquele abraço nojento e apertado, o corpo inteiro lambuzado, o tesão ainda pulando mesmo depois de tudo Eu ainda tava agarrada no Jorge, nua, o vestido no chão, o corpo inteiro sujo de porra, mijo e merda, quando vi os dois carros vindo devagar, farol alto, a luz bateu direto em nós, pararam bem do meu lado e do Jorge, as janelas desceram, vozes jovens, risadas, escutei eles dizer
— Olha só, mano, o cara tá fudendo a coroa no meio da rua! Ela Tá pelada!
— Olha só que cuzão! Essa coroa tem....   tá com tudo   hein negão!
— Mano, parece que a coroa tá toda cagada!, o bundão dela tá cheio de bosta!
Eles gargalharam, o farol não deixava esconder nada: eu nua agarrada no Jorge, eu fiquei totalmente assustada, apertei ele com mais força, enterrei o rosto no pescoço dele, tremendo, tentando sumir.
Ficaram uns segundos olhando e rindo, aí um gritou:— Olha, mano, essa coroa é parecida com a professora de anatomia...
O outro respondeu:
— Tá louco mano! Nada a ver!
- Mano conheço essa bunda já toquei várias punheta pensando nela , o corpo as pernas o cabelo a altura tudo, é ela sim mano! , os mendigos devem estar catando ela na marra... a minha última aula ontem foi com ela ,
- Cala boca mano você encheu a cara tá chapado tá vendo coisa....No mesmo instante arrancaram cantando pneu, os risos se afastando rua abaixo. Eu continuei agarrada no Jorge, nua e fedida no meio da rua, o coração disparado, e disse: — São meus alunos, eu conheci as vozes, tô fudida... ele me abraçou mais forte e disse: — Não viram sua cara, relaxa... Aí minha algoz veio ao meu encontro, pegou meu vestido no chão todo sujo e me ajudou a vestir, levantei os braços ela começou a por o vestido por sima foi puchando para baixo, o pano sujo foi descendo pelo meu corpo todo lambuzado, desceu o tecido pelos peitos todo mijado cheiro de porra barriga toda molhada e suja pela bunda ainda cagada, pela buceta molhada de porra e mijo, o vestido ficou colado na pele, manchado, transparente em alguns pontos, e o cheiro subindo forte, eu continuei tremendo, de frio e apavorada com o que tinha acabado de acontecer, Minha algoz terminou de me ajudar a vestir. O vestido colou na pele suja, manchado de merda, mijo e porra. Outro mendigo trouxe meu casaco e me ajudou a vestir,   minha algoz me olhou de perto e falou baixo, sem sorrir: — Tem hora que eu tenho nojo de você. Desse corpo imundo todo cagado, mijado, gozado. Dessa cara de porca nojenta imunda , Mas o meu lado lésbica algoz ficou apaixonada., Ela passou o polegar no meu queixo, ainda com resto de porra, e segurou meu rosto. — Nojo e tesão juntos. É assim que eu te quero. Suja. Humilhada. Minha escrava.
Eu fiquei parada, o vestido grudado, o cheiro subindo, o coração ainda disparado por causa dos alunos, agarrada no Jorge e olhando nos olhos dela.e ela continuou a dizer:
- Mesmo assim a vadia é uma gostosa, me da um tesão enorme, empurrou o Jorge de lado Passou a mão na minha buceta, apertou meus peitos e me beijou na boca, Eu beijei de volta e falei no meio do beijo: Como você se chama? Ela respondeu: - Neiva... eu disse: : - Neiva eu disse para o Jorge que ia tirar o Jorge dessa situação e vou tirar você também , vou arrumar um lugar para vocês morar e uma maneira de vocês terem uma renda digna , as demais necessidades que precisarem eu vou suprir, não sou rica mais tenho uma ótima renda, e uma estabilidade financeira muito boa que da para ajudar vocês dois tranquilamente.. sem pesar no meu orçamento mensal.... Você aceita eu te ajudar   Ela imediatamente respondeu sem pensar: - Aceito. Porra, aceito. [...] Mas tem um porém, madame. Eu não vou ser comandada por você. [...] Eu quero ser a sua algoz. E você, a minha escrava sexual. Você aceita?:
respondi: — Aceito. Você é a minha algoz. Eu sou a sua escrava sexual. você vai fazer comigo o que quiser de hoje em diante ...
Ela deu uma risadinha sarcástica com um olhar de Sadismo me agarrou pelo cabelo e disse:
— Claro que aceita, sua puta. Sua cadela. Sua vadia velha. Sua porca. Sua boca de lixo. Porca nojenta imunda do caralho,   Cuspiu na minha cara. Catarro na testa, no olho, pois o.polegsr na minha boca fez eu abrir cuspiu e disse.— Engole, sua vadia nojenta e Fica de joelhos agora sua puta rampeira vagabunda!
atendi ajoelhei no asfalto. Ela levantou o vestido, sem calcinha, e enfiou a buceta na minha boca.
e disse: — Chupa minha buceta minha puta minha escrava arrombada, sua nojenta professora de merda vagabunda puta de mendigo de rua. Eu fiquei extremamente exitada e Chupei aquele bucetão peludo com os pelos tudo embolado embaraçado com sujeira seca tudo colado um no outro um fedor horrível de mijo de buceta sem lavar a dias, mais mesmo assim chupei... Depois ela virou a bunda, abriu as nádegas e pôs o cú na minha cara. E disse: — Chupa o cú. Lambe. Enfia a língua. Se tiver merda, engole. Sua boca é minha privada, sua porca imunda nojenta , atendi o que ela mandou abri as nádegas mais um pouco o cú dela tava cheio de sujeira de ela sentar no chão sem calcinha, aquele cuzão sujo peludo Chupei. O Jorge só olhando O cú dela além de cabeludo, tava fedido e sujo. Pelos pretos, grossos, embolados, grudados de merda na beira. Se via que Ela não limpa direito a bunda depois de cagar, O buraco escuro, o cheiro pesado, resto de merda ressecada colada nos pelos , Ela abriu as nádegas e pôs na minha cara. Cheirei. O fedor subiu inteiro. Passei a língua na beira suja. O gosto era horrível: amargo, rançoso, de bosta velha e pelo encardido. Os fios embolados entraram na minha boca, arranharam o lábio, vieram com a saliva. Lambi em volta. Enfiei a ponta da língua no buraco. Chupei o anel. Sugei. O gosto ficou mais forte, quente, podre. O pelo enchia a boca. Um fio grudou no céu da boca. A baba escorreu no queixo, misturada com a sujeira das beiradas
Enfiei a cara no cú dela. Nariz no pelo fedido. Língua dentro. Lábio na merda da beira. Chupei de novo. aquele gosto de merda o cú cabeludo, fedido e sujo na minha boca. Ela puxou meu cabelo, me levantou e cuspiu de novo na cara. e disse: — Puta. Cadela. Vadia. Porca. Arrombada. Boca de cú. Cara de de vadia cadela nojenta imunda, De hoje em diante é assim: sou sua amante algoz e você minha puta escrava sexual entendeu vagabunda boca de cú? Me chama de sua dona!!! Nesse momento pensei: " deixa ela pensar que vai ser sempre desse jeito uma pirralha de 27 anos não sabe a experiência que tem uma mulher na minha idade, quê aceita ser totalmente submissa, e gosto disso... mais que também sou uma mulher dominadora, e na hora certa vou vou dar o tronco , vou ser algoz dela, e ela vai receber tudo volta e mais um pouco toda humilhação    e ser reduzida a objeto, a algo ridículo nojento e ainda assim ser desejada, como fez comigo. Sublimação para mim é tudo isso , e é o ponto alto: a humilhação confirma que o outro tem poder real naquele momento." E isso da satisfação plena para ps dois, Mais abaixei meus olhos, e a cabeça e respondi: — Entendi, minha dona. de agora em diante sou sua puta, Sua vagabunda nojenta e imunda, sua total escrava sexual de todos seus desejos fethiches e fantasias....Ela disse: - isso mesmo sua puta velha lésbica vagabunda safada, é assim que eu gosto e é assim que eu quero e é assim que vai ser de hoje em diante,... ela deu mais uma cuspida na minha cara me beijou de língua novamente um beijo longo apaixonado cheio de cuspe viscoso a boca com um mal hálito horrível fedendo a cachaça, parou de beijar, deu uma risadinha sarcástica mandou eu levantar a cabeça e olhar para ela e me deu um empurrão para sima do Jorge.... isso na hora me deu uma excitação um tesão indescritível minha bexiga soltou e comecei a mijar o mijo escorrendo pelas minhas pernas entrando um pouco nos meus sapatos e o resto escorrendo pela rua em direção da calçada onde estava sentados os outros três homens, ela deu uma risada alta olhou aquele mijo escorrendo e disse: além dessa nojenta imunda ser cagona também e mijona saiu andando em direção dos homens sentados na calçada, pegou uma garrafa de cachaça que tava na mão de um deles pos a garrafa na boca e deu uma talagada veio na minha direção mostrou a garrafa para mim e disse; -Bebe um gole vadia! Respondi, -Não o sou chegada em pinga pura, ela respondeu: -Não tou fazendo nenhuma gentileza tou mandando você beber sua puta do caralho! Puta de rua mulher de mendigo não escolhe o que beber... toma o que tem... , Peguei a garrafa da mão dela e dei um gole grande que desceu queimando minha garganta , me engasguei e quase vomitei, ela esticou a mão apertou meu nariz tapou minha boca e disse: - Se vomitar vou fazer você lamber todo o vômito que cair no chão misturado com essa merda e mijo todo que tá no chão , puta nojenta imunda do caralho, .. engoli fundo e segurei o vômito , Olhei para o Jorge e disse: -Tá amanhecendo tenho que ir para casa, mais no estado que estou Uber nenhum do mundo vai querer me levar, ele disse, - Vamos até o puteiro da Luiza essa hora ta fechando mais ainda ela tá lá fechando o caixa, ela deixa você tomar um banho , e te arruma umas roupas, eu disse:
-Tudo bem vamos então! dei uma olhada para Neiva e o Jorge e disse:, - Neiva...Jorge pega os seus bens pessoais, só o necessário se tiverem documentos pega tudo, vocês dois vão lá para o meu apartamento comigo, meu maridinho corno tá viajando , e volta só terça feira, segunda feira arrumo um lugar provisório para vocês ficarem até eu poder ver o que vou fazer de concreto para tirar vocês dessa situação definitivamente, de agora em diante sou a tutora de vocês,   amante de vocês dois e vocês vice-versa! o dois vieram na minha direção me abraçaram com lágrimas nos olhos me beijaram m, e os dois disseram a mesma coisa quase ao mesmo tempo juntos, : É pra já!, catei minha carteira que tava debaixo do coxãozinho na carroça, peguei R$ 600, 00 reais , chamei os três mendigos que tavam bebendo sentados na calçada e dei R$ 200, reais para cada um, o três me olharam me abraçaram ao mesmo tempo   - Obrigado madame! Ai um deles disse: - Nos tava comentando ali,   que tava sendo uma noite maravilhosa para nos, foder uma coroa bonita e gostosa que nem a senhora, que não mora na rua e ainda é professora , foi a coisa mais inusitada que poderia acontecer com homens na nossa situação , espero que a senhora apareça aqui sempre e também muito obrigado pelo dinheiro hoje vamos poder pegar uma folga nem vamos precisar catar latinha, o que eles me disseram me emocionou muito, abri os braços abracei os três e disse: -Pode ter certeza vou voltar, de hoje em diante sou madrinha de vocês, com direito a uma pistolada de vez em quando... e eu que agradeço por essa noite bizarra louca mais deliciosa, e fui beijando um a um na boca, e me despedi,   antes de seguir para o puteiro da Luiza lembrei que na noite que passei lá realizando minha fantasia de ser puta barata, tinha pegado o número do celular dela, liguei expliquei que tinha passado a noite com o Jorge e os amigos dele mendigos na rua , debaixo da carroça dele, e eu que tava imunda e que precisava tomar um banho, e se ela me emprestava umas roupas limpas para pode voltar para casa, e que eu tava levando junto comigo o Jorge e a Neiva, ela me respondeu que com certeza que eu poderia ir que estava me esperando na porta, ai saímos eu o Jorge , e a Neiva todos caminhando e cambaleando por causa das bebidae um certo esgotamento físico, em direção do puteiro ; Chegando lá já tava fechado mais a Luiza tava esperando a gente no portão , Chegamos a pé. Eu o Jorge, e a Neiva. O portão do inferninho tava entreaberto, a luz vermelha apagada só uma luz amarela bem fraca, Luiza tava nos esperando , o vestido vermelho de alças, bem curto decote V quase no meio da barriga, os peitões pesados sem sutiã, os pelos compridos do sovaco loiros à mostra, Ficou me olhando de cima a baixo Meus cabelo grudado. A boca manchada de merda, O vestido branco colado no corpo, atrás   uma plasta de merda endurecida na altura da bunda , os sapatos brancos sujos de toda aquela sujeira da noite, o cheiro chegando nela antes de eu falar. Jorge do meu lado, a calça ainda mal fechada. A Neiva atrás, a saia rasgada, a buceta à mostra, o mesmo fedor de mijo e sebo., Luiza arregalou o olho. Não era nojo. Era admiração.
— Gorete… — falou baixo, quase rindo. — Que estado é esse, mulher? Ta com cara de bebada Tá imunda, tá cagada. Dos pés à cabeça. Não respondi logo. Só fiquei em pé na porta, as pernas um pouco abertas pois tava com o cú e buceta toda assada ardendo , Ela olhou o Jorge e disse: — Você trouxe ela desse jeito?
Olhou a Neiva.— E você também. As duas fedendo a porra, mijo, merda, e lixo podre de rua , Depois voltou pra mim, passou o olhar de novo no vestido podre de sujeira ensebado, e disse: — Entra. Os três. Agora!. Entramos ela fechou a porta e disse: - Vocês vão tomar banho, Depois você me conta tudo Gorete o que aconteceu essa noite para chegar aqui toda cagada, toda imunda dos pés a cabeça desse jeito,   me Puxou pelo braço levou nós três para um banheiro dentro dos quartinho , chegando lá a Luiza encostou o nariz na minha boca e depois no meu corpo. — Sua boca tá fedendo a porra coalhada cachaça e merda, . Do seu corpo tá saindo o cheiro de lixo podre, mijo velho porra,   da sua buceta tá subindo um cheiro azedo, quente, de buceta podre imunda de mijo velho e de porra   também , e um Cheiro forte de cú cagado, tá toda emporcalhada - mais Agora tira os sapatos e o vestido Gorete , Primeiro eu quero ver de perto o que a rua fez com essa professora. Depois toma banho vocês três juntos, Ela olhou meu corpo aí, parou na minha frente, Passou a língua nos lábios, a mão veio sem pressa: pescoço, peito por cima do vestido sujo, barriga, a mancha molhada de mijo na bunda emplastado com sujeira e merda , levantou meu vestido via coxa molhada amarelada e um fio que ainda escorria um pouco do cú e da buceta. Me abraçou pelo pescoço me olhou nos olhos me deu um beijo de língua bem gostoso, retribui , colou o corpo dela inteiro no meu sentiu o tecido grudado, o cheiro, o calor. Não recuou, passou a mão no meu cabelo imundo molhado de mijo sujo de porra velha tudo grudada e disse — Toma banho — disse, a voz baixa, perto da minha boca. — Eu mesma vou ajudar você tomar um banho e depois vou levar vocês pra sua casa no meu carro., Apertou mais a minha cintura passoua mão no meu rosto, acariciou meus peitos por sima do vestido levantou ele, passou a mão na minha buceta, acariciou minha bunda mesmo cagada, desceu um dos dedos pelo rego rodou em volta do anel enfiou a ponta da dedo no meu cú, levou os dedos sujos na boca e chupou
— E disse novamente : - Vou levar vocês três Gorete, só tem um porém, tem que me convidar pra subir no seu apartamento com vocês. Me servir um cafezinho. Se tiver uns drinks, melhor. E se sobrou energia dessa noite… quero experimentar essa delícia de corpo. Hoje nem volto pro puteiro. Deixo uma das meninas responsável , e volto só amanhã de manhã pra fechar. Certo, minha gostosa? Fechou?
O Jorge do lado calado. A Neiva atrás, quieta. Eu ainda em pé, cagada, molhada, o vestido colado.
Eu sorri e disse: — Fechou vou adorar sua visita, Me olhou nos olhos deu outro beijo e disse:
— Então anda. Banho rápido. A Luiza começou a tirar a roupa dela, , sovaco cabeludo pelos loiros compridos de quem nunca se depilou na vida, meio gorda mais bonita barriga não era caida aqueles peitões enormes deliciosos bucetão loiro peludo os pelos descendo quase até o meio das cochas pernas sem depilar peludinha, uma bunda enorme mais em pé com um pouco de celulite mais assim mesmo linda peludinha aquelas cochas gorda , ficou pelada e entrou no chuveiro junto com nós três também todos nós tiramos nossa roupas jogamos num canto do quartinho , ai a Luiza me olhou e disse: -Não lava demais. Quero sentir o restinho do gosto dessa noitada, se abaixou deu uma cheirada na minha buceta, enfiou a mão no meio das minhas pernas, e veio passando a mão des da bunda até chegar no meu pescoço, apertou meua peitos com as duas mãos olhou nos meus olhos e disse: - Quando nos chegarmos no seu apartamento Gorete tomamos um banho por isso só quero que seu   banho seja meia boca, só para tirar o excesso de sujeira... quero um pouco do cheiro da noite e sentir o cheiro e o gosto de tudo que ta ainda dentro do seu cú e da sua buceta, ali percebi que ela também tem fethiche e gosta de "Olfatofilia" Ai a Luiza abriu o chuveiro pegou o sabonete e começou a ensaboar o meu corpo, e eu o corpo dela, ela me ensaboava e me acariciava toda, e eu fazia a mesma coisa com ela, nos se beijando de língua , ela chupando meus peitos, e eu observando os dela dela , Agarrei aqueles peitões, esmaguei com minhas duas mãos, chupei os mamilos até dorrve ela dar um gritinho, , baba escorrendo. Meto a mão no meio daquela buceta peluda, afundo os dedos primeira na buceta depois no cú tiro os dedos vem pelos grudado no dedo um cheiro forte de urina, e levo na boca, Ela faz o mesmo enfia um dedo na minha buceta e outro no meu cu ao mesmo tempo leva os dedos tudo melado de porra e merda na boca chupa os dedos , nós duas se agarra cola o corpo uma na outra, água quente, o peitões dela na minha cara, eu chupando, gemendo, lambendo sovaco cabeludo. A duas com os Dedos enterrados nas duas bucetas peludas uma na da outra saindo sujos de tesão. O box inteiro cheirando a buceta e cú molhado.ele pega na minha mão e diz: Sabia que uma mãozinha pequena delicada que nem a sua, cabe interina dentro da minha buceta e do meu cú ? com braço e tudo. Ela me beija suavemente minha boca e diz:- Já ta bom Gorete ... guarda suas poucas energias que sobrou para quando chegamos no seu apartamento.... saímos do chuveiro, ela tinha deixado em sima da cama roupas limpas para mim e para a Neiva. se trocamos todos, pegamos nossas coisas, a Luiza foii conversar com uma das meninas , ai pegou   o carro entramos todos dentro, eu fui na frente com ela uma das prostitutas abriu o portão,   já era dia 06:00hrs da manhã , A Luiza olhou para mim e disse: - Me da seu endereço para por no no GPS, deu uma risadinha e disse; - Chegando no seu apartamento você vai me pagar esse favorzinho essa carona com juros e correção monetária, rimos as duas juntas , se beijamos e fomos todos para o meu apartamento...

                   FIM. DESSE. CAPÍTULO

Nos próximos capítulos primeiro vou dizer como tudo foi quando chegamos no meu apartamento, depois o que fiz para ajudar o Jorge e a Neiva. e depois a pior ou na verdade a melhor parte, mais que foii muito interessante, que foi o desenrolar, na universidade. os garotos realmente viram que era eu nua no meio da rua junto com os mendigos, mais com mestria de professora que sou soube revompensalos pelo silêncio....

Foto 1 do Conto erotico: Capítulo 2 - como prometido O DIA QUE REALIZEI A FANTASIA DE ME PROSTITUIR NUM PUTEIRO BARATO-

Foto 2 do Conto erotico: Capítulo 2 - como prometido O DIA QUE REALIZEI A FANTASIA DE ME PROSTITUIR NUM PUTEIRO BARATO-

Foto 3 do Conto erotico: Capítulo 2 - como prometido O DIA QUE REALIZEI A FANTASIA DE ME PROSTITUIR NUM PUTEIRO BARATO-

[ ] Capítulo 2 - como prometido a continuação de um fato acontecido em" junho de 2026 "
[ ] O dia que realizei a fantasia de me prostituir num puteiro barato. E nesse dia conheci a dona do puteiro Luiza a cafetona,   contei minha fantasia para ela, ela aceitou a me ajudou a realizar me cobrou um valor para que eu fizesse isso, me explicou como funcionava lá. combinei tudo com ela , nesse dia fodi com 10 homens, mais um em especial um negro alto magro mais forte de um pau enorme e grosso fora do normal monstruoso, da chapeleta parecendo uma bola de snooker que é carroceiro morador de rua, mais que apesar de estar com as roupas sujas fedido era bonito e um corpo delicioso .
[ ]
[ ] Esse segundo capítulo e um pouco logo tentei resumir ao máximo, mais teve momentos e situações que eu não podia deixar de contar para vocês, pois esse segundo conto e mais quente e um pouco mais louco e bizarro que o primeiro se lerem até o final com certeza vão ficar de pau duro ou pepeka babado, ou até mesmo para quem não curte muito olfatofilia pode até ficar com nojinho...
[ ] Bem vamos lá! primeiro como de costume vou me apresentar:
Acho que a maioria me conhece sou Gorete maduraça setentona, mais ficam admirados pois não aparento a idade que tenho graças a boa genética boa alimentação muita malhação e muito mais muito ... sexo, pois sou totalmente compulsiva e viciada em sexo quase que insaciável casada com marido corno cego sabe
e de tudo mais faz que não sabe nada e não vê nada, eu sou bissexual Lésbica e tenho fethiches tipo Olfatofilia e vários outros,
Eu sempre tive a fantasia de me prostituir num puteiro barato não hotel, não motel de programa, não acompanhante de anúncio, queria o fundo do poço mesmo, puteiro de puta barata;
Ai comecei a pesquisar: os lugares os preços:
Nivio baixo Barangas de buteco
... i nferninho
Claro que escolhi o inferninho
Nesse dia fiquei apaixonada pelo Jorge o carroceiro e seu pauzão enorme e monstruoso, que eu nunca tinha visto um igual a não ser em filmes pornô
Quem leu o primeiro conto sabe que no final da madrugada acompanhei ele onde dormia junto com outros mendigos, ele debaixo da sua carroça e os outros do lado na calçada em papelão com cobertores imundo para se proteger do frio, conversei com ele tomamos uns goles de uma garrafa de conhaque que trouxemos do puteiro, para se esquentar do frio que estava fazendo pois era junho e aqui em Santa Catarina no inverno faz um frio medonho disse que ia elaborar um plano para ajudar ele sair daquela situação e que na próxima sexta feira ia voltar lá para conversarmos novamente;
A semana passou normalmente, eu dando aulas na universidade pois sou professora de anatomia, mais sempre na volta para casa, dava uma passada com meu carro onde ele ficava a noite e com os vidros fechados dava uma parada do outo lado da rua e dava uma olhada nele junto com os outros mendigos conversando e se embriagando, inclusive no dia que passei a noite me prostituindo antes de ir embora para casa no final da minha conversa com o Jorge, peguei uns quinhentos reais de que eu tinha ganhado naquela noite com os programas e dei para ele poder passar a semana sem se matar na carroça recolhendo reciclagem e ganhar uma mixaria que mal dava para o cigarro a cachaça e se alimentar;
Na Sexta feira eu sai da universidade fui em casa, troquei de roupa pus um vestido simples branco curto decote v mais sem calcinha e nem sutiã, um sapato tênis branco, só coloquei um casaco preto nas costas pois tava muito frio, e parti para Vila Real um bairro próximo de onde moro em Balneário Camboriú, para o lugar onde ele ficava, deixei o carro em casa, passei na conveniência, tomei uma dose de vodka, comprei uma garrafa de conhaque macieira, e depois chamei um Uber e fui me encontrar com o Jorge como eu tinha combinado na semana anterior;
Chegando lá, desci do Uber na esquina da rua do puteiro na Vila Real onde ele estava a rua tava mais fedida que da outra vez, cheiro de fogueira apagada, mijo no muro, resto de comida azeda, vi a carroça encostada, o cobertor pendurado, o jorge tava sentado no chão, meio torto, copo de plástico na mão, ao redor: um magro sem dente, um gordo quieto, e um erceiro um alto, encardido, barba suja que eu ainda não tinha também visto pois da última vez estavam todos dormindo no chão com a cabeça coberta com o cobertor , pois como disse estava muito frio. —e também uma mulher sentada no meio-fio,
Ela era magra branca pele queimada, cabelo grudado, blusa rasgada, saia curta sem calcinha à mostra quando cruzava a perna, unha do pé preta, cheiro que chegava de longe: de mijo velho, suor, buceta sem lavar há dias; Jorge me viu e sorriu torto, já chapado.
— Chegou a a minha coroa — falou alto. eu disse — Falei que vinha...
Os três homens riram, a mulher só olhou, sem vergonha nenhuma e sem cerimônia cuspiu no chão e me olhou feio,
Eu me agachei na frente do Jorge, ignorei o fedor do grupo e beijei a boca dele, gosto de conhaque barato e cigarro, passei a mão no pau por cima da calça, e disse depois conversamos,
— Quero você debaixo da carroça agora, peguei a sacola com o conhaque e dei para ele
Ele riu, agradeceu, puxou o cobertor e revelou o colchão rasgado, manchado, e disse - Ainda tem uma garrafa de conhaque pela metade quer um gole? Depois abrimos a sua, ele serviu uma dose cheia num copo descartável virei de uma vez só, ele encheu o copo e fez o mesmo, olhei ao redor da carroça e percebia que bicho nenhum nem passava perto porque o cheiro era forte demais, me abaixei e entrei de quatro embaixo da carroça a parte que estava coberto com um lençol todo rasgado, o vestido subiu sozinho, Jorge desceu atrás de mim,.passou a mão na minha bunda que tava a mostra olhei para traz e sorri com aquela minha cara de puta safada, ele olhou para mim, abriu o zíper, tirou o pau monstruoso — cabeça larga, ainda com aquele sebo na dobra — já duro em riste , cuspiu na mão ajeitou a chapeleta na entrada do meu cú sem muita cerimônia disse: - Passei a semana pensando nesse cú, hoje vou querer de primeira foder esse rabo foi empurrando devagarinho a dor veio igual, ou pior do que da última vez que ele comeu meu cú. aquela pressão novamente de ser aberta à força, eu encostei a cara no colchão fedendo a mijo e empurrei a bunda pra trás, ele disse: — Isso, puta velha hoje eu acabo de arrombar esse seu cuzão de vez minha puta velha safada e vadia,    Madame cadela e puta de rua ... ele disse isso, já bem mais bêbado do que tava quando cheguei, agarrou no meu rabo de cavalo,e foi empurrando cada centímetro daquele 26 centímetros de pau até as bolas bater nas minhas nadegas, eu tava com tanto tesão esperando a semana toda por aquele momento de novo que gozei rápido, o cú apertando, ele xingando baixo, - sua puta velha safada, agora você é minha sua vadia, vou ser o seu macho número um daqui para frente sua cadela vadia, se apaixonou por esse pau né puta vadia? Ai ele aumentou o ritmo, começou a foder meu cú com força sem dó nem piedade, tirava o pau todo para fora, dava uma cuspida nojenta cheio de catarro e enfiava tudo num empurrão só de uma vez, comecei a gemer baixo depois mais auto e dizer: Fode meu cú seu filha da puta safado... acaba de arrombar meu cú meu nego gostoso... destrói meu cú de vez meu macho gotoso, arregaça o cú da sua puta velha vadia... meu cú é todo seu faz o que quiser com sua puta vadia... e comecei a convulsionar meu corpo estremeceu todo empurrei a bunda para traz e comecei a gozar gostoso, ele começou a bater na minha bunda, puxar meus cabelos e senti um jato de porra quente despejando dentro do meu cú, ai senti o pau dele murchando aos poucos dentro do meu cú, e ele saindo aos poucos, quando saiu, o pau tava melado de porra junto com um pouco de merda, pois por mais que eu cagava antes e tivesse higienizada , o pau dele ia parar dentro das minhas tripas, , ai ele me olhou, sentou do meu lado e disse,: - Fiz você se cagar de novo, e deu uma gargalhada, ai Ele pegou a garrafa de conhaque bebeu no bico, passou pra mim a garrafa e disse: - Bebe no bico sua puta safada agora você tá igual a nós... fedendo que nem uma puta mendiga de rua , peguei a garrafa da mão dele e dei uns três goles direto na garrafa Ardeu a goela desceu queimado mais desceu gostoso .... ajudando a aliviar a ardência e a dor que eu tava no rabo e amenizar o fedor que tava ali embaixo da carroça, dei um beijo na boca dele e entreguei de volta aí ele me disse: - Se prepara que a noite vai ser longa! E deu uma assobio alto, vi que levantou o lençol que cobria parte da carroça e apareceu olhando embaixo
um magro sem dente , que se abaixou e entrou ?debaixo da carroça, nem pediu pediu licença sem cerimônia e sem dizer nada, baixou a calça, pau fino e comprido ainda mole fedendo a cachaça e xixi, pegou no meu queixo   e disse: - chupa !   Me ajoelhei fique de quatro Olhei aquele pau ceboso pus na boca e senti aquele gosto azedo , ele também ajoelhado , sinto o pau quente e viscoso, com a mão puchei a pele que cobria a cabeça do pau o pau com gosto amargo de urina velha comecei a chupar e punhetar ele, o pau começou a endurecer na minha boca ele segura eu pelos cabelos e empurra o pau todinho na minha boca até a garganta, me engasgo saliva escorrendo no pau sujo, o cheiro fica mais forte impregna tudo, o pau dele fica bem duro na minha boca e continuo chupando por uns cinco minutos,   ai ele tira o pau da minha boca e diz: - fica de quatro Madame! Vou comer esse bucetão peludo de velha puta safada,! Atendi fiquei de quatro virei de costas ele de joelhos passou a mão na minha bunda abriu minhas nádegas, ficou olhando um pouco, ajeitou o pau na entrada da minha buceta e enfiou o pau de uma vez só o Jorge sentado do lado olhando tudo ficou de pau duro, se ajoelhou na minha frente segurou minha cabeça apontou aquela pau monstruoso ainda melado de porra e merda pois mau tinha se limpado depois que comeu meu cú, e pos na minha boca,, e ao mesmo tempo que o magro fodia minha buceta o Jorge fodia minha boca, percebi mais alguém entrando debaixo da carroça,, era o gordo ele sentou do lado e ficou na beira olhando , abaixou as calças e ficou batendo uma, olhei e vi um pau pequeno e mole, que foi endurecendo aos poucos,   o magro que tava fodendo minha buceta começou a gemer aumentou o ritmo e gozou dentro da minha buceta, senti escorrendo a porra quente na minha coxa, e derepente um líquido quente na minha bunda, era ele que tava mijando ali memo em sima da minha buda, o Jorge saiu de lado o gordo , se ajoelhou na minha frente enfiou o pau na minha boca deu umas duas estocadas e gozou rápido, senti aquele porra rala escorrendo da boca para o queixo a maior parte engoli tudo, o Jorge continuava sentado do meu lado como um amante guardião fiel, o gordo e o magro ajeitaram as roupas e sairam debaixo da carroça para o lado de fora, logo em seguida vejo o lençol sendo erguido de novo e entra o terceiro, um homem alto de unha preta olhou para   o Jorge e disse: - Cara eu tava olhando pelo buraco do lençol e tava vendo tudo, essa coroa tem um rabo lindo e gostoso, nunca vi uma velha dessa idade com uma bunda durinha e ainda em pé assim, no mínimo é silicone , e os dois começaram a dar gargalhada, me senti meio ofendida com o jeito que ele falou, e com as gargalhadas dos dois, mais eu tava tão exitada com tanto tesão com aquela situação toda, que nem me importei, até gostei pois tenho também meu lado submissa e gosto de humilhações na hora do sexo , ai ele olhou na minha cara e disse: Ai Madame fica de quatro abre esse cuzão que eu vou foder esse seu rabecão ! Me virei de bunda para ele de quatro de novo olhei para traz e vi ele abaixar as calças já com o pau duro médio, mais bem grosso e também uma chapeleta enorme, o bastante pra arder no rabo já usado que tava dolorido e ardendo por causa do pau do Jorge, , ele se abaixou, começou a beijar minha bunda e lamber meu cú, ai enfiou primeiro três dedos na minha buceta já toda melada e escorrendo porra ai enfiou quatro dedos e começou um vai e vem na minha buceta com a mão, com a outra mão ele começou a acariciar meu cú, depois enfiou o polegar e deu uma arreganhada no meu cú e disse: -O cú dessa coroa tá todo arrombado Jorge, você destruiu o cú da velha, o Jorge respondeu: - Que nada essa piranha gostosa já dá esse cú faz tempo, já deu o rabo para mais de um milhão de machos, já tava arrombado quando eu fodi esse cú a primeira vez, só fiz alargar mais ainda esse buracão já todo esgarçado, essas palavras de vez de me dar raiva fiquei ainda mais com tesão, olhei para traz e disse : Vamos ficar aqui de joelhos rezando ou você vai comer meu cú seu porra? Ele riu e disse: Calma Madame! Que fogueira é essa no rabo? Agora resolvi foder primeiro esse bucetão gostoso seu... , na mesma hora ele encaixou a cabeça do pau e empurrou todo de uma vez, dei um gritinho pois o pau dele não era enorme mais bem grosso com uma chapeleta enorme, ai ele me agarrou pela cintura e começou um vai e vem frenético, eu comecei a gemer de tesão e dor, aquele pau grosso puchando as carnes da minha buceta tudo para fora, a hora que ele tirava tudo, e empurrava para dentro de uma vez só comecei a gemer e gritar: ' Soca mais forte, porra, enfia esse pau até o fundo , fode com força nessa buceta caralho, ele tampou minha boca e disse: Fala baixo porra se algum carro que passar na rua alguém escuta chama a polícia sua histérica do caralho! Fiquei quetinha ele deu mais umas bombada na buceta enfiou o polegar de novo no meu cú, deu uma arreganhada, e tirou da buceta e enfiou de uma vez só no meu cú Quando aquele pau grosso saiu da minha buceta, eu senti o vazio de imediato… a buceta latejando, aberta, pingando, ainda no formato do pau dele, o segundo seguinte ele encostou a cabeça no meu cú e enfiou de uma vez só,
O ar sumiu, foi um soco seco, fundo, grosso pra caralho abrindo tudo de uma vez, eu senti o cú esticando no limite, queimando e ao mesmo tempo engolindo ele inteiro até o fundo, a buceta ainda estava molhada e aberta, e o pau veio direto dela, todo babado, e sumiu no meu rabo de uma tacada só, o barulho mudou, saiu aquele som mais apertado, mais fundo, de cú sendo arrombado de uma vez, eu senti ele pulsando lá dentro, grosso, enchendo, e a buceta vazia latejando embaixo, escorrendo,foi o tipo de enfiada que faz o corpo inteiro travar e a boca soltar um gemido baixo, sujo, de puta que acabou de levar o pau grosso no cú sem aviso, e Depois de uns dois minutos ele aumentou o ritmo no meu cú, e começou a socar mais rápido, mais fundo, o pau grosso saindo quase inteiro e enfiando de uma vez, aquele barulho apertado e molhado de rabo sendo arrombado sem dó. Aí ele começou a gozar, eu senti o pau latejar forte lá dentro, quente, enchendo meu cú de porra enquanto ele metia mais rápido ainda, ao mesmo tempo ele me esculachou no meu ouvido, voz baixa e nojenta: — Toma, puta. Toma porra no rabo, vadia arrombada, esse cuzão cagado nojento tá engolindo tudo, tá ? sua velha rabuda gostosa? Comi esse bucetão, agora tou enchendo esse seu cuzão arrombado de porra. Isso mesmo empurra a bunda para trás geme mesmo vagabunda vou rasgar esse rabo sua velha arrombada, Ele não parou de meter emquanto gozava Continuou socando em ritmo cada vez mais forte empurrando a porra mais fundo, e me xingando de puta, de vadia, de arrombada, de cú de merda que só serve pra levar pica grossa e porra, eu sentia o rabo latejando, aberto, cheio, a buceta embaixo ainda pingando, e ele falando cada vez mais sujo:
— Isso, engole essa porra, vadia do cú arrombado , de puta que fica levando rola grossa e leite no rabo sem reclamar, sua vagabunda nojenta! Nessa hora não aguentei de tanto tesão, Comecei a me mijar, o xixi saiu quente, descontrolado, escorrendo pela buceta aberta enquanto do meu cú começou a vazar aquela mistura nojenta: porra branca com merda, escorrendo lenta, suja, grudenta.
Ele olhou e começou a xingar na hora, voz nojenta: — Olha isso, velha porca nojenta docaralho, ,tá mijando e cagando porra ao mesmo tempo, sua imunda. Esse Cú arrombado não segura mais a merda tá frouxo? - que nojo vadia velha, sua cagona nojenta, puta do cú arrombando frouxo, olha isso cagou e mijou tudo aqui essa safada nojenta emporcalhou todo seu coxão Jorge ... ai ele parou de xingar
O pau dele ainda estava duro, sujo, e ele ficou olhando enquanto eu acabava de mijar ali de quatro um pouco de merda mole com porra escorria pelo rabo, se misturado com o xixi na minha buceta caindo tudo debaixo de mim no coxãozinho, e ele me chamando de velha nojenta, de cagona imunda, de cú de merda que só serve pra levar rola grossa e vazar porra e bosta, puchou meu vestido para baixo e limpou o pau na barra do meu vestido ajeitou a calça e saiu para fora ...Jorge sentado do lado olhando tudo riu, bebeu mais conhaque, passou a garrafa de novo eu virei o resto, cabeça já tava leve, a buceta e o cú abertos, pingando, o cheiro de porra, merda e e toda aquela sujeira misturado tudo dentro daquele espaço debaixo da carroça , o colchão mais sujo ainda, agora com uma poça de mijo e porra misturado com merda ...
Estávamos ai eu e o Jorge se olhando derepente a mulher entrou debaixo da carroça , olhou tudo em volta e disse: Que porra é essa Jorge que fedor do caralho, tá tudo cagado aqui... se ajoelhou na minha frente, pediu um gole de conhaque, o Jorge abriu a garrafa que eu trouxe , e ela deu uma talagada na boca da garrafa sentoudo meu lado com as pernas abertas o vestido levantou até a cintura, vi aquele bucetão peludo e ela ficou olhando para mim, ela olhoupara mim e disse: Quero você! apesar que tou vendo que tá como cú todo cagado, mais vai assim mesmo, adoro uma Madame puta velha que nem você, o Jorge passou a semana me falando de você, quero ver se é tudo isso mesmo, gostosa já vi que é , mais tava bem melhor a hora que chegou, e ai tem jeito? já sei que também é uma puta velha lésbica!!!   Me subiu um arrepio pela espinha fique super exitada é respodi: - O que acha que vim fazer aqui? - Só beber sua vadia safada! ela se deitou abriu a buceta com as mãos e disse: -Chupa sua puta nojenta! O cheiro bateu forte: buceta sebosa, mijo seco merda grudanda nos cabelos perto do cú. um azedo de quem não lava há dias, a saia dela toda suja olhei
O gosto era salgado, ácido, rançoso, lambi os lábios sujos, chupei o clitóris grudento, enfiei a língua no meio, ela gemeu baixo, segurou meu cabelo e esfregou a buceta na minha cara, o mijo velho misturado com o sebo encheu minha boca, eu engoli, passei a língua mais fundo, chupei até o queixo ficar melado, ai olhei para nos olhos dela e eu disse , em tom imperativo autoritário: - Vira e fica de quatro cadela gostosa!— Ela virou de quatro no colchão, a bunda suja na minha cara, não tinha limpado direito a bunda, Eu abri as nádegas dela e encostei a boca no cu. Merda velha ressecada grudada na borda, escura, rachada. Lambei. Casquinhas soltaram na língua. Gosto seco, amargo, terroso. A saliva amoleceu e virou ranço azedo. Desci pra buceta. Ela tava sem lavar a semana inteira e sem tomar banho. O cheiro subiu forte: suor velho, pele azeda, buceta fermentada. Nos cabelos perto do cú tinha merda ressecada misturada com o pelo sujo, grudada, escura. Passei a língua nos fios e na fenda. O gosto era pesado. Merda seca + buceta sem lavar + corpo sem banho. Áspero, rançoso, azedo, grudento. Ficava na língua, no céu da boca e no nariz ao mesmo tempo.
Lambi o cu de novo e voltei pra buceta. Tudo sujo. Ela gemeu. Eu continuei.
o cú tava escuro, com resto ressecado de merda na beira os cabelos do cú com resto de bolinhas de cocô pendurado no cabelo da buceta que é bem peluda , que parece que nunca nem aparou, cheiro forte de merda, abri as nádegas com as duas mãos, o fedor subiu, enfiei a língua mesmo assim, o gosto amargo, o cheiro pesado, a pele suja grudando, lambi em volta, enfiei a ponta da língua no buraco, chupei, ela empurrou a bunda pra trás enfiei o dedo do meio no cú delq e senti um troço grosso e duro no fundo, ai enfiei dois dedos no terceiro ela puchou minha mão disse:
- Vai rasgar meu cú sua puta do caralho , e isso que ta fazendo tá dando vontade de cagar... que que eu cago na sua cara sua puta velha nojenta porca do caralho? Tirei os dedos e continuei enfiando a língua no cú fedido dela , continuei chupando ; com aquela sena o Jorge ficou com tesão aquele pauzão monstruoso duro , na mesma hora,... ai ele se posicionou atrás de mim, encostou aquela chapeleta enorme no meu cú, e enfiou o pau de novo no meu rabo, enquanto isso eu comia o rabo da mulher com a boca, Eu de quatro, língua revezando no cú e na buceta imunda, o gosto era forte, azedo, quente, já escorrendo pelos cantos da boca, eu chupava com vontade, esticando a língua e sentindo o clitóris inchado, o cheiro pesado subindo pelo nariz, o quadril dela se mexendo na minha cara empurrando a bunda pra trás como se quisesse me afogar, enquanto isso o Jorge abriu meu cú com os polegares, encostou a cabeça daquele pau monstruoso, e empurrou, meu cú esticou, ardeu e o pau dele entrou de uma vez, eu senti as paredes se abrindo à força, o volume enorme enchendo tudo, o calor do pau dele lá dentro, as bolas pesadas batendo na minha bunda, cada estocada me fazia gemer abafado contra a bunda dela, e eu afundava ainda mais minha cara minha boca e meu nariz na bunda dela, o pau monstruoso dele socado todinho até as bolas no meu cú, meu corpo inteiro começoua tremer , o ardor no cú, a pressão no meu rabo, o gosto do cú e da buceta dela na boca, aquele pauzão monstruoso me fudendo fundo, eu tava presa no meio, chupando aquela cú imundo revezando linguada naquela buceta peluda nojenta fedendo a mijo cheirando podre de sebo suor, enquanto o Jorge me arrombava, não dava pra controlar, o prazer subiu misturado com a dor comecei a sentir meu corpo todo queimado uma tremedeira tomou conta do meu corpo inteiro comecei a convulsionar, empurrando minha bunda para sima daquele pauzão delicioso, e comecei a gozar sem nem conseguir pensar direito , senti ela gozando gemendo que nem uma cadela no cio, empurrada a bunda na minha cara, ao mesmo tempo o Jorge socando no meu cú com força sem dó nem piedade   senti ele gozando no meu cú , ai o Jorge tira o pau ainda duro do meu cu, sai junto porra misturada com merda escorrendo pela minha bunda minhas coxas e pelos   da minha buceta, ai ele dá um tapa forte na minha nádega, e diz: — Toma porca, cú sujo, puta safada, chupadora de cú e buceta, sua puta lésbica vadia nojenta...
O tapa estala, meu cu continua aberto um buraco enorme por causa daquele pau monstruoso de 26 centímetros com uma chapeleta enorme do tamanho de uma bola de snooker enfiado, enfiado todinho dentro do meu cú chegando nas tripas alargando arrombando tudo, fez uma pressão enorme e empurrou o pau dele para fora, e junto do pau sai pingando escorrendo toda aquela sujeira, porra merda sujeira que pedia espaço para sair do meu cú, ai ele pegou aquele pau ainda duro e esfregou na minha bunda e deu outro tapa, e sentou do meu lado , ela também se virou sentou do meu lado e disse para mim: - Deita de costas puta vadia, olhei para ela e atendi, ela veio por sima se ajoelhou em sima da minha cara pos o polegar na minha boca, abriu meus lábios e disse: '
- Abre a boca sua puta porca imunda nojenta vadia.... vou mijar na sua boca eu tava deitada, boca aberta, ela ajoelhada em cima de mim com ela com as pernas bem abertas, Mandou eu abrir bem bem a boca -: Eu abri,
A buceta peluda dela ficou bem na minha cara: cheia de sebo, fedendo forte, o cheiro azedo e gorduroso misturado com o do cú que tava logo atrás, fedendo merda , o jato veio quente e forte direto na língua, o gosto amargo e salgado encheu a boca de uma vez, o cheiro pesado da buceta suja e do cú subiu pelo nariz junto com o da mijada O líquido quente escorreu pelos cantos da boca, molhou o queixo, o pescoço, os peitos, eu engoli o que dava ,e o resto vazou, ela continuou mijando em cima de mim o jato pulsando, me enchendo a boca de novo quase engasguei começou a me dar ânsia de vômito enquanto eu sentia aquele fedor da buceta peluda cheia de sebo e do cú fedendo merda bem perto do meu nariz, respirei fundo tomei fôlego e continuei abri minha boca e continuei a receber aquele líquido amarelo salgado ácido na boca e pelo corpo todo, minha buceta latejava, eu tava toda molhada, com o gosto dela na boca, o cheiro forte grudado e o corpo quente, não conseguia pensar em outra coisa, a não ser o tesão a excitação enorme que eu tava com
o cheiro de merda, mijo, porra e conhaque tudo isso preso debaixo da carroça, infestado aquele ambiente, ela acabou de mijar percebi O bucetão peludo dela tava logo acima, inchado, molhado, pingando o resto do xixi em fios finos na minha cara. O cheiro forte, quente, ácido.
Aí eu vi o cú dela começar a abrir devagarinho. O anel se distendendo, o buraco escuro se alargando. Saiu um troço enorme e grosso em direção da minha cara. Eu com o nariz perto do cú dela, boca aberta ainda recebendo o resto do xixi, O troço saiu. Eu virei a cara. Ele escorregou pela minha bochecha, passou por cima dos meus peitos, deixou um rastro quente e úmido e caiu de lado no meu corpo no coxãozinho perto da minha cara.., pesado, quente ,; eu gosto de cheiro forte corpo sem lavar..
olfactofilia ---> Cheiro natural do corpo (suor, pele, sexo) ? olfatofilia / osmolagnia Cheiro bem forte, “sujo”, de quem ficou dias sem se lavar ? misofilia ,   Mas na hora deu ânsia, nojo e vontade de vomitar de novo, novamente respirei fundo e segurei a vontade de vomitar, ela abaixou mais Esfregou com força aquele cuzão sujo na minha cara no meu nariz na minha boca, O fedor colou na minha pele, deu nojo misturado com tesão, mesmo assim eu respirei fundo, segurei o vômito,deixei ela continuar, porque o tesão, a excitação, falou mais alto, ela continuou a esfregar o cú sujo na minha cara., passou o anel quente e sujo pela minha boca, pelo meu nariz, pela minha bochecha de novo, Esfregou devagar primeiro, depois com mais força, o cú sujo colando na minha pele, o cheiro pesado batendo fundo, ela a rebolou em cima de mim, o cú sujo esfregando de um lado pro outro no meu rosto, o bucetão peludo molhado batendo no meu queixo, xixi que ainda pingava misturava com o resto que já tava na minha cara.Ela segurou minha cabeça e pressionou o cú sujo contra minha boca e meu nariz, eu deitada ali, cara toda marcada borradad e merda, peitos sujos, o troço grosso ainda quente no meu lado perto do meu rosto ao lado do coxãozinho .Ela acabou. Sentou do meu lado. Passou a mão naquele troço, que tava do meu lado depois deslizou as mãos na poça de mijo que tava no chão cheio de sujeira fezes misturado com porra. merda e terra, esfregou a mão por toda a minha cara. Boca, nariz, bochecha, testa. Tudo. Bem sujo., ai ela saiu de sima de mim sentou do meu lado olhou pra mim e falou:
— Gostou, sua puta velha vadia nojenta? Olha a sua cara, toda suja de xixi e de cocô, fedendo que nem lixo, ficou deitada embaixo de mim igual uma cadela, de boca aberta, tomando mijo, deixando eu esfregar o cú sujo na sua cara, percebi você se segurando o vômito pra eu continuar, que nojo, puta velha, nojenta imunda vadia cara de merda!— saiba duma coisa sua vadia, eu gosto de macho, de homem, mas adoro humilhar uma puta velha lésbica que nem você, e você, sua cadela safada, fez eu gozar gostoso como nenhuma lésbica safada tinha feito até hoje. tenho meu lado lésbica também... Olhou para o Jorge e disse: — Tua coroa é doida Jorge, , ai ela passou a mão nos meus peitos, desceu pela minha barriga, passou a mão na minha buceta mecheu no meu clitóris enfiou o dedo do meio na minha buceta, levou o dedo a boca, chupou o dedo, olhou para mim e cuspiu na minha cara e disse: - Olha só pra você - Velha safada, puta nojenta imunda ta toda mijada , toda suja de merda, minha e sua, cara cuspida, também melada de merda minha , toda molhada com meu mijo , sua Lésbica nojenta imunda cadela, adorei você cadela, mesmo tando morrendo de nojo de você com vontade de vomitar na sua cara em sima de você. mais mesmo assim adorei tudo isso... Ela deu uma lambida na minha cara e falou:
— Puta velha safada nojenta imunda. safada gostosa do caralho... ; Se levantou, deu mais uma cuspida no chão e saiu pra fora, E disse:
— Vê se volta sempre vadia gostosa, e foi sentar junto com os outros que tavam do lado de fora fumando cigarro, e tomando cachaça , e comentando tudo que tava acontecendo, dava para escutar pois estavam encostados na parede do lado da carroça do Jorge , pedi um gole de conhaque para o Jorge, ele me passou a garrafa, já tava quase na metade, dei uma talagada na boca da garrafa mesmo. tomei um belo de um gole, passei a garrafa para o Jorge e ele fez o mesmo, ele passou a mão carinhosamente no meu rosto todo sujo e melado, ele me beijou gostoso.,mesmo eu fedendo a merda e a xixi, mesmo com a boca podre de ter chupado a buceta e o cú cagado dela. Eu nunca tinha participado disso numa dimensão dessa muito menos com mendigos mesmo eu tendo tesão e curtindo olfatofilia / osmolagnia misofilia maschalagnia
nem de longe. E com certeza o jorge também não, Mesmo com essa nojeira toda, ele disse:
— Tô apaixonado por você Gorete!
Ai me beijou assim mesmo de língua, escorregando a mão pelo meu corpo todo que também tava todo sujo de merda e molhado de xixi depois passei a mão no pau dele ,tava duro de novo, me ajoelhei., só deu pra colocar a cabeça do pau na boca, porque o pau era monstruoso, chapeleta do tamanho de uma bola de sinuca. ,tava fedendo a mijo, um cheiro horrível de coisa podre, mesmo assim chupei com fome por uns cinco minutos, a cabeça enorme enchendo a boca, a pele grosso da chapeleta batendo nos lábios, o gosto azedo de xixi na língua, eu chupando, baba escorrendo, o fedor subindo no nariz, a garganta forçando, depois ajoelhei em cima dele, de frente pra ele, encaixei aquele pauzão enorme na entrada da buceta., a chapeleta forçou a entrada, esticando, empurrando.,fui sentando devagar, sentindo o pau escorregar pra dentro, grosso, quente, rasgando a buceta aos poucos, até bater as bolas na minha bunda, vinte e seis centímetros de pau,aquela dor e ardência, a buceta queimando, esticada no limite, o pau enchendo tudo, mesmo assim fiquei firme, por uns dez minutos cavalgando,subindo e descendo, o pau inteiro saindo e entrando, a chapeleta puxando a pele da buceta, a dor latejando, o tesão misturado, eu gemendo, o corpo tremendo, sentanda até o fundo, as bolas batendo na bunda, me levantei um pouco, o pau saiu da buceta, grosso, molhado, brilhando, com a mão encaixei na entrada do meu cú, forcei um pouco, o pau foi entrando, rasgando, dilacerando, arrombando tudo, uma ma dor insuportável, mesmo ele já tendo fodido meu cú a pouco tempo atrás, o buraco não aguentava aquele monstro, a cabeça enorme forçando o anel, a chapeleta empurrando pra dentro, o pau grosso abrindo, rasgando a carne, queimando por dentro, eu senti tudo dilacerar, o cú arrombando centímetro por centímetro, uma dor enorme aguda, insuportável, que subia pela barriga, fechava a garganta, fazia os olhos encherem d’água, eu tremia, gemia, a respiração travava, parecia que ia rachar ao meio,
mas a excitação e o tesão falaram mais alto, aguentei firme, fui descendo, o pau entrou inteiro, vinte e seis centímetros no rabo, as bolas encostando na minha bunda, o cú arrombado, latejando, queimando, destruído, ele começou a foder., eu em cima, sentando, aguentando cada estocada, cada vez que o pau saía e voltava, rasgava de novo, dor insuportável, sofrimento, o cú pulsando, aberto à força, a carne ardendo, eu chorava e gozava ao mesmo tempo, ele começou a gozar dentro do meu cú, no meu rabo, jatos quentes de porra enchendo o cú arrombado e ele me chamando de puta nojenta, ao mesmo tempo eu gozei junto, o corpo tremeu inteiro, convulsionou um gozo histérico, violento, que veio do fundo, misturado com a dor, as pernas falharam , e sentindo ele gozando fundo no meu cu me xingando mais ainda:
-Toma, puta velha arrombada, sua vadia nojenta, sua porca imunda, sua vagabunda safada, engole essa porra com esse cú arrombado, sua merda , sua puta barata, sua cadela nojenta, sua porra de lixo, sua velha imunda, nojenta sua arrombada , sua vadia sem vergonha, toma tudo, sua porca, sua puta, sua vagabunda, sua merda, , gozei também e gritando: -Tô gozando, caralho, seu filho da puta, enfia tudo seu desgraçado, sou sua puta, faz o que quiser com sua puta, caralho....   ele gozou tirou o pau, saiu porra misturada com merda., me xingou: Sua puta cagona de merda! depois se ajoelhou, esfregou o pau sujo na minha cara e limpou o resto na barra do meu vestido, eu caí de lado., a porra misturada com merda escorrendo do
Meu cú arrombando dilacerado.,destrozado, o corpo se contorcendo, tremendo sem parar, e eu desmaiei, apaguei Acordei com ele de joelhos., o pau monstruoso na minha cara com ele mijando no meu rosto e no corpo todo, o xixi quente saindo forte da cabeça enorme, batendo na minha boca, no nariz, nos olhos, escorrendo pelo pescoço, pelos peitos, pela barriga, pelas pernas,   escorrendo pela minha buceta e o rego da bunda, cheiro de mijo misturado com merda, porra e suor, eu ainda mole abria os olhos aquela sensação total esgotamento físico, cú arrombado latejando, a cara recebendo o jato, ele em cima, de joelhos, mijando em mim inteira.
E disse:— Acordou, minha puta safada., acordei você do jeito que gosta, Pegou o pau já mole, bateu com ele na minha cara., se abaixou e me beijou de novo, um beijo apaixonado, pegou no meu queixo e disse: — Realmente tô apaixonado por essa Madame! Que na verdade é uma puta velha vadia nojenta, mais toda gostosa, maravilhosa, perfeita, toda linda. Um tesão de mulher , e fode gostoso como eu nunca tinha visto nessa minha vida inteira..... pegou a garrafa de conhaque deu um gole, me ofereceu e peguei e fiz o mesmo... e ficamos se olhando um pouquinho.... ai Saímos debaixo da carroça Pegamos a garrafa de conhaque e fomos sentar com os outros quatro: os três homens e a mulher. Os mesmos que me humilharam, me usaram e me abusaram quase a noite toda.
Sentei no chão com eles. Passei a garrafa. O vestido sujo no meio da roda. Eles olharam, riram, comentaram. Eu bebi, escutei, fiquei quetinha. Fiquei ali, sentada puta deles, suja, no meio dos mendigos, escutando eles conversando como se aquilo fosse o normal.
A mulher cutucou meu joelho com o pé e disse:
— Vestido branco de noiva de mendigo, sua porca, sua arrombada ainda tá com o cú e a buceta escorrendo porra e a boca fedendo a pau e buceta né, ela passou a mão por baixo do meu vestido e falou baixo, no meu ouvido:
— Tá podre, tá molhada de mijo, tá fedendo a merda, sua buceta nojenta tá fedida né sua puta imunda, se levantou na minha frente pegou na minha mão e mandou eu levantar fiz o que ela mandou , levantou meu vestido até o pescoço fiquei praticamente nua no meio da rua, o, peito de fora, buceta à mostra, o corpo marcado da noite, ai ela começou a falar do meu corpo pra eles: — Olha essa porca, peito sujo, barriga suja, coxa suja toda mijada e suja de merda, fez eu dar uma volta e disse, ficar de bunda virada para os homens, passou a mão na minha bunda e mostrou para os homens e disse: -Cara de vadia. Nojenta. Imunda. Velha puta.
Os homens riram. Eu fiquei parada, nua no meio deles, sentindo vergonha e tesão, eu em pé, bunda virada pra eles, Ela chega por trás e passa a mão devagar na minha bunda e diz : ainda tá melada de merda porra e mijo, a merda ainda ta grudada no rabo dela, ta emplastado tá fria por fora, quente por baixo, grudada nesse cú arrombado ,Ela esfrega a palma, sente o peso, puxa os dedos e levanta pra eles verem., faz eu virar de frente e mostra minha buceta eu fico de pé, pernas abertas, ela puxa os pelos da minha buceta e abre com a outra mão, chega perto e fala alto: — Tua buceta tá fedendo, tá podre,
Ela puxa os pelos pra cima, mostra o emaranhado. — Os pelos tão tudo embolado, Tudo sujo, a buceta ne abre direito, ta um grude só, enfia o dedo na minha buceta e põe na minha boca e diz:   - Sente o gosto dos machos que te foderam sua puta velha imunda! Passa a mão na minha buceta de novo,   sacode o tufo de pelos tudo grudado na virilha, na frente deles, escorregando o dedo na a buceta aberta e repete:— Fedendo, podre, suja sua puta velha imunda! Eu fico estatística me tremendo de frio, exitada. Um tesão diferente, com aquela exibição e humilhações, mais parada adorado tudo aquilo, totalmente diferente de tudo que já tinha experimentado na minha vida inteira , ai disse para ela -Tou um pouco nervosa, deu vontade de ir no banheiro... vontade de cagar.... ela disse: - Banheiro para cagar? Deu uma gargalhada e disse: -Já viu mendiga de rua ter banheiro para cagar de madrugada? - Se abaixa ai fica de cócoras e caga aqui mesmo na rua, sua puta velha vagabunda e nojenta, e faz mais esse show para a gente ver? — não tava aguentando mais me agachei fiquei de cócoras sentada em sima do tornozelo na frente de todos e comecei a cagar ali mesmo, no mesmo instante o cú se abre um pedaço grosso, escuro e comprido começa a sair devagar, pesado, se esticando até quase tocar o asfalto caiu com um som mole e úmido, logo em seguida a caganeira líquida desaba tudo de uma vez, quente, amarela-escura, espirrando no chão e respingando nas minhas pernas , na minha bunda e na buceta, no meu sapato e e no sapato dela a minha algoz, ao mesmo tempo o mijo saiu com força, misturando com a merda numa poça fedida que escorre pela rua em direção aos pés dos mendigos, eu continuo agachada, o cú ainda aberto e pingando, a merda continua escorrendo, o cheiro sobe forte, a minha algoz a mulher não recua fica em pé na minha frente os quatro mendigos inclusive o Jorge ficam parados na calçada, olhando o meu cú saindo merda sujo, a poça se formando no asfalto e eu cagando e mijando na rua na frente de todo mundo.Minha algoz ficou em pé bem na minha frente. Os quatro mendigos sentados na calçada olhando. Ela não faltou nada. Só levantou o vestido até a cintura. Não tinha calcinha. Aquela buceta enorme, peluda, os pelos pretos sujos e grudados, fedendo a xoxota azeda. Ela abriu as pernas, encostou o bucetão na minha cara e mandou:— Abre a boca sua porca nojenta imunda vadia...
Eu abri. O jato de mijo dela veio quente e grosso, batendo direto na língua, enchendo a boca, escorrendo pela cara, no cabelo, no pescoço. Ela mijava com força e ao mesmo tempo esfregava aquele bucetão peludo e fedido na minha cara, os pelos molhados raspando no nariz e na boca, o cheiro de xoxota suja misturado com a merda que ainda escorria do meu cu.
O mijo dela descia pela minha garganta e pingava no chão, juntando com a poça que eu tinha feito. Ela continuou esfregando, passando a buceta inteira na minha cara, o clitóris e o buraco molhado batendo na minha boca aberta. Minha própria buceta tava encharcada, latejando, o tesão subindo mesmo com merda escorrendo de mim.
Quando parou de mijar, ainda pingando um pouco na minha língua, ela puxou meu cabelo e xingou:— Chupa, sua porca nojenta. Chupa essa buceta fedida agora. Eu atendi. Encostei a boca naquela buceta peluda e suja, chupei os lábios gordos, chupei o clitóris, enfiei a língua no buraco que ainda gotejava. O gosto era azedo, ácido forte, de xoxota não lavada com urina quente. Eu chupava com vontade, lambendo os pelos molhados, a cara toda molhada de mijo dela, enquanto ela segurava minha cabeça contra a buceta e os mendigos continuavam sentados na calçada olhando eu de cócoras, cagada, com a cara enterrada na xoxota da minha algoz no meio da rua. Fiquei tonta, desequilibrada, as pernas fraquejando. Caí sentada em cima daquela sujeira toda. A merda quente grudou direto na minha bunda nua e na buceta, O vestido ficou encharcado atrás. O cheiro subiu forte. Minha algoz me olhou nos olhos. Deu aquela risadinha maliciosa, de sarcasmo. E disse: - fica de joelhos sua puta porca imunda nojenta! sem saber o que ela planejava atendi, me ajoelhei ela pegou pelo meu cabelo e apontou para aquele troço enorme de merda esticada no asfalto e disse: Lambe esse troço resisti , ela puchou eu pelos cabelos e empurrou minha cara naquela troço segurou minha cara por uns segundos e levantou minha cabeça de novo e ficou rindo e me olhando ai ela mandou eu levantar os braços levantei os braços atendi, ela se abaixou pegou na barra do meu vestido puchou para sima e tirou pela minha cabeça e jogou de lado no chão, e me deixou completamente nua, eu disse: - Não faz isso, por favor se passa alguém aqui vão chamar a polícia... ela respondeu: - Cala a boca puta vagabunda, ainda não percebeu que não passa ninguém nessa rua de madrugada? Tentei questionar: e disse- Ja percebi que ja passou alguns carros e até deram uma paradinha e de longe ficaram olhando ,, ela deu um tapa na minha cara e disse: - Que se foda! Vai correr o risco, Agora vamos até o fim vadia, ai ela virou para os quatro mendigos na calçada, inclusive o Jorge, e falou:— O que estão esperando? Terminem o show. Tô vendo vocês tudo de pau duro. Fazem ela chupar vocês. Depois mijam todos em sima dessa puta velha nojenta porca imunda... Eles vieram. Abriram as calças sujas e tiraram o pau. Quatro paus duros, sujos, a pele oleosa, a cabeça úmida, o cheiro podre de porra velha, de mijo antigo e de saco que não lava. Pior do que antes. Um fedor grosso que misturou com a merda em que eu estava no chão , eles chegaram todos perto da minha cara e disputaram minha boca. O Jorge enfiou primeiro. O pau fedido entrou forçando minha boca entrou só a chapeleta e um pedaço daquele pauzão monstruoso senti na minha minha língua e na boca toda aquele gosto rançoso, salgado, de porra seca e merda que ele tinha arrancando do meu cú, pois gaguei no pau dele e ele não limpou direito, Outro tentou entrar junto, não deu,   ai o Jorge tirou o pau e outro veio de novo e enfiou o pau na minha boca numa estocada só que foi parar na garganta, engasguei e comecei a tossir, ele puxou minha cabeça e começou a foder minha boca O terceiro esfregou a glande suja na minha cara, no nariz, nos meus seios , o cara continuava fodendo minha boca o que tava esfregando o pau nos meus peitos enfiou o pau também na minha boca junto com o que já tava , os dois disputando minha boca, Os dois paus entraram de ao poucos e abriram tudo. Os cantos dos lábios puxaram, arderam, quase cederam. Não cabia. Eu sentia a pele esticando, a boca aberta demais, os dois se empurrando dentro e meu lábio quase rachando de tão forçado.
Saliva escorrendo, queixo molhado, boca inchada e doendo. Quase rasgada, mas ainda aguentando os dois ao mesmo tempo.
a saliva e gosto podre escorrendo pelo queixo. Eles gemiam, empurravam, puxavam meu cabelo, seguravam meu queixo. Minha algoz ficou olhando, o vestido dela ainda na cintura, a buceta peluda à mostra.— e dizia - Isso, sua porca. Engole esses paus nojentos. Os dois começaram a gemer ao mesmo tempo seguraram meu cabelo e começaram a gozar juntos uma enxurrada de Porra quente, grossa, amarelada, de gosto rançoso, encheu minha boca. Saiu tanto que escorreu pelos cantos da boca pelo queixo, escorreu pelos peitos barriga , Eu engoli o que deu. O resto ficou na língua, viscoso, fedido.
Eles tiraram o pau da minha boca, ainda durinho e pingando leite. Apontaram para mim e começaram a mijar. Os jatos vieram forte, quente, amarelo-escuro, batendo na minha cara, na boca aberta, no cabelo, nos peitos. O mijo misturou com a porra que ainda escorria dos meus lábios. Desceu pelo pescoço pelos peitos e escorreu para a barriga pelos pubianos da minha buceta e se juntou com a merda em que eu estava em sima ajoelhada , O Jorge e o outro que estavam se punhetando vieram e gozaram nos meus peitos na minha cara nos olhos cabelos. Jatos brancos e amarelados, cheiro forte de porra velha, grudando nos mamilos e escorrendo. Depois apontaram o pau na minha cabeça e mijaram , descendo o mijo pelo rosto lavando a porra a merda toda grudada no rosto uma cachoeira de urina quente que escorria da cabeça para corpo todo descendo para os seios até a buceta suja., Eu continuei ajoelhada nua em cima daquela poça noj de Merda, mijo meu, mijo deles, porra de quatro homens. A pele toda molhada, grudenta, o cheiro insuportável de porra azeda, urina e fezes. A buceta latejava, suja, aberta, o tesão ainda ali enquanto o mijo deles escorria pelo meu corpo inteiro no meio da rua., Minha algoz olhou, riu sarcástica de novo e falou: — Olha o estado dessa porca. Toda gozada e mijada. Rapazes Terminou o show. E saiu sentou na calçada pegou a garrafa de pinga e começou a beber, O Jorge se aproximou. Mesmo com o pau ainda mole e pingando, estendeu a mão, pegou na minha mão suja me levantou e me puxou contra o peito. Me abraçou forte. Eu tava toda coberta: porra grudada no cabelo, no rosto, nos peitos, mijo escorrendo pelo corpo merda na bunda e na buceta. Ele não se importou. Apertou meu corpo molhado contra a roupa suja dele. O cheiro dos dois se misturou — porra velha, urina, fezes — bem colado no pescoço dele.
Ele falou baixo, quase no meu ouvido:
— Desculpa! Eu encostei a cara no peito dele, a boca ainda com gosto da porra de todos, e respondi:
— Não esquenta. Acho que quando eu vim te encontrar na maloca meu inconsciente já tava querendo isso. Realmente nem de longe achei que ia ser assim… mas adorei. Já gozei umas dez vezes hoje. Enquanto eu falava, o mijo ainda escorria entre minhas pernas, a porra esfriando na pele, a buceta latejando suja contra a coxa dele. Ele passou a mão nas minhas costas molhadas, desceu até a bunda cagada e apertou. Eu beijei o pescoço dele, sujo, e fiquei ali abraçada, nua em pé no meio naquela poça no meio da rua, com o Jorge me abraçando mesmo depois de todos terem gozado e mijado em mim. Minha algoz ficou olhando de longe, calada. Os outros três mendigos também. Só eu e o Jorge naquele abraço nojento e apertado, o corpo inteiro lambuzado, o tesão ainda pulando mesmo depois de tudo Eu ainda tava agarrada no Jorge, nua, o vestido no chão, o corpo inteiro sujo de porra, mijo e merda, quando vi os dois carros vindo devagar, farol alto, a luz bateu direto em nós, pararam bem do meu lado e do Jorge, as janelas desceram, vozes jovens, risadas, escutei eles dizer
— Olha só, mano, o cara tá fudendo a coroa no meio da rua! Ela Tá pelada!
— Olha só que cuzão! Essa coroa tem....   tá com tudo   hein negão!
— Mano, parece que a coroa tá toda cagada!, o bundão dela tá cheio de bosta!
Eles gargalharam, o farol não deixava esconder nada: eu nua agarrada no Jorge, eu fiquei totalmente assustada, apertei ele com mais força, enterrei o rosto no pescoço dele, tremendo, tentando sumir.
Ficaram uns segundos olhando e rindo, aí um gritou:— Olha, mano, essa coroa é parecida com a professora de anatomia...
O outro respondeu:
— Tá louco mano! Nada a ver!
- Mano conheço essa bunda já toquei várias punheta pensando nela , o corpo as pernas o cabelo a altura tudo, é ela sim mano! , os mendigos devem estar catando ela na marra... a minha última aula ontem foi com ela ,
- Cala boca mano você encheu a cara tá chapado tá vendo coisa....No mesmo instante arrancaram cantando pneu, os risos se afastando rua abaixo. Eu continuei agarrada no Jorge, nua e fedida no meio da rua, o coração disparado, e disse: — São meus alunos, eu conheci as vozes, tô fudida... ele me abraçou mais forte e disse: — Não viram sua cara, relaxa... Aí minha algoz veio ao meu encontro, pegou meu vestido no chão todo sujo e me ajudou a vestir, levantei os braços ela começou a por o vestido por sima foi puchando para baixo, o pano sujo foi descendo pelo meu corpo todo lambuzado, desceu o tecido pelos peitos todo mijado cheiro de porra barriga toda molhada e suja pela bunda ainda cagada, pela buceta molhada de porra e mijo, o vestido ficou colado na pele, manchado, transparente em alguns pontos, e o cheiro subindo forte, eu continuei tremendo, de frio e apavorada com o que tinha acabado de acontecer, Minha algoz terminou de me ajudar a vestir. O vestido colou na pele suja, manchado de merda, mijo e porra. Outro mendigo trouxe meu casaco e me ajudou a vestir,   minha algoz me olhou de perto e falou baixo, sem sorrir: — Tem hora que eu tenho nojo de você. Desse corpo imundo todo cagado, mijado, gozado. Dessa cara de porca nojenta imunda , Mas o meu lado lésbica algoz ficou apaixonada., Ela passou o polegar no meu queixo, ainda com resto de porra, e segurou meu rosto. — Nojo e tesão juntos. É assim que eu te quero. Suja. Humilhada. Minha escrava.
Eu fiquei parada, o vestido grudado, o cheiro subindo, o coração ainda disparado por causa dos alunos, agarrada no Jorge e olhando nos olhos dela.e ela continuou a dizer:
- Mesmo assim a vadia é uma gostosa, me da um tesão enorme, empurrou o Jorge de lado Passou a mão na minha buceta, apertou meus peitos e me beijou na boca, Eu beijei de volta e falei no meio do beijo: Como você se chama? Ela respondeu: - Neiva... eu disse: : - Neiva eu disse para o Jorge que ia tirar o Jorge dessa situação e vou tirar você também , vou arrumar um lugar para vocês morar e uma maneira de vocês terem uma renda digna , as demais necessidades que precisarem eu vou suprir, não sou rica mais tenho uma ótima renda, e uma estabilidade financeira muito boa que da para ajudar vocês dois tranquilamente.. sem pesar no meu orçamento mensal.... Você aceita eu te ajudar   Ela imediatamente respondeu sem pensar: - Aceito. Porra, aceito. [...] Mas tem um porém, madame. Eu não vou ser comandada por você. [...] Eu quero ser a sua algoz. E você, a minha escrava sexual. Você aceita?:
respondi: — Aceito. Você é a minha algoz. Eu sou a sua escrava sexual. você vai fazer comigo o que quiser de hoje em diante ...
Ela deu uma risadinha sarcástica com um olhar de Sadismo me agarrou pelo cabelo e disse:
— Claro que aceita, sua puta. Sua cadela. Sua vadia velha. Sua porca. Sua boca de lixo. Porca nojenta imunda do caralho,   Cuspiu na minha cara. Catarro na testa, no olho, pois o.polegsr na minha boca fez eu abrir cuspiu e disse.— Engole, sua vadia nojenta e Fica de joelhos agora sua puta rampeira vagabunda!
atendi ajoelhei no asfalto. Ela levantou o vestido, sem calcinha, e enfiou a buceta na minha boca.
e disse: — Chupa minha buceta minha puta minha escrava arrombada, sua nojenta professora de merda vagabunda puta de mendigo de rua. Eu fiquei extremamente exitada e Chupei aquele bucetão peludo com os pelos tudo embolado embaraçado com sujeira seca tudo colado um no outro um fedor horrível de mijo de buceta sem lavar a dias, mais mesmo assim chupei... Depois ela virou a bunda, abriu as nádegas e pôs o cú na minha cara. E disse: — Chupa o cú. Lambe. Enfia a língua. Se tiver merda, engole. Sua boca é minha privada, sua porca imunda nojenta , atendi o que ela mandou abri as nádegas mais um pouco o cú dela tava cheio de sujeira de ela sentar no chão sem calcinha, aquele cuzão sujo peludo Chupei. O Jorge só olhando O cú dela além de cabeludo, tava fedido e sujo. Pelos pretos, grossos, embolados, grudados de merda na beira. Se via que Ela não limpa direito a bunda depois de cagar, O buraco escuro, o cheiro pesado, resto de merda ressecada colada nos pelos , Ela abriu as nádegas e pôs na minha cara. Cheirei. O fedor subiu inteiro. Passei a língua na beira suja. O gosto era horrível: amargo, rançoso, de bosta velha e pelo encardido. Os fios embolados entraram na minha boca, arranharam o lábio, vieram com a saliva. Lambi em volta. Enfiei a ponta da língua no buraco. Chupei o anel. Sugei. O gosto ficou mais forte, quente, podre. O pelo enchia a boca. Um fio grudou no céu da boca. A baba escorreu no queixo, misturada com a sujeira das beiradas
Enfiei a cara no cú dela. Nariz no pelo fedido. Língua dentro. Lábio na merda da beira. Chupei de novo. aquele gosto de merda o cú cabeludo, fedido e sujo na minha boca. Ela puxou meu cabelo, me levantou e cuspiu de novo na cara. e disse: — Puta. Cadela. Vadia. Porca. Arrombada. Boca de cú. Cara de de vadia cadela nojenta imunda, De hoje em diante é assim: sou sua amante algoz e você minha puta escrava sexual entendeu vagabunda boca de cú? Me chama de sua dona!!! Nesse momento pensei: " deixa ela pensar que vai ser sempre desse jeito uma pirralha de 27 anos não sabe a experiência que tem uma mulher na minha idade, quê aceita ser totalmente submissa, e gosto disso... mais que também sou uma mulher dominadora, e na hora certa vou vou dar o tronco , vou ser algoz dela, e ela vai receber tudo volta e mais um pouco toda humilhação    e ser reduzida a objeto, a algo ridículo nojento e ainda assim ser desejada, como fez comigo. Sublimação para mim é tudo isso , e é o ponto alto: a humilhação confirma que o outro tem poder real naquele momento." E isso da satisfação plena para ps dois, Mais abaixei meus olhos, e a cabeça e respondi: — Entendi, minha dona. de agora em diante sou sua puta, Sua vagabunda nojenta e imunda, sua total escrava sexual de todos seus desejos fethiches e fantasias....Ela disse: - isso mesmo sua puta velha lésbica vagabunda safada, é assim que eu gosto e é assim que eu quero e é assim que vai ser de hoje em diante,... ela deu mais uma cuspida na minha cara me beijou de língua novamente um beijo longo apaixonado cheio de cuspe viscoso a boca com um mal hálito horrível fedendo a cachaça, parou de beijar, deu uma risadinha sarcástica mandou eu levantar a cabeça e olhar para ela e me deu um empurrão para sima do Jorge.... isso na hora me deu uma excitação um tesão indescritível minha bexiga soltou e comecei a mijar o mijo escorrendo pelas minhas pernas entrando um pouco nos meus sapatos e o resto escorrendo pela rua em direção da calçada onde estava sentados os outros três homens, ela deu uma risada alta olhou aquele mijo escorrendo e disse: além dessa nojenta imunda ser cagona também e mijona saiu andando em direção dos homens sentados na calçada, pegou uma garrafa de cachaça que tava na mão de um deles pos a garrafa na boca e deu uma talagada veio na minha direção mostrou a garrafa para mim e disse; -Bebe um gole vadia! Respondi, -Não o sou chegada em pinga pura, ela respondeu: -Não tou fazendo nenhuma gentileza tou mandando você beber sua puta do caralho! Puta de rua mulher de mendigo não escolhe o que beber... toma o que tem... , Peguei a garrafa da mão dela e dei um gole grande que desceu queimando minha garganta , me engasguei e quase vomitei, ela esticou a mão apertou meu nariz tapou minha boca e disse: - Se vomitar vou fazer você lamber todo o vômito que cair no chão misturado com essa merda e mijo todo que tá no chão , puta nojenta imunda do caralho, .. engoli fundo e segurei o vômito , Olhei para o Jorge e disse: -Tá amanhecendo tenho que ir para casa, mais no estado que estou Uber nenhum do mundo vai querer me levar, ele disse, - Vamos até o puteiro da Luiza essa hora ta fechando mais ainda ela tá lá fechando o caixa, ela deixa você tomar um banho , e te arruma umas roupas, eu disse:
-Tudo bem vamos então! dei uma olhada para Neiva e o Jorge e disse:, - Neiva...Jorge pega os seus bens pessoais, só o necessário se tiverem documentos pega tudo, vocês dois vão lá para o meu apartamento comigo, meu maridinho corno tá viajando , e volta só terça feira, segunda feira arrumo um lugar provisório para vocês ficarem até eu poder ver o que vou fazer de concreto para tirar vocês dessa situação definitivamente, de agora em diante sou a tutora de vocês,   amante de vocês dois e vocês vice-versa! o dois vieram na minha direção me abraçaram com lágrimas nos olhos me beijaram m, e os dois disseram a mesma coisa quase ao mesmo tempo juntos, : É pra já!, catei minha carteira que tava debaixo do coxãozinho na carroça, peguei R$ 600, 00 reais , chamei os três mendigos que tavam bebendo sentados na calçada e dei R$ 200, reais para cada um, o três me olharam me abraçaram ao mesmo tempo   - Obrigado madame! Ai um deles disse: - Nos tava comentando ali,   que tava sendo uma noite maravilhosa para nos, foder uma coroa bonita e gostosa que nem a senhora, que não mora na rua e ainda é professora , foi a coisa mais inusitada que poderia acontecer com homens na nossa situação , espero que a senhora apareça aqui sempre e também muito obrigado pelo dinheiro hoje vamos poder pegar uma folga nem vamos precisar catar latinha, o que eles me disseram me emocionou muito, abri os braços abracei os três e disse: -Pode ter certeza vou voltar, de hoje em diante sou madrinha de vocês, com direito a uma pistolada de vez em quando... e eu que agradeço por essa noite bizarra louca mais deliciosa, e fui beijando um a um na boca, e me despedi,   antes de seguir para o puteiro da Luiza lembrei que na noite que passei lá realizando minha fantasia de ser puta barata, tinha pegado o número do celular dela, liguei expliquei que tinha passado a noite com o Jorge e os amigos dele mendigos na rua , debaixo da carroça dele, e eu que tava imunda e que precisava tomar um banho, e se ela me emprestava umas roupas limpas para pode voltar para casa, e que eu tava levando junto comigo o Jorge e a Neiva, ela me respondeu que com certeza que eu poderia ir que estava me esperando na porta, ai saímos eu o Jorge , e a Neiva todos caminhando e cambaleando por causa das bebidae um certo esgotamento físico, em direção do puteiro ; Chegando lá já tava fechado mais a Luiza tava esperando a gente no portão , Chegamos a pé. Eu o Jorge, e a Neiva. O portão do inferninho tava entreaberto, a luz vermelha apagada só uma luz amarela bem fraca, Luiza tava nos esperando , o vestido vermelho de alças, bem curto decote V quase no meio da barriga, os peitões pesados sem sutiã, os pelos compridos do sovaco loiros à mostra, Ficou me olhando de cima a baixo Meus cabelo grudado. A boca manchada de merda, O vestido branco colado no corpo, atrás   uma plasta de merda endurecida na altura da bunda , os sapatos brancos sujos de toda aquela sujeira da noite, o cheiro chegando nela antes de eu falar. Jorge do meu lado, a calça ainda mal fechada. A Neiva atrás, a saia rasgada, a buceta à mostra, o mesmo fedor de mijo e sebo., Luiza arregalou o olho. Não era nojo. Era admiração.
— Gorete… — falou baixo, quase rindo. — Que estado é esse, mulher? Ta com cara de bebada Tá imunda, tá cagada. Dos pés à cabeça. Não respondi logo. Só fiquei em pé na porta, as pernas um pouco abertas pois tava com o cú e buceta toda assada ardendo , Ela olhou o Jorge e disse: — Você trouxe ela desse jeito?
Olhou a Neiva.— E você também. As duas fedendo a porra, mijo, merda, e lixo podre de rua , Depois voltou pra mim, passou o olhar de novo no vestido podre de sujeira ensebado, e disse: — Entra. Os três. Agora!. Entramos ela fechou a porta e disse: - Vocês vão tomar banho, Depois você me conta tudo Gorete o que aconteceu essa noite para chegar aqui toda cagada, toda imunda dos pés a cabeça desse jeito,   me Puxou pelo braço levou nós três para um banheiro dentro dos quartinho , chegando lá a Luiza encostou o nariz na minha boca e depois no meu corpo. — Sua boca tá fedendo a porra coalhada cachaça e merda, . Do seu corpo tá saindo o cheiro de lixo podre, mijo velho porra,   da sua buceta tá subindo um cheiro azedo, quente, de buceta podre imunda de mijo velho e de porra   também , e um Cheiro forte de cú cagado, tá toda emporcalhada - mais Agora tira os sapatos e o vestido Gorete , Primeiro eu quero ver de perto o que a rua fez com essa professora. Depois toma banho vocês três juntos, Ela olhou meu corpo aí, parou na minha frente, Passou a língua nos lábios, a mão veio sem pressa: pescoço, peito por cima do vestido sujo, barriga, a mancha molhada de mijo na bunda emplastado com sujeira e merda , levantou meu vestido via coxa molhada amarelada e um fio que ainda escorria um pouco do cú e da buceta. Me abraçou pelo pescoço me olhou nos olhos me deu um beijo de língua bem gostoso, retribui , colou o corpo dela inteiro no meu sentiu o tecido grudado, o cheiro, o calor. Não recuou, passou a mão no meu cabelo imundo molhado de mijo sujo de porra velha tudo grudada e disse — Toma banho — disse, a voz baixa, perto da minha boca. — Eu mesma vou ajudar você tomar um banho e depois vou levar vocês pra sua casa no meu carro., Apertou mais a minha cintura passoua mão no meu rosto, acariciou meus peitos por sima do vestido levantou ele, passou a mão na minha buceta, acariciou minha bunda mesmo cagada, desceu um dos dedos pelo rego rodou em volta do anel enfiou a ponta da dedo no meu cú, levou os dedos sujos na boca e chupou
— E disse novamente : - Vou levar vocês três Gorete, só tem um porém, tem que me convidar pra subir no seu apartamento com vocês. Me servir um cafezinho. Se tiver uns drinks, melhor. E se sobrou energia dessa noite… quero experimentar essa delícia de corpo. Hoje nem volto pro puteiro. Deixo uma das meninas responsável , e volto só amanhã de manhã pra fechar. Certo, minha gostosa? Fechou?
O Jorge do lado calado. A Neiva atrás, quieta. Eu ainda em pé, cagada, molhada, o vestido colado.
Eu sorri e disse: — Fechou vou adorar sua visita, Me olhou nos olhos deu outro beijo e disse:
— Então anda. Banho rápido. A Luiza começou a tirar a roupa dela, , sovaco cabeludo pelos loiros compridos de quem nunca se depilou na vida, meio gorda mais bonita barriga não era caida aqueles peitões enormes deliciosos bucetão loiro peludo os pelos descendo quase até o meio das cochas pernas sem depilar peludinha, uma bunda enorme mais em pé com um pouco de celulite mais assim mesmo linda peludinha aquelas cochas gorda , ficou pelada e entrou no chuveiro junto com nós três também todos nós tiramos nossa roupas jogamos num canto do quartinho , ai a Luiza me olhou e disse: -Não lava demais. Quero sentir o restinho do gosto dessa noitada, se abaixou deu uma cheirada na minha buceta, enfiou a mão no meio das minhas pernas, e veio passando a mão des da bunda até chegar no meu pescoço, apertou meua peitos com as duas mãos olhou nos meus olhos e disse: - Quando nos chegarmos no seu apartamento Gorete tomamos um banho por isso só quero que seu   banho seja meia boca, só para tirar o excesso de sujeira... quero um pouco do cheiro da noite e sentir o cheiro e o gosto de tudo que ta ainda dentro do seu cú e da sua buceta, ali percebi que ela também tem fethiche e gosta de "Olfatofilia" Ai a Luiza abriu o chuveiro pegou o sabonete e começou a ensaboar o meu corpo, e eu o corpo dela, ela me ensaboava e me acariciava toda, e eu fazia a mesma coisa com ela, nos se beijando de língua , ela chupando meus peitos, e eu observando os dela dela , Agarrei aqueles peitões, esmaguei com minhas duas mãos, chupei os mamilos até dorrve ela dar um gritinho, , baba escorrendo. Meto a mão no meio daquela buceta peluda, afundo os dedos primeira na buceta depois no cú tiro os dedos vem pelos grudado no dedo um cheiro forte de urina, e levo na boca, Ela faz o mesmo enfia um dedo na minha buceta e outro no meu cu ao mesmo tempo leva os dedos tudo melado de porra e merda na boca chupa os dedos , nós duas se agarra cola o corpo uma na outra, água quente, o peitões dela na minha cara, eu chupando, gemendo, lambendo sovaco cabeludo. A duas com os Dedos enterrados nas duas bucetas peludas uma na da outra saindo sujos de tesão. O box inteiro cheirando a buceta e cú molhado.ele pega na minha mão e diz: Sabia que uma mãozinha pequena delicada que nem a sua, cabe interina dentro da minha buceta e do meu cú ? com braço e tudo. Ela me beija suavemente minha boca e diz:- Já ta bom Gorete ... guarda suas poucas energias que sobrou para quando chegamos no seu apartamento.... saímos do chuveiro, ela tinha deixado em sima da cama roupas limpas para mim e para a Neiva. se trocamos todos, pegamos nossas coisas, a Luiza foii conversar com uma das meninas , ai pegou   o carro entramos todos dentro, eu fui na frente com ela uma das prostitutas abriu o portão,   já era dia 06:00hrs da manhã , A Luiza olhou para mim e disse: - Me da seu endereço para por no no GPS, deu uma risadinha e disse; - Chegando no seu apartamento você vai me pagar esse favorzinho essa carona com juros e correção monetária, rimos as duas juntas , se beijamos e fomos todos para o meu apartamento...

                   FIM. DESSE. CAPÍTULO

Nos próximos capítulos primeiro vou dizer como tudo foi quando chegamos no meu apartamento, depois o que fiz para ajudar o Jorge e a Neiva. e depois a pior ou na verdade a melhor parte, mais que foii muito interessante, que foi o desenrolar, na universidade. os garotos realmente viram que era eu nua no meio da rua junto com os mendigos, mais com mestria de professora que sou soube revompensalos pelo silêncio....


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Capítulo 02 como prometido O DIA QUE REALIZEI A FANTASIA DE ME PROSTITUIR NUM PUTEIRO BARATO

Codigo do conto:
273187

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
25/09/2026

Quant.de Votos:
1

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5