Esse conto é de como conheci meu atual marido através da filha dele que era minha aluna no segundo ano do ensino médio na época a 20 anos atrás
Sou a Gorete. Sou lésbica. Setentona, professora universitária de anatomia, casada com um homem 13 anos mais novo e
conheci ele através da minha enteada filha dele, quando ela fazia o segundo ano , do segundo grau, antigo " colegial " e ela era minha aluna,; Quem me conhece sabe que sou totalmente compulsiva e viciada em sexo, quase insaciável, e dificilmente digo não para um convite para uma tranza, foi pela minha enteada que meu atual marido entrou na minha vida eu era viúva e ele divorciado , Hoje eu , ele e ela nós três moramos juntos, e temos um relacionamento consensual e Também me relaiono com o irmão dela, dois anos mais velho, e essa união veio mudar totalmente o rumo da minha vida,
Vamos começar a narrativa do Conto,:
A vinte anos atrás quando eu dava aulas num colégio particular e era professora do ensino médio: antigo" colegial :
No começo do ano ela minha enteada bem novinha tinha umas atitudes estranhas, e suspeita comigo que era professora dela do segundo ano do segundo grau, eu sempre usei roupas moderadas para o meu trabalho mais pelo meu jeito de ser meio que insinuante, Eu entrava na sala geralmente com blusa de seda e saia justa, e ela esperava eu passar perto da carteira para soltar, baixo o bastante para só eu ouvir: — Essa cor fica bonita na senhora. O tecido cai diferente em mulher da sua idade...
Eu agradecia sem parar, como se fosse educação. Num outro dia foi a calça de alfaiataria. E ela dizia: — Essa calça Marca a cintura. A senhora tem corpo de quem já sabe o que faz com a roupa, não de quem está experimentando.
As colegas riam. Eu não corrigia. Achava vaidade de aluna, talvez um jeito atrapalhado de puxar assunto. Mas os elogios não paravam. O decote da blusa branca. O salto que alongava a perna. O perfume que ficava na sala depois que eu saía. O modo como o cabelo, preso com rabo de cavalo no alto da cabeça que deixava o pescoço à mostra. Sempre o corpo, sempre a roupa, nunca a aula. Uma tarde, depois do sinal, pedi que ficasse. A sala esvaziou. Fechei a porta e encostei na mesa, os braços cruzados, ainda de saia e blazer. E perguntei: — Quero saber por que tanto elogio. É para nota? Porque se for, pode parar. Não funciona comigo.
Ela não baixou os olhos , uniforme um pouco aberto no colarinho, as mãos quietas sobre a carteira. e respondeu:
— Não é nota.
Perguntei:
— Então é o quê? Ela respirou fundo, como quem já tinha ensaiado. E disse: — Eu sei que a senhora é viúva, e Também sei o que comentam: que gosta de mulher. E Eu sou lésbica. Gosto de mulher mais velha, madura, dessas que já têm o corpo feito, a voz baixa, o jeito de quem não precisa provar nada. E a senhora é minha professora. Isso deixa tudo mais forte. Eu olho a senhora escrever no quadro, a saia subindo um pouco na coxa, a blusa marcando o peito quando a senhora se inclina, e não consigo pensar em outra coisa. Não é brincadeira. É desejo. O fetichismo de ser aluna sua só aguçou. Eu elogio porque é o único jeito de falar do seu corpo sem parecer que estou pedindo o que não posso pedir.
O silêncio ficou pesado. Eu senti o calor subir no pescoço, e não soube o que responder. Ela continuou, mais baixo:
— Não quero nota. Quero que a senhora saiba que eu reparo. Na roupa. No corpo. Em tudo que a senhora veste e que fica melhor justamente porque a senhora tem quase cinquenta ,e eu muito menos e isso, para mim, é o que mais excita. Ela não se levantou. Ficou sentada na primeira carteira, as mãos ainda quietas, e completou como se aquilo fosse a parte mais simples da conversa.
— Meu pai vai viajar nesse final de semana e meu irmão que é um ano mais novo que eu , mora com meus avós, e Vou ficar sozinha em casa Eu adoraria que você Gorete, fosse passar esse final de semana. Ou pelo menos um dia, uma noite. Para a gente se conhecer melhor. E, se for do seu interesse… algo mais.
O nome dito assim, inteiro, dentro da sala vazia, me atravessou. Gorete. Não “professora”. Gorete.
Eu olhei para ela de verdade pela primeira vez. Alta, quase um metro e setenta, o cabelo longo caindo nas costas, pintado de um castanho alourado que pegava a luz da janela. O uniforme apertava nos seios, grandes, duros, empinados, o tecido repuxado nos botões. A saia curta deixava ver o começo das coxas grossas, a pele lisa, o corpo inteiro de quem ainda não tinha aprendido a esconder nada. Novinha e já aquele corpo. Bonita de um jeito que não pedia licença.
Pensei nos riscos na idade, no colégio, nas consequências, Pensei pouco. O calor que tinha subido enquanto ela falava do meu corpo ainda estava ali, entre as pernas, e a proposta ficou no ar como se já estivesse decidida.
— Que horas seu pai sai? — perguntei.
Ela sorriu, devagar, sem comemorar alto.
— Sábado de manhã. A senhora pode chegar no fim da tarde. Eu preparo alguma coisa. Não precisa trazer nada. Só vir.
Assenti. Aceitei na hora, antes que a cabeça encontrasse um motivo decente para recusar. Ela se levantou, ajeitou a saia, e parou perto o bastante para eu sentir o perfume doce de menina.
— Então sábado. Eu vou estar esperando. E vou continuar olhando a senhora até lá. A roupa. O corpo. Tudo. Só que lá em casa eu não vou precisar elogiar baixo.
Ela não esperou resposta, chegou.mais perto e segurou meu rosto com as duas mãos. Os olhos nos meus, firmes, aquele rosto jovem sem um pingo de vergonha. O polegar passou devagar no canto da minha boca.
— Sábado, então — murmurou, e me beijou.
Não foi beijo de teste. Foi boca aberta, língua entrando de uma vez, quente, molhada, com gosto de bala de menta. Eu segurei a cintura dela sem pensar. A sala estava vazia, a porta fechada, e mesmo assim o risco deixava tudo mais exitante, Três minutos. Eu contei depois, pelo relógio da parede, mas na hora o tempo derreteu. A língua dela girava na minha, chupava, empurrava, saía e voltava. Eu gemi baixo contra a boca dela e ela engoliu o som. A mão desceu do meu rosto para o pescoço, para o peito, por cima da blusa, e apertou. Não foi carinho. Foi mão cheia, polegar achando o mamilo duro por baixo do sutiã e esfregando até eu empurrar o corpo para a frente. A outra mão entrou por baixo do blazer, subiu a barra da blusa e ficou na pele da barriga, quente, descendo até a cintura da saia, sem passar do elástico. Só pressionando. Só prometendo.
Eu retribuí. Passei a mão na coxa grossa dela, por baixo da saia do uniforme, e senti a pele lisa, quente, a calcinha já úmida quando meus dedos chegaram perto. Ela abriu um pouco as pernas, sem tirar a boca da minha, e esfregou a boceta peludinha na minha palma, devagar, um vaivém curto, sujo, o tecido encharcado marcando os lábios. Eu apertei. Ela gemeu dentro do beijo e mordeu meu lábio de baixo.
A mão dela desceu. Entrou por baixo da minha saia, por cima da calcinha, e encontrou tudo molhado. Dois dedos pressionaram o meio, abriram um pouco o tecido, esfregaram o clitóris por cima da renda até eu tremer e abrir as pernas encostada na mesa. Não tirou a calcinha. Não enfiou o dedo. Só esfregou, circular, firme, enquanto a língua continuava na minha boca como se quisesse me comer por ali. Eu senti o fio descendo, a calcinha grudando, a buceta latejando, babando tanto que os dedos dela escorregavam.
Quando separou a boca, um fio de saliva ligou a gente por um segundo. Ela lambeu o próprio lábio, a mão ainda entre as minhas pernas, pressionando uma última vez. e disse:
— Assim. Molhada. Pensando em mim até sábado.
Tirou a mão, ajeitou minha saia, passou o polegar molhado na minha boca e me fez provar. Depois virou, abriu a porta e saiu como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei encostada na mesa. A calcinha encharcada, a buceta inchada, latejando, babando dentro do tecido até escorrer na coxa. Levei a mão lá e senti o quanto estava melada. Não gozei. Fiquei no limite, suja, com o gosto dela na boca e a sala ainda cheirando a giz e a tesão. Ainda era segunda feira e o Sábado estava longe demais.Quando ela se virou, abriu a porta e saiu, eu continuei encostada na mesa da sala. A boca ainda latejava do beijo. A mão dela tinha saído debaixo da minha saia fazia segundos, e a calcinha estava encharcada, grudada, suja, a buceta babando tanto que eu sentia o fio descendo e molhando a parte de dentro da coxa. O tecido da renda tinha entrado no meio dos lábios peludos. Cada passo que eu tentava dar esfregava o clitóris.
Não aguentei chegar em casa. Fechei a sala, peguei a bolsa e fui direto para o banheiro dos professores. Tranquei a porta. O espelho mostrava o rosto vermelho, meu batom borrado, o decote da blusa ainda amarrotado de onde ela tinha apertado meu peito. Levantei a saia. A calcinha preta estava escura no meio, melada, um brilho de tesão vazando pela renda. Puxei para o lado. A buceta peluda abriu, inchada, os pelos grudados, o clitóris duro para fora, babando um fio grosso foi escorrendo se esticou e pingou no no chão
Sentei na tampa do vaso sanitário fechado, pernas abertas, e enfiei a mão. Dois dedos de uma vez na minha buceta. fundo, curvando, com o polegar eu esfregava o clitóris no meio do pelo molhado. Fechei os olhos e vi ela. Quase um metro e setenta, cabelo castanho alourado, seio grande e duro empinado debaixo do uniforme, coxa grossa, a boceta peludinha pelos compridos macios, que eu ainda não tinha visto e que no sábado ia estar na minha boca. Vi a mão dela na minha cara, a língua dentro da minha boca o jeito como ela esfregou a calcinha úmida na minha palma e mordeu meu lábio.
Bati uma siririca rápida, suja, sem delicadeza. Os dedos entravam e saíam com barulho molhado, a buceta fazendo aquele barulho molhado, o cheiro subindo, doce e forte. Pensei nela de joelhos na sala, mas não dava. Pensei no sábado. Ela me esperando no portão, me puxando para dentro, tirando essa mesma calcinha e enterrando a cara na minha buceta peluda. Pensei na língua dela no meu cu, no peito grande esfregando no meu, nas coxas grossas abertas em cima da minha boca. Pensei em gozar na cara dela e ela não tirar a língua.
Acelerei. Três dedos agora, a palma batendo no clitóris, a outra mão apertando o próprio peito por baixo da blusa, beliscando o mamilo do jeito que ela tinha esfregado. A perna tremia. Eu gemia baixo, mordendo o pulso para não fazer eco no corredor, e gozei. Forte. A buceta apertou os dedos, latejou, esguichou um pouco na palma, molhou a calcinha toda de novo, escorreu na coxa e pingou no chão do banheiro. Fiquei com os dedos parados dentro, pulsando, vendo na cabeça o corpo jovem dela, pelado, me esperando no sábado, enquanto o gozo ainda babava pelos pelos e eu não tinha a menor vontade de limpar.Terminei e fiquei um instante parada, a buceta ainda latejando, o gozo escorrendo devagar pela coxa. Puxei a calcinha melada de volta para o lugar, abaixei a saia e fui até o espelho me ajeitar. O batom estava borrado no canto da boca. Passei o dedo, tentei consertar o cabelo, joguei água no pescoço. A cara continuava vermelha. O cheiro da minha buceta gozada tinha tomado o banheiro inteiro, doce, forte, sem disfarce.
Bateram na porta. Abri achando que era aluna e levei um susto. Era a Marlene, de história. Ela franziu o nariz antes mesmo de falar.
— Gorete, escutei uns gemidos vindo aqui do banheiro quando tava passando no corredor até pensei que tinha alguém tranzando aqui dentro alunos sei lá e nossa! esse banheiro está com cheiro de buceta molhada. Dá para sentir da porta. O que aconteceu? Tá tudo bem?
Fiquei com a mão na maçaneta, a calcinha grudada, suja, a buceta ainda inchada debaixo da saia. Forcei um sorriso torto.
— Ai, que vergonha. Torci o tornozelo mais cedo e vim aqui alongar. Doeu, saiu uns gemidos. Já passou.
Ela me olhou de cima a baixo, a saia amarrotada, a boca inchada, e soltou um meio sorriso.
— Te conheço, Gorete. Você está com cara de quem veio da noitada e transou a noite toda. Olho brilhando, boca inchada, saia torta, essa cara de satisfação parecendo que acabou de dar uma gozada... Gorete somos amigas íntimas fala verdade... Não foi tornozelo coisa nenhuma. E tornozelo não deixa banheiro com cheiro infestado de boceta molhada.
Senti o rosto queimar. Não tinha como negar sem piorar. Só baixei os olhos e ri, curto.
— Então faz de conta que foi isso. Noitada. E não espalha no corredor.
— Não espalho. Se tava se masturbando tranquilo normal também faço isso ,mais não no banheiro da escola , cheio de adolescentes nos corredores andando para lá e para cá ...
" risos " Mas na próxima me chama, de dou uma ajudinha a descarregar as tensões do dia a dia escolar, "risos,, ja fizemos isso juntas só que na minha casa e na minha cama "risos " Detesto ficar só escutando gemido e sentindo cheiro de buceta do lado de fora. Acho que seria até bem gostoso uma tranzadinha rápida nós duas aqui dentro do banheiro seria bem exitante e diferente qualquer dia fazemos isso eu sou meio loquinha e você também " risos "
Ajeitei a bolsa no ombro. A gente se despediu ali mesmo, na porta do banheiro, um beijo no rosto, rápido, de amigas Ela foi para a sala dos professores. Eu fui para o estacionamento, andando devagar, cada passo esfregando a buceta na renda encharcada, com o sábado que estava por vir ainda inteiro na cabeça
E até que enfim chegou sábado
Sábado, no fim da tarde, cheguei parei o carro na frente do portão da casa dela , o portão de madeira de garagem a portinha de paisagem de pedestres já estava aberto um palmo. Ela esperava encostada no portão de madeira shortinho curto e regata fina, sem sutiã, o cabelo castanho alourado solto nas costas. Quase um metro e setenta de gostosura coxa grossa, seio empinado marcando o tecido. Quando me viu, o sorriso não foi de aluna.
— Entra Gorete.
Nossa meu nome vindo daquela boca linda deliciosa sem tratamento formal acadêmico. Me encheu mais de tesão e excitação do que eu já tava só de pensar no caminho o que estava pars acontecer eu já tava com a buceta toda babada e a calcinha encharcada...
Eu entrei ela entrou logo atrás e o portão fechou atrás de nós, já na entrada no corredor da casa ela me puxou pela cintura e me beijou antes mesmo de eu largar a bolsa. Boca aberta, língua fundo, a mesma de três minutos da sala, só que agora sem relógio na parede e sem medo de gemer. A mão dela já estava dentro da minha saia, por cima da calcinha, apertando o que tava molhada de ficar dentro do carro no caminho para casa dela como eu disse antes todo que estava para acontecer e estava começando agora....
— A semana foi cruel — falei contra a boca dela. — Você me olhava e eu saía da aula com a calcinha ensopada.
Ela respondeu:
— Eu também. Gozei duas vezes no banheiro do colégio pensando na sua boca.
- Sério! , eu na segunda mesmo quando você saiu da sala e foi embora, fui no banheiro e ne masturbei que nem uma louca pensando no que tinha acabado de acontecer e o que ia acontecer no sábado no combinado de nos encontramos, gozei tão gostoso que até tive um princípio de convulsão " risos " sem contar que a professora Marlene tava passando no corredor e escutou meus gemidos ficou escutando na porta quando terminei esperou um pouquinho e bateu na porta do banheiro para saber o que estava acontecendo tentei explicar mais no final não colou muito " risos " mais expliquei meio por sima... ela perguntou?
Falou de nós, respondi:
Claro que não tá louca? Jamais mesmo ela sendo amiga intima e nós tendo também um relacionamento íntimo fora do colégio... ela disse: Nossa! Tranzar com uma professora já é o máximo, fico imaginando como duas... mais pelo menos con uma que está na minha frente vou saber, vou experimentar essa experiência essa fantasia esse desejo que dez do primeiro dia que entrou na sala para dar sua primeira aulas para nós despertou dentro de mim e por muitas vezes imaginei essa situação que está acontecendo des de segunda feira com nós duas , e hoje vai se concretizar totalmente, e digo outra Gorete depois que saber um pouco mais da minha vida do meu cotidiano do meu relacionamento familiar, vai querer muitos mais momentos como esse aqui ... Ela passou a mão no meu rosto me beijou me pegou pela mão e me levou direto para o quarto. Não teve jantar nada de mais convessa, senti a mão dela tremendo, e eu me tremendo toda, chegando no quarto ela sem pedir licença sem hesitar... Tirou minha blusa, o sutiã , puchou minha saia para baixo de uma vez só deu uma olhada na calcinha já babada, tirou minha calcinha devagar, ajudei levantando um pé depois o outro, ela cheirou a calcinha ensopada deu uma lambida nos fundos lavou na boca pôs quase toda na boca e começou a mastigar, fiquei ainda mais exitada do que já tava, ai ela pegou a calcinha jogou no chão, me pegou pelos braços me deu um empurrão de leve cai de costas na cama, pôs as mãosn o meu peito, e fez eu me deitar, Ficou de pé um segundo só para se despir. Seios grandes, duros, bico rosado arrepiado. Buceta peludinha pelos finos e compridos, lábios já brilhando. Subiu em mim e esfregou a boceta na minha coxa enquanto chupava meu peito, um e depois o outro, língua rodeando o mamilo, dentes leves, chupando até eu arfar e segurar a cabeça dela.
Desci. Queria a boca nela. Virei, deitei ela de costas e abri as coxas grossas. Beijei a parte de dentro, cheirei, e enfiei a língua na buceta dela de uma vez. Doce, salgada, molhada demais. Chupei o clitóris devagar, depois rápido, deu uma abrida nos lábios vaginal dela e percebi que não era mais virgem, enfiei um dedo devagar pois vi que tinha a bucetinha bem apertadinha ainda , de quem tinha perdido a virgindade a pouco tempo , depois dois dedos entrando e curvando, a outra mão apertando o seio dela, e Ela gemia meu nome, Gorete, Gorete, quadril subindo, e não demorou muito gozou na minha boca, apertando dminha língua, dentro da sua buceta, escorrendo aquela bebinha no meu queixo. Não parei. Pedi que virasse. Ela ficou de quatro. Abri a bunda, passei a língua no cú, devagar, circulando, empurrando a ponta, enquanto a mão continuava na buceta. Ela tremia, empurrava para trás, suja, pedindo mais. Chupei o cú dela até ficar vermelho e molhado de saliva, enfiei o dedo do meio no cuzinho dela devagar, ela gostou deu uma gemida de tesão, e empurrou aquela bunda linda redondinha branquinha para trás, senti um troço grande e grosso de cocô no fundo do cú dela, tirei o dedo veio um pouquinho sujo amarelado dei uma cheirada pois tenho tesão e fethiches por olfactofilia , passei o dedo na língua senti um gosto amargo, , terroso, grudando na língua
Limpei o dedo na minha calcinha que tava jogada do lado na cama , e então voltei para a boceta, comendo as duas coisas com a boca, sentindo os pelinhos finos e compridos na minha boca sem pressa, até ela gozar de novo, dessa vez escorrendo na minha mão.
Ela me puxou para cima. Sessenta e nove. A boca dela na minha buceta, faminta, chupando como tinha prometido na sala, língua nof undo da buceta, nariz no clitóris, dedos enfiados no meu cú ao mesmo tempo. Eu fazia o mesmo nela. As duas se comendo, gemendo abafado, saliva e tesão escorrendo no lençol. Gozei na cara dela. Ela não tirou a boca. Bebeu, lambeu, e gozou de novo na minha língua.
Ficamos um tempo grudadas, beijando com gosto de cú e buceta, mão no peito, dedo ainda dentro. Apaixonado e pornô ao mesmo tempo. Ela olhou nos meus olhos.
— Quero fazer uma coisa. Se você deixar?
Assenti. Me Chamou para o banheiro,
No banheiro, ela me pôs de joelhos no box. Abriu as pernas em cima de mim, segurou meu cabelo e pediu que eu abrisse a boca. O jato veio quente, dourado, primeiro na língua, depois no peito, na barriga, escorrendo entre as pernas. Eu bebi o que coube e deixei o resto me molhar inteira. Quando acabou, ela se ajoelhou também.
E disse: agora eu! Também quero! , Eu fiquei de pé, abri, e mijei nela. No cabelo, na boca aberta, nos seios lindos durinhos rígidos grandes, na buceta. Ela engoliu, lambeu os lábios, passou a mão no próprio corpo espalhando, e me puxou para baixo de novo.
As duas no chão do box, molhadas de chuva dourada, o chão todo mijado das duas, ficamos se beijando com gosto de xixi e de buceta, dedos se enfiando, peito esfregando no peito. Ela chupou meu mamilo ainda molhado de mijo Eu chupei o dela. Descemos de novo uma na boca da outra, sujas, escorregadias, gozando mais uma vez com o gosto misturado na língua. Ficamos de pé e abrimos a torneira do chuveiro,
Quando a água do chuveiro finalmente começou a cair, ela me abraçou por trás, beijou meu pescoço e falou baixo, apaixonada, ainda com a mão entre as minhas pernas:
— Fica até domingo. Meu pai só volta segunda. Eu ainda não acabei com você.
Domingo de manhã eu acordei com a boca dela na minha buceta peluda, devagar, como quem não queria que o fim de semana acabasse. Passamos o dia peladas. Comemos pouco, nos beijamos muito, se chupamos de novo no sofá, no chão da sala, ela sentada na minha cara com a buceta peluda esfregando até gozar. No fim da tarde, ainda suada, ela deitou a cabeça no meu peito e falou baixo. E começou a me confidenciar:
— Meu pai é divorciado. A gente tem uma relação. Incestuosa. Faz tempo. Ele me come, eu chupo ele, às vezes a gente dorme junto. Eu gosto. E ele gosta de mulher mais velha, madura, do seu tipo. Está sozinho, sem namorada. Quando ele voltar, eu quero te apresentar. Se você quiser, a gente fica os três.
Eu não recusei. Esperei.
Olhei admirada cheio de tesão exitada pelo que ela me disse e confidênciei para ela;
-Eu também venho de família incestuosa , minha mãe que iniciou eu e meus irmãos no sexo, fazíamos brincadeiras sexuais todos juntos com minha mãe, e por um longo tempo , ,até cada um tomar seu rumo , e eu continuei essa forma de amor e sexo incestuoso até hoje, com meus filhos meus irmãos e sobrinhos...
Ela me olhou admirada exitada me beijou carinhosamente de novo e disse:
- Se você gostar do meu pai e de tudo que te disse sobre ele, vai ser 99% de vocês dois se unirem e formamos uma nova família juntos, ele vai adorar você, seu jeito de ser, sua aparência, seu corpo tudo em você, conheço os gosto e preferências dele ele vai adorar você, tudo que você é e tudo que me confidenciou....
Me disse que ia dar uma ligada para o pai e fez isso, ligou disse que estava com a professora em casa dês de sábado, e tudo que tinha acontecido , e o que tínhamos conversado...
Ela desligou o celular e disse:
- Meu pai disse que já tinha visto você de longe no colégio quando foi fazer minha matrícula e conhecer o colégio , e já havia escutado algumas coisas que mencionaram mais sem certeza sobre você, de ser viúva e ser bissexual Lésbica, mais que sua vida privada era bem discreta e pouco sabiam de você fora do colégio, e que está louco para chegar logo aqui em casa conhecer você pessoalmente, e que vem mais rápido que puder , Ele chegou no começo da noite, mala na mão, trinta e cinco anos, ombro largo, bigode nos levantamos do sofa que estávamos sentadas para recebê-lo ele me olhou toda mediu meu corpo dos pés a cabeça, antes mesmo de largar a chave. Ela nos apresentou sem rodeio. - Pai essa é a Gorete, minha professora. Gorete esse é meu pai. Ele soltou as chaves ali mesmo no chão e sem dizer nada, se aproximou de nós duas beijou a filha na boca, na minha frente, um beijo logo, e depois me beijou também senti o mesmo gosto da boca dela misturado na dele, eu só com uma camisetac comprida sem nada por baixo, que ela tinha me emprestado. A mão dele na minha cintura, a dela já abrindo o zíper da calça dele.
Não fomos para o quarto. Ficamos na sala. Ele sentou no sofá, pau grosso para fora, e ela ajoelhou e chupou na minha frente, buceta peludinha aparecendo por baixo da camiseta, qure estava sem mais nada por baixo também e ela olhando para mim enquanto engolia aquele pauzão grande e grosso, Eu me aproximei, beijei a boca dela com o pau dele no meio, e depois chupei também. As duas naquele pau, língua se encontrando na cabeça, pelo da minha buceta roçando na coxa dele quando subi no colo dele abri um pouco com minhas próprias mãos minha buceta sentei no pau dele senti cada centímetro entrando para o fundo e ele me fodeu ali mesmo sentadanno colo dele fundo de frente para ele, enquanto ela ficava atrás de mim chupando meu pescoço e esfregando a buceta peludinha na minha costas na minha bunda. Eu gemia o nome dos dois. Ele segurava minha cintura e falava que tinha pensado em mim no que a filha dele tinha dito, na viagem inteira. ai ela desceu, e por trás lambeu as bolas do saco. onde o pau do pai entrava na minha buceta e chupou as bolas com o pau enterrado na minha buceta , onde estava todo o melado de baba que escorria de dentro da minha buceta , ai ele pediu para mim me ajoelhar de costas para ele, Virei de quatro no meio daquele sofá enorme peguei duas almofadas apoiei meus braços nas almofadas , e ele me comeu por trás, agarrado no meu cabelo pelo rabo de cavalo , Ela deitou na minha frente, abriu as pernas, peguei as almofadas joguei de lado, e enfiei a cara na buceta peludinha dela enquanto o pai me fodia minha buceta por trás. Gozei assim, gritando abafado com a cara toda enfiada chupando a buceta dela. Ele tirou ainda o pau da minha buceta ainda duro, pediu para mim para só por um momento sentar ao lado, mandou a filha abrir as pernas e enfiou o pau numa estocada só todinho até as bolas na buceta dela, fiquei olhando admirada como aquela bucetinha apertadinha acomodou todinho aquele pau de 18 centímetros bem grosso naquela bucetinha apertadinha, ela só deu um gritinho de dor misturado com prazer. E começou a mexer a cintura que nem uma cadelinha no cio. Eu me aproximei beijei a boca dela enquanto ele metia, e socava naquela bucetinha com força sem dó nem piedade num ritmo que começou devagar , e foi aumentando para um m ritmo rápido e alucinante, desci chupei aqueles peitões lindos e delicioso fui descendo para chupar o clitóris dela com o pau do pai entrando e saindo, ele tirava da buceta dela me pegava pelos cabelos socando aquele pauzão na minha boca , depois voltava numa estocada só para dentro daquele bucetinha que tava toda avermelhada inchada com o clitóris inchadinho duas vezes o tamanho normal, Os três gemendo de tesão, ai ele ficou em pé, mandou nós duas ajoelhar de frente para ele e foi intercalando o pau hora na minha boca hora na boca da filha, comecei a sentir o pau dele pulsando na minha boca e um jato de porra quente indo parar no fundo da minha garganta, engasguei ele tirou o pau e terminou de gozar espalhando aquele jatos de porra na minha cara e na cara da filha, esfregando o pau na nossa boca, gozou e passou a mão na minha cara e da filha e espalhou aquela porra na nossa cara nos nossos peitos, e disse:
- Nunca tinha tido, e nem pensando em ter duas cadelas deliciosas ao mesmo tempo assim desse jeito totalmente entregue e a minha disposição , filha sua professora é um tesão de mulher, sem palavras hoje você presenteou o papai de uma maneira inesperada e que jamais pensei que poderia acontecer, pegou a filha pelas mãos fez ela se levantar e deu um beijo longo e apaixonado nela e em seguida fez o mesmo comigo e disse::
-Minha filha falou para você que sou divorciado , e me disse que você é viúva, se quiser nem precisa de namoro ou noivado, quero você ... ficar com você ... você fazer parte da nossa família da nossa vida e vice-versa ! que diz? Respondi: - Estamos todos extasiados exitados e entusiasmado isso é tipo Motivação Intrínseca: me perdoem da forma me expressar mais não esqueça que sou professora e alguns assuntos sou didática mais nem sempre consigo simplificar uma explicação" risos " masmo caso esse momento que estamos " A gente faz algo Preleção: O ato feito nos trás satisfação regozijo, ou mesmo simples prazer, misturando curiosidade ou satisfação de realizar os desejos. É aqui que mora o verdadeiro entusiasmo, E esse é O perigo tomar uma decisão nessa hora, por isso vamos aproveitar esse momento, e sua resposta com certeza darei para vocês no decorrer do tempo, e geralmente não demoro em dar resposta naquilo que me interessa ou que fiquei afim e para você ter uma esperança quase que concreta, se fosse para responder agora ia dizer... "Com certeza quero sim vou adorar é uma relação que sempre busquei", aberta liberal sem tabus sem preconceito e sem frescuras, e é isso que busco, mais vou dar essa resposta concreta quando passar esse estado de excitação, ok? Ele respondeu:
-Vou aguardar ansiosamente sua resposta pois no meu caso foi amor a primeira vista paixão já na primeira trepada.... rimos todos juntos e fomos descansar todos juntos no quarto, os três agarradinhos na mesma cama... dormimos um pouco e acordei na madrugada de segunda com ela chupando minha buceta e ele abrindo minha boca com o polegar e enfiando o pau duro na minha boca , abri os olhos o dia tava clareando ele pediu que eu não fosse embora. E eu não fui., Ele me virou de bruços na cama, a mão abrindo minha bunda. A buceta peluda ainda escorria do que ele tinha metido antes. Ai disse: Que bunda linda e que cuzão delicioso, se vê que gosta de levar pau no rabo tá até roxeado, .Ela se aproximou passou a mão na minha bunda, passou os dedos em volta do anel enfiou o dedo do meio dentro do meu cú tirou deu uma cheirada levou o dedo na boca chupou e depois cuspiu no meu cú, lambeu, enfiou a língua depois chupava meu cú e enfiava a língua o máximo que conseguia senti um tesão uma excitação indescritível aquela menina com carinha de anjo com uma habilidade em proporcionar prazer que eu não tinha visto em nenhuma outra mulher experiente, ai ela segurou minhas nádegas com as duas mãos abriu e disse para o pai.
— Fode esse cú pai Ela aguenta, ela sai de lado e fica olhando e se masturbando, ele encaixou o pau na entrada do meu cú empurrou devagar. Ardeu, abriu, e quando passou do anel eu soltei um gemido rouco no travesseiro. Ele segurou minha cintura e começou a foder o meu cú de verdade, fundo, o saco batendo na minha buceta . Cada estocada me empurrava para a frente. Ela veio deitou na minha frente, beijou minha boca, e desceu a mão para esfregar meu clitóris no meio do pelo enquanto o pai metia atrás. E ela dizia com aquela voz de tesão exitada com a visão do pai fodendo meu rabo:
— Assim, Gorete. Deixa ele acabar no seu cú.
Eu empurrava a bunda para trás. O cú apertava, molhado de saliva e de tesão. Ele acelerou, a respiração pesada, falando que eu tinha o cú mais gostoso, que já tinha comido e que ia encher meu rabo de porra, Ela chupava meu peito, dois dedos na minha buceta, e eu comecei a gemer baixo e gozar com o pau dele enterrado Eu empurro a bunda pra trás e peço, gritando..
— Socar meu cú. Fode esse cú de puta, mete tudo. Ele segura meu cabelo e mete seco, o saco batendo na minha bunda. O cú contrai, eu começo a gozar tremendo e grito pra ele gozar junto. — Goza dentro. Enche meu cú de porra, a filha se levantou veio por trás, segura minha bunda aberta e fala no ouvido dele:
— Fode o cú dessa puta. Socar até o fundo, pai. Olha como ela pede. Ela me xinga baixinho, a boca perto da minha orelha:
— Vadia. Cú de galinha. Fica aí de quatro pedindo pica no cú que nem uma cadela.vadia safada meu pai vai deixar esse seu cú mais arrombado do que já tá sua puta vadia....
Ele começou a aumentar o ritmo e metendo mais forte. Eu gemo de dor e prazer e ela continua:
— Isso, enche o cú dessa vagabunda. Goza dentro dela. Ela merece ser fodida sem dó nem piedade arromba o cú dessa puta velha vadia...
Eu continuei gozando múltiplos orgasmos tremendo, o cú apertando a pica, enquanto ela continuou me chamando de puta e mandando ele não parar de socar.
Ele enfia até o talo segura minha cintura com força, a pica latejando fundo no meu cu, e avisa rouco: — Vou gozar, sua puta. Vou encher esse cú de vadia agora. Ele me chama de tudo enquanto mete as últimas estocadas:
— Cadela. Cu frouxo. Galinha. Vagabunda que só serve pra levar pica no cu. Eu gemo aviso que também tô gozando junto. Ele enfia até o talo, xinga mais uma vez — “toma, sua puta vagabunda do caralho ” — e despeja a porra quente dentro, jato atrás de jato, sem tirar, me chamando de vadia até acabar.
e despeja a porra quente lá dentro, sem parar de socar.
Tira o pau devagar. Sai melado de porra e bosta..
Olhou para mim e disse: - Você cagou no meu pau sua putq imunda nojenta tá com o cú frouxo? Agora chupa vadia imunda nojenta, Eu olhei para o pau dele com ânsia de vômito nojo, e disse- Ta melado com merda , e virei o rosto de lado, Ele disse, saiu de dentro do seu cú frouxo sua cadela nojenta, ai Ele Segurou meu cabelo, virou meu rosto abriu minha boca a força com o polegar e enfiou O. Pau melado de bosta na minha boca sem limpar. tava um gosto horrível de cú , terroso Amargo, ácido e metálico, com fundo de bile e cheiro bem pior de ovo podre de buceta suja de esperma O cheiro domina o gosto, e o corpo rejeita na hora. Mais o inacreditável para mim tava acontecendo pela primeira vez, aquela humilhação toda aquela coisa nojenta degradação humilhação erótica. do meu algoz, O tesão subiu na hora em que a língua recuou e eu obedeci mesmo assim. O amargor, o ranço, a textura de merda não ficaram só na boca: misturaram com o gosto dele, com a pele, com o cheiro que subia e grudava na respiração. Quanto mais o estômago revirava, quanto mais os olhos lacrimejavam, mais forte ficava. Era quente e sujo ao mesmo tempo. Eu chupava e engolia o que qualquer um cuspiria, e o corpo latejava justamente com isso — não com carinho, com a degradação. O pau na boca era a ordem. O resto ficava pequeno perto daquela quebra do nojo. . Continuei chupando mesmo assim, fundo, a língua limpando a haste. Ele segurou minha nuca e meteu na garganta duas, três vezes, e gozou. Jato quente, grosso, enchendo a língua, escorrendo no canto da boca. Eu engoli o que deu e deixei o resto babar no queixo. Ela veio por cima. Lambeu o que escorria da minha boca, chupou a cabeça do pau do pai ainda latejando, e as três bocas se encontraram. Eu, ele e ela, se beijando ao mesmo tempo, língua com língua, gozo passando de uma boca para a outra, sujo, quente, apaixonado. Ele segurou meu rosto e o dela. Ela mordeu meu lábio de leve. O pau dele, ainda meio duro e melado, roçava no meu peito enquanto a gente não parava de se beijar, os três, até o gosto ficar só nosso.
Ela se levantou foi até o maleiro do guarda roupa e voltou com a cinta já presa na cintura, o vibrador grosso balançando. Olhou pro pai e disse em voz alta quase aos gritos: - Faz ela ficar de quatro. Olhei sem entender nada estatística paralisada sem entender direito o que estava acontecendo , eu ainda tava com o cú aberto , doendo, ardendo, sujo vazando porra que o pai tinha acabado de foder e ela queria enfiar um consolo enorme e grosso no meu rabo... mais Ele não discutiu. Segurou meu ombro e me empurrou pra cama. Eu continuei sem reação estatística paralisada sem entender direito mais um frio subiu pela minha espinha uma sensação de impotência excitação e tesão tudo ao mesmo tempo. Eu fiquei de quatro, cara no colchão, ela abriu minhas nádegas cú aberto. Que tinha acabado de levar um pau enorme e grosso no cú, e disse essa vadia nojenta tá com a bunda toda cagada, mais vou foder esse cú mesmo assim, Ela ajoelhou atrás, cuspiu em sima da minha bunda, encostou a cabeça do vibrador empurrando devagarinho ele foi entrando. Acabando de desgraçar o cú da égua pois meu cú já tava arrombadinho o consolo foi entrando abrindo meu cú escorregando pra dentro arregaçando meu rabo mais ainda uma dor horrível mais gostosa uma sensação de preenchimento daquele vibrador enorme e duas vezes mais grosso que o pau do pai dela, gemi contra o lençol enquanto ela metia, mão na minha cintura, me xingando de cadela, de puta velha..O pai ficou em pé na frente da cama. No começo só olhava. Depois o pau endureceu de novo, na mão dele, enquanto via a filha foder meu cú e eu empurrar pra trás. Ela metia fundo, o barulho da cinta batendo na minha bunda, e ele não tirava os olhos.
Quando ela cansou e saiu, com aquela consolo também tudo melado de merda, ela olhou para ele e disse: z- Olha que essa puta velha do cú frouxo do caralho, essa vadia nojenta imunda fez, cagou meu brinquedo todo, sujou meu consolo tudo de bosta... Ele olhou para ela e disse Você também é uma putinha vadia já já cagou no meu pau inúmeras vezes e se bobear seu cú tá mais frouxo e mais arrombado do que o da Gorete sua putinha vadia agora ajoelha no chão de boca aberta e cala essa boca segurou as duas. Mandou ajoelhar. Eu de um lado, ela do outro, bocas abertas, na altura do pau. Ele bateu devagar, olhando da minha língua pra dela, e gozou nas duas: primeiro na minha boca, quente, salgado, escorrendo no queixo; depois na dela, o resto caindo na língua, no lábio. Ficamos de joelhos, engolindo, com ele ainda duro na frente, vendo tudo.
A menina segurou meu queixo e me obrigou a olhar pra ela. Agora não era um algoz mais dois , e disse: — Não desvia. Quero ver a cara dessa puta velha , abre a boca vadia... eu atendi aquilo estava me dando um tesão uma sensação de excitação que nunca havia sentido antes...
Ela cuspiu na minha boca e não deixou eu engolir na hora.n— Segura. Mostra pro meu pai o que você é. , Fiquei de joelhos, boca aberta, cuspe dela na língua. Ela riu, puxou meu cabelo e bateu de leve na minha bochecha.
— Cadela sem vergonha. Ficou de quatro, empurrou o cú pro meu vibrador csgou ele todinho e ainda gemeu de tesão sua vadia imunda nojenta Agora ajoelha e agradece.
Ela enfiou os dedos na minha boca, os mesmos que tinham estado no meu cú, e espalhou na língua. — Chupa. Limpa. Isso que sobrou de você: boca de lixeira de privada , cú arrombado frouxo de puta que dá o cú o dia todo na zona, sua cadela vadia arrombada...
O pai só olhava. Ela não precisava dele pra me baixar me humilhar — Fala. Diz que a filha te fodeu melhor do que qualquer homem. Diz que você é a puta velha da casa e eu mando em você., Eu falei, voz rachada. Ela segurou minha nuca, cuspiu de novo e me fez repetir mais alto até eu ficar só repetindo o que ela mandava, joelho no chão, cara melada, sem levantar os olhos sem a permissão dela. A filha segurou meu queixo e falou perto da minha boca. ZZde novo:: — Quero escutar dessa boca de chupar pau e buceta que você adorou tudo isso. Que vai ficar pra sempre. Que vai morar com a gente. Que a gente vai ser uma família só. Diz, puta vadia: vai ser nossa escrava sexual. Nós dois seu algoz, loucos de amor e paixão por você, cadela nojenta, imunda, gostosa.
O pai ficou atrás dela, mão no meu cabelo, esperando. Eu engoli o cuspe dela e falei, joelho no chão, voz rachada. — Adorei tudo. Adorei o vibrador, a humilhação, a porra na boca. Vou ficar pra sempre. Vou morar com vocês. A gente vai ser uma família só. Eu sou a escrava sexual de vocês. Vocês dois são meu algoz,oucos de amor e paixão por mim, vou ser de vocês a cadela nojenta, imunda, que vocês tem tesão e acham gostosa. Vai morar com vocês. Eu obedeço.
Eu sou de vocês. A filha sorriu, ainda segurando meu queixo. O pai apertou meu cabelo e não mandou eu levantar.
Nesse momento eu me apaixonei perdidamente pelos dois.
Não foi carinho. Foi na humilhação. A filha com a mão no meu cabelo, cuspe na minha língua, mandando eu repetir que era a puta velha da casa. O pai em pé, olhando, pau mole escorrendo o resto de porra sem me salvar de nada. Os dois juntos me baixando, e eu ajoelhada, cú latejando, boca suja, sentindo o peito apertar de um jeito que não era nojo.
Eu olhei pra ela e quis ficar. Olhei pra ele e quis obedecer. A raiva dela, o silêncio dele, a ordem dos dois — virou tesão e virou amor ao mesmo tempo, daquele tipo que não pede licença. Eu não queria levantar. Queria que ela continuasse me esculachando e que ele continuasse vendo, os dois donos da mesma cadela.— olhei para os dois e disse: -Depois de tudo isso, dessa experiência totalmente diferente de tudo que eu já tinha vivido, acho que fiquei e estou completamente apaixonada pelos dois. A resposta eu ia pensar direito, por estar viúva todos esses anos, acostumada com uma vida livre de compromisso, totalmente individual. E que estava em dúvida de me prender em alguém , depois de tudo, isso que aconteceu des de segunda feira até hoje, respondo agora mesmo com convicção e com certeza eu aceito ficarmos juntos nós três, só tem um porém para eu aceitar agora definitivamente. vocês vêm morar comigo, no meu apartamento. Ele é grande, tem espaço confortável para nós três. Lá a gente vive essa paixão e essas aventuras com conforto no lugar que amo perto da praia e de tudo e de todos que eu gosto....
A filha olhou pro pai. Ele não pensou. Segurou minha nuca e falou que sim. Ela repetiu na hora, sorrindo, ainda com a mão no meu queixo.
— Então fechou .a puta velha fica com os algozes no seu apartamento. e outra coisa quando meu irmão que mora com meus avós te conhecer e ter uns momentos como esses que tivemos com certeza vai querer morar com nós..
Respondi: vou adorar... amo família grande... ele será mais do que bem vindo!
Eu olhei nos olhos dela e disse. ainda perto da boca dela:
— Cuidado. Também tenho meu lado algoz. Vocês vão pagar todas essas humilhações.
A filha sorriu, sem recuar. e disse:
— Vamos adorar. Também temos nosso lado de submissos.
O pai chegou mais perto e não contradisse. Eu puxei os dois. A gente se abraçou ali mesmo, joelho ainda no chão, corpo sujo, e ficamos revezando beijos longos e apaixonados: eu na boca dela, ela na do pai, o pai na minha, sem pressa, língua, cuspe, o gosto de tudo misturado. Ninguém mandou parar. Os três ficaram ali, abraçados, se beijando, algozes e submissos no mesmo fôlego.
Faz vinte anos. Que estamos juntos Ela continua na nossa cama quando quer. O irmão, um ano mais novo que ela, entrou na família três meses depois, , e hoje a casa inteira se conhece desse jeito. Mas começou ali: no portão, na sala vazia do colégio, e naquela noite em que o pai chegou e os quatro se separaram até hoje 20 anos depois 2026 eu Gorete sou setentona, meu maridinho corno tem 55 anos, minha enteada 36 e o irmão dela 35 anos ,
E se abriu um leque um monte de relacionamentos inesperados para mim através do.meu atual marido, e minha enteada e do irmão dela, ela e ele que foirsm meus alunos no colégio e depois na universidade que facilitou, me apresentando seus amiguinhos, boca em boca principalmente na universidade.
F I M
Espero que tenham gostado de ssber um pouco mais da minha vida íntima familiar e profissional
Bjs à todos que lerem e chegaram até o final desse conto ...