Um mês e meio passou desde aquele final de semana, frequentemente eu me masturbava ao lembrar de tudo. Minha vontade de vê-los e a expectativa só aumentava a cada dia. Antes de tudo isso eu com frequência os visitava nos finais de semana ou passava uma semana completa em sua casa durante as nossas férias de verão. E enfim a espera terminou, já estava tudo combinado, voltaria a cidade deles para passar 7 dias.
Durante esse intervalo mantivemos nossas conversas por whatsapp e Edu me confidenciou que descobriu a bissexualidade na adolescência, a época teve medo de contar pois não sabia como fazer e como é um assunto delicado e cheio de preconceito, resolveu guardar para si, pois podia arrumar problema com a sua família. Gostava tanto de mulheres como de homens. Isso me deu brecha para falar sobre o que fizemos, falei que estava na dúvida se gostava de homens ou não, já que nunca senti atração, mas que naquele dia toda a situação foi nova e surpreendentemente prazerosa. Edu soltou uma mensagem me provocando “você deveria provar um pau, vai te ajudar a se decidir rsrs” respondi ‘’talvez eu prove…”.
Me preparei para a viagem e peguei meu carro. Viajei 50km até lá, é um trajeto tranquilo, estrada de asfalto, a cidade iria receber 10x o seu número de habitantes no verão, por ser uma cidade litorânea. Cheguei na segunda-feira antes do almoço e apenas Patrícia me esperava na casa, demos uma abraço forte e demorado. Perguntei onde Eduardo estava e ela me respondeu irritada “Você não vai acreditar André, o RH da empresa do Edu errou o dia das férias, ele vai trabalhar hoje ainda”. Não esperava passar o dia sozinho com Patrícia, vários cenários vieram à minha mente do que poderia acontecer. Fora da cama Patrícia era mulher totalmente diferente, quando ela tirava a roupa se transformava na puta perfeita. Liguei para o Edu avisando que havia chegado, conversamos sobre o dia a mais trabalhando e ele estava chateado com a empresa, precisou retornar ao trabalho e me disse para cuidar da Patrícia, senti um leve riso na voz dele e respondi que faria isso. Esse tipo de insinuação mexia com a minha mente.
Fui até o carro e descarreguei minha mala, entrei na casa e o cheiro do almoço atiçou meu estômago. Sentamos na mesa para comer. Lavei a louça do almoço mesmo com Patrícia pedindo para não fazer isso, respondi que não gostava de gente encostada que se aproveitava da hospitalidade e que ajudaria em qualquer tarefa, era só ela me pedir. Com tudo limpo fomos para sala conversar e assistir tv. O tempo foi passando e uma certa tensão foi aparecendo no ar, até que tomo a iniciativa de entrar em assuntos quentes “Edu me contou como foi a bissexualidade para ele e você? Gosta de mulher também?”, ela deu uma risadinha e disse que nem sempre, que dependia do contexto, da mulher que estava com eles, se ela(Patrícia) estava afim e disse que não se considerava bi mas provava de vez em quando e emendou “Eu não dispenso homens, sabe André” seus olhos cravaram nos meus, eu estava sozinho com a mulher do meu melhor amigo querendo me dar, mas mesmo sabendo que são liberais e que em breve eu iria fuder ela, fui cuidadoso. Esse mundo liberal tem regras para proteger o relacionamento do casal e o combinado não saí caro.
Não estava disposto a cruzar uma linha que poderia pôr em risco a nossa amizade de anos e um futuro muito excitante. Patrícia percebeu meu receio e amenizou a situação: “Tudo que eu e Edu fazemos é combinado entre nós. Nossa relação é de pura confiança e por isso só faço aquilo que eu e ele queremos e limitamos”. Com isso uma prazerosa tarde estava por vir. Ela me indagou “Como foi provar a porra do meu marido?” dando risada. Eu ri e respondi “Foi bom, principalmente por causa do seu beijo e o dele, até comentei com o Edu que talvez provasse direto da fonte” o rosto dela deu uma leve corada de excitação com a minha resposta. Pela reação ela devia sentir um tesão anormal em ver o marido com outro homem, investi no assunto perguntando do que ela gostava quando estavam em três. Ela confidenciou que adorava ver o marido nas mesmas posições que ela, ver o marido de quatro, frango assado, deitado de barriga para baixo e alguém por cima bombando, ver o marido ser dominado na cama. Ela não conseguia disfarçar o tesão, sua respiração acelerava a cada palavra. Aproveitei emendando “O Edu tem uma bundinha interessante pra falar a verdade” vi em seus olhos o que ela imaginava. Também me contou como Edu gosta de ver ela com outro homem, enquanto passava a mão no meu bíceps com carinho.
Coloquei a minha mão acima do seu joelho, roçando os dedos de leve. Ela usava uma saia curta, abriu as pernas permitindo minha mão chegar na parte interna da coxa dela, passava a mão num vai e vem sem tocar a buceta e apertava aquela carne macia com força. Me aproximei, passei meus dedos em seu lábio e a puxei para meu beijo, que boca deliciosa ela tem. Suas mãos seguravam a minha nuca e cabelo, a puxei para meu colo e nos esfregamos um no outro. Minha mão entrou por trás da saia, segurei sua bunda com força fazendo ela soltar um gemido de dor e tesão. Ela levou a mão até a buceta e começou a se masturbar me olhando, puxei seus seios para fora da blusinha decotada, usei minha língua no mamilo e sempre a olhando. Falava pra ela “Como você é cachorra, vou fuder tanto a mulher do meu amigo” ela gemia e concordava, dizia “Edu e eu sempre fantasiamos com você, te usamos várias vezes na cama”. Ergui sua saia acima da cintura, meus dedos entraram na sua calcinha, toquei seu cuzinho e pressionei de leve, ela gemeu e perguntou se podia bater na minha cara e falei que sim, como disse ela era outra pessoa no sexo. A cada tapa no meu rosto meu dedo entrava mais e mais no seu cuzinho, ela me xingava e eu xingava de volta.
Patrícia pegou o celular dela, tirou algumas fotos de nós dois e mandou como visualização única para o Edu, não demorou e ele respondeu com outra foto, seu pau marcando a calça. Ela mandou uma foto de sua bunda e um vídeo do cuzinho piscando e sugando meu dedo. “Quando ele chegar vai me comer tanto caralho” e respondi que eu e ele comeríamos ela a semana toda. Ela gemeu pensando nas possibilidades de dois homens só para ela “Vou ficar toda dolorida” e esfregava com vigor a buceta em minha calça. Mordi o bico do seu seio e ela me batia na cara, revidei o tapa e ela enlouqueceu urrando de tesão. Fiquei em pé, tirei o pau para fora e fiz ela mamar, engoliu quase tudo de primeira, a vadia estava com fome. Tirei meu pau da boca dela e dei vários tapas, puxei o celular dela e gravei ela me chupando, batendo meu pau em seu rosto e falando “olha amor como sou putinha, seu amigo é um canalha”, mandei o vídeo para Edu. Ele respondeu com outro, estava no banheiro da empresa se masturbando.
Peguei ela no colo e falei que comeria ela na cama do casal, ela sorriu e disse que o corno ia amar. Fomos para o quarto, coloquei ela na cama, tirei minha roupa e a dela. Patrícia abriu completamente as pernas me convidando, fui até ela, segurei seu pé e comecei por ali. Beijei seu pézinho e fui descendo pela perna, ela se masturbava, mordia sua carne e ela gemia, dava chupões nas coxas, sua buceta estava babando de tesão. Cheguei com o rosto a centímetros da bucetinha, ela sentia minha respiração, o ar quente em seu clítoris e me xingava. Beijei sua buceta e ela gemeu alto, segurou minha cabeça com as mãos e as coxas me prendendo, continuei e ela delirava de tesão, rebolava lentamente em meu rosto, foi difícil achar uma brecha para respirar mas não parei, provei seu mel por um bom tempo até que ela cravou os dedos nos meus cabelos e puxou com força a ponto de doer a raiz. Gemia sorrindo com o orgasmo, esperei ela se recuperar totalmente e esfreguei meu pau em sua buceta, um vai e vem gostoso, mordia seu pescoço e seu lábio. Falei em seu ouvido “Pede para eu meter vagabunda” e ela fez “Mete em mim seu gostoso, mete e me bate por favor” e foi o que fiz. Meu pau deslizou gentilmente para dentro até ser engolido por completo, gemi em seu ouvido, nos abraçamos num papai e mamãe delicioso, suas pernas me envolveram e nos beijamos, olhei em seus olhos e dei vários tapas na cara da puta.
Meti lentamente nela, foi uma sensação incrível, comer a mulher do meu amigo na cama deles, com ele sabendo e gostando, me fazia ir à loucura. Imaginava ele se masturbando pensando em nós dois e falava isso no ouvido da Patrícia, ela respondia gemendo e com a buceta mordendo meu pau. Coloquei suas pernas em meus ombros e a segurei pela cintura, enterrei tudo na sua buceta, várias estocadas sem dó. As pernas da piranha tremiam e ela pedia mais, apertava os próprios mamilos, nossos corpos estavam suados e o quarto com os cheiros de nós dois misturados. Coloquei ela deitada de barriga para baixo e deitei sobre ela, meti em sua buceta, beijei suas costas e nuca, ela se arrepiou toda. Falei em seu ouvido “Assim vou viciar na sua buceta, eu não sabia que comer mulher de amigo era tão bom” ela respondeu “Me come desgraçado, quero esperar meu marido com a buceta meladinha”.
Coloquei ela de quatro e aproveitei para enviar mais fotos ao Edu, ele estava enlouquecido no banheiro do trabalho, xingava Patrícia por mensagem. Ela viu e gemeu sorrindo a cada estocada, sua buceta parecia que ia derreter meu pau de tão quente que estava. Me sentei com as costas na cabeceira da cama, ela veio por cima, ajeitou meu pau na entradinha e sentou lentamente. Suas mãos foram para minha nuca onde se apoiava e quicava me engolindo, a cama gemia com as sentadas da piranha. Suas pernas se cansaram, ela desceu, coloquei minhas mãos em sua cintura e fiz ela rebolar.
Eu não estava aguentando mais, avisei que iria gozar e ela me pediu para gozar na cara dela. Tirei o pau de dentro e fui até o rosto, me masturbei e saiu tudo. Ela estava com a boca aberta, segurou na base do meu pau e sugou o que faltava sair, engoliu e fez como da outra vez pegando a porra que tinha no rosto, colocando na língua e me puxou para beija-la. Me deitei, minha respiração voltava ao normal aos poucos e puxei ela para mim, para se deitar em meu corpo, quase como se eu fosse o marido dela. “Você é uma delícia, sábia?” Ela riu e concordou, pegou o celular e mandou uma foto nossa para Edu, que respondeu com outra, seu pau todo gozado e dizendo que ela não teria descanso a noite.
Ficamos um tempo deitados conversando e fomos para o banho de água gelada, saímos com a alma lavada e refrescados. Patrícia foi para o quarto dela e voltou com um plug nas mãos dizendo que aquilo iria ajudar ela naquela noite.



