de férias com os amigos liberais - Parte 02



Meu nome é André e estou passando parte das minhas férias com um casal de amigos, nas primeiras horas na casa deles, pude transar com Patrícia, tudo relatado no conto anterior. Mas o dia ainda não havia acabado.

Eu e Patrícia tomamos café da tarde, repondo nossas energias. Foi uma tarde agradável, fizemos compras a pedido dela. Retornamos a casa e um tempo depois Eduardo chegou do trabalho, assim que entrou em casa Patrícia foi abraçá-lo, os dois deram um beijo intenso e demorado, seus corpos estavam colados um no outro e eu ali de voyeur assistindo aquele beijão. Edu falou para Patrícia que ela era a mulher perfeita pra ele, se beijaram com desejo. Eles realmente se amam e eu fico muito feliz com isso, ainda mais agora que posso tirar uma lasquinha.

Edu veio me cumprimentar e me abraçou forte, meu melhor amigo estava de pau duro, pude sentir através da calça dele. Não sai do abraço, também estava excitado com o beijo deles, nossos paus ficaram se tocando por uns instantes. Após isso conversamos normalmente, Edu falou sobre o trabalho e sobre seu dia, comentou que seu dia foi mais fácil quando recebeu algumas fotos e vídeos. Patrícia comentou “Você me conhece amor, não pude perder a oportunidade de fuder com outro na nossa cama” e Edu respondeu “Eu sei bem disso piranha” ela segurou o pau dele por cima da calça e apertou. O clima estava esquentando, mas fomos interrompidos por uma vizinha da rua deles que queria falar com Patrícia. Edu aproveitou a oportunidade e foi tomar um banho.

A noite chegou e fomos à praia, sempre gostei de passear molhando os pés no mar a noite. Trouxemos duas garrafas de vinho gelado, caminhamos e bebemos pela areia. A praia ainda era frequentada por alguns grupos de pessoas, a noite estava quente com vento refrescante. O efeito do álcool foi aparecendo um nossas atitudes e brincadeiras, Edu tirava um dos seios de Patrícia para fora e beijava e ela escondia rapidamente para que ninguém notasse, ela passava a mão em nossos paus, pedia manhosa para chupar os dois. Eu passava a mão na bunda dela por cima do vestido florido. Chegamos a uma parte de pedras e arvores, não perdemos tempo, ficamos escondidos e colocamos Patrícia para mamar. Ela chupava muito bem, passava a língua em nossas cabeças, descia e chupava as bolas, alternava entre nós dois e chupava um enquanto punhetava outro. Tentou colocar os dois na boca, meu pau encostando no pau de Edu, aproveitei que ele estava com a bermuda abaixada e fiquei pegando em sua bunda e ele fez o mesmo.

Fui aproximando dois dedos em seu cuzinho e ele gemeu, pediu para meter os dedos nele, levei o indicador e o médio até a boca de Patrícia, segurei sua nuca com a outra mão e enfiei os dedos no fundo da sua garganta. Ela engasgou, chupou e cuspiu, deixou os dedos bem melados, mandei ele abrir a bunda com as mãos, ele obedeceu e introduzi os lentamente, senti a próstata do safado e estimulei, Edu foi a loucura, vendo o tesão do marido Patrícia engoliu o pau dele, não demorou para ele gozar tudo na boca da esposa. Ali nas pedras terminamos a segunda garrafa, escutamos vozes se aproximando e saímos dali.
No caminho Patrícia estava louca para gozar, pedia para comermos ela ali mesmo, claro que não era possível. Fomos para o carro, Edu foi no banco do motorista e mandou irmos atrás e fuder enquanto ele dirigia. Fiquei pelado e Patrícia também, ela apenas usava o plug no cuzinho, não perdeu tempo de vir sentar na minha piroca, sua buceta deslizou sem resistência já que estava meladinha. Edu a todo momento dividia a atenção na rua e na esposa quicando no meu pau, sacou o dele pra fora e começou a se masturbar, ele dirigia devagar. Parou no sinal vermelho, olhou para trás, meu pau escapou da buceta e ele segurou na base para Patrícia sentar com tudo.

Ele dirigiu para uma estrada de terra, entrou num lugar bem escondido pela mata e disse que ali teriam privacidade. Descemos do carro os três pelados, abaixei o tronco da Patrícia e fodi sem dó a puta e ela pediu mais. Edu se colocou na frente e fodeu sua boca, usamos os dois buracos da vagabunda até ela explodir de tesão e gozar. Suas pernas estavam sem força, jogamos as roupas no gramado, deitei por baixo, ela sentou querendo mais. Edu chegou por trás e lambeu minhas bolas até chegar no cuzinho da vagabunda, ela foi a loucura e respondeu com a bucetinha rebolando. Edu foi tirando lentamente o plug e me deu para lamber, o cuzinho dela tinha um gosto delicioso, ele mandou ela babar no pau dele. Com o pau melado, se posicionou atrás e foi metendo devagar. Patrícia pediu para ir com calma, ele ficou parado esperando e aos poucos foi metendo mais. A dor deu lugar ao prazer, ela me beijou e mexia o quadril engolindo nossas picas.

Edu bombava no cuzinho da vagabunda que urrava de tesão e pedia mais, dizia que queria ser arrombada. Tratamos de fazer isso, não demos descanso a aquela bucetinha e cuzinho, nossas picas alternavam o movimento, enquanto uma saia outra entrava. Patrícia estava encharcada e gozava soltando sua voz, ficou fraca mas não paramos de usar a puta. Falei para o Edu “Quero gozar no útero dela e engravidar sua vadia, posso?’’ ele disse sim, segurei o rosto e a beijei e gozei inundando sua buceta. Falei em seu ouvido para jogar com o psicológico e toda situação “Puta barata é assim, engravida de qualquer um” ela gemeu e disse que queria mais porra na buceta. Tirei o meu pau e Edu colocou o dele na bucetinha, bombou, o som era incrível, escutar o pau deslizando pela minha porra e mel da Patrícia. Ele gemia sentindo a mistura escorrer pelas bolas dele, até que gozou dentro da Patrícia. Deitamos os três sem fôlego, suados, cansados e gozados.

Patrícia fala “Então você quer me engravidar é?” indagando como brincadeira, mas senti que estava jogando verde. Respondi que na verdade não, que queria apenas mexer com o tesão deles por uma situação hipotética, disse que o risco de gozar dentro e a mina poder engravidar me dava tesão. Os dois entenderam e disseram que gostaram também do jogo. Fomos para casa deles depois de descansar, fui dirigindo com eles no banco de trás trocando beijos e provocações. Realmente sou um cara de sorte, meus amigos são dois safados igual a mim e estavam dispostos a deixar que eu participasse das putarias deles.

Tomamos banho, fui para meu quarto e não demorou para o sono vir. Esse foi meu primeiro dia de férias com meus amigos.

Foto 1 do Conto erotico: de férias com os amigos liberais - Parte 02


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


273200 - de férias com os amigos liberais - Parte 01 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
272906 - segredo do casal de amigos - Categoria: Traição/Corno - Votos: 15
272354 - festa no interior - Categoria: Heterosexual - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil andr3
andr3

Nome do conto:
de férias com os amigos liberais - Parte 02

Codigo do conto:
273404

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/09/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1