Cheguei na casa dele, já estava na porta me esperando, entrou no carro e já viemos conversando, dei os toques, onde ela gostava de ser tocadas, posição preferida, disse que tinha cervejas na geladeira e que a porta estaria encostada só esperando ele entrar, que eu subiria uns 40 minutos depois.
Chegamos, ele desceu do carro e subiu as escadas, fiquei no carro ouvindo música, a partir daqui quem narra é Sabrina que viveu o momento.
Quando Plínio abriu a porta, me dirigi a ele, dei um beijo de língua, abri a geladeira peguei duas cervejas e começamos a beber, disse a ele que Dante me incentivava para caralho, para que eu tivesse prazer, que ele sentia muito prazer nisso e que devia estar no carro bem ansioso, o papo estava agradável e Plínio era um gato conforme imaginei, tinha colocado um pagodinho romântico no som, ele me puxou para dançar, começamos numa dancinha lenta e marota, um sarrinho gostosinho, ele baixou a alça da minha camisola e começou a mamar meus peito ali na sala mesmo, confesso que o sarro e agora meus peitos sendo acariciados estava uma delícia, corri para o quarto e ele correu atrás, tirei a roupa e baixei para tirar a roupa dele, comecei a mamar aquele pau da cabeça vermelha, tava de joelhos no chão, quando ele me segura pelos braços me sobe e joga na cama, cai com a cara chupando minha buceta, passa a língua e mordisca meu clitoris, uma delícia, delirante. Olho para porta e vejo Dante nos observando, chamo ele, Plínio para de me chupar Dante sobe em cima de mim e cochicho no seu ouvido: "me coma um pouco para esquentar a buceta para ele."
Dante sem pensar coloca seu pau na entrada de minha bucetinha que já está pronta, molhada e bem chupada, entra de vez, e inicia um vai e vem insano, rápido e gostoso, mas parou no melhor, se virou para mim e disse: "hoje meu amor você é do Plínio." Ele deu um passo para trás e o Plínio veio, com aquele pau veludo com a cabeçona vermelha. Começa a me comer gostoso, com estocadas fortes e precisas, beijos apaixonados e dados com muita vontade, uma loucura total, sai, ele me puxa, me vira e me põe de quatro, entra de vez e vai até o fundo, aquele pau é bem maior que o de Dante, me sinto preenchida mas sem dor, chega no meu ouvido e diz: "ele disse que você gosta de quatro" chego no ouvido dele e digo:
" não gosto, eu amo."
Ele começa a meter alucinadamente, batendo com força, que foda fantástica, e com total privacidade pois Dante depois de algumas estocadas que deu em mim me deixou sozinha no quarto com Plínio, comecei a gozar gemendo: "ahhhh ahhhh ahhhh ahhhh." saiu muito líquido da minha bucetinha um tesão do caralho aquilo tudo: as cervejas, aquele cara, o ambiente, a atitude de Dante (ele estava na sala ouvindo toda minha transa).
Pulei tirando ele de mim, deitei ele na cama de costas, encaixei naquele pau enorme, com controle total, comecei a cavalgar nele, engraxando aquele pau com minha buceta, grito para Dante que está na sala: " amorrrrrr, ele pode encher de leitinho na bucetinha da sua esposinha? " Dante grita da sala: "por gentileza, que ele encha sua bucetinha."
Cara aquela afirmação de Dante foi o auge, ele começou a dizer que ia gozar acelerei o máximo que pude e senti aquela porra quente me inundando toda, suada e com as pernas trêmulas desabei em cima dele, ficamos coladinhos assim nos beijando, cochichando fiz ele prometer que sempre viria me comer sempre e com aquela fome toda.
Saímos para o banho, coloquei a roupa dei um beijo no Plínio e disse para Dante levá-lo em casa, fui dormir, ele se vestiu e saiu com Dante.

Maravilhosa gostosa safada