Me chamo Sabrina, sou casada com Dante, temos um relacionamento aberto, onde faço o que tiver afim e ele me ajuda a realizar as fantasias, bem como me incentiva bastante.
Naquele dia estava apenas afim de descansar, estava deitada na nossa cama King, Dante tinha ido na casa dos pais na cidade vizinha e só viria no dia seguinte, eram 23 h e o FDP do vizinho de cima começou a arrastar o móvel da sua casa de uma maneira absurda, tem gente que não sabe morar em comunidade e não respeita o direito do outro. Fiquei muito puta porque estava cansada e queria dormir e ele me acordou e depois que acordo para dormir de novo é um suplício. O vizinho é um ogro, já tivemos alguns problemas com ele, um folgado de marca maior que se acha, debochado.
Interfonei para o apartamento do vizinho, ele atendeu e eu disse que aquilo não era hora para fazer barulho, que ele me acordou e que parasse imediatamente com o barulho, ele disse não e desligou na minha cara.
Fiquei pocessa e indignada, abri a porta subi um lance de escada e toquei a campainha do apartamento dele. Ele abriu a porta e quando o fez, ele me olhou de ponta a cabeça demoradamente, só então me toquei que com a raiva, sai de casa de calcinha fio dental e só, peitos sem sutiã totalmente a mostra, fiquei paralisada constrangida e sem ação.
Ele falou: "boa noite Sabrina!" E eu respondi: " bo bo bo boaaa noite" ele perguntou: "em que posso ajudá-la?" Com um olhar bem sacana, percorrendo meus seios, parando na minha calcinha e abrindo um largo sorriso como um bom sacana, aquilo me deu uma raiva tão grande, mas ao mesmo tempo senti minha bucetinha ensopar e latejar. Sim, aquela raiva misturada com o constrangimento pela forma como estava vestida e a forma como ele me olhava me deu tesão.
Eu comecei a gritar, reclamando do barulho, dele ter desligado o interfone na minha cara e também a forma canalha como ele me olhava sem respeito algum. Ele colocou a mão na minha boca, me arrastou para dentro do seu apartamento, fechou a porta, me desesperei, quando ele tirou a mão da minha boca que eu ia gritar, meteu a língua na minha boca e a mão desceu e tocou minha bucetinha e disse:
"já está molhadinha Sabrina? Seu marido não lhe satisfaz não?" Aquilo me deu uma raiva, comecei a me debater, ele segurou meus braços em cima da minha cabeça e continuo me beijando na boca e pelo pescoço, apesar da raiva, aquilo estava muito bom, ele me virou com a cara para parede e de costas para ele, rasgou minha calcinha e meteu abruptamente seu pau na minha bucetinha que aceitou fácil pois tava bastante molhada como já narrado, com as duas mãos por trás agarrou meus seios forte e metia gostoso e com força, numa rapidez alucinante, de repente no meio de toda putaria ele parou e disse: " está bom, vou parar, só continuo se a putinha implorar" um grande filha da puta. Na mesma hora me abaixei e comecei a mamar ele com maestria, pois modéstia parte sou boa nisso. Ele afasta minha boca da sua pica, me segura nos braços, leva para o quarto, me coloca de quatro na cama dele e diz que quer encher minha bucetinha de leite para o corno quando for chupar beber o leite dele. Continua metendo com força e eu gemendo como uma verdadeira puta que sou e quando eu começo a sentir a buceta contraindo com o gozo chegando, sinto o jato da porra do vizinho quente inundando minha bucetinha, gritamos os dois juntos, porra que gozada gostosa do caralho. Ele na mesma hora, me beija, chupa meus peitões, me puxa pelos cabelos até a porta de saída e diz: "agora que aprendeu o caminho pode voltar sempre, mas só venha quanto tiver com muita raiva junto com essa bucetinha ensopada como tava, agora vai levar meu leite para o corno" me empurrou para fora da casa dele com toda grossura que lhe é peculiar, fiquei sem ação, voltei para casa com um tesão ainda maior, toquei uma siririca só pensando naquele brutamontes me comendo.



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