Transei com a hetero casada curiosa do trabalho



Eu sou Maria Júlia, tenho 25 anos, pele morena clara, baixinha de 1,54m cabelo escuro liso até os ombros, seios pequenos e uma bunda bem durinha. Andreza tem 38 anos, é alta, de cabelo chanel sempre impecável, óculos de aro fino e uma presença séria que contrastava com a simpatia constante. Casada há quinze anos, mãe de um menino de dez, seios grandes que sempre marcavam bem suas roupas, coxas grossas que se tocavam quando ela andava. Trabalhamos juntas no mesmo setor, com mais outras quatro mulheres.

Foi numa terça-feira comum, no meio da tarde, que a conversa aconteceu. Nós 4 estávamos batendo papo sobre coisas da vida, acontecimentos e etc. Eu, sem pensar muito, contei em voz baixa sobre a transa da noite anterior com uma garota que conheci num bar.

— A boca dela era… diferente — falei baixinho, mexendo no copo de café. — Mais macia. Mais delicada. E ela sabia exatamente o que fazer comigo.
Andreza, que até então digitava, parou. Virou a cadeira devagar, os óculos escorregando um pouco no nariz.
— Desde quando você fica com mulheres? — perguntou, voz baixa, mas atenta demais.
Eu sorri de canto.
— Sempre. Prefiro, na verdade. Homem é bom, mas mulher… mulher me entende melhor.
Andreza fez mais perguntas. Se eu namoraria uma mulher. Se já tinha me apaixonado. Quando e como foi minha "descoberta". Cada resposta minha era recebida com um silêncio curto, os olhos escuros dela fixos em mim por um segundo a mais do que o necessário. Quando a conversa terminou, algo tinha mudado.

Nos dias seguintes, o “bom dia” dela vinha diferente. Mais baixo. Mais demorado. Eu percebia o olhar de canto de olho que se desviava rápido demais quando era pego. E as mãos… as mãos dela passaram a tocar as minhas com mais frequência. Ao passar um papel. Ao entregar um café. O contato era rápido, quase inocente, mas deixava minha pele arrepiada.

Na semana seguinte vieram as viagens a trabalho. Evento de três dias numa cidade vizinha. Quarto compartilhado no hotel, duas camas de casal, banheiro enorme, muito espaço para nós duas.
Os primeiros dias foram apenas conversas. Trabalho, o filho dela, o marido que passava tempo demais no trabalho. Nada demais. Até o primeiro happy hour.
Andreza bebeu mais do que o normal. Chegou no quarto com as bochechas coradas, a blusa um pouco aberta, rindo de algo que nem era engraçado.
— Vou tomar banho.
Disse ela já já tirando os óculos e colocando-os na mesa de cabeceira.
— E não é pra você entrar no banheiro, senão vai ter que tomar comigo.
Eu, sentada na cama, só arqueei uma sobrancelha.
— E se eu quiser?
Ela riu, mas o riso saiu nervoso. Entrou no banheiro sem responder. A água começou a cair. Fiquei ouvindo o barulho e imaginando a água escorrendo pelos seios grandes, pelas coxas grossas, pelo corpo inteiro da mulher casada que agora estava a poucos metros, nua.
Quando ela saiu, enrolada numa toalha, o cabelo molhado e colado no pescoço, perguntou de repente:

— Me conta, quais mulheres da empresa você acha atraente?
Eu respondi alguns nomes sem hesitar. Andreza ouviu em silêncio. Depois, respondeu:
— Sempre tive curiosidade. Desde adolescente. Mas casei cedo… engravidei… e nunca tive a oportunidade.
Conversamos um pouco mais sobre vida adulta, maternidade, e logo pegamos no sono.

Na noite seguinte foi pior. Ou melhor. Depois do evento, fomos beber de novo. Dois drinks e os olhares dela já não se escondiam. Fixos nos meus lábios, no decote discreto da blusa, nas minhas mãos pequenas que seguravam o copo. Eu retribui. Deixei a minha perna tocar a dela por baixo da mesa. Uma vez. Duas. Três. Cada vez que a coxa grossa e quente se pressionava contra a minha, um sorriso discreto surgia no canto da boca dela.
Voltamos para o hotel em silêncio. O elevador subiu devagar. O corredor estava vazio. A porta do quarto mal fechou e Andreza já estava virando o corpo, as mãos tremendo um pouco enquanto puxava a blusa para cima.
— Quer terminar de tirar?
Perguntou com a voz rouca e ofegante.
Eu não respondi com palavras. Avancei. Tirei a blusa dela com calma, depois o sutiã preto que segurava os seios grandes e lindos. Eles caíram livres. Passei a língua em um deles, sentindo o gosto salgado da pele, e Andreza soltou um gemido baixo.
— Isso é loucura…
Ela disse baixinho, enquanto eu descia beijos pelo pescoço, pela clavícula, pela curva dos seios.
— Eu não aguento mais de desejo… mas é loucura…
— Então enlouquece
Respondi falando bem baixinho no seu ouvido
— Nós duas queremos a mesma coisa.
Tirei a calça e a calcinha dela de uma vez. A buceta dela já estava molhada, os lábios grossos brilhando. Empurrei Andreza de leve para a cama, abri as coxas grossas e enterrei o rosto ali. Chupei devagar no começo, sentindo o gosto azedo e doce, a textura macia, o jeito como ela se contraía e soltava gemidos altos demais para um hotel. Passei a língua devagar pelos lábios, chupei o clitóris inchado, enfiei dois dedos e curvei, procurando o ponto que faria a mulher casada perder o controle.

Andreza gozou com as mãos puxando meu cabelo cacheado, a voz ofegante:
— Porra… que gostoso… não para… não para…
Eu não parei. Continuei chupando até o corpo dela tremer de novo. Só então subi, beijei a boca dela com o gosto ainda na língua e sussurrei no ouvido:
— Sabe de uma coisa? Eu tenho um tesão absurdo por mulher mais velha. Sempre tive. Esse corpo maduro, essas coxas grossas, esses seios… você não faz ideia do quanto estar aqui com você me deixa molhada.

— Agora é a sua vez. Quero sentir essa boca na minha buceta.
Ela obedeceu como se estivesse com fome há anos. Ajoelhou-se entre as minhas pernas, me abriu e chupou com vontade, sem técnica no começo, só desejo puro. A língua rápida, a boca quente, os gemidos abafados contra a minha buceta molhada. Segurei o cabelo dela, movi os quadris, senti o orgasmo subir rápido demais.

— Isso… assim… não para Andreza, por favor...
Andreza continuou, chupou o clitóris enquanto metia 2 dedos em mim, e eu gozei com as coxas apertando a cabeça dela, um gemido longo e alto que deve ter ecoado pelo corredor do hotel.

Não paramos. Viramos de lado, nos esfregamos uma na outra, sentindo os corpos quentes e suados, bucetas molhadas se tocando, dedos entrando, bocas se devorando. Andreza gemia alto o tempo todo, sem conseguir controlar a voz:
— Tá tão gostoso… nunca senti isso… porra, Maria Luiza…
Eu a beijava entre as palavras, mordia o pescoço, puxava o cabelo. Em um momento, com o corpo ainda tremendo do último orgasmo, segurei o rosto dela entre as mãos e pedi, a voz rouca de tesão:
— Bate na minha cara.
Andreza congelou por um segundo, os olhos arregalados.
— O quê…? Maria Luiza, eu nunca fiz isso...
— Bate.
Repeti, mais firme, quase implorando.
— Quero sentir isso. Por favor.
Ela hesitou, a mão pairando no ar, o receio claro no rosto. E veio o primeiro tapa.
— Bate mais forte.
Depois, como se algo tivesse se soltado dentro dela, deu um tapa seco na minha cara. O som ecoou no quarto. A pele ardeu. Eu soltei um gemido alto, ficando com ainda mais tesão.
— De novo.
Andreza bateu de novo, dessa vez com mais vontade. O tapa ecoou, a dor se espalhou pelo meu rosto. Eu gemi, quase chorando de tesão, rebolando contra a coxa dela.
— Porra Malu… você gosta mesmo disso
Disse Andreza com um tom de surpresa.

Ela bateu mais vezes. A cada tapa o tesão aumentava e eu sentia que estava perto de gozar, e eu gozei ali mesmo, com a bochecha ardendo, o corpo inteiro tremendo, gemendo alto. Andreza continuou me chupando depois, agora mais ousada, os dedos entrando fundo enquanto eu ainda tremia, e a cada gemido meu ela parecia mais confiante, mais faminta.

De madrugada, suadas, o quarto cheirando a sexo, Andreza ainda ofegava com a cabeça no meu peito.
— Que loucura foi essa?


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Ficha do conto

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majumf

Nome do conto:
Transei com a hetero casada curiosa do trabalho

Codigo do conto:
273503

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
29/09/2026

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