Como eu disse, posto minhas fotos lá, para ler os comentários, os elogios , as fantasias, etc. Certa vez um rapaz começou a conversar comigo, e disse que morava no meu bairro, passamos a bater papo, ele sempre tentando descobrir onde exatamente eu morava, e eu tentando me desviar das investidas. Um dia chegamos a conclusão que moramos na mesma rua, e não é uma rua grande , eu não tinha muitas opções para que ele não descobrisse quem eu era, ainda assim , naquele dia , eu consegui sair sem dizer nada, mas sabia que não duraria.
Na vez seguinte, ele ainda comentou que só tinha mais duas mulheres que poderia ser , pela idade, e ele ainda comentou:
- Eu só acho que não é a Denise, é sempre na dela, não é de papo, não dá moral pra ninguém.
Sorri sozinha para a tela e digitei:
- Pois então, dizem que as quietinhas são as piores.- eu respondi.
- Dê, não acredito. Nunca pensei que pudesse ser tu. Apesar de sempre ter tido pensamentos contigo, não pensei que fosse.
- Como assim pensamentos Luciano?
- Sempre te achei gostosa , já soquei muitas punhetas por ti, mas tu sempre foi mais quieta, não achei que te veria nua de verdade.
- Mas não viu, só viu minhas fotos.
- Agora vou olhar com mais gosto.
- Mas olha só, - fui firme - se eu por acaso imaginar que tu espalhou alguma coisa ou, se eu desconfiar que mais alguém sabe , eu arranjo um problemão pro teu lado.
- Não, capaz ,o que tá comigo tá comigo, até porque eu também sou casado e não posso pensar da minha mulher saber que eu tô nesse site.
- Ok , e jamais tocaremos nesse assunto, não me aborde na rua , nem nada assim.
- Fechado. Sigilo absoluto.
Resumo da história, somos conhecidos de infância, ele é um pouco mais novo que eu, um pouco mais baixo, gordinho, usa óculos, meio cara de nerd, mas muito querido. Nossas mães são muito amigas , de longa data.
Qualquer informação que saísse , sobre nós dois estarmos no site, seria muito ruim para ambos, acabamos por apenas conversarmos sigilosamente e nunca passarmos disso.
Assim seguimos, durante um tempo, apenas conversas mais livres, e sem pudor. Eu perguntava pra ele, como era saber sobre a vizinha pelada, ele me mandava vídeos punhetando em cima das minhas fotos, etc.
Até que um dia ele começou a falar algumas coisas que ultrapassavam nosso acordo:
- “Oi, eu passei por ti hoje , na frente da escola do teu filho. Tu tava muito gostosa com aquele vestido soltinho.”
- “Passei na frente da tua casa hoje, fiquei tentando te ver, sai triste de lá”
- “Vi que teu marido tatua, o que tu acha de eu ir aí fazer um orçamento”
Confesso que aquilo não estava nos meus planos, estava avançando muito do que eu queria. Tive que pedir para ele parar , que ele estava passando do limite. Estava me sentindo acuada, vigiada, perseguida.
Ele se desculpou, disse que entendia e que não faria mais .
Passamos algum tempo sem nos falar, parecia que nossos assuntos tinham morrido ali.
Um dia, fui ao centro da minha cidade, resolver alguns assuntos, estava com uma calça jeans justa, uma blusa verde meio solta, cruzada na frente e um saltinho baixo.
Quando terminei fui tentar pegar um Uber, naquela região, e no horário que eu estava saindo, é um pesadelo, muitas corridas são canceladas, além de ser muita gente pedindo ao mesmo tempo, fácil passar de 15 minutos de espera.
Neste dia específicamente, eu já estava há quase meia hora, e não consegui nada. De repente um carro branco encostou perto de mim, e eu nem olhei, não sou de dar confiança na rua. O carro deu ré para me alcançar, e eu fui saindo instintivamente, mesmo sabendo que seria inútil. Quando ele chegou próximo, com o vidro baixo, ouvi meu nome, era Luciano:
- Oi Dê, tá indo pra casa? Quer ver uma carona?
- Tô, mas não precisa, tô esperando o Uber.
- Ah de boa, eu tô indo para aquele lado. Se quiser , entra aí.
Inicialmente relutei, pois o sentimento de perseguição ainda me incomodava, mas outro lado, eu não sabia quanto tempo ainda levaria para conseguir um motorista, e começava a escurecer. Enfim , mesmo contrariada, entrei no carro, e ele saiu dali, fiz questão de permanecer quieta, e depois de alguns minutos de silêncio, Luciano puxou assunto:
- Fazia muito tempo que tu tava ali?
- Um pouco.
- Essa hora é difícil conseguir Uber.
- É
- Que bom que eu passei então.
- Hum.
- Olha só, tu tá brava comigo?
- Não gostei de tu estar me “vigiando”
- Eu não estava te vigiando, só tava tentando esquentar mais um pouco nossas conversas.
- Mas eu me senti perseguida, pressionada.
- Bah, não sabia. Desculpa, não foi o que eu quis fazer.
- Difícil confiar assim. Né?
- Te entendo. E vou entender se não quiser mais falar comigo, mas só pra ti saber, eu gostava muito das nossas conversas, das fotos , dos vídeos.
Fiquei em silêncio , pensando no que fazer, pois o meu sentimento era o mesmo, mas não podia ser acessível, assim tão facilmente. Refleti sobre o que Luciano havia acabado de dizer e lembrei de tudo aquilo que ele mencionou.
- É, eu também gostava das nossas conversas - confessei baixinho
- Então , podemos continuar de onde paramos? O que tu acha ? Sabe , mesmo que tu tenha dito, que nunca íamos levar a conversa para fora do virtual, eu já fantasiei muito sobre isso.
- Fiquei mais alguns instantes em silêncio:
- O que tu fantasiou?
- Aaaaaah, muita coisa - e Luciano colocou a sua mão sobre o pau.
Olhei diretamente para ele e perguntei:
- Muita coisa, tipo o que?
- Bom, fiquei pensando na gente junto, tu de lingerie, me chupando.
- É? E tu gozou, pensando nisso?
- Muito.
- E agora, que a gente tá sozinho no carro, tá pensando em algo?
- Não consigo parar de olhar pro teu decote.
- Eu percebi.
- Aliás, tu está uma delícia com essa roupa.
- Quer ver pessoalmente, o que eu te mostrei nas fotos?
- Eu ia adorar.
Peguei as abas da minha blusa, e as descruzei. Mostrando meu sutiã bojo rendado, para Luciano. Ele olhou para meus peitos, quase perdeu o volante.
- Que lindos Dê, são maiores do que imaginava.
- Me chama de Deny , Lu. - sim Deny, já começava a se instalar.
- Tu que manda, Deny.
- Gostou deles?
- Amei.
Cruzei a blusa novamente, provocando:
- Tá ficando escuro né?
- Tá sim.
- Aqui pra baixo do ginásio tem uns postes sem lâmpada, olha - apontei na direção de uma rua à umas quadras de casa, que de fato , alguns postes estavam desligados.
- Quer ir ver como é ali?
- Tu quer ver mais do que eu te mostrei nas fotos?
Sem responder nada, Luciano deu a volta no carro, e fomos até onde estava mais escuro na rua.
O vidro com filme escuro, não dava para ver quase nada, mesmo assim vindo de frente , estávamos muito expostos. Ele me convidou para irmos ao banco de trás , para ficarmos menos visíveis, eu acatei. Luciano colocou o celular com o flash ligado em uma posição estratégica, onde nos iluminava o suficiente para vermos um ao outro.
- O que tu quer ver? - Perguntei desafiadora
- Tudo
- Não, assim não , me diz o que tu quer ver primeiro.
- Teus peitos, sem nada.
Olhei bem pra ele, e abri a blusa de novo. Passei as mãos para as costas e abri o fecho, tirei devagar o sutiã. E fiquei ali com os seios a mostra. Luciano olhava como quem encontra água no deserto.
- O que tu acha?
- Posso bater uma punheta? Tu deixa?
- A vontade querido, como quiser.
Ele então abriu o zíper, levantou um pouco do banco e baixou a calça e a cueca. Seu pau já estava duro, não era nada demais, não era grande, não era grosso, era um pau ok, dava para divertir. E ele começou a se masturbar me olhando.
- Hum , gostosinho assim. Legal !
Ele virou o pau, e se inclinou, direcionando para mim. Fiquei olhando aquela glande brilhando com aquela punheta, num ritmo constante. Fiquei excitada, vendo ele se dar prazer por minha causa.
- Quer que eu te mostre minha bunda?
- Aaaah sim quero , quero muito.
Abri os botões da calça e fiquei de joelhos no banco , com a bunda virada para ele, enquanto ele passava a perna para trás de mim, ficando totalmente virado para o meu lado, e punhetando.
Botei os dedos nas laterais da calça , e fui baixando devagar , revelando minha calcinha preta de renda tipo calçãozinho, que desaparecia entre as nádegas.
- Hummm que bunda gostosa Deny, que tesão.
Fiquei naquela posição, mostrando meu rabinho para ele , e olhava para trás , vendo como estava a punheta. Luciano estava quase esfregando seu pau na minha bunda, apenas alguns centímetros separam nosso toque.
Resolvi judiar dele mais um pouco, joguei a bunda para trás, obrigando a nos encostarmos. Luciano imediatamente largou o pau e deixou que eu sentasse nele, mesmo sem penetração. Larguei meu corpo para o seu colo , onde ele me agarrou os peitos , sem pensar duas vezes. Olhei para trás e Luciano me deu um longo beijo de língua. Depois do beijo, eu já estava bem molhada, mas queria sentir o gosto dele, me virei no banco como foi possível, segurei seu pau , e fui descendo. Na primeira mamada , Luciano soltou um gemido de prazer . Eu embalei um ritmo de sobe e desce , chupando com vontade, alternava esfregando ele nos mamilos.
- Hummm que mamada gostosa Dê, essa tua boca é perfeita.
- É Deny! … meu marido diz que eu devia cobrar meu boquete.
- Eu pago. Se quiser eu pago.
- Não, não precisa eu faço porque gosto mesmo. Adoro o gosto pau e sentir o cheiro da porra.
- Fica bem a vontade.
- Já tô , meu bem.
Luciano se contorcia no banco do carro, aproveitando a mamada, mas eu ainda queria mais. Parei de chupar, continuei batendo para ele , disse:
- Satisfeito? Era como tu imaginava?
- Não, é muito melhor.
- Falta ver alguma coisa?
- Tua bucetinha.
- Aaaah minha bucetinha. Tem razão.
Inclinei meu corpo para o outro lado do carro, deitando no banco, terminei de tirar a calça e fiquei só de calcinha e blusa. Abri minhas pernas, na direção de Luciano e puxei a calcinha de lado .
- Ahhhh que linda, só um caminhozinho de pelos, e tá inchadinha. É perfeita.
- É o tesão .
- É rosinha por dentro?
Peguei os lábios e abri, para ele ver.
- Que delícia, tá bem molhadinha? Posso sentir?
- Deve.
Sua mão esquerda pegou nos meus seios, e da direita, 2 dedos tomaram lugar na minha vagina.
Luciano trabalha como mecânico industrial, seus dedos são grossos e um pouco ásperos, parecem até uma língua de gato.
- Aaaaaai Lu que sensação boa, esses dedos dentro de mim.
Ele entrava, saía, levava os dedos à boca e lambia, cheirava… como um homem que saboreia cada detalhe.
- Que cheirinho bom tu tem Dê.. ny. Hummm, gostinho bom.
- Por que não sente direto da fonte?
Ele se inclinou, respirou bem fundo, com o nariz entre as minhas pernas, e senti sua língua tocar minha fenda. Subiu e descia, só nos lábios, sem entrar, aquilo me deixou louca, estava quase gozando, só com essa provocação. Minha mão pegou a sua cabeça e puxou, fazendo ele literalmente dar um beijão de língua na minha buceta. E pelo que eu senti, se tinha uma coisa em que Luciano era bom, era no sexo oral. Sua língua fazia movimentos dentro de mim, explorando tudo o que podia , e dava uma feliz atenção ao meu clitóris. Eu gemia como uma vadia, não queria sair daquela chupada , e acabei gozando na língua dele.
Depois de gozar, eu queria era encher a buceta, e ordenei:
- Senta no meio do banco.
- Tá
Eu fiquei em pé, me segurando nos bancos da frente, Luciano se sentou atrás de mim e me beijou o traseiro. Puxei a calcinha de lado, e fui sentando, sentindo o pau entrar em mim até sentir suas coxas tocarem minha bunda, dei uma reboladinha e comecei a quicar. O pau entrava todo e saia com muita facilidade, eu estava bem lubrificada, por vezes eu parava de cavalgar para rebolar mais.
- Isso gostosa, isso , aaaah rebola , delícia, que rabo gostoso Deny.
- Vai Lu mete em mim até o fundo quero sentir teu pau todinho.
Acho que uns 10 minutos de sentada e Luciano declarou.
- Aí Deny, vou gozar .. eu vou gozar. - mas eu o repreendi
- Não, não goza dentro
- Onde tu quer que eu goze?
- Nos meus peitos.
Parei os movimentos e apontei para fora do carro.
- Vamos ali , atrás daquela árvore .
- Tá
Ajeitei a roupa , fiquei só com os seios de fora da blusa , e sai do carro. Luciano veio atrás de mim de mais dadas , como um casalzinho passeando.
Atrás da árvore , eu me ajoelhei na sua frente arrumei o cabelo para trás, peguei o pau com a mão e levei até a boca , algumas mamadas e Luciano avisou que ia gozar. Abri bem a blusa e fiquei massageando os peitos , olhando para ele, se masturbando de pé na minha frente .
Ainda tive tempo de dar mais umas lambidas na glande, e num grande gemido , o leite jorrou no meu pescoço e nos meus seios, era grosso e quente , com o cheirinho de porra que eu amo.
Meus peitos ficaram escorrendo, uma gotinha ainda ficou no bico do seio, mas eu gosto dela espalhada, passei a mão esfregando o esperma no meu colo.
Luciano fechou a calça, eu me levantei melada, e segurando a blusa. Ele me puxou pela mão e voltamos para o carro. Peguei o sutiã e limpei o que ainda estava espalhado nos seios e me vesti.
- E aí Lu,? Atendi tuas expectativas?
- Superou muito. Quando vamos poder repetir?
- Não sei , vou pensar se tu merece
- Ah sério?
- Aham, não esquece que eu tô chateada ainda.
- Eu tô louco pra ver o que tu vai fazer comigo, quando não estiver chateada
- Veremos.
Luciano deu a partida no carro, e fomos para casa, ele me deixou na esquina,para não dar bandeira. Me despedi sem nem o beijar.
- Obrigada pela carona
Em casa , meu marido estava na cozinha, avisei que estaria no chuveiro, justifiquei que minha regra tinha vindo.
Tomei uma ducha rápida , lavei o rastro de Luciano de meu corpo.
Ainda estava com tesão, tinha gozado só uma vez, mais tarde eu resolveria aquilo com o titular. Já que agora, eu contava com mais um reserva, logo ali , virando a esquina. ??
Que delícia Deny Estou de pau pulsando aqui
Que delícia de conto e Ven safadinha vc né votado
amei este relato.........o gozo nos peitos foi um must. Fez lembrar muito o tempo de namoro com a minha ex-Ana o marmelanço que fazíamos nos parque de estacionamento . Relato TOP