Cap 2 - Caixa d'água

Bom caros leitores, como disse antes estarei colocando aqui minhas descobertas e experiências sexuais. Espero que sintam muito prazer!

Depois daquela noite com a Paula e a Rayanne, eu não era mais o mesmo, queria aquilo todo dia. Mas nem todo dia rolava: era sempre um dia sim e um dia não, porque o pai delas estava em casa. E nos fins de semana eu sempre ia para a casa do meu avô, por isso também não rolava. Mas eu sempre garantia o meu prazer mesmo assim, se é que me entendem, rsrs.

Mas quando eu tinha a oportunidade de estar com elas, era maravilhoso. A Paula era bem acanhada; quando acontecia de a gente ficar a sós, apenas ficávamos nos beijando, e de vez em quando ela batia uma pra mim. Mas eu gostava mesmo assim: aqueles olhos verdes dela eram um tesão, sua boca fininha… huumm, nem te conto. Já a Rayanne, por ser mais velha, era mais experiente. Ela batia uma punheta muito bem, não foi a melhor que eu já tive, mas era muito boa nisso. Ela tinha 15 anos e já tinha feito coisas desse tipo antes. Das duas, era a mais safada. Lembro que ela ficava sempre me provocando toda vez que me via ou quando passava na rua. Sempre com aquele sorriso safado que ela tinha.

Certa vez, quando eu estava lavando minha bike no quintal de casa, ela subiu no muro que dividia nossas casas e ficou sentada lá me olhando. Eu percebi que ela estava me olhando, mas gostava de fingir que não a percebia.

— Psiu… Ei, Cass! — Quando me virei para olhar para ela, vi que ela estava com uma camisinha cheia de ar, no formato de um pênis. Quando ela viu que ganhou minha atenção, começou a lamber a ponta da camisinha como se fosse um picolé. Ela parava, dava um daqueles seus risinhos safados e continuava. Eu ficava meio sem jeito, mas com um puta tesão por dentro. Ignorei um pouco e continuei lavando a bike. Ela, ainda sentada no muro, continuou a provocação.

— Cass… Ei, Cass, olha o que eu sei fazer… — Nesse momento ela começou a chupar a camisinha, enfiava toda na boca e tirava bem devagarzinho, fazendo um bico. Cara, vendo aquilo, eu ficava com mais tesão.

— Você sabe que, fazendo isso, me deixa animadinho aqui, né?

— Hum, quer dizer que você está de pau duro, é? — Ela era muito safada. Muito mesmo.

— Tua mãe tá em casa? — perguntou ela.

— Tá sim, assistindo novela, eu acho — minha mãe adorava as novelas do Vale a Pena Ver de Novo.

— Tô a fim de te chupar, Cass. Como faz? — Cara, quando escutei aquilo, fiquei com muito tesão. Mas não queria começar algo ali pra ser pego ou visto por alguém.

— Ray, você é doida, tá de tarde! — falei eu, com a única noção de bom senso que eu tinha. Estava de tarde. Minha mãe estava provavelmente na sala assistindo novela. Tinha o chato do meu irmão mais novo, que só Deus sabia onde ele estava àquela hora, e poderia aparecer a qualquer momento. Sem contar o pai dela, e foi exatamente essa a minha pergunta:

— Onde tá teu pai?

— Painho saiu com mainha e Paula, foram visitar minha tia — respondeu ela, me olhando com aquela cara de safada, aquela carinha que já estava tramando tudo. Eu era muito bobo e inocente.

— E aí? Vai querer ou não?

— O quê? — Eu sempre dava uma de desentendido.

— Ah, Cass, você sabe... Vai querer que eu te chupe ou não? — Naquele momento, eu não quis mais saber de nada, apenas balancei a cabeça dizendo que sim. Ela sorriu.

— Então vem pra cá! — Ela me chamou, já descendo o muro pro lado da casa dela. Larguei a bike e fui atrás. Logo pulei, e ela me arrastou para perto de uma caixa-d'água que tinha no quintal dela.

— Fica esperto pra ver se escuta algum barulho de portão — falou ela, já me encostando na caixa.

— Tá ok.

Ela me olhou, deu aquele sorriso e já desceu em direção à minha bermuda. Desabotoou rapidamente, parecia que ela estava meio nervosa ou eufórica. Não dava para saber direito. Eu apenas sentia aquele momento de calafrio, de tesão, de medo de ser pego ou visto. Era um misto de sensações que me deixavam mais excitado ainda. Ela colocou meu pau pra fora, deu uma encarada, sorriu meio sem graça e colocou na boca.

Puta merda, eu pensava que punheta era a melhor coisa da vida... Pensava! Que chupada gostosa ela tava fazendo. Ela chupava com gosto, era frenética. Eu não tava nem aí pra quem fosse ver ou se os pais dela iriam chegar. Apenas estava sentindo aquela boca quente e molhada dela no meu pau. Era muito gostoso. Segurei os cabelos dela e comecei a puxar. Quanto mais eu via ela me chupando daquele jeito, mais tesão eu ficava. Ela ainda me olhava com aqueles olhos de ingênua e safada ao mesmo tempo. Eu já não tava mais aguentando de tesão. Puxei ela pra me beijar e, sem pensar duas vezes, coloquei ela de costas pra mim contra a parede da caixa-d'água. Puxei seu short pra baixo e vi aquela calcinha rosa com coraçõezinhos que jamais vou esquecer.

Agi tanto pelo impulso que nem sabia direito o que estava fazendo. Mas se tem uma coisa que posso dizer é que sempre fui louco por bundas! Ela estava gostando e, assim que tirei seu short, ela mesma abaixou a calcinha. Ver aquela bunda redondinha e bem branquinha foi um tesão. Ela abriu seu bumbum e, sem pensar duas vezes, coloquei meu pau no meio. Claro que não consegui penetrar seu cuzinho, mas dava pra sentir a cabeça roçando na portinha. Aquilo me dava um tesão enorme. Ela ainda se virava e dizia: “Me come gostoso, Cass!”. Aquilo me enchia ainda mais de tesão, e eu socava ainda mais. Eu tava até sentindo que a cabeça do meu pau estava entrando no cuzinho dela — e realmente começou a entrar —, mas não demorou muito; quando senti aquele cuzinho apertado, eu gozei. Cara, foi um puta gozo, não tinha gozado tanto assim antes.

— Que merda, tu me melou toda! — Ela começou a rir, mas realmente não tinha gostado de ter ficado toda melada. Confesso que fiquei com mais tesão ainda de ver aquele bumbum lisinho todo melado da minha porra.

— Foi mal, eu não aguentei segurar!

— Sei, não aguentou… — ela falou, fazendo aquela cara de safada.

A gente se limpou na caixa-d'água mesmo, e eu voltei pra casa enquanto ela ficou no muro.

— Gostou? — perguntou ela.

— Sim, foi muito bom, vou querer mais!

— Vai ficar querendo, bobinho! — E ela desceu do muro, indo pra dentro de casa.

Aquelas experiências estavam sendo ótimas; foi a partir desse dia que comecei a ter uma tara enorme por bunda. Eu também não teria mais nada com a Rayanne. Algumas semanas depois daquilo, ela iria conhecer uma outra pessoa, mais velha que eu e mais experiente, e iria me deixar de lado. Mas eu ainda teria a Paula. E a minha próxima história será exatamente com ela.

Abs e até a próxima!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Cap 2 - Caixa d'água

Codigo do conto:
273820

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
03/10/2026

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