Passados 3 anos, eu já estava no ensino médio — pra ser mais exato, no segundo ano. E amarguei a minha maior seca, pois, depois que a Paula foi embora, nunca mais fiquei com uma garota; apenas sofria todas as noites na espera do Cine Privé para bater uma boa punheta (que decadência, mas era maravilhoso, quem não gostava do Cine Privé?).
Era início do ano letivo na escola, então era aquele período: pessoas novas, professores novos, enfim, fazer novas amizades e falar com as antigas. E eu sempre fui uma pessoa na minha, quase o nerd esquisito. Ao entrar na escola, já atrasado, vou para o mural informativo das salas e procuro pela minha. Enquanto tô focado em achar minha sala, escuto uma voz bem tímida e suave:
— Oi, você sabe me dizer onde fica o segundo ano B?
Sem olhar pra trás, respondo:
— Tô querendo saber também, se quiser me ajudar na procura, é bem-vinda.
E escuto uma risada meiga. Isso me chama a atenção, então resolvo olhar e vejo uma das coisas mais lindas daquele ano. Putz, era uma garota fora dos padrões que eu estava acostumado a ver. Ela era da minha altura (na época 1,68 m de altura, por aí), tinha cabelos ondulados com uma pintura verde desbotando, mostrando que seu cabelo devia ser castanho-escuro. Como ela vestia uma roupa bem estilo roqueirinha, com uma calça jeans rasgada e uma camisa preta do Nirvana, não dava bem pra analisar seu corpo, mas ela tinha algo que chamava atenção de cara: seus seios eram bem grandes. Sem contar que ela usava uma maquiagem bem pesada, meio punk. Mas era uma puta gata.
Eu simplesmente paralisei, e ela continuou a procurar a sala (eu já tinha esquecido). Enfim achamos e juntos fomos até a sala. Ao entrar, a aula já tinha começado e, como entramos juntos, isso fez com que o professor que estava dando aula fizesse uma piadinha:
— Huummm, onde é que os pombinhos estavam?
Era o professor de matemática. Ele se achava engraçadão, então sempre soltava algo desse tipo com os alunos. Eu e ela meio que nos entreolhamos e, sem reação, começamos a rir. Sentamos juntos e finalmente nos apresentamos. Ela se chamava Gláucia, mas logo pediu para que eu não a chamasse assim, e sim pelo seu apelido: Blanca!
— Por que Blanca? — perguntei, porque aquele apelido não fazia sentido.
— Ah, porque o pessoal me chama assim... — ela respondeu, meio sem jeito.
— Ok, então vou te chamar de Blanca, tá certo, amor? — Soltei essa, pois queria estender a piada do professor (seria eternamente grato a ele).
— Hahahaha! — Ela gargalhou alto, chamando a atenção novamente do professor, que falou que, se a gente não ficasse calado, iria separar a gente.
De fato a gente precisou se calar, mas ali começou uma amizade bem legal. Só que não era isso que eu tinha em mente, já que, desde que a vi, estava com um puta tesão. Encarei ela a aula toda, sem contar o intervalo, já que ficamos na sala e conversamos bastante sobre muitas coisas. O jeito como ela ficava parada olhando pro nada me paralisava, admirando-a; de vez em quando colocava a ponta do lápis na boca, e tudo aquilo me deixava com muito tesão, sem contar o hálito dela que era quente... Puta merda, aquilo fez minha imaginação ir pra longe, e me imaginei transando com ela em mil posições possíveis.
Já no fim da aula, eu ainda estava lá imaginando coisas com ela. Com todo esse tesão, e na adolescência, é claro que fiquei de pau duro e, como minha calça era de um tecido mais leve, claramente dava pra perceber que eu estava de pau duro. E assim aconteceu algo bem inusitado...
— É impressão minha ou você tá excitado pela professora de português?
Tínhamos várias aulas durante o dia, e a nossa última era a da professora de português, que era uma senhora de idade. Quando escutei da Blanca essa pergunta, eu gelei, e minha mente dizia pra mim mesmo: "Fudeu!!"
— Ééééé...
Puta merda, eu não tinha o que responder. Eu estava o tempo todo pensando em como gostaria de foder com a Blanca, e fui pego no flagra. E o pior é que, quando olhei pra baixo, a calça estava melada — não de gozo, mas porque meu pau estava babando muito de tesão.
— Cass, não precisa ficar sem graça, hehehe — falou ela rindo, com um sorriso de safada, como se estivesse gostando de me ver naquela posição de constrangido. — Você tá com tesão na professora ou não?
— Claro que não, oras! — falei, tentando desviar do assunto de eu estar com tesão na professora.
— Então por que você tá assim? — perguntou, apontando para o meu pau com o lápis. — Não vai me dizer que é por mim... nada a ver, né? — Falou isso com uma naturalidade, como se também estivesse desejando que fosse.
— E se for? — falei, encarando ela com a maior cara de safado possível. Já estava na merda mesmo.
— Hmmm, então seriam dois fogos a abaixar... — Ela falou isso se voltando para a cadeira dela, fazendo uma cara estranha, como se tivesse soltado uma indireta e estivesse esperando a resposta.
Na hora, minha mente ficou a mil, pois não tinha entendido direito o que aquilo queria dizer. Mas o sinal tocou: era o fim da aula, e já estava no fim de tarde. Então esperei o pessoal sair porque estava constrangido, e a Blanca também tinha ido. Quando basicamente todos saíram da sala, peguei minha bolsa e me levantei frustrado. Pensei: "Já era, não vou conseguir nada com ela agora, trouxa..."
Quando saí da sala, ela estava sentada em um banco em frente à sala.
— Nossa, demorou pra sair, hein? Tava fazendo o que lá dentro, amor? Abaixando o fogo? — Ela falou isso e devolveu a cara de safada, o mesmo gesto que eu tinha feito antes na sala.
— Não, mas fique à vontade se quiser me ajudar a abaixar! — Mandei essa, já que estava na merda mesmo e esse papo estava ficando interessante.
— Ok, mas vamos fazer o seguinte: me fala o que você estava pensando que te fez ficar assim e eu te conto uma coisa. — Ela me falou aquilo com uma cara de quem estava querendo alguma coisa.
— Tá, mas só te falo se a gente for pra um lugar mais de boa.
— Pra onde você quer ir? — perguntou ela, curiosa.
— A gente pode ir para trás da escola.
Eu sabia que atrás da escola era bem tranquilo, e meus amigos sempre ficavam com as meninas por lá; sempre escutei muitas histórias. Ela topou e, chegando atrás da escola, já estava bem escuro, e tinha umas árvores que faziam a gente ficar escondido de quem passasse por lá. Claro que tinha vigias, mas eles nunca se preocupavam em ir lá atrás. Por quê? Talvez por preguiça!
— Então, o que você estava pensando? — perguntou ela.
Fiquei meio constrangido e pensava: será que falo logo? Então disse:
— Tava pensando em você, passei a tarde toda pensando em você!
— Só isso? Foi suficiente pra te deixar daquele jeito? — Ela perguntou como se quisesse saber exatamente o que eu estava pensando dela.
— Na verdade pensei muitas coisas, mas e você? Você me disse que também iria me dizer algo! — falei pra ela, tentando ver o que ela também estava pensando.
Ela se aproximou de mim e, como estava escuro, não dava bem pra ver as expressões dela, mas conseguia enxergar que ela mordia os lábios.
— Muitas coisas? Alguma dessas muitas coisas tem a ver com você e eu fazendo alguma coisa? — Ela falava isso enquanto se aproximava, e novamente eu ficava com tesão. Ela olhava para mim de cima a baixo, como se quisesse me devorar. — Porque, se for, gostaria de dizer que também fiquei pensando em muita coisa que a gente poderia fazer.
Ela falou aquilo, mas deu pra ver que ficou constrangida. Escutar aquilo me deu combustível, porque eu já estava com muito tesão de novo e já não aguentava mais aquele jogo de conversa. Então tomei a iniciativa de me aproximar dela, já pegando pela cintura. Percebi que ela ficou espantada, mas deixou porque tinha gostado, e fui subindo com as mãos quase pegando nos seios dela. Cheguei perto do ouvido dela e falei:
— Passei a tarde toda imaginando minha boca nos teus seios.
Deu pra escutar ela soltando um pequeno gemido. Eu não aguentei e beijei o pescoço dela e, enquanto isso, já peguei em seus seios, que eram muito grandes. Ela simplesmente estava deixando tudo aquilo, e dava pra ver que ela gemia bem baixinho. Nossa, ela era muito cheirosa!
— Se eu te disser que você pode colocar não só a boca nos meus seios, o que mais você colocaria?
Quando escutei aquilo, meu pau já estava explodindo na minha calça. Olhei pra ela, que estava com uma cara de entregue, e fiquei encarando enquanto ela me dava leves selinhos. Então, sem nem pestanejar, subi a blusa dela sem tirar; ela estava com um sutiã, e pela primeira vez na vida tirei um sutiã, kkkkk.
Ela guardou o sutiã na bolsa rapidamente. A gente deu mais alguns beijos bem quentes (eu não parava de sentir aqueles peitos macios nas minhas mãos, os bicos do peito dela estavam bem duros), a gente se beijava muito e o hálito dela me deixava louco. Fui novamente no ouvido dela e disse:
— Deixa eu colocar meu pau entre teus peitos, porque foi assim que eu estava imaginando.
Ela sorriu e se abaixou, abaixando também minha calça e cueca. Meu pau estava muito duro e ficou bem na cara dela; eu simplesmente não estava acreditando em tudo aquilo que estava acontecendo. Ela deu uma chupada no meu pau que me levou à loucura, mas foi rápido; em seguida colocou entre os peitos dela e começou a fazer o movimento, subindo e descendo. E ela fazia aquilo como se já tivesse feito antes; eu simplesmente estava indo à loucura, aquilo era muito melhor do que eu estava imaginando. Eu estava com muito tesão, e toda aquela cena me deixava louco pra gozar. Ela ficava olhando enquanto aumentava os movimentos, cada vez mais rápido e mais rápido. Eu estava doido pra explodir, então com muito tesão eu gozei... e muuuuito. Pra nossa sorte, o gozo não pegou na cara dela, mas melou muito seus peitos e a blusa. Ela abaixou a blusa e começou a rir. Tinha uma torneira perto da gente, onde lavamos as mãos e ela se lavou um pouco; ficou toda molhada, claro. Eu simplesmente estava apaixonado por ela.
Então a gente ainda ficou um tempinho se beijando.
— Louco, né? — ela perguntou pra mim. — A gente mal se conhece, menino!
— Verdade, mas somos pombinhos, ora! Kkkkk — falei como um bobão.
— Orra, já tá muito tarde! — De fato a gente nem tinha prestado atenção na hora, e era muito tarde, quase 9h da noite (largávamos às 18h).
— Amanhã a gente se vê? — perguntei, já louco pra fazer mais coisas.
— Claro, mas pode ir tirando seu cavalinho da chuva, pois você não vai ter isso todo dia não, viu, moço? — falou ela, sorrindo, mas com um tom de verdade.
Levei ela até a parada e esperei o ônibus dela. Depois fui pra casa; só pensava no que tinha acontecido. E quando fui organizar minha bolsa, vi que o sutiã dela estava lá: ela colocou na minha bolsa por engano na hora em que guardou. Ahh, que tesão! Ainda estava com o cheiro dos peitos dela. Claro que bati outra punheta pensando nela e sentindo aquele cheiro. Blanca foi a primeira garota com quem fiquei mais sério, e seria com ela que eu finalmente perderia minha virgindade, mas isso seria história pra uma outra hora...
Espero que tenham gostado, e tô de volta!!!