Namoro da adolescência

Eu sabia que Anderson provavelmente estava em casa, tendo acabado de voltar da bicicletaria. Era o horário mais provável. Naquele momento, eu estava sozinha; minha mãe havia saído para visitar uma amiga.

Lembro-me de que, com essa idade, por volta dos 14 ou 15 anos, eu costumava passar batom, pentear o cabelo comprido e me trancar no banheiro de casa. Lá, soltava os cabelos e, apoiado de quatro, observava o próprio reflexo no vidro da porta do armário. Desta vez, decidi fazer uma lavagem anal utilizando a mangueira do chuveirinho.

Como o banheiro era compartilhado por toda a família, o cesto de roupas sujas sempre guardava peças íntimas usadas por minha mãe. Às vezes, eu as vestia e ficava fazendo poses diante do espelho, até me deitar no chão e me debater até alcançar o orgasmo. Dessa vez, porém, decidi não me masturbar. Passei um batom leve, vesti uma calcinha preta sob o shorts apertado que costumava usar na rua e me olhei de perfil no espelho. Era possível notar a marca da calcinha na minha bunda — uma sensação que me trazia orgulho. Por cima, coloquei uma camisa mais larga; omiti o sutiã, pois sabia que sairia à rua logo depois.

Minutos mais tarde, lá estava eu montando na minha bicicleta vermelha, sentindo o selim pressionar diretamente o meu corpo. Uma sensação intensa.

Quando cheguei à casa de Anderson, ele já me esperava junto ao portão de entrada. Tinha seus 17 para 18 anos. Assim que me aproximei, abriu o portão e eu entrei com a bicicleta. Ao encostá-la em um canto, logo senti a mão dele em minha bunda, acariciando a marca da calcinha e deslizando o dedo entre as nádegas.

Desvencilhei-me com um movimento sutil e fui rebolando em direção ao interior da casa. Rapidamente, ele trancou a porta e disparou: 'Deixa eu ver essa calcinha'.

Abaixei o shorts e fiquei de costas; nesse instante, senti o corpo dele e seu membro enrijecido roçarem contra mim. Uma onda intensa percorreu meu corpo, fazendo-me virar de frente. Dei-lhe um beijo na boca, abaixei a calça dele, segurei firmemente o pênis dele com a minha mão e voltei a me posicionar de costas.

A sensação era inebriante — até hoje me recordo da pele fina e do membro duro dele tocando minhas mãos, cujas unhas estavam pintadas apenas com base. Com a outra mão, puxeio a minha calcinha para baixo.

Senti as duas mãos dele firmarem-se em minha cintura e fui à loucura. Apenas direcionei o pênis dele para a entrada do meu ânus, percebendo o momento em que ele aplicou óleo para facilitar o deslize. Costumávamos usar óleo de cozinha ou manteiga.

Recordo-me dos meus gemidos e dos meus cabelos soltos balançando no ritmo das estocadas firmes que ele dava. Lembro perfeitamente da pressão do pênis em meu ânus e da cadência que se tornava cada vez mais intensa. Em dado momento, alcancei meu próprio orgasmo, mas mantive-me firme à espera dele. O jato quente no interior do meu ânus não tardou a se fazer sentir, escorrendo logo em seguida pelas minhas pernas.

Virei-me para encará-lo, e ele me disse: 'Quando você crescer, vai dar para todo mundo... Sua família sabe que você já sabe dar?'.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Namoro da adolescência

Codigo do conto:
273862

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
04/10/2026

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