Calcinha e Manteiga



Naquele dia eu arrumei o cabelo, coloquei meu shorts apertado e montei na minha bicicleta vermelha. A ponta do banco roçando na minha bunda fazia-me lembrar do membro dele sendo esfregado na entrada do meu ânus.

Até então, eu e Anderson só tínhamos nos esfregado. Quando eu chegava à casa dele, ia para o quarto da mãe dele e mexia nas coisas dela. Passava batom, rímel, base, vestia algumas roupas íntimas e vestidos. Eu soltava meus cabelos e, com as roupas dela, ficava parecendo não uma "bichinha", mas uma menina.

Desta vez, eu usava apenas uma calcinha que havia furtado de minha mãe. Quando cheguei à casa de Anderson, me maquiei e vesti um top e uma minissaia da mãe dele. Desta vez, ele disse: "Deixa eu enfiar, te comer de verdade?".
Eu disse que tinha medo, e ele retrucou afirmando: "Engravidar você não vai engravidar; dar, algum dia você vai acabar dando mesmo". Ao dizer isso, mexeu no meu cabelo como um homem mexe no cabelo de uma mulher antes de dar um beijo. Gelei. Então eu disse: "Tá bom".

Sem a minissaia e com a calcinha arriada, ele colocou a cabeça do membro e começou a forçar. Estava doendo muito, ardendo, e um fedor de fezes começava a invadir o ambiente. De repente, ele tirou o pênis, deu um chute na minha perna e disse com raiva: "Sai daqui, sua bicha... Você sujou meu pau de bosta". Saí dali chorando.

No caminho de casa, limpei o rosto e, quando alguém perguntava o porquê do choro, eu dizia que havia caído de bicicleta.
Jurei que nunca mais daria, que nunca mais me vestiria de mulher, que dali em diante seria sempre homem e forte. Até pensei em cortar o cabelo.

Vários dias depois, eu estava passando perto da casa de Anderson quando ele me chamou e eu, em vez de ignorar, fui até ele. Anderson me olhou, pediu desculpas e me deu uma caixa com uma flor em cima. Meu Deus, uma sensação de felicidade tomou conta de mim quando peguei aquela caixa. Dentro dela havia uma calcinha nova, amarela. Até hoje a cor amarela tornou-se minha favorita. Era uma calcinha que era minha, não furtada da minha mãe ou da mãe dele.

Depois de me entregar a caixa, ele me explicou que eu tinha que lavar meu ânus no banheiro, com a mangueira do chuveirinho, até sair água limpa. Naquele dia não dava para entrar na casa dele, mas em outro dia eu fui.

No banheiro da casa dele, lavei meu ânus e, depois de me secar, coloquei a minha calcinha. A calcinha amarela. Me maquiei e coloquei uma roupinha que achei no guarda-roupa da mãe dele. Lá estava eu de quatro, com a bunda arreganhada. Um cheiro de manteiga tomou o ar, e ele untou meu ânus com aquilo. De repente, sinto a cabeça do pênis dele entrando e fazendo força. Doeu, e então eu pensei e disse: "Não quero mais". Ele então colocou mais para dentro e disse: "Calma, minha princesa, você vai gostar. Só relaxa".

Minutos depois, lá estava eu sentindo cada estocada que ele dava em mim. Um arrepio tomou conta de mim, uma sensação intensa, e então parecia que eu estava em transe ao perceber como estava fácil e bom a entrada e saída do pênis dele de minha bunda. Que gostoso, que bom. Gozei um pouco antes dele, mas outro arrepio me veio quando senti algo quente sendo derramado dentro de mim, ao mesmo tempo em que parecia que o pênis dele inchava. Achei que podia ter me machucado e que poderia estar saindo sangue. Mas não era nada disso, era apenas o prazer. O pênis murchou e eu não o senti mais. Algo também vazou de meu ânus: era o esperma dele saindo

Foto 1 do Conto erotico: Calcinha e Manteiga

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Calcinha e Manteiga

Codigo do conto:
274118

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
07/10/2026

Quant.de Votos:
2

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